A modalidade de ténis volta aos courts de Arronches no próximo fim de semana, nos dias 12 e 13 de abril, com a Zona Desportiva a receber o Alentejo Masters 250 Arronches.
Este torneio promovido pela Academia de Ténis de Portalegre, com o apoio da Câmara Municipal de Arronches, do Instituto Português do Desporto e Juventude e da Federação Portuguesa de Ténis, tem ainda inscrições abertas até quinta-feira, dia 10 de abril. As inscrições podem ser aqui.
No âmbito das funções de conservação do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança, a Fundação da Casa de Bragança, em Vila Viçosa, empreendeu uma extensa intervenção de conservação em 152 exemplares que integram a coleção da caça.
Assegurada por uma equipa de especialistas, a campanha decorreu entre abril e dezembro de 2024, com intervenção de conservação e restauro de espécimes osteológicos, taxidermias e peles, sobretudo em mamíferos, mas também em aves e répteis. A intervenção foi definida pelos “princípios éticos da conservação e restauro e pelos critérios definidos nas diretrizes que balizam as intervenções presentes no seu código deontológico”.
Para além do seu papel cultural, através da exposição e educação, estes espécimes assumem “um potencial científico importante, nomeadamente ao serviço da biodiversidade” assegura a fundação.
Composta por espécimes provenientes das coleções reais, bem como por doações de colecionadores privados, a coleção pode ser visitada no núcleo da caça instalado no Castelo de Vila Viçosa.
Os interessados podem apreciar esta Coleção no Paço Ducal de Vila Viçosa deterça-feira a domingo. Os horários estão disponíveis no site da Fundação da Casa de Bragança.
O processo de candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial ainda está em fase de avaliação por parte da Comissão Nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Após terem sido feitas algumas alterações no processo, Tiago Salgueiro, vice-presidente da Câmara Municipal, assegura que a autarquia está a fazer o seu trabalho em termos daquilo que foi a estratégia para a valorização do património”, esperando que “em 2026 ou 2027 a candidatura de Vila Viçosa seja oficial do estado português”.
De momento, adianta o autarca, “a candidatura está em avaliação por parte da Comissão Nacional da UNESCO” esperando “visitas para uma avaliação e reconhecimento daquilo que está a ser feito no terreno, sendo que o Município tem algumas intervenções previstas no património”.
“A ideia no fundo é avançar com todos estes trabalhos em parceria com as instituições locais, com as associações ligadas ao património e com as diferentes tutelas, para podermos ter de futuro as condições, já em termos concretos, desse trabalho de requalificação e conservação deste legado”.
De recordar que o processo de candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial começou a ser preparado há 23 anos, no decorrer de 2001.
A Casa do Governador do Forte de Santa Luzia, em Elvas, é espaço, até 30 de junho, para que José Pimenta apresente, aos visitantes daquela imponente fortificação da cidade, os seus “devaneios” artísticos.
Cozinheiro de profissão, o artista, que já antes expôs alguns dos seus trabalhos num dos bares exteriores do coliseu da cidade, viu, recentemente, uma das suas peças integrar a famosa coleção de arte de António Cachola, depois de adquirida pelo colecionador.
A exposição de pintura e escultura, inaugurada na tarde do passado dia 4 de abril, no Forte de Santa Luzia, é composta, sobretudo, por quadros com cores fortes e vibrantes, uns mais abstratos e outros com alguns elementos que remetem para diversos motivos ou figuras que qualquer português reconhece: Fernando Pessoa, o Galo de Barcelos, o Fado e os Santos Populares.
“As pessoas aqui, o que vão poder encontrar, é a minha criatividade, basicamente”, começa por dizer o artista, assegurando que a sua arte parte “diretamente da cabeça para a tela”. A exposição, para além de diversos quadros, contempla ainda duas pequenas esculturas.
Já Cláudio Monteiro, vereador na Câmara Municipal de Elvas, revela que conheceu José Pimenta há cerca de um ano e que o artista, desde logo, lhe perguntou se poderia vir a expor os seus trabalhos num dos espaços da autarquia. Sendo que a programação da Casa da Cultura para este ano de 2025 já estava fechada, encontrou-se no Forte de Santa Luzia o local indicado para que as suas obras pudessem ser apresentadas ao público. “Juntamos a parte militar e monumental do Forte de Santa Luzia com estas obras magníficas, até 30 de junho, que é uma data importante, porque será o culminar apoteótico das comemorações da classificação de Elvas como Património da Humanidade”, explica o autarca.
O vereador convida ainda todos a passarem pelo Forte de Santa Luzia, não só para desfrutarem da “magnífica vista” e do próprio monumento, mas também para terem “uma outra experiência”, fazendo, cada um, a sua própria leitura de cada uma das obras de José Pimenta.
Até ao próximo dia 20 de abril, quem passar pelo espaço.arte – a galeria de arte do Município de Campo Maior – vai encontrar um conjunto de telas que dão forma à exposição “Não São Só Flores”, de Catarina Pinto Leite.
Trata-se de uma mostra de pintura, com trabalhos feitos em cera de abelha e óleo sobre papel japonês ou em acrílicos sobre linho, que foi mote, no passado sábado, dia 5 de abril, para mais uma “Conversa de Artista”.
Quanto ao título da exposição, a artista plástica revela que, se por um lado, procura chamar a atenção para “o estado atual do mundo”, com as guerras e “revoltas climáticas”, por outro, quis fazer uma “brincadeira” com Campo Maior, a terra das flores de papel. A artista explica ainda a origem dos trabalhos que apresenta em Campo Maior, que antes de chegarem à vila, tinham estado em exposição no Centro Cultural de Cascais: nascem de uma viagem que fez à Toscana, em Itália, e da leitura da obra “Herbarium”, da norte-americana Emily Dickinson, que reúne um conjunto de poemas, em que a sua escrita parte da observação da natureza.
Já a vereadora São Silveirinha destaca a importância destas “Conversas de Artista”, em que os autores das exposições têm oportunidade de dar a conhecer a mensagem que procuram transmitir com os seus trabalhos. “Quando o artista nos explica a sua obra, automaticamente, a nossa interpretação também acaba por ser outra, porque nós temos o feedback da parte do autor da obra e conseguimos perceber melhor a mensagem e a essência das obras que nos são apresentas aqui no espaço.arte”, assegura.
Na “Conversa de Artista” do passado sábado, juntaram-se à autora da exposição, na sessão, o curador João Silvério e o artista Pedro Calapez.
No próximo sorteio do Euromilhões estará em jogo um “jackpot” de 29 milhões de euros, uma vez que nenhum apostador acertou na chave vencedora do sorteio de ontem, 8 de abril.
Quatro jogadores no estrangeiro conquistaram o segundo prémio, de mais de 121 mil euros, enquanto outros quatro, um deles em Portugal, venceram o terceiro prémio, de quase 28.500 euros.
Três jogadores com aposta registada em território nacional, num total de 26, alcançaram o quarto prémio, de 1.300 euros.
A chave vencedora do sorteio de ontem era composta pelos números 3, 14, 15, 48 e 49 e as estrelas 1 e 7.
Inserida na programação da Cidade do Vinho 2025, estará patente durante este mês a obra “Da Terra Nasce Poesia”, do pintor Oliveira Tavares, que executou propositadamente para o Município de Borba e pode ser vista durante este mês no Celeiro da Cultura.
Esta pintura define-se com uma ode à Vinha e ao Vinho, nas abas da Serra d’Ossa, que tanta simbologia tem para este concelho, transmitindo as tonalidades do outono Borbense.
No que diz respeito ao seu autor, Oliveira Tavares é um reconhecido pintor português que depois de ter vivido em cidades como Paris ou Bruxelas, escolheu Borba para viver e pintar, tendo o mesmo desenvolvido trabalhos artísticos com a comunidade Borbense.
Para tal, esta é uma aquisição para o espólio artístico e patrimonial feita pelo Município com o objetivo de integrar esta obra na Cidade do Vinho 2025.
Segundo o autor da exposição, “escolhi as cores de uma vinha no outono porque nos remete diretamente a cor do vinho. É no outono que se colhe a uva e que se prepara o vinho, nada mais natural portanto esta associação. A paisagem ao fundo é a Serra d´Ossa e é precisamente a vista que tenho a minha disposição em casa. Vivo rodeado pelas vinhas e com a serra mesmo em frente, privilégios de morar na região. Temos aqui das mais belas paisagens do Alentejo”.
No que toca à obra em si, o artista detalha os pormenores, “a taça aqui representada é inspirada numa pintura de Georges de La Tour, pintor francês do Barroco. Esta taça de grande beleza e que não é habitual nos nossos dias faz-me viajar no tempo. Nos recorda como é antiga esta relação do homem com esta bebida especial que vinda diretamente da terra e depois de muito labor e dedicação se faz poesia num copo. A utilização da obra de La Tour, aqui neste contexto, é porque no passado fiz vários pinturas baseadas na sua obra, assim revivo bons momentos de contemplação com este extraordinário artista e por outro lado faz-nos lembrar que o vinho e as festas sempre passaram pelas mãos dos pintores, para o deleite dos espetadores ao longo dos séculos.”
Um despiste de um veículo ligeiro de passageiros, na estrada que liga Elvas a São Vicente, resultou, na tarde desta terça-feira, 8 de abril, em um ferido ligeiro.
A vítima deste despiste, uma mulher de aproximadamente 65 anos, foi transportada para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas.
O alerta para a ocorrência foi dado às 16h57. Para o local foram mobilizados 11 operacionais, entre Bombeiros de Elvas e GNR, apoiados por cinco viaturas.
A FIAPE, a Feira Internacional de Agropecuária de Estremoz, está de regresso ao Parque de Feiras e Exposições da cidade, entre 30 de abril e 4 de maio, para aquela que é já a sua 37ª edição e que, segundo o presidente da Câmara, José Daniel Sádio, promete ser “a melhor de sempre”. Em simultâneo, decorre a 41ª Feira de Artesanato.
Dando conta que, no que toca ao artesanato, serão mais de 160 os expositores, de todo o país, presente no certame, o presidente da Câmara de Estremoz, José Daniel Sádio, revela que a FIAPE contará com algumas novidades: desde logo, com um novo espaço dedicado ao cavalo. “Este ano vamos ter um picadeiro”, considerando que este espaço será mais “um fator de valorização da agropecuária”. “Para além dos expositores de gado, também vamos ter uma vasta programação com diversas atividades deste setor”, acrescenta.
Ainda que considere que a componente musical não seja “a essência” do evento, o autarca considera-a “muito importante”. Desta feita, e à semelhança dos anos anteriores, o cartaz de espetáculos, com concertos para todos os tipos de públicos, inclui “figuras consagradas do panorama musical nacional e internacional”. Ao palco da FIAPE sobre os Anjos, no dia 30 de abril, Nininho Vaz Maia, a 1 de maio, Dillaz, no dia 2, e Tony Carreira, no dia 3.
Ao palco secundário do certame, sobem a Orquestra Ligeira do Exército (30 de abril), Sons do Minho (1 de maio), grupos de Cante Alentejano (2 de maio), Mike & Big Band e o Homem da Gaita (3 de maio), havendo ainda espaço para o habitual Encontro de Folclore (1 de maio).
Pela noite e madrugada fora, a festa será feita ao som de DJ Foksen (30 de abril), Throwback To The 90’s & 2000 (1 de maio), Nyx Band, DJ André Gaspar e DJ Jotta R (2 de maio) e DJ’s MDK e DJ Johny (3 de maio).
“Tudo se conjuga para que seja uma grande FIAPE e para que consigamos cumprir aquilo que é o objetivo: ser a melhor de sempre, que eu acredito que iremos conseguir, com a afluência de todos”, diz ainda José Daniel Sádio.
O Centro Educativo Alice Nabeiro levou até ao Centro Cultural de Campo Maior no passado domingo, dia 6 de abril, a peça “Era Uma Vez Portugal”. Este momento encerrou o “Mês do Teatro”, iniciativa do Município de Campo Maior.
Neste espetáculo, escritores imortais da literatura portuguesa reuniram-se para uma conversa repleta de humor e crítica sobre Portugal, a língua e a identidade.