Festas do Povo obrigam a alterações na circulação e no estacionamento em Campo Maior

O Município de Campo Maior informa que, a partir de 7 de agosto, entram em vigor as alterações à circulação e ao estacionamento no concelho, no âmbito da realização das Festas do Povo 2026.

A autarquia apela à colaboração da população, solicitando que os veículos sejam retirados antecipadamente das zonas abrangidas pelas restrições de estacionamento e do perímetro onde decorrerão as festividades.

O Município recomenda ainda que os moradores identifiquem previamente os parques de estacionamento destinados a residentes, de forma a evitar constrangimentos quando as limitações ao trânsito entrarem em vigor.

Segundo a Câmara Municipal, estas medidas são necessárias para garantir a implementação das condições de segurança, a preparação dos espaços das festas e o normal desenrolar de um dos principais eventos do concelho.

As alterações à Postura Municipal de Trânsito do Concelho de Campo Maior podem ser consultadas no despacho do presidente da câmara, datado de 24 de julho de 2026.

De carreira de tiro a canil: Município de Elvas prepara novo espaço para acolher animais

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, visitou esta semana a antiga carreira de tiro de Elvas, localizada a cerca de quatro quilómetros da cidade, espaço onde a autarquia pretende instalar o futuro canil municipal.

A deslocação ao local marcou o arranque do processo, que passa, numa primeira fase, pela avaliação do estado da propriedade, pertencente ao Município, e pelo levantamento arquitetónico das infraestruturas existentes.

“O objetivo é fazer um grande projeto para nascer um espaço arquitetónico indicado para receber os nossos cãezinhos e também os gatos que muitas das vezes são abandonados”, afirmou o autarca, sublinhando que a intenção é transferir para aquele espaço o futuro canil municipal.

Segundo Rondão Almeida, concluída a análise das condições do terreno, será lançado o concurso para a elaboração do projeto de arquitetura, documento que definirá as características do novo equipamento.

O presidente da Câmara adiantou ainda que a intenção da autarquia é concretizar a obra durante o atual mandato, dotando o concelho de uma infraestrutura moderna e adequada ao acolhimento de animais de companhia, nomeadamente cães e gatos abandonados.

Com a construção do novo canil municipal, o Município pretende reforçar a capacidade de resposta nesta área e melhorar as condições de acolhimento e bem-estar animal no concelho.

Uma vida entre flores de papel: Catarina Parrão Pires volta a ser cabeça de rua nas Festas do Povo

Há décadas que Catarina Parrão Pires faz parte da história das Festas do Povo de Campo Maior. Este ano assume, novamente, a responsabilidade de cabeça de rua, desta vez do segundo troço da Rua de Badajoz, onde garante que o empenho de todos fará desta a rua “a mais bonita”.

Uma vida ligada às Festas do Povo

Natural de Campo Maior, Catarina cresceu com as festas e já foi cabeça de rua em diferentes locais da vila, como o Largo do Barata e a Rua Aldeia do Pastor.

As memórias acumulam-se ao longo dos anos, incluindo episódios que demonstram o espírito de união que caracteriza esta tradição. Recorda uma edição em que, depois de a rua estar praticamente concluída, a chuva destruiu grande parte do trabalho.

“Tivemos de nos pôr todos de mãos à obra durante toda a noite. Já não havia papel nem material, mas conseguimos arranjar tudo outra vez”, lembra.

Catarina mudou-se temporariamente para acompanhar os preparativos

Apesar de este ano a rua não ser a da sua residência, Catarina mudou-se temporariamente para a casa do filho para acompanhar de perto todos os preparativos. “Quando chegam as festas venho para aqui. Na minha rua não há festas, por isso fico onde elas acontecem”, conta.

Os trabalhos começaram em fevereiro e envolveram meses de dedicação por parte dos moradores. Sem revelar o tema escolhido, por ser ainda segredo, garante apenas que “tem coisas muito bonitas” e elogia o contributo de todos os participantes. “Cada uma fez coisinhas bonitas à sua maneira.”

Aceitou o desafio apesar das dificuldades

Inicialmente, Catarina não pretendia assumir a responsabilidade de cabeça de rua devido a alguns problemas de saúde. No entanto, acabou por aceitar o desafio após participar numa reunião com os restantes moradores.

“Disse que ajudava no que pudesse, mas não podia tomar conta da rua. Vim à reunião, fiquei e cá estou.”

Uma noite inteira sem dormir

A poucos dias da tradicional noite da enramação, todos os detalhes estão praticamente concluídos. O plano para o dia 7 já está definido: durante a manhã organizam-se os últimos preparativos e, ao final da tarde, começa a montagem dos arcos e do teto de flores.

Depois, ninguém pensa em descansar. “Na noite da enramação não se dorme. É toda a noite. Até de manhã.”

O ritmo mudou, mas a paixão mantém-se

A experiência ensinou-lhe que o ritmo já não é o mesmo de outros tempos, mas a vontade de viver a festa mantém-se intacta. Recorda que, em edições passadas, passava as noites a percorrer as ruas, assistindo aos ranchos, aos bailes e ao ambiente único que enchia Campo Maior.

“Antes não dormia durante a semana das festas. Agora já vou para a cama um bocadinho, mas continuo a gostar tanto disto como sempre”.

Uma paixão partilhada que continua presente

A vida também mudou. Catarina fala com emoção da ausência do marido, que partilhava consigo esta paixão pelas festas, mas acredita que ele continua, de alguma forma, a acompanhá-la.

“Ele sabia o quanto eu gostava disto. Está lá em cima a ver e está contente.”

“Venham a Campo Maior”

No final, deixa um convite a quem ainda não conhece as Festas do Povo: “Venham a Campo Maior. Há cá umas festas muito bonitas. Vale a pena vir.”

Festas de Verão de Vila Boim

Arrancaram ontem, 31 de julho, as Festas de Verão de Vila Boim, em honra de Nossa Senhora dos Remédios e São João Batista, que decorrem até à próxima segunda-feira, 3 de agosto, prometendo quatro dias de animação, música e tradição.

O certame conta com um programa diversificado, distribuído por dois palcos, que alia os espetáculos musicais às tradicionais garraiadas, romarias, bailes e outras iniciativas pensadas para todas as idades.

Depois da noite de abertura, que contou com as atuações de Os Relíquia e DJ Gama, a festa continua este sábado com Luís Fialho e DJ Brat.

No domingo, sobem ao palco Zé Pedro Sousa, XP Covers e DJ S-Silva, enquanto o último dia das festividades, na segunda-feira, fica marcado pelas atuações de Xumbo Torto, com um convidado surpresa, Mónica Sintra e DJ Rastilho.

As Festas de Verão de Vila Boim são uma das celebrações mais aguardadas da freguesia, reunindo população e visitantes em torno da música, da gastronomia e das tradições locais, numa iniciativa que volta a afirmar-se como um dos pontos altos do verão no concelho de Elvas.

IPP promove debate sobre adaptação às alterações climáticas, na Madeira e nos Açores

O Politécnico de Portalegre promove dois eventos, que terão lugar em setembro, em cooperação com entidades das regiões autónomas, nomeadamente as Universidades da Madeira e dos Açores.

“A governação climática nos territórios insulares” é o tema a abordar, a 17 de setembro, no Funchal, neste evento do Pacto Europeu para o Clima, que conta com o apoio da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira e reunirá o meio académico, os decisores políticos e a sociedade civil, para discutirem a governação, a cooperação e a ação climática nos territórios insulares e na Macaronésia.

A 23 de setembro, no Centro Interpretativo de Angra do Heroísmo, estará em discussão a “Resiliência climática e governação dos oceanos nos territórios insulares do Atlântico”; o  segundo ato da iniciativa internacional “From Local Action to Global Impact”, com o qual se pretende destacar o papel dos territórios insulares do Atlântico como espaços estratégicos para a experimentação de soluções inovadoras no domínio da resiliência climática, da governação sustentável e do desenvolvimento territorial.

O evento reunirá decisores políticos, investigadores, embaixadores do pacto climático, autoridades públicas, organizações da sociedade civil e outros stakeholders, promovendo também o debate em torno de respostas práticas aos desafios das alterações climáticas nas regiões insulares.

A participação do Politécnico de Portalegre na organização destas ações é assegurada através do VALORIZA – Centro de Investigação para a Valorização de Recursos Endógenos.

No futuro, está prevista a realização de eventos noutras regiões atlânticas, no âmbito desta Atlantic Climate Governance Series.

Autarquia de Arronches concluiu trabalhos de gestão de combustíveis

A Câmara Municipal de Arronches concluiu as operações de silvicultura preventiva e a manutenção de faixas de gestão de combustível programadas para o corrente ano, um trabalho que abrangeu a totalidade da rede viária da área do concelho sob a sua responsabilidade, nomeadamente, estradas e caminhos municipais.

Esta ação desenrolou-se nas três freguesias do concelho, Assunção, Esperança e Mosteiros, sendo executada pelos serviços operacionais do Município e pela equipa de sapadores florestais da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo afeta ao referido território.

Sob a gestão e orientação técnica do coordenador do Gabinete Florestal e Proteção Civil da autarquia, Nelson Velez e acompanhada pelo presidente do Município de Arronches, João Crespo, esta intervenção cumpriu todas normas técnicas e regulamentares aplicáveis, assumindo um papel fundamental na mitigação do risco de ignição e propagação de incêndios rurais, bem como no incremento dos índices de segurança e visibilidade rodoviária de todos os utilizadores das vias.

Turismo do Alentejo avança com estratégia integrada para valorizar cozinha regional e prepara evento internacional

A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo vai lançar, ainda este ano, o processo de criação de uma estratégia integrada para a gastronomia alentejana e prepara, para 2027, um grande evento internacional, que José Manuel Santos espera que possa afirmar-se como “um dos melhores eventos gastronómicos do mundo”.

Segundo o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo, o certame deverá realizar-se em Évora, entre setembro e outubro do próximo ano, reforçando a projeção internacional da região através da gastronomia.

De acordo com José Manuel Santos, o novo plano estratégico pretende abordar a gastronomia de forma “articulada” e “integrada”, identificando não apenas os pontos fortes, mas também os desafios que o setor enfrenta.

“O objetivo é enfrentar os problemas e as dificuldades, porque não é só o lado bom. Há questões que têm de ser resolvidas para manter a gastronomia alentejana como um produto identitário, de tradição, que continua a diferenciar-nos”, afirma.

O responsável recorda o reconhecimento internacional alcançado pelo Alentejo, apontando a classificação atribuída pelo TasteAtlas, que colocou a região entre as melhores do mundo em termos gastronómicos. Na sua perspetiva, este reconhecimento resulta sobretudo da autenticidade da cozinha tradicional, dos produtos locais e dos restaurantes que preservam as receitas e os sabores característicos da região.

Apesar da crescente inovação e da cozinha contemporânea desenvolvida por vários chefs alentejanos, José Manuel Santos defende que a dimensão tradicional da gastronomia “tem de ser preservada e, em alguns casos, recuperada”, por representar uma componente essencial da identidade cultural e territorial do Alentejo.

A estratégia, que terá um horizonte de três anos, será liderada pela ERT do Alentejo e Ribatejo e envolverá diversas entidades parceiras, entre as quais a CCDR Alentejo, as Comunidades Intermunicipais e a AHRESP. O trabalho pretende analisar toda a cadeia de valor da gastronomia, “desde a produção até à mesa”, identificando constrangimentos e definindo soluções para reforçar a competitividade do setor.

José Manuel Santos sublinha que, nos últimos anos, a ERT tem apostado na realização de eventos gastronómicos que contribuíram para aumentar a notoriedade da região, promover o trabalho dos chefs e aproximá-los do público. Considera, contudo, que chegou o momento de dar “o passo em frente”, através de uma visão mais abrangente sobre a gastronomia enquanto ativo estratégico para o desenvolvimento turístico.

“O turismo é, provavelmente, o setor que mais beneficia da qualidade da nossa gastronomia e, por isso, tem de dar o seu contributo para a sua valorização”, conclui.

Luís Fialho sobe este sábado ao palco das festas de Vila Boim

O cantor Luís Fialho sobe ao palco principal das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios e São João Batista este sábado, 1 de agosto, para um concerto marcado para as 00h00, sendo um dos momentos de destaque desta segunda noite de festividades.

A programação começa às 10h00, com a arruada da Charanga das Fresquinhas pelas ruas de Vila Boim. Às 18h00 realiza-se uma garraiada, acompanhada pela mesma charanga, na Praça de Touros, seguindo-se, às 20h00, a realização da “2ª Milha” de Vila Boim.

A partir das 20h30, Os Garridos atuam no palco Coreto, antes do baile com António Vilas Boas, marcado para as 22h00. Após o concerto de Luís Fialho, a animação continua com novo baile de António Vilas Boas, às 01h30, enecrrando a noite com DJ Brat e bailarinas, a partir das 02h30.

“Uma rua feita por jovens, para jovens”: grupo de 11 amigos assume Bocada da Praça nas Festas do Povo

As Festas do Povo de Campo Maior continuam a ganhar forma e, na Bocada da Praça, um grupo de jovens decidiu assumir o desafio de apadrinhar e decorar a rua. Sem o apoio direto de adultos, os voluntários querem mostrar que a tradição continua viva entre as novas gerações e prometem criar uma rua “feita por jovens, para jovens”.

Uma rua feita por jovens, para jovens

A ideia surgiu de forma espontânea entre um grupo de amigos que decidiu abraçar, pela primeira vez, a responsabilidade de fazer florescer uma rua. Embora Beatriz Salgueiro e outra jovem assumam oficialmente o papel de cabeças de rua, garantem que todas as decisões são tomadas em conjunto. “No papel são elas as duas, mas a decisão final é do grupo”, explica Ana Marques, uma das voluntárias.

A equipa é composta por 11 elementos, com idades compreendidas entre os 21 e os 23 anos, contando apenas com a ajuda pontual dos familiares. “Ativamente somos nós. Por isso é que é a rua mais bonita, porque é a rua dos jovens.”, afirmam Beatriz Salgueiro e Ana Marques.

Meses de trabalho e uma mudança de planos

Os preparativos arrancaram logo em janeiro. No entanto, a equipa viu-se obrigada a alterar o plano inicial depois de perceber que outra rua iria desenvolver um tema muito semelhante.

“Inicialmente tínhamos um tema, só que depois soubemos que havia um tema muito parecido ao que nós queríamos, então tivemos que mudar tudo”, recordam, explicando que a mudança obrigou também à troca de grande parte do material já requisitado.

Ainda assim consideram que “isso também torna (o desafio) divertido”.

Entre Campo Maior e Lisboa

Durante vários meses, a preparação foi dividida entre Campo Maior e Lisboa, onde muitos dos jovens estudam. As flores eram produzidas, de segunda a sexta-feira, na capital e transportadas, ao fim de semana, para a vila raiana.

Agora, com o fim das aulas, os trabalhos decorrem diariamente num espaço cedido pela Câmara Municipal e pela Associação das Festas do Povo.

“Agora conseguimos estar todos os dias aqui, desde as três da tarde”, contam, explicando que optaram por realizar o que chamam os “tardeos”, aproveitando o período da tarde para também facilitar a participação de quem trabalha no dia seguinte.

A primeira Festa do Povo como cabeças de rua

Para o grupo, esta edição das Festas do Povo tem um significado muito especial. Na última realização do evento, muitos tinham apenas 10 ou 11 anos e sentem que ainda não compreendiam verdadeiramente a dimensão da tradição.

“Esta edição vai ser muito especial para nós porque é a primeira da nossa adolescência e é a primeira vez que nós vamos apadrinhar uma rua”, referem.

A equipa acredita ainda que a Bocada da Praça se distinguirá precisamente por ser “uma rua de jovens para jovens”, esperando que o trabalho desenvolvido consiga “tocar todas as pessoas, pelo menos de Campo Maior e arredores”.

Contagem decrescente para a enramação

A poucos dias da enramação, marcada para 7 de agosto, o entusiasmo mistura-se com algum nervosismo.

“Vai ser o mais desafiante, porque é a nossa primeira vez e ainda não temos bem noção da logística”, admitem, revelando que estão a ultimar os preparativos para que a estrutura da rua esteja pronta antes da colocação das flores.

O convite para ajudar a fazer a festa

O convite fica agora lançado a toda a população e visitantes. Além de passarem pela Bocada da Praça durante as Festas do Povo, os jovens deixam também um apelo a quem queira dar uma ajuda no dia da enramação.

“Venham, que vão-se divertir muito. Vai ser uma rua feita de jovens para jovens… e para quem já foi jovem”, desafiam, garantindo ainda que serão “bons anfitriões”.

CCDR Alentejo apresenta Programa de Apoio a Iniciativas Culturais

A CCDR Alentejo, I.P. promoveu, no passado dia 28 de julho, uma sessão pública dedicada ao Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Locais ou Regionais de Carácter Não Profissional do Alentejo, durante a qual foram apresentados os projetos apoiados no primeiro semestre de 2026.

A iniciativa decorreu no Auditório da CCDR Alentejo e contou com a presença de representantes de associações culturais, autarquias, entidades promotoras e agentes culturais de toda a região. A sessão teve início com um momento cultural proporcionado pela aluna Júlia Soares, da Escola de Artes da Universidade de Évora, que brindou os participantes com a declamação de duas poesias de sua autoria.

A abertura esteve a cargo de Henrique Sim-Sim, Vice-Presidente para a Cultura da CCDR Alentejo, I.P., que, de seguida, apresentou o Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Locais ou Regionais de Carácter Não Profissional do Alentejo, destacando os seus objetivos de valorização da atividade cultural de base local, de promoção da participação das comunidades e de fortalecimento do tecido associativo e cultural do Alentejo.

Seguiu-se a apresentação das iniciativas apoiadas no primeiro semestre de 2026, evidenciando a diversidade de projetos contemplados nas diferentes áreas artísticas e culturais e a sua relevância para a dinamização cultural dos territórios.

No encerramento da sessão, o Presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, sublinhou a importância do trabalho desenvolvido pelas entidades culturais da região, afirmando que “a cultura é um fator essencial de coesão territorial, de identidade e de desenvolvimento, pelo que continuaremos a apoiar iniciativas que aproximem a criação cultural das comunidades e valorizem o extraordinário trabalho realizado pelos agentes culturais do Alentejo”.

A expressiva presença da liderança da CCDR Alentejo, que contou ainda com a presença dos Vice-Presidentes Roberto Grilo, Sónia Ramos, Silvino Alhinho e Marciano Lopes, conferiu especial relevância institucional à sessão, sublinhando o compromisso da Comissão com a valorização da cultura e com o apoio às iniciativas que contribuem para a coesão e identidade do Alentejo.

A sessão constituiu uma oportunidade para reconhecer o papel das associações, coletividades e restantes agentes culturais na promoção da atividade cultural não profissional, reforçando o compromisso da CCDR Alentejo com a valorização da cultura como motor de desenvolvimento regional.