O filme “Gladiador II” vai estar em exibição este sábado, dia 7 de dezembro, no Centro Cultural de Campo Maior, às 21h30.
Sinopse: Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus às mãos do seu tio, Lucius é forçado a entrar no Coliseu depois de a sua casa ter sido conquistada pelos tirânicos imperadores que agora lideram Roma com mão de ferro. Com um sentimento de revolta e o futuro do Império em jogo, Lucius terá de olhar para o seu passado como forma de encontrar força e devolver a honra e glória de Roma ao seu povo.
Os bilhetes podem ser adquiridos na ticktline ou no Centro Cultural de Campo Maior.
O presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, foi nomeado como membro suplente para integrar o Comité das Regiões Europeu.
Substituindo o ex-presidente da Câmara de Vendas Novas, Luís Dias, no cargo, João Grilo encara esta nomeação, acima de tudo, como “mais um desafio”. “Penso que é uma consequência do trabalho que temos vindo a fazer em conjunto, aqui pelo Alandroal e pela região. É uma missão complementar à que tenho como autarca”, assegura.
“É um orgulho muito grande representar o Alentejo nesta delegação portuguesa e poder, de alguma forma, contribuir para a projeção da região, naquilo que é a discussão das políticas regionais e europeias”, acrescenta João Grilo.
Ainda que o foco do seu trabalho diário seja em prol do Alandroal, o autarca lembra que tem desempenhado outras funções, enquanto presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), que o permitem também “olhar para a toda a região, com vista ao seu crescimento conjunto”.
Considerando que a esfera europeia é “extremamente importante” para os municípios, João Grilo diz ainda que os autarcas precisam de deixar de trabalhar apenas a nível local e regional. “É na esfera europeia que se decide a maior parte das políticas que vão influenciar a nossa capacidade de atuação, é lá que se decidem os financiamentos, é lá que há projetos de natureza europeia, aos quais as regiões e os municípios se podem candidatar”, lembra.
João Grilo assume funções a 25 de janeiro, depois da nomeação decidida pelo Conselho de Ministros, após consulta da Associação Nacional de Municípios Portugueses e das Regiões Autónomas das Madeira e Açores.
O Comité das Regiões Europeu é um dos dois órgãos consultivos do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão Europeia. É composto por representantes eleitos a nível local e regional, provenientes de todos os Estados-Membros.
O Clube Elvense de Natação (CEN) celebra o seu 70º aniversário, este sábado, dia 7 de dezembro, com a realização da sua primeira gala, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT) de Elvas.
Nos anos anteriores, “o clube fazia um jantar de Natal”, começa por explicar o presidente do CEN, José Caldes, no entanto, e “com o passar do tempo, a direção sentiu a necessidade de agraciar mais as pessoas que lutam pelo clube”.
“Um espetáculo musical foi o foco” para marcar a diferença nesta primeira gala do clube, face aos tradicionais jantares de Natal. O objetivo principal “é dar algo mais aos atletas, sócios, treinadores e amigos, daí a importância das suas presenças no evento”.
A gala terá início às 19 horas. “Vamos ter uma receção, seguida do jantar e depois o espetáculo musical, com entrega de prémios pelo meio, agraciamento aos nossos sócios, e a gala seguirá pela noite dentro até às 2 horas”, realça o presidente do clube.
A animação musical da festa vai estar a cargo das Roncas d´Elvas, Os Caya, Onda Flamengo e DJ Dinga.
A CURPI de Campo Maior volta a promover o seu tradicional Mercadinho de Natal.
Abrindo as portas à comunidade, a instituição, tal como explica a chefe de serviço da CURPI, Anselmina Caldeirão, procura, por estes dias, vender, a “um preço simbólico”, algumas peças, sejam elas de artesanato, de decoração ou vestuário. Estão também disponíveis produtos típicos regionais.
Para além desta iniciativa, no decorrer deste mês de dezembro, a CURPI promove ainda o habitual almoço de convívio de Natal, que acontecerá antes de dia 20, para quando estão marcadas as eleições na instituição. Neste almoço de Natal, a instituição reúne sócios, colaboradores e amigos, para momentos de confraternização.
A Igreja de São Francisco, em Portalegre, foi pequena para albergar os visitantes da terceira edição dos “Vinhos de Altitude – Serra de São Mamede” que abriu portas, ao final da tarde desta sexta feira.
A novidade deste ano, prende-se com a iniciativa do município portalegrense, “Tascas e Bodegas”, um festival transfronteiriço, apoiado por fundos comunitários, instalado numa carpa, no Largo do Convento de São Francisco, junto à igreja e apenas separado por duas escadarias do local, onde dezanove produtores mostram os vinho cultivados nos “terroirs” da Serra de São Mamede.
O orfeão de Portalegre abriu com chave de ouro a terceira edição deste certame, com um tema com letra adaptada precisamente aos Vinhos de Altitude, tendo José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, destacado o facto desta mostra que “promove o Alto Alentejo, promove o Alentejo, são um evento diferenciador, porque os vinhos da Serra de São Mamede são também eles diferenciadores, são únicos. Há aqui um potencial que não é só vínico, é também gastronómico. É um conteúdo para a restauração e para a hotelaria, de grande relevo e este evento tem potencial de crescimento muito grande. Estamos ainda só no início e pode afirmar-se que a médio prazo, teremos um grande evento de vinhos em Portugal, o que é muito bom para Portalegre e muito bom para o Alentejo”.
José Santos refere que este é um “setor dinâmico e pujante, pois estamos está a atrair investidores para Portalegre, estão-se a criar postos de trabalho e a trazer quadros muito qualificados, nesta área da vitivinicultura, da enologia e da restauração, trazendo desenvolvimento para o turismo e para a fileira do vinho, sendo, tudo isto, desenvolvimento económico e social para as nossas terras”.
Relativamente ao número de visitantes, Fermelinda Carvalho presidente da Câmara de Portalegre, estima que “com certeza entre os dois eventos, na contagem final dos copos saberemos isso, se no ano passado tivemos mais de duas mil pessoas, este ano vamos certamente, com o festival “Tascas e Bodegas”, duplicar esse número e chegar a cerca de 4.000 visitantes”.
“A iniciativa tem muitas pessoas que estão a aderir muito bem, o que quer dizer que quando as pessoas marcam presença em massa, é porque o trabalho é bem feito e os portalegrenses se identificam e reveem no trabalho feito” disse ainda à nossa reportagem a autarca de Portalegre, referindo que “esta é a terceira edição, sendo por isso ainda um evento muito jovem, nestes moldes. Já existia antes feira de vinhos noutros moldes, mas os vinhos de altitude é algo ainda muito novo e as pessoas desde a primeira edição que aderiram ao evento que tem o propósito de promover os vinhos, os nossos produtores, o nosso património, uma igreja tão bonita como esta Igreja de São Francisco, a nossa cultura e a nossa gastronomia, a que este ano juntámos também o festival transfronteiriço “Tascas e Bodegas”, para dar ainda maior dimensão a este evento”.
“Os nossos vinhos têm sido, desde há muito tempo, os grandes embaixadores de Portalegre, não é de agora” – vincou a autarca, acrescentando que “agora temos aqui os produtores que são quem faz o trabalho mais difícil de fazer bons vinhos. Estão aqui os grandes grupos que fizeram grandes investimentos na nossa Serra de São Mamede, as grandes marcas estão cá, adquiriram terrenos e estão a fazer ótimos vinhos. Estes vinhos da altitude irão ser espalhados pelo País inteiro e além fronteiras, promovendo o vinho, a gastronomia e o turismo que são o objetivo final de divulgar Portalegre, e trazer muita gente ao nosso concelho. Quem comprar os vinhos da Serra de São Mamede, os vinhos de altitude, irá ter curiosidade de vir a Portalegre conhecer a região e as oportunidades estão ligadas umas às outras, o turismo, os vinhos, o património, a gastronomia, a cultura e acima de tudo promover a região que é o que nós queremos”
“Vinhos de Altitude – Serra de São Mamede” e este ano festival “Tascas e Bodegas”, juntam mostra e prova de vinhos, gastronomia e música até domingo na Igreja de São Francisco, em Portalegre.
A terceira edição do evento “Vinhos de Altitude – Serra de São Mamede”, que celebra o terroir e a tradição vitivinícola da região, decorre entra esta sexta-feira e sábado, dias 6 e 7 de dezembro, na Igreja de São Francisco, em Portalegre.
A inauguração está agendada para as 18h15 e conta com a presença da presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Pombo Carvalho, e do presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Santos.
O evento reúne cerca de 20 produtores e vai dar a provar mais de 100 Vinhos de Altitude, produzidos com as características únicas da Serra de São Mamede. Para além das provas, o programa inclui atuações musicais e colóquios. Em simultâneo, decorre o festival transfronteiriço “Tascas e Bodegas”, que complementa a programação e promove a circulação de visitantes entre as duas iniciativas.
PROGRAMA
Sexta-feira, 6 de dezembro
18h00 | “3 Temas e 1 Brinde”
Coprodução artística protagonizada pelo Orfeão de Portalegre, sob direção do maestro Jorge Gargaté, celebrando as raízes alentejanas, na escadaria da Igreja do Convento de São Francisco
18h15 | Inauguração Oficial
19h00 | Kind of Smooth Duo de José Meireles (saxofone) e Arkadius M. (piano e ritmos), que combina jazz, soul e funk.
19h30 às 21h30 | Novos Lançamentos – Vinhos de Altitude da Serra de São Mamede
21h00 | Raio dos Cachopos
Quarteto alentejano que reinventa o cancioneiro regional e a música portuguesa.
Demonstração culinária liderada pelo Chef Duarte Gueifão, organizada pela ADER-AL.
17h00 | Mesa Redonda: “Uma Visão Holística na Produção de Vinhos do Norte Alentejano”
Moderação da Professora Graça Pacheco de Carvalho, com os enólogos Bruno Pinto da Silva e Nelson Martins.
17h30 | Orquestra de Acordeões da EANA
Momento musical dirigido pelo Professor Duarte Graça, com composições que dialogam com os ritmos do tango.
18h00 às 21h00 | Novos Lançamentos – Vinhos de Altitude da Serra de São Mamede
PREÇO*
1 dia: 3 euros p.p. 2 dias: 5 euros p.p. * Entrada inclui copo e bebida e entrada gratuita nos Museus Municipais de Portalegre nos dias 7 e 8 de dezembro.
O Natal começa a ser celebrado em Arronches esta sexta-feira, 6 de dezembro, com a abertura, ao público, de uma pista de gelo, no Jardim do Fosso. Esta é a grande novidade deste ano, sendo que, no fim de semana, dias 7 e 8, está de regresso, ao mercado municipal, a já tradicional feirinha de Natal, onde será possível adquirir peças de artesanato, vestuário e os mais diversos produtos alimentares.
A presença do Pai Natal, um encontro de tunas de universidades seniores e um espetáculo dedicado às crianças são alguns dos atrativos do evento que, desde há três anos, garante o presidente da Câmara, João Crespo, tem sido uma aposta “de sucesso”. “Estou em crer que o Mercadinho de Natal vai ter o sucesso, pelo menos, igual ao de anos anteriores e depois temos sempre uma componente cultural e recreativa, que associamos a este mercadinho”, adianta o autarca.
A pista de gelo, que promete fazer a delícia de miúdos e graúdos, vai funcionar até dia 6 de janeiro, entre as 10 as 13 horas e das 15 às 19 horas. Estará apenas encerrada nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro, sendo que nas vésperas destes dois feriados funcionará apenas no período da manhã.
Com o aumento da esperança média de vida e as previsões da Comissão Europeia a apontar para que a queda do valor das reformas seja para metade nos próximos 25 anos, é recomendado que se comece a criar uma poupança para a reforma o mais cedo possível. Planear a reforma antecipadamente é uma prioridade para que o cidadão possa manter um nível de vida idêntico ao que se possuía na idade ativa.
Estima-se que num futuro próximo os valores das pensões diminuam. Por essa razão, poupar para a reforma deve ser encarado como um objetivo ao longo da vida ativa, devendo iniciar-se logo que se entra no mercado de trabalho.
A poupança para a reforma deve ser consistente e regular, podendo ser feita de muitas formas e com recurso a vários produtos financeiros.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
O “Estou Aqui! Crianças” (EAC) é um programa exclusivo e pioneiro da Polícia de Segurança Pública (PSP), criado em 2012, em parceria com o MEO, a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a Rádio Comercial, a Missing Children Europe, o Instituto de Apoio à Criança e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).
Este programa tem como principal objetivo agilizar o trabalho de sinalização de uma criança desaparecida e promover o seu rápido retorno à família. No caso de uma criança se perder, sendo portadora da pulseira Estou Aqui!, qualquer adulto que a encontre somente necessita contactar a PSP por intermédio do n.º de emergência nacional (112) e comunicar onde se encontra e qual o código da pulseira que a criança tem consigo. De imediato, a PSP promove todos os esforços para garantir a segurança da criança, informa a família e assegura o reencontro familiar.
As pulseiras destinam-se a crianças com idades compreendias entre os 2 e os 15 anos e possuem um código alfanumérico, único, sem qualquer relação com dados pessoais. São válidas em todo o território nacional e podem ser solicitadas tanto para crianças residentes em Portugal, como não residentes (p.e., em férias). A adesão ao Programa não implica qualquer custo.
Desde 2012 já foram atribuídas mais de 605.500 pulseiras, das quais 66.891 durante o ano de 2024 (até 30 de novembro), o que já permitiu à PSP, desde o início do programa, solucionar com maior rapidez 57 ocorrências de crianças cujas famílias desconheciam o seu paradeiro momentaneamente. A adesão ao programa, desde a sua criação, tem registado um aumento gradual de ano para ano, tendência a que se excetuou o ano de 2020, devido à pandemia COVID-19, mas que, desde então, se tem vindo novamente a registar.
Veio esta semana a público que o Governo tinha alterado a sua visão para o Corredor Internacional Sul e que o mesmo passaria a ser um corredor só de mercadorias. Embora o ministro das Infra-estruturas, Miguel Pinto Luz, dar a garantia de que o mesmo servirá, tanto mercadorias, como passageiros, a Direção Regional do Alentejo do PCP, em comunicado, que esta região do país “sofre, há já anos demais, com as decisões dos sucessivos governos do PS e PSD, de desinvestimento e abandono da linha férrea na região”.
Mesmo que os investimentos venham todos a ser concretizados, o PCP alerta que “continuam a estar longe de responder às necessidades e reivindicações das populações do Alentejo, nomeadamente quanto à modernização, electrificação e plena utilização da linha do Alentejo e sua ligação à Área Metropolitana de Lisboa e ao Algarve pela Funcheira, com a reposição de serviços regionais e intercidades; à requalificação e electrificação da Linha do Leste de Abrantes a Elvas incluindo a sua aproximação à cidade de Portalegre; à reposição do serviço regional na linha do Sul; à reposição de ramais extintos, nomeadamente através de soluções de mobilidade suave, ou construção de novos como o do Aeroporto de Beja na Linha do Alentejo”.
O PCP considera também “que a nova ligação Évora-Elvas tem de ser encarada como uma importante linha ferroviária para o interior do país, com a mesma relevância que lhe é dada como troço de uma linha internacional de mercadorias e de passageiros”.
O comunicado para ler na íntegra:
“Face às notícias suscitadas por declarações do Ministro das Infra-estruturas relativas ao Corredor Internacional Sul (CIS) – conhecido como Linha Sines Caia – quanto à questão da sua utilização, em toda a sua extensão, para transporte de passageiros, a Direcção Regional do Alentejo do PCP:
1 – Sublinha que a região Alentejo sofre, há já anos demais, com as decisões dos sucessivos governos do PS e PSD, de desinvestimento e abandono da linha férrea na região.
2 – Realça que foi a luta das populações, com a correspondente e constante intervenção do PCP, que impôs e conquistou alguns dos investimentos que estão concretizados, anunciados ou em fase de adjudicação.
3 – Alerta que, apesar disso, tais investimentos, mesmo se todos concretizados, continuam a estar longe de responder às necessidades e reivindicações das populações do Alentejo nomeadamente quanto à modernização, electrificação e plena utilização da linha do Alentejo e sua ligação à Área Metropolitana de Lisboa e ao Algarve pela Funcheira, com a reposição de serviços regionais e intercidades; à requalificação e electrificação da Linha do Leste de Abrantes a Elvas incluindo a sua aproximação à cidade de Portalegre; à reposição do serviço regional na linha do Sul; à reposição de ramais extintos, nomeadamente através de soluções de mobilidade suave, ou construção de novos como o do Aeroporto de Beja na Linha do Alentejo.
4 – Considera que a nova ligação Évora-Elvas tem de ser encarada como uma importante linha ferroviária para o interior do país, com a mesma relevância que lhe é dada como troço de uma linha internacional de mercadorias e de passageiros.
Recorda que o projecto deste corredor ferroviário incluiu desde o início o objectivo, e soluções técnicas, designadamente de infra-estrutura, que permitem a sua utilização para transporte de mercadorias e de passageiros.
O facto de não se terem concretizado partes desse projecto, nomeadamente o de via dupla exclusiva para transporte de passageiros, não pode pôr em causa o direito das populações à utilização da linha actualmente em fase de conclusão para esse fim em toda a sua extensão, ou seja, garantindo para lá do que já existe o transporte de passageiros na ligação Évora-Elvas.
É sabido que por onde passam comboios internacionais também passam comboios regionais. E é também sabido que a linha que está a ser concluída comporta, se assim for a decisão da entidade exploradora, o transporte de passageiros. Essa decisão é, portanto, uma decisão política, e não técnica. Estão em causa direitos das populações e a política de utilização de uma infra-estrutura pública que por definição tem de estar ao serviço das populações e do País, e não apenas de interesses económicos.
Neste sentido a exploração do serviço de passageiros não pode ser condicionada a outros critérios ou condições que não a da necessidade e do direito das populações a utilizar aquela via para se deslocarem.
5 – Considera que seria impensável que esta infra-estrutura pudesse vir a servir apenas para transporte de mercadorias, numa lógica de mero atravessamento do território. Para o PCP esta via tem de ser encarada como um forte contributo para o desenvolvimento socioeconómico da região Alentejo.
Além da população de Sines (privada actualmente de transporte ferroviário), a meio desta ligação, de 80 km de extensão, situam-se os aglomerados urbanos da Serra d’Ossa, Redondo, Alandroal, Vila Viçosa, Borba, Elvas e Estremoz com população que carece de ser fixada e cujas actividades económicas (agricultura, indústria das rochas ornamentais, entre outras) necessitam de ser desenvolvidas.
6 – O PCP relembra que foi aprovada, no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2025, uma proposta especifica do PCP para esta via ferroviária que entre outros aspectos prevê o investimento necessário que permita o imediato aproveitamento da infra-estrutura para o transporte de passageiros, designadamente considerando a possibilidade da componente de estação de passageiros onde ainda não de verifica, designadamente em Vendas Novas, Évora e Alandroal. Seria inaceitável, e um desrespeito pela Assembleia da República, que tais investimentos não se viessem a concretizar.
7 – O PCP entregará na Assembleia da República uma pergunta ao Governo para clarificar quais os objectivos do Governo quanto a esta ligação ferroviária e qual o calendário previsto de concretização dos investimentos agora aprovados no Orçamento do Estado por iniciativa do PCP.”