Portugal com mais 691 casos Covid e 38 óbitos

Covid19Portugal regista esta terça-feira, 2 de março, 691 novos casos de infeção por Covid-19 e mais 38 vítimas mortais da doença.

Quanto a recuperados, há hoje mais 3.230 por todo o país.

O número de internamentos desceu, havendo menos 170 do que ontem, num total de 1997. Em Unidades de Cuidados Intensivos estão agora 446 doentes, menos 23 do que ontem.

Desde o início da pandemia, há um ano, foram reportados, em Portugal, 805.647 casos de infeção, 16.389 óbitos e 723.465 casos de recuperação.

Loja outlet da Telefac já reabriu

OutletTelefacA loja outlet da Telefac, em Elvas, já reabriu ao público.

A loja de eletrodomésticos funciona de segunda a quinta-feira, entre as 9 e as 13 horas e das 14.30 às 18.30 horas. Às sextas-feiras, o espaço encerra às 17.30 horas.

A Telefac, situada na Avenida Dom Sancho Manuel, está também no Facebook e Instagram. Os interessados podem ainda entrar em contacto pelo WhatsApp, através do 962 151 973.

Mais três doentes Covid recuperados em Arronches

ArronchesCovid2MarcoArronches não regista esta terça-feira, 2 de março, novos casos de infeção por Covid-19. Por outro lado, há hoje registo de três recuperações.

No concelho há agora 18 casos ativos, num total de 186 registados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Arronches, já recuperaram 163 pessoas e morreram três.

Portalegre com mais um caso de Covid-19

covid Portalegre 4 marcoO concelho de Portalegre regista esta terça-feira, dia 2 de março, mais um caso de infeção por Covid-19.

Dos 958 casos confirmados, desde o início da pandemia estão agora ativos 14, e 894 já foram dados como recuperados.

Vítimas do novo coronavírus, em Portalegre, já morreram 50 pessoas.

Toma de medicamentos aumentou em 2020

DrPintaoCarlosFalcato.jpgPortugal é o quinto país da OCDE que mais consome ansiolíticos e antidepressivos, atingindo já uma taxa que duplica a de países como Holanda, Itália e Eslováquia. Não se sabe se a pandemia veio agravar esta situação, mas nos primeiros três meses do ano passado foram vendidas mais 400 mil embalagens do que no mesmo período de 2019.

O médico Pintão Antunes considera, na edição desta semana do programa De Boa Saúde, que “é essencial que o médico perceba as causas, quer da ansiedade quer da depressão, para só depois administrar o medicamento. Ansiedade e depressão são casos muito diferentes. No entanto, a depressão está quase sempre associada à ansiedade. Mas ao contrário não acontee. Uma pessoa pode estar ansiosa sem estar depressiva”.

A insegurança que o mundo atravessa, provocada pela pandemia, “pode levar ao aumento do estado de ansiedade das pessoas. Vivemos momentos de instabilidade social, económica, de saúde e isso é muito complicado de gerir”.

A toma de medicamentos e a ansiedade vivia pela população, em tempos de pandemia, é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir às 19.30 horas.

Vila Viçosa com mais um caso de covid-19

covid vila vicosa 2marcoO concelho de Vila Viçosa registou, nas últimas 24 horas, mais um caso de infeção por covid-19.

Estão agora 11 casos ativos, dos 457 confirmados, desde o início da pandemia.

Em Vila Viçosa, da doença, já recuperaram 435 pessoas e morreram onze.

Quercus exige apuramento de responsabilidades sobre corte ilegal de azinheiras em Monforte

imageA Quercus teve conhecimento de um grande corte ilegal de azinheiras também associado à poda severa, totalizando cerca de três mil exemplares numa área de montado de azinho, na Quinta de São Sebastião, no concelho de Monforte.

Para a Associação Ambientalista “o corte ilegal de pelo menos 1939 azinheiras em bom estado vegetativo e de podas de troncos de grandes dimensões em 1058 exemplares, efetuado num povoamento de azinheiras protegido, apresenta-se como mais um exemplo de ameaça aos montados de azinho”.

No seguimento desta ação, a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, para “fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas, tendo também solicitado esclarecimentos sobre o local e motivos destas ações as quais vão degradar o estado sanitário do montado, entre as ZPE – Zona de Proteção Especial para as aves selvagens de Veiros e ZPE de Monforte”.

“Tem existido alguns abusos em podas de azinheiras e sobreiros, quando o trabalho é efetuado à troca da lenha, sendo que estas situações frequentemente provocam corte de troncos de grandes dimensões a favor do prestador de serviços agroflorestais interessado no negócio de lenha, mas que prejudicam a prazo, o estado sanitário do montado e portanto a sua longevidade”.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que “fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável. Esperamos que seja efetuado o levantamento cartográfico deste corte ilegal e que o SEPNA da GNR e o ICNF acompanhem esta ação, no sentido, de serem evitados mais danos sobre este montado de azinho tão relevante para a conservação da natureza e biodiversidade”.

Estremoz com mais três casos Covid, um óbito e duas altas

EstremozCovid1MarcoEstremoz registou ontem, 1 de março, três novos casos de infeção por Covid-19, mais um óbito provocado pela doença e duas recuperações.

No concelho, há agora 54 casos ativos, num total de 1086 registados, desde o início da pandemia. Nos últimos dez dias, no concelho, foram reportados 14 novos casos de infeção.

Em Estremoz, da doença, já morreram 33 pessoas e recuperaram 999.

Um ano de Covid: “Apostei na formação”

Ana CAeiroFoi a 2 de março de 2020, há precisamente um ano, que surgiram os dois primeiros casos de Covid-19 em Portugal. A partir daí, a vida dos portugueses mudou por completo. Dez dias depois do aparecimento dos dois primeiros casos de Covid em Portugal, as escolas fecharam. Estávamos a 13 de março de 2020 quando as crianças entraram pela última vez nos estabelecimentos de ensino regressando, os mais novos, apenas a 18 de maio.

Ana Caeiro (na foto) é educadora de infância e viveu na pele o impacto do encerramento dos estabelecimentos de ensino. Garante que prestam” todo o apoio possível aos pais que ficaram em casa com os filhos mas esta situação é muito estranha”.

“Para mim, ficar em casa foi positivo pois permitiu-me fazer uma pausa da correria do dia-a-dia e perceber o que é realmente importante. Para as crianças, pelo que os pais me transmitem, e apesar de todos os desafios, tem sido muito bom porque têm a oportunidade de estar juntos, algo que não acontece na rotina normal”.

Ana continuou a praticar desporto, com as aulas online e apostou, sobretudo na sua formação profissional: “aproveitei este tempo para fazer muitas formações nas áreas em que precisava fazer revisões e também em áreas onde não tinha formação. Assim, posso preparar o regresso da escola”.

Num ano de confinamentos e desconfinamentos Portugal sofreu três vagas de covid-19, a pior em janeiro deste ano, e habituou-se à nova realidade.

Os primeiros dois casos de Covid-19 surgiram a 2 de março de 2020, sendo que a primeira morte se registou a 18 de março. Desde então, Portugal conta já com mais de 800 mil casos de infeção e mais de 16 mil pessoas morreram.

Um ano de Covid: “Dou mais valor ao que é essencial”

Lisa SerrachinoO último ano foi completamente atípico no país e no mundo. A Covid-19 já fez milhões de mortos a nível mundial e, em Portugal, o impacto no Serviço Nacional de Saúde foi brutal.

Além da saúde, o setor do turismo foi um dos que se viu bastante afetado pela pandemia. Encerramento de fronteiras, voos cancelados e proibição de circulação entre concelhos impediu a chegada de turistas, quer internacionais quer nacionais, ao interior do país.

Lisa Serrachino (na foto) é gestora de Enoturismo numa adega do Alentejo e referiu-nos que “o último ano veio potenciar bastante o turismo interno. Devido aos confinamentos obrigatórios, estados de emergência e fronteiras encerradas houve uma grande quebra de turismo estrangeiro. Como nós trabalhamos também com a área comercial, aproveitámos para explorar os mercados exteriores, de outros países e continentes”.

Amante de viagens, um pouco por todo o mundo, Lisa viu-se impedida de desfrutar desse hobbie. “Os convívios acabaram, as festas acabaram e isso acaba por mexer com o psicológico das pessoas porque nós estávamos habituados a uma qualidade de vida que, de repente, nos foi retirado. No meu caso, eu costumava viajar muito para fora do país e automaticamente fui proibida de o fazer. Atualmente, ainda não me sinto segura de o fazer. A nível pessoal, passei a dar mais atenção aos animais, à leitura e à arrumação. Com este confinamento, acabei por estar mais tempo com o meu marido uma vez que ele trabalha no ramo da hotelaria e restauração e acabamos por conseguir conciliar mais os horários”.

O novo dia a dia dos portugueses veio, em alguns casos, alterar por completo o estilo de vida de cada um. Lisa Serrachino garante que passou a dar “mais valor aos aspetos essenciais, como a família e amigos, e deixou de parte alguns gastos supérfluos”.

O ano de 2020 ficou mesmo marcado pela pandemia. Vidas perdidas, famílias incompletas e um país que não se sabe como vai recuperar do impacto económico. Os sucessivos encerramentos dos estabelecimentos de hotelaria e restauração deixaram muitos empresários sem hipóteses de seguir com os seus negócios.