Educação inclusiva é tema do programa Elvas + Solidária

SandraFoutoA educação inclusiva pretende criar uma sociedade inclusiva e assume-se como um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular.

Este tipo de educação reconhece a valoriza as diferenças de todos, “sem preconceito, inserindo, em conceito escolar, todos os alunos, de forma radical e completa. A educação inclusiva valoriza as diferenças e isso é essencial”, de acordo com Sandra Fouto (na foto), animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Sandra Fouto explica as diferenças entre educação especial e inclusiva: “a educação especial é uma modalidade de ensino que visa promover e desenvolver as potencialidades das pessoas portadoras de necessidades especiais. (…) Esta modalidade de ensino, que se assume como inclusiva, deve ser entendida como um processo onde todas as crianças têm direito à escolarização, o mais próximo possível do normal”.

A educação inclusiva depende muito da colaboração entre a família e a escola, no intuito de “atingir uma inclusão satisfatória das crianças”.

A Educação inclusiva favorece a diversidade à medida que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.

A educação inclusiva é o tema da edição desta semana do programa Elvas Mais Solidária com Sandra Fouto, animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Estremoz com mais duas recuperações da covid-19

estremozcoivd24marcoO concelho de Estremoz regista esta quarta-feira, dia 24, mais duas recuperações da covid-19, num total de 1055 pessoas que já recuperaram da doença.

Estão agora quatro casos ativos, dos 1094 registados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Estremoz, já morreram 35 pessoas.

Miguel Abreu: remodelações no CETE pretendem “atrair mais pessoas” para o clube

CETELVASA sede do Clube Escola de Ténis de Elvas (CETE), no Jardim Municipal da cidade, está a ser alvo de remodelações.

O pavimento dos quatro campos de ténis é um dos aspetos que está a ser intervencionado, com uma nova pintura, algo que “já era necessário, uma vez que não acontecia há cerca de 15 anos”, revela Miguel Abreu, presidente da direção do CETE. A melhoria das condições dos balneários, “como a substituição dos polibans” era necessária para que o clube possa, assim que possível, “realizar eventos nacionais com mais qualidade”.

Também o bar terá uma nova gerência e, no interior serão feitas alterações, para terem possibilidade “de fazer uma cozinha no bar, para ter uma concessão com um conceito diferente”. Miguel Abreu afirma que se o “objetivo é terem mais pessoas, é necessário ter condições para que as pessoas permaneçam no espaço”.

Miguel Abreu, espera que a 5 de abril estas remodelações estejam terminadas, para que neste dia, e tendo em conta o plano de desconfinamento, “possam reabrir o bar com esplanada ao público e, os campos de ténis aos sócios”.

A ideia destas intervenções é que “as pessoas voltem ao ténis e existam “mais alunos, mais torneios, e mais pessoas a frequentar o bar, e se sintam bem naquele espaço”, adianta o presidente da direção do CETE

Estas remodelações resultam num investimento de 27 mil euros, e prevê-se que estejam concluídas no dia 5 de abril.

Euromilhões com jackpot de 115 milhões de euros

euromilhoesRCM.pngO próximo concurso do Euromilhões prevê um jackpot no valor de 115 milhões de euros, uma vez que nenhum apostador acertou ontem, na chave sorteada.

O segundo prémio, no valor de 236 mil euros vai ser entregue a três apostadores no estrangeiro. O terceiro prémio, de 20 mil euros vai para oito apostadores, também no estrangeiro.

O quarto prémio de 1.565 euros vai para 33 apostadores, um dos quais com aposta registada em território nacional.

A chave sorteada ontem é composta pelos números: 02 – 26 – 29 – 36 – 49 e pelas estrelas 03 e 09.

Força Aérea tem concursos abertos nas categorias de Oficias e Praças

força aerea concursosEstão abertos concursos para ingresso na Força Aérea, até 30 de abril, destinados à prestação de serviço militar nas categorias de Oficiais e Praças em regime de contrato.

Ao Curso de Formação de Oficiais podem concorrer jovens entre 18 e os 27 anos, qualificados com licenciatura ou mestrado, e existem vagas para várias especialidades.

Já o Curso de Formação de Praças está reservado a jovens entre 18 e 24 anos de idade que possuam, no mínimo, o 9.º ano de escolaridade, existindo também vagas para várias especialidades.

A candidatura para ambos os concursos pode ser efetuada, até ao dia 30 de abril, por três vias: online em https://crfa.emfa.pt/registo; via CTT, com aviso de receção, ou presencialmente no Centro de Recrutamento da Força Aérea em Lisboa ou no Porto.

Todos os candidatos terão de realizar provas de aptidão física e psicológica e avaliação médica, sendo garantidas todas as medidas necessárias para zelar pela sua segurança.

Estremadura espanhola com mais 68 casos de Covid-19

covidA Estremadura espanhola regista, esta terça-feira, dia 23, mais 68 casos positivos de Covid-19, e não há hoje, vítimas mortais a lamentar.

Nos hospitais da região, estão, atualmente, internadas 43 pessoas, oito nos cuidados intensivos.

Nas últimas 24 horas, 71 doentes foram dados como recuperados, num total de 68.971 altas.

Desde o início da pandemia, na Extremadura, já morreram 1720 pessoas.

Elvas sem novos casos de covid-19

covid elvas 23marcoO concelho de Elvas não regista esta terça-feira, dia 23, novos casos de infeção por Covid-19.

Desde o início da pandemia, Elvas registou de 1343 casos, estando ativos cinco.

Da doença, em Elvas, morreram 28 pessoas e recuperaram 1310.

Fortaleza de Juromenha recebe visita do Ministro do Ambiente

163633011_10208251273755673_8457168443305338767_oA vila de Alandroal recebeu, no passado domingo, a visita do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, do secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Catarino, entre outras entidades locais e regionais.

Esta visita enquadrou-se na participação do município de Alandroal, no projeto “Além risco”, onde se pretende que sejam plantadas 50 mil árvores, no Alentejo Central.

João Grilo, presidente da Câmara de Alandroal explica que, no concelho “o compromisso é plantar cinco mil árvores, tendo sido dos primeiros municípios a aceitar este desafio”.

Os trabalhos no terreno foram iniciados, numa ação junto ao mercado municipal, e o objetivo deste projeto é “transformar os espaços municipais, reduzindo os consumos de água, plantar plantas autóctones e aumentar as zonas de sombra, de forma a diminuir os impactos das ondas de calor”.

O presidente da Câmara de Alandroal explica ainda que este “é um projeto a longo prazo para mudar as práticas de ocupação dos espaços públicos, e envolver também a população, para plantarem em suas casas algumas árvores, de forma a ajudar a combater as alterações climáticas”.

Também a Fortaleza de Juromenha foi alvo de uma breve visita por parte da comitiva. João Grilo adianta que “os trabalhos a realizar não estão dependentes de qualquer intervenção governamental e dependem da conclusão do concurso público, em que cinco propostas estão já em análise”. Simultaneamente, revela o presidente, “está a ser preparado o concurso público, através do Programa REVIVE, para ocupação de espaços interiores, para projetos privados na área da hotelaria, havendo aqui uma complementaridade”, que o autarca espera que venha a acontecer.

Alentejo com mais 20 casos Covid e um óbito

covidO Alentejo regista esta terça-feira, dia 23, mais 20 casos de Covid-19 e mais um óbito associado à doença.

Desde o início da pandemia, na região, foram reportados 28.930 casos de infeção e registados 967 óbitos.

Um ano de Covid-19 abordado no De Boa Saúde desta semana

DrPintaoCarlosFalcato.jpgFoi no mês de março de 2020, tal como já noticiámos, que surgiram os primeiros casos de Covid-19 no país. Um ano depois, tudo mudou na vida dos portugueses.

Mas a questão que se coloca muitas vezes é quando é que isto vai acabar?

O médico Pintão Antunes considera que “isto vais ser como as gripes. Acabar não acaba. O vírus vai ficar sempre na comunidade, à semelhança de outros vírus, como a varicela, varíola ou até mesmo a gripe. O que podemos esperar é que a população fique imune”.

A Covid-19, em Portugal, já infetou mais de 815 mil pessoas e provocou a morte de quase 17 mil pessoas.

Um ano depois, o que mudou e o que ainda está para vir é abordado no programa De Boa Saúde, com Carlos falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir hoje às 19.30 horas.