A Sociedade Columbófila Campomaiorense promoveu, no passado domingo, 13 de setembro, mais uma edição do Leilão de Borrachos, no restaurante das Piscinas Municipais de Campo Maior.
O evento reuniu columbófilos e entusiastas da modalidade, proporcionando um momento de convívio e de partilha que contribui para manter viva uma tradição profundamente enraizada no concelho.
Ao longo do dia, foram leiloados borrachos provenientes de colónias de prestigiadas referências a nível distrital, regional e nacional, proporcionando aos participantes a oportunidade de adquirir exemplares de reconhecida qualidade.
A iniciativa incluiu ainda um almoço-convívio, reforçando o espírito de confraternização entre os participantes.
Reafirmando o apoio do Município à atividade columbófila e ao movimento associativo do concelho, o Executivo Municipal marcou presença no evento.
A Guarda Nacional Republicana (GNR), para assinalar o regresso às aulas, iniciou um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos, professores e encarregados de educação, abrangendo mais de 4 400 estabelecimentos escolares e cerca de 670 000 alunos na sua área de responsabilidade, por todo o território continental.
Estas ações têm como objetivo sensibilizar para a necessidade de adoção de comportamentos de autoproteção, ao nível da segurança em geral, de comportamentos inclusivos no seio da comunidade e prevenindo comportamentos desviantes da ordenação social.
O Programa Escola Segura (PES), tem como objetivo prevenir comportamentos de risco e reduzir a ocorrência de situações que possam comprometer a segurança de alunos, professores e restantes intervenientes no espaço escolar e na sua envolvente. Através de ações de sensibilização, policiamento de proximidade e acompanhamento regular das escolas, o programa procura não só dissuadir a prática de ilícitos, como também fomentar uma cultura de cidadania, respeito e responsabilidade entre os jovens.
O Alentejo 2030 continua a registar uma evolução positiva na implementação do Programa, refletida no crescimento sustentado dos níveis de aprovação, compromisso e certificação dos fundos. Com mais de metade da sua dotação já comprometida em operações aprovadas e indicadores acima da média em áreas estratégicas como o Fundo para uma Transição Justa e o FSE+, o Programa confirma a sua capacidade para transformar financiamento europeu em investimento concreto ao serviço da competitividade, da coesão social e da transição sustentável do território.
A leitura dos dados mais recentes do Alentejo 2030 recomenda uma análise equilibrada e abrangente da evolução do Programa, valorizando não apenas os indicadores de execução financeira, mas também o nível de compromisso dos fundos, a capacidade de aprovação das operações, a mobilização do investimento privado e a maturidade da carteira de projetos em implementação. Em primeiro lugar, importa destacar que o Alentejo 2030 apresenta atualmente uma taxa de aprovação de 53,5%, em linha com a média dos Programas Regionais do Portugal 2030, e sendo apenas superada, a nível regional, por Lisboa e pelo Norte. Este resultado demonstra uma evolução consistente na contratualização dos apoios e na capacidade de transformar a programação disponível em investimentos concretos para o território.
Particular destaque merece o desempenho do Fundo para uma Transição Justa (FTJ). Com uma taxa de aprovação de 88,7%, este instrumento apresenta um nível de compromisso significativamente superior à média dos Programas Regionais, situando-se 34,6 pontos percentuais acima. Este resultado constitui um dos indicadores mais positivos do Programa, demonstrando a capacidade da região para mobilizar recursos destinados à transição energética, à reconversão económica e à adaptação dos territórios aos desafios da descarbonização. Também o FSE+ do Alentejo evidencia um comportamento muito favorável, apresentando uma taxa de aprovação de 64,7%, superior à taxa média global de aprovação do Portugal 2030, fixada em 62,5%. Este desempenho reflete a forte procura e capacidade de execução das medidas dirigidas à qualificação, ao emprego, à inclusão social e ao reforço das competências da população.
Outro aspeto relevante prende-se com a natureza dos beneficiários apoiados. Os dados revelam que 61,49% dos fundos aprovados dizem respeito a entidades privadas, enquanto 38,51% correspondem a entidades públicas. Esta predominância do investimento privado constitui um sinal positivo para a economia regional, evidenciando a confiança dos investidores e a capacidade do tecido empresarial para aproveitar os instrumentos de financiamento disponibilizados pelo Portugal 2030. Relativamente à execução financeira, importa enquadrar adequadamente os indicadores disponíveis. O Alentejo 2030 apresenta uma taxa de compromisso de 53,5%, o que significa que mais de metade da dotação do Programa já se encontra comprometida através de operações aprovadas. Por sua vez, a taxa de execução situa-se nos 12,7%, refletindo uma fase em que uma parte significativa dos projetos aprovados se encontra ainda em desenvolvimento e execução física.
Este contexto é particularmente relevante quando se considera que muitos dos investimentos apoiados correspondem a projetos estruturantes, públicos e privados, cuja concretização implica procedimentos de contratação, licenciamento, execução de obra, aquisição de equipamentos ou implementação tecnológica, com ciclos temporais naturalmente mais prolongados.
A avaliação da situação do Alentejo 2030 deve igualmente considerar a evolução do Programa face à meta N+3 de 2026, um dos principais referenciais para aferir a capacidade de absorção dos fundos europeus. A análise dos dados evidencia que a leitura da execução não pode ser limitada aos montantes já declarados à Comissão Europeia, devendo integrar igualmente a despesa em validação e o potencial de certificação já identificado. De acordo com os dados mais recentes, o Alentejo 2030 já submeteu à Comissão Europeia cerca de 156 milhões de euros, correspondendo a aproximadamente 51% da meta N+3 estabelecida para 2026. Contudo, o Programa dispõe ainda de cerca de 34,5 milhões de euros de despesa executada não declarada e de uma estimativa de certificação superior a 47 milhões de euros até ao final de 2026. Quando estes montantes são incorporados na análise, a estimativa de execução ascende a cerca de 237,5 milhões de euros, o que representa 78% da meta N+3, reduzindo substancialmente a distância para o cumprimento integral do objetivo regulamentar. Ficando, neste comparativo, apenas abaixo do Programa Regional de Lisboa.
Esta projeção demonstra que uma parte muito relevante do esforço necessário para alcançar a meta já se encontra refletida em despesa realizada ou em processo de certificação. Neste contexto, a certificação assume um papel central na consolidação da execução do Programa, constituindo um dos principais fatores de aceleração dos indicadores financeiros nos próximos períodos. A existência de uma carteira de operações aprovada superior a 568 milhões de euros, aliada à elevada taxa de compromisso e ao volume significativo de despesa em validação, permite perspetivar uma evolução favorável da execução até ao final do período de referência.
Os indicadores disponíveis permitem concluir que o Alentejo 2030 apresenta uma trajetória globalmente positiva, assente em fatores estruturantes para o desenvolvimento regional: Estimativa de execução da meta N+3 de 78%, fortemente suportada pelo potencial de certificação identificado; Taxa de aprovação de 53,5%, alinhada com a média dos Programas Regionais; Taxa de aprovação do FTJ de 88,7%, cerca de 34,6 pontos percentuais acima da média dos Programas Regionais; Taxa de aprovação do FSE+ de 64,7%, superior à média do Portugal 2030; 61,5% dos apoios aprovados dirigidos ao setor privado, evidenciando uma forte mobilização empresarial; Taxa de compromisso de 53,5%, demonstrando uma carteira robusta de operações aprovadas.
O programa Ambiente em FM desta semana foca a urgência de preservar os carvalhais nativos, que atualmente ocupam apenas 2,5% do território florestal em Portugal. Saiba por que motivo sete organizações ambientalistas estão a exigir uma lei específica para salvaguardar estas árvores e como a sua recuperação pode reforçar a resiliência do nosso ecossistema.
Estas florestas constituem verdadeiros santuários de biodiversidade, albergando centenas de espécies de plantas, animais e fungos. Além do seu valor biológico, desempenham um papel decisivo na regulação dos recursos hídricos, na fixação de carbono, no combate à erosão do solo e no aumento da resistência da paisagem perante secas e incêndios florestais.
Apesar da sua relevância, a fragmentação do território e a substituição por monoculturas de pinheiro e eucalipto reduziram drasticamente a presença dos carvalhais no país. A proposta das associações passa por integrar a sua proteção e restauro no Plano Nacional de Restauro da Natureza, garantindo uma resposta eficaz às alterações climáticas e a preservação do património natural.
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
Campo Maior acolheu, nos dias 12 e 13 de setembro, o XXII Encontro Internacional de Colecionadores de Pacotes de Açúcar – Portusugar 2026, uma iniciativa que reuniu mais de 150 colecionadores no Pavilhão Desportivo Rui Nabeiro.
Ao longo dos dois dias, o Portusugar proporcionou momentos de convívio, partilha e troca de pacotes de açúcar, reunindo colecionadores de diferentes proveniências em torno desta particular forma de colecionismo.
A iniciativa contou com o apoio do Município de Campo Maior, que reconhece no encontro uma importante oportunidade de dinamização da economia local. No total, estiveram direta ou indiretamente associados ao evento mais de 300 participantes, cuja presença contribuiu para o movimento da restauração e da hotelaria do concelho.
Com uma forte ligação ao universo do café, Campo Maior encontrou também no Portusugar uma oportunidade para promover o seu território, dando a conhecer o património e a identidade do concelho a todos os que participaram no encontro. Desta forma, o gosto pelo colecionismo cruzou-se com a descoberta de Campo Maior e da sua história.
A sessão de abertura contou com a presença do vice-presidente do Município de Campo Maior, Paulo Pinheiro, da vereadora da Cultura, Paula Jangita, e de João Manuel Nabeiro, Chairman do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.
A catequeses na paróquias do Salvador, Santa Luzia e Boa-Fé, em Elvas, vai arrancar no fim de semana de 3 e 4 de outubro, com uma nova dinâmica de trabalho conjunto entre os diferentes núcleos. A novidade foi anunciada pelo padre Ricardo Lameira, que destaca uma maior articulação entre os grupos, mantendo a autonomia de cada comunidade.
“Vamos trabalhar e partilhar em comunhão”, explicou o sacerdote, sublinhando que, apesar de cada grupo continuar a funcionar de forma autónoma, haverá atividades conjuntas e uma “maior partilha de experiências, preocupações e alegrias”.
Antes do início da catequese, entre os próximos dias 16 e 18 de setembro, está prevista uma ação de divulgação nas escolas. Sempre que for autorizado, elementos ligados à catequese irão visitar as escolas e as salas de aula para apresentar o projeto às crianças e convidá-las a participar.
O padre Ricardo Lameira reforça que não existe uma idade específica para iniciar a caminhada de fé. “Não há idades para começar, há a hora de cada um para buscar conhecer a Jesus”, afirmou.
Uma das características da organização da catequese será a integração das crianças, adolescentes e jovens no ano correspondente à sua idade, mesmo que estejam a iniciar agora a sua caminhada. Segundo o sacerdote, esta opção pretende favorecer a aprendizagem e a partilha entre elementos da mesma faixa etária. “Os mais velhos não sabem mais e os mais novos não sabem menos”, afirmou, defendendo que todos podem aprender uns com os outros ao longo do percurso.
Outra das novidades anunciadas prende-se com a celebração das primeiras comunhões. Por decisão dos catequistas, estas celebrações serão realizadas conjuntamente, reunindo os diferentes núcleos na antiga Sé de Elvas. A igreja catedral será, assim, assumida como “igreja-mãe”, acolhendo também as atividades que ultrapassem o âmbito estritamente paroquial.
A nova organização representa, nas palavras do padre Ricardo Lameira, uma experiência que será construída de forma progressiva e sujeita a avaliação. O objetivo é encontrar a melhor forma de servir as comunidades, sem receio de alterar o que for necessário. “É preciso mudar? Muda-se”, afirmou o sacerdote, defendendo uma atitude aberta à adaptação. “Vamos fazendo caminho até descobrir o caminho melhor para as nossas comunidades.”
Com esta nova dinâmica, a catequese pretende reforçar a ligação entre as diferentes comunidades, promovendo momentos de encontro e partilha, sem perder a identidade própria de cada grupo.
A freguesia de Degolados acolheu, entre sexta-feira e sábado, dias 11 e 12 de setembro, a primeira edição do “Bye Bye Summer”, uma iniciativa promovida pela Junta de Freguesia, com o apoio do Município de Campo Maior, que assinalou a despedida do verão com duas noites de música e convívio.
Com entrada livre, a iniciativa decorreu no campo de futebol de Degolados e apresentou um programa dirigido sobretudo aos mais jovens, mas aberto a toda a comunidade.
A primeira noite teve como destaques o projeto I Love Anos 90 e o DJ S Silva, enquanto o programa de sábado incluiu os espetáculos de DJ Piter e Funk2You.
O Atelier das Artes de Degolados vai retomar as suas atividades no início de outubro, depois da habitual pausa de verão. O regresso está marcado para a semana de 5 de outubro, mantendo-se a aposta da Junta de Freguesia na dinamização deste espaço e das atividades destinadas à população sénior.
Segundo Olga Madeira, secretária do executivo da Junta de Freguesia de Degolados, a interrupção deste último ano letivo aconteceu um pouco mais cedo do que o habitual devido à realização das Festas do Povo de Campo Maior. “Há a pausa normal do verão. Todos os anos se faz, na altura de agosto e setembro. Este ano até pararam um bocadinho mais cedo, derivado da realização das Festas do Povo de Campo Maior”, recorda.
A responsável adianta que a antecipação da pausa esteve também relacionada com a necessidade de as funcionárias que asseguram os ateliês colaborarem nas festividades de Campo Maior.
Com o regresso já definido, o Atelier das Artes deverá voltar a funcionar a partir de 7 de outubro, estando previsto que as atividades decorram, semanalmente, às segundas e quartas-feiras.
Olga Madeira garante que o projeto vai manter a dinâmica dos últimos anos, destacando o entusiasmo das senhoras que participam, ano após ano, nas diferentes atividades. “Temos as nossas seniores, que estão muito animadas com o ateliê, com as suas atividades e, claro, é para continuar”, remata.
O regresso do Atelier das Artes representa, assim, a continuidade de uma iniciativa que procura promover a ocupação ativa, o convívio e a participação da comunidade sénior de Degolados através de diferentes atividades.
A Praça Multimodal de Campo Maior acolheu ao longo do fim semana, de 11 a 13 de setembro, a 3.ª Exposição Overland, organizada pelo Grupo TT Toca do Lobo, com o apoio do Município de Campo Maior e das juntas de freguesia do concelho.
A abertura do evento, que decorreu na sexta-feira, dia 11 de setembro, contou com a presença do vice-presidente do Município, Paulo Pinheiro, e da vereadora da Cultura, Paula Jangita.
Dedicada ao universo do overland e das viagens de aventura, a iniciativa alia a exposição à animação musical e a atividades para toda a família, contando também com a participação de empresas e associações.
O programa incluiu a atuação de Manja DJ na primeira noite e do duo musical R&C na noite de sábado. Durante manhã deste domingo realizaram-se atividades gratuitas para as crianças.
O apoio do Município à realização desta iniciativa enquadra-se na valorização do associativismo local, reconhecendo o contributo das associações para a dinamização do concelho. Ao proporcionar momentos de encontro e partilha, a exposição evidencia também a capacidade do movimento associativo para envolver a comunidade e enriquecer a oferta de atividades em Campo Maior.
A Feira “Estremoz + Sénior” está de regresso, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, no Pavilhão B do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.
Promovida pela Câmara Municipal de Estremoz, esta iniciativa pretende dinamizar um conjunto diversificado de atividades direcionadas à população sénior do Concelho, privilegiando o convívio, o entretenimento e a participação ativa, bem como a partilha de experiências, conhecimentos e boas práticas entre as diferentes entidades que desenvolvem o seu trabalho nesta área.
A 5ª edição da Feira “Estremoz + Sénior” pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido na valorização da população sénior, reforçando a motivação e o envolvimento das instituições que diariamente contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos seniores do concelho e dos territórios limítrofes.
A iniciativa procura, igualmente, promover a participação dos seniores em atividades que contribuam para o seu bem-estar, autonomia, envelhecimento ativo e integração social, proporcionando momentos de partilha, aprendizagem e convívio.
Com esta nova edição, pretende-se continuar a fortalecer os laços de solidariedade, proximidade e coesão social, através do convívio intergeracional e da criação de espaços de reflexão e diálogo sobre os principais desafios e necessidades que se colocam atualmente à população sénior.