Procissão noturna em honra de Nossa Senhora da Enxara este sábado com saída de Ouguela

As Festas de Nossa Senhora da Enxara têm início já noite deste sábado, dia 12 de abril, sendo que programação da romaria se estenda até dia 21 de abril, Segunda-feira de Páscoa e feriado em Campo Maior.

Respeitando a componente católica desta quadra da Páscoa, a comissão de festas, segundo um dos responsáveis, José António Moreira, pretende, acima de tudo, “manter os costumes e a tradição” desta romaria, que se cumpre há muitos anos. “Devido a este período ‘triste’, antes da ressurreição de Jesus Cristo, as comemorações não sofrem muitas alterações, ano após ano”, acrescenta.

Como tem vindo a ser hábito, as festas iniciam-se com a procissão noturna que antecede uma semana antes da festa. O início desta procissão, este sábado, está marcado para às 21 horas, com saída de Ouguela em direção ao Santuário da Enxara.

Relativamente ao acampamento junto da ermida, “a maior parte das pessoas, por questões de trabalho, vai (para a Enxara) normalmente no dia 17, no dia antes do ferido, e ficam até dia 21 de abril”, recorda José António Moreira. Contudo, este ano, coincide ser feriado na sexta-feira, dia 25 de abril, o que poderá levar “algumas pessoas a optarem, se o tempo o permitir, ficar o resto dessa semana e juntar os dois fins de semana”, conclui.

Rodrigo Parejo fecha décimo ArtJazz Festival de Elvas este sábado

A décima edição do ArtJazz Festival de Elvas chega este sábado, 12 de abril, ao fim, com a atuação do quarteto de Rodrigo Parejo: um concerto que vai além-fronteiras, a ter lugar no Auditório São Mateus, às 21h30.

O músico transfronteiriço interagiu, ao longo da sua carreira, com diversas culturas musicais, desde Bornéu, África, América Latina e Índia até a tradição flamenca, o jazz, a música clássica, a eletrónica e a dança contemporânea, apresentando-se em mais de 20 países.

Rodrigo Parejo destacou-se pela sua versatilidade e capacidade de conectar culturas, colaborando com artistas de primeira linha como Phil Woods, Norma Winstone, SteveThornton, Alex Sipiagin, Han Bennink, Michael Moore, Peni Candrarini, Bunghar Khan Company e Lázara López “Cachao”. A sua presença em palcos internacionais inclui participações em festivais como o North Sea Jazz Festival (Holanda), Rainforest World Music Festival (Malásia), Margaret Greenham Theater (Canadá), Ubud Village Jazz Festival (Bali, Indonésia) e Bratislava Jazz Days (Eslovaquia).

No concerto em Elvas, Rodrigo Parejo (flautas/voz/composições) estará acompanhado por, Juanlu García (piano/teclados), Pablo Báez (contrabaixo/baixo elétrico) e Pier Bruera (bateria). Juntos apresentam um repertório que explora as sonoridades do jazz, flamenco, folclore mexicano, além de influências da música japonesa, indiana e indonésia (especialmente de Bali e Java). Este projeto vai culminar no lançamento do CD “Nomads”, em 2025.

Os bilhetes, com o custo de cinco euros, estão disponíveis na Ticketline ou no Auditório São Mateus meia hora antes do concerto.

Noémia Costa e Rosa do Canto apresentam comédia “Amigas e Rivais” no Centro Cultural de Campo Maior este sábado

A peça de teatro “Amigas e Rivais” chega este sábado, dia 12 de abril, ao Centro Cultural de Campo Maior, pelas 21h30. Ao palco sobem dois nomes conhecidos do teatro e da televisão portuguesa: Noémia Costa e Rosa do Canto.

Esta divertida comédia conta a história de duas conhecidas atrizes que, de forma despretensiosa, retratam os altos e baixos das suas vidas pessoais e profissionais. Manuela e Dulce, para além da sua história e da sua amizade, têm um aguçado poder crítico que as leva a satirizar, para além das suas vidas, o atual panorama social e político do país.

Garantido que se trata de um espetáculo muito divertido, as atrizes esperam “ter casa cheia” no próximo sábado “porque, se assim não for, vão ficar todos muito tristes, uma vez que é uma comédia muito divertida”. Este espetáculo “é sobre duas atrizes, em que uma está no ativo e a outra está um bocado parada, que contam os altos e baixos da vida”, sendo o espetáculo também “uma crítica social e política daquilo que se vive no país desde do 25 de abril até agora”. No entanto, “tudo vai ser apresentado de uma forma divertida”, asseguram.

Em “Amigas e Rivais”, Rosa do Canto dá vida a Dulce, “uma atriz que, neste momento está sem trabalho”, enquanto Noémia Costa interpreta Manuela Rodrigues. “São duas mulheres com personalidades fortes e sabem muito bem o que esta profissão exige e o quão injusta também é”, realçam as atrizes.

As atrizes convidam toda a população a assistir a peça que está em turné por todo o país, fazendo “sucesso entre o público”. “Esperamos que aí (em Campo Maior) corra da mesma forma e queremos convidar da população a estar presente”, dizem ainda.

Os bilhetes, com um custo de três euros, podem ser adquiridos na Ticketline ou no Centro Cultural de Campo Maior.

Noite de Fados “A Taberna” chega este fim de semana a Santa Eulália, São Vicente e Vila Fernando

Depois de um espetáculo em janeiro, no Cine-Teatro Municipal de Elvas, o Clube do Diabético e a Câmara Municipal vão agora levar a Noite de Fados “A Taberna” às freguesias do concelho, numa iniciativa com entrada gratuita.

A primeira freguesia a acolher este espetáculo é Santa Eulália, no pavilhão multiusos, já na noite desta sexta-feira, 11 de abril, pelas 21 horas. Seguem-se, amanhã, São Vicente, no salão da junta, à mesma hora, e na tarde de domingo, às 15h30, Vila Fernando, também no salão da junta.

Hoje, em Santa Eulália, sobem a palco Marlene Mocisso, Nelson Cardoso, Renato, Rosa Maria Abrunheiro e Toy Faria, acompanhados por Jorge Silva, na guitarra, e Joaquim Ferreira, na viola. Em São Vicente atuam Berta Miranda, Luís Lourenço, Nelson Cardoso, Rosa Maria Abrunheiro e Toy Faria, com António Barros na guitarra e José Geadas na viola. Já em Vila Fernando, serão os fadistas António Rodrigues, Marlene Mocisso, Nelson Cardoso, Ramiro Santos, Rosa Maria Abrunheiro e Toy Faria, com Jorge Silva na guitarra e Miguel Monteiro na viola, a dar vida a esta “Taberna”.

A apresentação dos espetáculos estará a cargo de António Pinto. Na “Taberna”, com decoração de Francisco Coelho, estarão Manuel Pacheco, Luísa Bagorro, Elsa Bagorro e Martim Bagorro.

Mário Lopes atua esta sexta-feira no ArtJazz Festival de Elvas

O músico Mário Lopes vai subir ao palco do décimo ArtJaZz Festival de Elvas na noite desta sexta-feira, dia 11 de abril, no Auditório São Mateus, às 21h30. O jovem baterista e compositor de origem alentejana vai apresentar o seu primeiro disco “Quimera”.

Trata-se de um disco de fusão instrumental onde se pode compreender o variado leque de influências sonoras do artista, resultando nesta criatura multifacetada com várias “cabeças”, como o nome indica. São influências deste trabalho nomes como, Tigran Hamasyan, Snarky Puppy e Dream Theater.

A proposta consiste num álbum de oito temas onde se poderá escutar esta fusão de estilos que abarca sonoridades de rock progressivo, metal, jazz, música cubana, brasileira, do médio oriente e também dos Balcãs, resultando numa paisagem sonora de cariz cinematográfico.

Esta paisagem sonora pretende transmitir uma história de vários animais que, após sofrerem às mãos da humanidade, se unem formando esta “Quimera” que irá levar a cabo um ajuste de contas. Estão, desta forma, associados a este objeto artístico, valores ecológicos e de proteção e preservação animal. Com este espetáculo, Mário leva ao público uma poderosa e energética experiência, atestada de ritmos desafiantes e compassos compostos, característicos da sua música.

Já este sábado, noArtJazz Festival de Elvas, vai aturar o flautista, compositor, educador e investigador, Rodrigo Parejo.

Os bilhetes, com o custo de cinco euros, estão disponíveis na Ticketline.pt ou no Auditório São Mateus meia hora antes de cada concerto.

Direitos e deveres do senhorio e do inquilino num contrato de arrendamento em destaque na rubrica da DECO

Na celebração de um contrato de arrendamento, tanto os inquilinos como os senhorios têm direitos e obrigações a cumprir. É importante conhecer essas regras para não sair lesado com alguma situação.

Atendendo às dúvidas mais colocadas pelos consumidores, a DECO selecionou um conjunto de perguntas e respostas para melhor esclarecimento: Qual é o prazo mínimo de um contrato de arrendamento? A duração mínima é de um ano. Se for celebrado por períodos inferiores, este fica de forma automática alargado ao prazo mínimo obrigatório; Até quanto pode ser exigido o valor da caução e antecipação de rendas? A caução serve para assegurar a reparação de eventuais danos no imóvel, não podendo ultrapassar o valor de duas rendas. Quanto à antecipação de rendas, essa pode ser acordada entre ambas as partes até dois meses de renda; Se houver atraso no pagamento de rendas por parte do inquilino, o senhorio pode exigir uma indemnização? Sim. O senhorio pode exigir 20% do valor devido; Em que situações o inquilino pode terminar o contrato sem pagar as rendas correspondentes ao período de pré-aviso? Em caso de desemprego involuntário, incapacitação permanente para o trabalho ou morte do arrendatário ou da pessoa com quem vivia em economia comum há mais de um ano; O senhorio pode vender a casa sem falar com o arrendatário? Não, pois existe o direito de preferência que faz com que o inquilino deva ser o primeiro a ser contactado, dando-lhe a oportunidade de decidir se pretende comprar o imóvel ou não.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Operação Spring Break: GNR e Guardia Civil alertam finalistas para comportamentos de risco no Caia

A GNR, em colaboração com a Guardia Civil, realizou, na manhã desta sexta-feira, dia 11 de abril, uma ação de sensibilização e fiscalização na fronteira do Caia, dirigida aos alunos que estão em trânsito para a sua viagem de finalistas através da Operação Spring Break.

“O objetivo é focarmo-nos na fiscalização, onde abordamos os autocarros dos finalistas que se deslocam para Espanha, dando os últimos conselhos, sensibilizando e alertando os alunos na fronteira com Espanha para os diversos comportamentos de risco, como o consumo de álcool e estupefacientes”, explica o alferes Rui Sá, que estava no terreno a comandar o destacamento territorial de Elvas em suplência.

Esta ação, adianta o alferes, visa promover “o caráter preventivo, no sentido de aconselhar os jovens a terem segurança e consciência, não só na deslocação, mas como na sua estadia, dando a conhecer que podem sempre contar com a GNR, tal como com a Guardia Civil, para qualquer eventualidade”.

Sublinhando que a operação Spring Break está dividida em duas fases, o alferes Rui Sá destaca que a primeira teve o seu início no dia 24 de março, com ações de sensibilização em escolas, dando a conhecer aos alunos um pouco da lei espanhola, tal como conselhos para estarem em segurança em Espanha. A segunda fase decorre até domingo, 13 de abril, tendo como objetivo a fiscalização e a sensibilização no terreno.

Crianças do CEAN foram “mini agentes” de trânsito

A ação conjunta entre a GNR-Escola Segura e o Centro Educativo Alice Nabeiro nos acessos rodoviários com o envolvimento dos alunos enquanto “mini agentes” na sensibilização dos pais e avós, decorreu na passada quarta-feira, dia 9 de abril.

A ação dos agentes da GNR-Escola Segura foi fundamental no enquadramento das crianças. O projeto de prevenção rodoviária no CEAN está em vigor desde 2023/2024 com o envolvimento do Coração Delta, do Município de Campo Maior e da Guarda Nacional Republicana de Campo Maior enquadradas na dinâmica do plano de ação do programa ECO-ESCOLAS.

Os alunos António Grifo e Afonso Trindade realizaram um estudo sobre o ponto cego da visão que gerou uma análise sobre os riscos de atropelamento na entrada do Centro Educativo. Este estudo gerou sugestões de melhoria que em articulação com os parceiros estão a ser implementadas sequencialmente.

Foram ajustadas as zonas de entrada dos alunos e das viaturas (autocarro e carrinhas) com alunos vindos da escola para o centro, retirando a carga de perigo na entrada principal. Atualmente as entradas e entregas (atividades organizadas) são realizadas na saída traseira no centro.

Com a ajuda do Município de Campo Maior, foram definidas zonas pintadas no chão e com sinalização vertical homologada para estacionamento de viaturas de transporte coletivo de crianças e uma zona de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida e gravidas. Foi também implementada a colocação de um parque de bicicletas na entrada do centro e enviada a todos os pais uma brochura com todas as regras necessárias para uma conduta cívica e preventiva correta. Houve ainda espaço para um debate com todos os alunos no auditório, no qual foram abordados temas de prevenção rodoviária, de segurança na internet, de prevenção de riscos e da importância da proximidade da autoridade como garante da segurança das crianças.

Para além de várias ruas do centro histórico, também as entradas de Elvas terão câmaras de videovigilância

A Câmara Municipal de Elvas e a PSP assinaram, na passada terça-feira, 8 de abril, um protocolo de financiamento para a implementação de um sistema de videovigilância na cidade, que contempla um total de 62 câmaras.

Na base desta medida esteve “a preocupação” dos agentes da PSP, relativamente a algumas artérias do centro histórico da cidade, explica o presidente da Câmara, Rondão Almeida, que recorda que o projeto nasceu há já cerca de ano e meio. “Foi há ano e meio que começámos a trabalhar com PSP para, em primeiro lugar, ver quais eram os pontos vermelhos, aqueles que mais preocupam os agentes da autoridade e foi um trabalho muito bem feito entre a Câmara Municipal e a PSP”, começa por dizer o autarca. Feito esse trabalho, e após “auscultadas as entidades que se tinham de pronunciar para o efeito, principalmente a Autoridade Nacional de Proteção de Dados”, foi elaborado o protocolo para “colocar o projeto no terreno”.

Rondão Almeida esclarece também que coube à PSP, e não ao município, identificar as ruas onde virão a ser instaladas estas câmaras. “Não foi a Câmara que escolheu (…) e isto vai ser por fases e essas fases, quem as vai ditando, vai sendo a PSP”, adianta.

Para além de “meia dúzia” de ruas no centro histórico com comércio e a Praça da República, também as entradas da cidade serão contempladas com este sistema de videovigilância. “Isto tem muito a ver com a filmagem que será feita de tudo o que são viaturas que entram e que saem da nossa cidade. Qualquer dos dias em que possa ocorrer algo de grave, vamos verificar, por aquela câmara, quais foram as viaturas que entraram e saíram, à hora que entraram e à hora saíram e o momento em que se deu o crime”, assegura.

Se à PSP cabe o tratamento das imagens captadas e todas as imposições legais inerentes, ao Município de Elvas cabe a aquisição de todo o sistema de videovigilância e sua manutenção. A autarquia irá agora “aprovar o lançamento do concurso para a aquisição das câmaras e de todo o equipamento técnico que vai ter como suporte a vigilância diária”.

O protocolo de financiamento para a implementação deste sistema de videovigilância na cidade foi assinado por Rondão Almeida e pela comandante do Comando Distrital de Portalegre da PSP, a superintendente Isabel Canelas (ver aqui).

Videovigilância em Campo Maior: “Big Brother? Está fora de questão”, garante Rosinha

A Câmara Municipal de Campo Maior assinou, na semana passada, um protocolo de cooperação com a GNR, com vista à instalação de um sistema de videovigilância em alguns pontos do centro histórico da vila.

Dando conta que, assinado este protocolo, irá agora tentar perceber-se, juntamente com a GNR, em que locais estas câmaras poderão vir a ser instaladas e que custos a medida poderá vir a ter para a autarquia, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, explica que o trabalho em torno deste sistema de videovigilância vinha a ser efetuado “há largo tempo a esta parte”.

“Depois da tomada de posse do novo comandante distrital, naquilo que foi a minha receção ao mesmo, e dando-lhe os cumprimentos, disse-lhe que tínhamos este projeto para iniciar, ao qual ele, com muito agrado, fez com que a GNR, conjuntamente com o município, reconhecesse que era uma medida de interesse para a localidade, por todos os pontos de vista”, revela o autarca, adiantando que o projeto seguirá agora para a tutela.

Garantindo que não se pretende ter um “Big Brother” em Campo Maior, o autarca não tem dúvidas que o protocolo assinado com a GNR, sobretudo com o objetivo de vir a fazer face a futuros danos patrimoniais, é “muito interessante”. “Alguém me perguntava se poderia existir aqui algum ‘Big Brother’. Não, está fora de questão. Conhecemos perfeitamente aquilo que é o regulamento da proteção de dados, mas tudo aquilo que possa estar associado a locais públicos, nós iremos, devidamente, acautelá-lo”, assegura.

“Teremos a capacidade de perceber que, com o grau de destruição diário, que existe em espaços públicos, (com o sistema de videovigilância) podemos menorizar, até porque um dos crimes que mais ocorre aqui em Campo Maior diz respeito a danos patrimoniais”, diz ainda Rosinha. De futuro, e quando o sistema entrar em funcionamento, o conteúdos das imagens captadas será gerenciado pelo Comando Territorial de Portalegre da GNR.

Já o comandante do Comando Territorial de Portalegre da GNR, Coronel Luís Candeias, revela que, com este sistema de videovigilância, pretende-se “aumentar o sentimento de segurança pública” em Campo Maior. Será uma ferramenta “complementar ao trabalho da GNR em termos de prevenção criminal e investigação de crimes ocorridos, mais do que na pretenda de ajudar naquilo que é a prevenção do cometimento de crimes e até de incivilidades de crimes contra o património público”.

Lembrando que o sistema virá a ser “implementado e custeado” pelo Município de Campo Maior, Luís Candeias assegura que compete à Câmara Municipal “aquilo que é a aquisição do sistema, do mecanismo e da tecnologia necessária à videovigilância”.

Este protocolo de cooperação entre Município de Campo Maior e a GNR foi assinado, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Campo Maior, no passado dia 3 de abril.