Dois feridos graves e um ferido leve foi o resultado de um acidente, na manhã desta quinta-feira, dia 23 de janeiro, junto à freguesia de São Lourenço de Mamporcão, concelho de Estremoz, na IP2 (Km 222).
O acidente resultou da colisão entre três veículos ligeiros. O alerta para a ocorrência foi dado às 8h54. As vítimas foram transportadas para o Hospital do Espírito Santo de Évora.
Para o local foram mobilizados 15 operacionais, entre Bombeiros Voluntários de Estremoz e Borba, SIV de Estremoz e GNR, apoiados por oito veículos.
O elvense Jorge Goes vai dedicar-se, a tempo inteiro, em 2025, à música, promovendo o seu último álbum de fado canção, “Essências”, para além de duas novidades.
“Vou apresentar um espetáculo novo, que é um tributo ao Júlio Iglésicas, que é um cantor que eu admiro bastante. Estamos a preparar a banda, estamos a preparar tudo”, começa por dizer o artista.
Também em 2025, Jorge Goes vai estar a trabalhar num projeto com os Manouchka. “É um projeto de fado manouche, que é um gispy jazz, que foi inventado por Django Reinhardt, um músico extraordinário francês cigano, que, ao não ter dois dedos numa mão, inventou ele uma própria maneira de tocar”, revela.
Quanto ao álbum “Essências”, vai ser apresentado já no próximo sábado, dia 25 de janeiro, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, pelas 21h30. Os bilhetes encontram-se à venda na Bilheteira Online, no Posto de Turismo de Estremoz e no Teatro Bernardim Ribeiro.
Jorge Goes nasceu a 31 de julho de 1968, em Elvas. Desde terna idade que gosta de cantar o fado, tendo sido a sua estreia, em palcos, no ano de 1993 no Cine-Teatro de Elvas. Mais tarde, inicia o seu repertório e as suas atuações em casas de fados de Lisboa.
A partir da segunda metade da década de 90, Jorge Goes participa, entre outros, em vários programas televisivos, rádios e festas associativas. No ano de 1997, alcança mais visibilidade com a sua presença no festival do Crato, dividindo palco com Camané.
Em 2000, conhece José Cid, que o convida para o seu primeiro álbum, intitulado de “Contra A Corrente”, lançado em 2001. Em 2003, a Câmara Municipal de Elvas atribui-lhe um louvor e uma distinção.
Um grupo de investidores escolheu Campo Maior para, neste concelho, instalar a sua produção de cultivo de cannabis medicinal.
O presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha, já teve oportunidade de visitar, esta semana, as instalações deste novo projeto empresarial que está a nascer.
“É com satisfação que vemos mais um investimento em Campo Maior, pronto para criar novos postos de trabalho”, diz o autarca nas redes sociais.
A CURPI de Campo Maior mantém viva a tradição da matança do porco, este sábado, 25 de janeiro, com a realização de um almoço para todos os sócios, nas instalações da instituição.
Este já o 26º encontro deste convívio da matança do porco. “Antigamente fazia-se a matança do porco, agora já não, mas não queremos nunca deixar acabar esta tradição”, começa por dizer a presidente da instituição, Anselmina Caldeirão.
Já com cerca de cem pessoas inscritas para participar neste almoço, Anselmina Caldeirão adianta que serão servidas as habituais sopas de cachola, para além do entrecosto, as entremeadas e bifanas.
Depois de almoço, servido no salão da CURPI, haverá baile, com o Duo Musical C&R, na zona do bar. “Vai ser um dia bastante animado e esperamos que todos fiquem satisfeitos, porque, de facto, a CURPI está ativa. Queremos chamar o número de pessoas de Campo Maior a visitar a nossa instituição, temos algumas aulas novas na Academia Sénior e o nosso grande foco é, realmente, combater a solidão das pessoas mais idosas”, acrescenta.
As inscrições para este almoço vão manter-se abertas até esta sexta-feira, dia 24. “Conseguimos sempre arranjar mais um lugar ou outro, mas pedimos que, quem estiver interessado, que faça a sua inscrição o mais depressa possível”, remata a responsável.
A Restauração da Independência foi esta quarta-feira, 22 de janeiro, mote para uma conferência, conduzida pelo Tenente General Lemos Pires e destinada, sobretudo a jovens estudantes, no Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa.
Tendo por base a História de Portugal, esta foi uma sessão que, acima de tudo, serviu para dar a conhecer a História de Portugal, numa fase muito importante para o país, na altura da aclamação da independência e restauração do reino, onde Vila Viçosa teve um papel fulcral através da Batalha de Montes Claros, em 1665. Elegendo como “uma das batalhas mais magnificas”, o orador admite que Portugal afirmou nesta altura a sua nacionalidade, ao derrotar o exército espanhol, considerado “o melhor exército do mundo”, sublinha o Tenente General Lemos Pires.
No decorrer da conferência, o orador procurou ainda fazer uma comparação entre as realidades do período entre 1640 e 1668 e os dias de hoje, no que diz respeito aos “valores, princípios, direitos, liberdades e garantias”, dando a conhecer aos mais jovens a noção de país e da sua defesa, evidenciando também o percurso que Portugal fez naquele período como “um exemplo para o mundo, um exemplo para nós e é um exemplo para hoje acreditarmos no futuro”.
Já o presidente da Câmara, Inácio Esperança, frisa a importância de se dar a conhecer de forma detalhada, a história do concelho aos mais jovens, como forma de memória e identidade, tal como também de preservação e compreensão do território, admitindo também a importância que esta e outras iniciativas de natureza histórica têm na estratégia da candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial da UNESCO.
A comédia “Cama para 4” sobe ao palco do Cine-Teatro Municipal de Elvas este sábado, 25 de janeiro, pelas 21h30.
O espetáculo, da autoria de Roberto Pereira, conta com as participações de Carlos Cunha, Erika Mora, David Carronha e Carla Janeiro.
Os bilhetes, com preços que variam entre os cinco e os oito euros, encontram-se à venda na Ticketline.
Sinopse do espetáculo: “Imagine comprar a casa dos seus sonhos e no dia que faz a mudança descobre que a mesma casa foi também vendida a um outro casal, que se muda também no mesmo dia. Então, aquilo que era suposto ser um dia de sonho, torna-se num verdadeiro pesadelo, sem fim à vista, pois ninguém parece querer abdicar dos seus direitos. Assim, dá-se início a um reboliço para chegar a conclusão, que teima não chegar. E, enquanto isso, uma casa que era para dois passar a ter… uma cama para 4”.
O Cine-Teatro de Borba, situado no interior do Castelo da cidade, está a ser palco de diversas reabilitações no seu interior, devido às exigências de renovação da licença por parte da IGAC – Inspeção Geral das Atividades Culturais, como também pelo facto de terem passado quase duas décadas desde da sua reinauguração, em junho de 2007.
Para tal, as intervenções no edifício foram desde da renovação das soleiras de portas e janelas, à implementação de uma nova central de incêndios, passando pela colocação de uma nova sinalética, a colocação de lugares na plateia para cadeiras de rodas, remoção de infiltrações no teto, o tratamento contra a formiga branca e a substituição do piso do palco e dos seus rodapés, sendo que algumas destas intervenções já estão concluídas. No final de janeiro serão substituídas as caixilharias das janelas e portas deste espaço.
Querendo manter os elementos construtivos mais relevantes, correspondendo às exigências atuais de conforto e comodidade, a Autarquia afirma que esta intervenção encontra-se numa fase avançada de obras, esperando que estejam concluídas em breve.
A Estrada Nacional 371, entre Campo Maior e Degolados, tem estado cortada ao trânsito, depois de ontem, 21 de janeiro, ao final da tarde, um pesado de mercadorias ter tombado na berma da via.
A estrada está cortada ao trânsito desde esse momento, sendo que os Bombeiros de Campo Maior informam que a circulação deverá ser possível, já a partir das 15 horas, após terminados os trabalhos de remoção da viatura da estrada.
O CLDS, o Contrato Local de Desenvolvimento Social, de Monforte está de volta ao ativo, agora com a quinta Geração, denominado por “Integração: Unidos Promovemos a Inclusão 5G Monforte”, mais conhecido por IUPI.
Durante quatro anos, a operação aposta na colaboração entre parceiros para enfrentar o desemprego, criando soluções que promovam o emprego, a formação e a qualificação.
Helena Correia, coordenadora do CLDS 5G Monforte, indica que o programa anterior, intitulado de 4G, e o mais recente 5G, apresentam algumas diferenças. Enquanto “o CLDS 4G se caracterizou como um instrumento de combate à exclusão social com ações de proximidade, o CLDS 5G reforça a dimensão territorial como elemento essencial para a concretização de políticas de inclusão”. No entanto, realça, ambos os programas focam-se num único objetivo, “a promoção da inclusão social”.
A “IUPI 5G Monforte” vai intervir no âmbito do Emprego, Formação e Qualificação (eixo 1), no Combate à Pobreza e à Exclusão Social das Crianças e dos Jovens (eixo 2) e, por fim, no Desenvolvimento Social, Capacitação Comunitária e Intervenção em Contextos de Emergência Social e de Cenários de Exceção (eixo 4).
A quinta geração da operação “apresenta uma evolução e uma abordagem mais abrangente relativamente ao programa anterior, CLDS 4G”, reforça ainda a coordenadora da CLDS 5G Monforte.
CLDS “IUPI 5G Monforte” está em função até 2028 e tem como entidade coordenadora a Câmara Municipal de Monforte.