A concelhia de Campo Maior do Bloco de Esquerda reúne este sábado, dia 20, na sede da CURPI de Campo Maior.
A sessão vai servir para apresentar a concelhia do partido, para o biénio 2021/2022, bem como outros temas de interesse para o concelho.
O próximo concurso do Euromilhões,a na terça-feira, vai contar com um ‘jackpot’ de 97 milhões de euros, já que nenhum apostador acertou na chave sorteada ontem.
O segundo prémio, no valor de cerca de 220 mil euros, vai contemplar quatro jogadores, dois dos quais em Portugal, enquanto o terceiro prémio, de 34.300 euros, vai ser entregue a seis apostadores no estrangeiro.
A chave vencedora do concurso de ontem do Euromilhões é composta pelos números 3 – 9 – 35 – 43 – 44 e pelas estrelas 1 e 10.
Para quem não sabe, ou ainda tem dúvidas, sobre quais os dísticos que se deve ter sempre visíveis no vidro do carro, a Polícia de Segurança Pública (PSP) fez, recentemente, uma publicação nas redes sociais, com a intenção de ajudar.
“De acordo com o Decreto Lei n.º144/2012, a colocação do dístico da inspeção automóvel no pára-brisas deixou de ser obrigatória”, revela a PSP
Ainda assim, “o condutor deverá ser portador da respetiva ficha de inspeção”. Isto é, o facto de o dístico não ter de estar visível no vidro, não é sinónimo de que o carro possa circular sem ter a ficha em todos os momentos.
“Atualmente, o único dístico de colocação obrigatória é o do seguro de responsabilidade civil”, esclarece ainda aquela força de segurança.
A Estremadura espanhola regista, esta sexta-feira, dia 19, mais 72 casos positivos de Covid-19. Não há hoje, contudo, vítimas mortais a lamentar.
Nos hospitais da região, estão, atualmente, internadas 39 pessoas, sete nos cuidados intensivos.
Nas últimas 24 horas, 12 doentes foram dados como recuperados, num total de 68.786 altas.
Desde o início da pandemia, na Extremadura, já morreram 1718 pessoas.
Elvas regista esta sexta-feira, 19 de março, um novo caso de recuperação de Covid-19.
Nas últimas 24 horas, não foram reportados novos casos de infeção.
Há, agora, três casos ativos no concelho, num total de 1341 registados, desde o início da pandemia.
Da doença, em Elvas, morreram 28 pessoas e recuperaram 1310.
O Plátano do Rossio de Portalegre foi quarto classificado no Concurso para a Árvore Europeia do Ano 2021, depois de ter obtido 37 410 votos.
Em primeiro lugar ficou a Azinheira Milenar de Lecina, em Espanha; em segundo, o Plátano de Curinga, em Itália; e em terceiro, o Plátano antigo, na Federação Russa
“Neste momento, em que todos saímos vencedores nesta votação, queremos agradecer a participação dos Portugueses neste concurso e na sua divulgação. Foi importante dar a merecida notoriedade ao nosso Plátano e recuperar inúmeras histórias onde se cruzam as memórias de tantos Portalegrenses”, pode ler-se numa publicação feita na página de Facebook do Município de Portalegre.
“Ao mesmo tempo, consideramos que é o momento certo para reconhecer e evidenciar a importância das árvores não só no tecido urbano pelas mais-valias ambientais e pelo inegável valor cénico e paisagístico que congregam, mas também por todas as questões relacionadas com o sequestro de carbono, conservação do solo e a retenção de nutrientes associados ao ecossistema rural”, lê-se ainda.
Portugal regista esta sexta-feira, 19 de março, mais 11 óbitos e 568 novos casos de Covid-19. Hoje registam-se também 1.571 casos de recuperação.
Em todo o território nacional, há 789 doentes internados (menos 39 que ontem), 182 em unidades de cuidados intensivos (menos cinco).
Existem agora 33.699 casos ativos da infeção em Portugal e 14.915 pessoas em vigilância pelas autoridades.
Desde o início da pandemia, foram registados, no país, 816.623 casos de infeção, 16.754 mortes associadas à Covid-19 e 766.170 recuperações.
“As medidas que a Direção Regional de Cultura está a tentar implementar são conhecidas publicamente, pois já as temos anunciado e, no fundo, é tentar sensibilizar os promotores dos projetos agrícolas para consultarem a DRC para saberem as condicionantes do património arqueológico na área onde vão fazer os seus projetos, de modo a que se possam estabelecer as medidas de salvaguarda e de proteção, em que se impeça a destruição do património, sobretudo daqueles sítios que já são conhecidos e estão inventariados e classificados”, explica Ana Paula Amendoeira, diretora regional de Cultura do Alentejo.
A Direção Regional de Cultura do Alentejo apresentou, em dezembro, mais uma queixa-crime pela alegada destruição de dois sítios arqueológicos numa herdade em Évora, durante trabalhos agrícolas para a plantação de um amendoal intensivo.