Extremadura vai receber 2.725 milhões dos fundos de coesão europeus até 2027

A Estremadura espanhola vai receber 2,725 milhões de euros dos fundos europeus da Política de Coesão, até 2027, o que representa um aumento de 22,3% face ao período de 2014-2020.

As comunidades autónomas receberão 34.693 milhões de euros atribuídos a Espanha para o Objetivo de Crescimento e Emprego do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder) e do Fundo Social Europeu Plus (FSE+), no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual (MFP) 2021-2027, o que representa um aumento de 13,2% em relação ao período anterior até 2027.

O Ministério das Finanças e Função Pública comunicou ontem, sexta-feira, dia 1, às autonomias a distribuição regional destes 34.693 milhões de euros na sequência de uma reunião realizada ontem com os diretores-gerais dos fundos europeus das Comunidades Autónomas e Ceuta e Melilla. De acordo com um comunicado do Ministério das Finanças e Função Pública, Espanha receberá no total 36.245 milhões de euros, no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027, para a política de coesão.

Com estes fundos, pretende-se garantir a coesão económica, social e territorial no seio da União Europeia, que classifica os Estados-Membros e as regiões em três categorias, com base na respetiva prosperidade relativa, às quais se aplicam diferentes intensidades de ajuda, em função de desenvolvimento.

As “regiões menos desenvolvidas” são consideradas aquelas com um produto interno bruto (PIB) per capita inferior a 75% do PIB médio da UE; “regiões em transição” são aquelas com um PIB entre 75% e 100% do PIB médio da UE; e “regiões mais desenvolvidas” são aquelas cujo PIB excede 100% da média da UE. Com estes critérios, as regiões espanholas “menos desenvolvidas” no período 2021-2027 são a Andaluzia, Castela- La Mancha, Extremadura, Ceuta e Melilla. Astúrias, Ilhas Baleares, Canárias, Cantábria, Castela e Leão, Comunidade Valenciana, Galiza, Região de Murcia e La Rioja são classificadas como “regiões de transição”, enquanto Aragão, Catalunha, Navarra, Comunidade de Madrid e a Os Países Bascos são “regiões mais desenvolvidas”.

Nesta distribuição de fundos europeus, está também incluído o fundo especial para as regiões ultraperiféricas (RUP), que beneficia as Ilhas Canárias, com um acréscimo de 673 milhões de euros.

As comunidades autónomas vão receber 868,7 milhões de euros do Fundo de Transição Justa (FTJ), um novo instrumento financeiro no domínio da política de coesão, que tem por objetivo apoiar os territórios que enfrentam importantes desafios socioeconómicos, decorrentes do processo transição para a neutralidade climática. As províncias de A Coruña, Astúrias, Leão, Palencia, Teruel, Almería, Córdoba e Cádiz serão as destinatárias destes 868,7 milhões de euros, e o Instituto para a Transição Justa, do Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico, irá gerir 52 milhões de euros.

Concerto de Marco Rodrigues proporcionou noite diferente em Campo Maior

Marco Rodrigues, um dos grandes nomes do fado, esteve na noite de ontem, sexta-feira,1 de outubro, dia em que se assinalou o Dia Mundial da Música, no Campo da Feira, para um espetáculo que levou, até muitos campomaiorenses, alguns dos seus êxitos.

Segundo o município, “o público respondeu da melhor forma e compareceu em massa, para um serão diferente e bastante agradável”.

O presidente do Município, João Muacho, e a Vereadora Vanda Alegria estiveram presentes na ocasião.

Extremadura regista mais 59 casos Covid

A Extremadura regista esta sexta-feira, 1 de outubro, mais 59 casos de Covid-19.

Atualmente, encontram-se 35 doentes internados nos hospitais da região, seis em Unidades de Cuidados Intensivos.

Nas últimas 24 horas, 177 doentes foram dados como recuperados da doença, num total de 99.786 altas.

Desde o início da pandemia, a Extremadura registou 1.938 óbitos.

Elvas regista um novo caso Covid

O concelho de Elvas regista esta sexta-feira, 1 de outubro, um novo caso de Covid-19, tendo agora dez casos ativos de infeção.

Desde o início da pandemia, Elvas registou 1.719 casos positivos, 1.680 altas e 29 mortes.

Em Dia Mundial da Música, Luís Zagalo destaca o papel desta arte no pós-reforma

Hoje, 1 de outubro, é Dia Mundial da Música: uma data, instituída em 1975, pelo Conselho Internacional da Música, da UNESCO, que serve, sobretudo, para promover a arte musical em todos os setores da sociedade e divulgar a diversidade musical.

A importância da música e dos seus efeitos na formação das crianças e jovens tem sido muito estudada e abordada, ao longo dos anos, contudo, e de acordo com o diretor da Academia de Música de Elvas, Luís Zagalo, há ainda “uma lacuna”: o estudo do papel que esta expressão artística pode ter na vida de uma pessoa, depois da reforma, muitas que sempre viram ser-lhe adiado o sonho de aprender a tocar um instrumento.

“Tenho tido contacto próximo com alguns casos, nomeadamente através da Academia de Música de Elvas, de pessoas que tiveram toda uma vida ativa, profissional, que se reformam e chegam até nós com um discurso que se resume, mais ou menos, à ideia de ‘eu sempre quis aprender a tocar violino, piano, saxofone, ou outro qualquer instrumento, e que por razões várias, foi sempre um sonho adiado, mas agora chegou a minha vez'”, conta Luís Zagalo, adiantando que considera estas situações “fabulosas”. Com as Universidades Seniores, diz ainda, há espaço para que a música tenha uma amplo papel a desempenhar neste contexto.

O músico relata uma das experiências mais gratificantes que, até ao dia de hoje, o mais marcou: “uma senhora de 85 anos numa cadeira de rodas, cujo o sonho de uma vida era aprender a tocar violino”. “Ninguém imagina o que é poder fazer isso acontecer, sem que depois a dimensão artística esteja ali presente, com um referencial de exigência habitual, mas em que a dimensão humana é avassaladora”, assegura.

Luís Zagalo garante ainda que não existe uma outra forma de expressão artística tão agregadora quanto a música. “Nós podemos ter concertos, dos mais diversos estilos e géneros, que podem, em direto e ao vivo, chegar a centenas e dezenas de milhares de pessoas”, recorda.

Alguns estudos revelam que ouvir música pode ajudar a reduzir o stress e até diminuir sintomas de depressão. A música pode ainda deixar-nos mais felizes, sendo que músicas tristes podem, na realidade, conduzir a emoções positivas. Já ouvir música clássica ajuda a aliviar sintomas de insónia.

Normas a ter em conta para frequentar ginásios na “DECO”

Os ginásios foram um dos setores que, no início da pandemia, levantou mais questões, nomeadamente, as regras que lhes são aplicadas, bem como a resolução de contratos que permanecem em vigor.

O acesso é permitido, mediante o uso de máscara na entrada e saída das instalações, e as aulas de grupo devem ter menos alunos e manter a distância recomendada de três metros, e para as frequentar é necessário apresentar teste negativo à Covid-19 ou certificado digital.

Sobre este assunto, a DECO tem recebido algumas questões, principalmente no caso da pessoas não ter certificado digital ou não queira apresentar o teste, se pode cancelar o contrato. A jurista na Delegação de Évora, da Associação para a Defesa do Consumir, Vânia Traguedo, explica que  “esta obrigação, como está relacionada com uma norma legal, e se assume como uma medida de segurança pública, não permite por si só, a rescisão do contrato, pelo que as pessoas devem perceber se este tipo de serviço, aulas de grupo, estão incluídas no contrato, caso estejam, não confere o direito ao cancelamento do mesmo”.

No que diz respeito ao período de fidelização dos contratos em ginásios, esta situação é válida, apenas se existir um acordo com o mesmo, para, por exemplo, frequentar este espaço apenas, no período de férias. Vânia Targuedo aconselha a “ler o contrato e certificar-se de que, o mesmo, não tem nenhuma cláusula relacionada com a fidelização, alertando para o facto de que , caso tenha e rescinda, ter de pagar o valor das mensalidades restantes”.

Normas relativas a frequência de ginásios são o tema em destaque esta semana na rubrica da “DECO”.

“O Elvas” recebe Sacavenense no domingo às 15 horas

“O Elvas” Clube Alentejano de Desportos recebe o Sacavenense, no domingo, 3 de outubro, às 15 horas, na terceira jornada da Série E do Campeonato de Portugal. O encontro disputa-se no Campo Patalino do Estádio Municipal.

Azuis-e-ouro e conjunto de Sacavém chegam a esta jornada empatados com três pontos. As equipas, há três semanas, encontraram-se para a Taça de Portugal, no mesmo local, com triunfo sacavenense por duas bolas a zero.

Além deste encontro, a ronda completa-se com as partidas Loures-Ideal (às 11 horas), Pêro Pinheiro-Belenenses, Sintrense-Rabo de Peixe (ambos às 15 horas) e Operário de Lagoa-Coruchense (às 16 horas).

O relato e a reportagem do jogo “O Elvas”-Sacavenense integram o espaço de desporto da Rádio Campo Maior, a partir das 14 horas de domingo, numa emissão com Carlos Falcato e Manuel Carvalho.

Estremadura espanhola regista mais três óbitos e 27 casos Covid

A Estremadura espanhola regista esta quinta-feira, 30 de setembro, mais 27 casos de Covid-19 e, três óbitos, associados à doença.

Nas últimas 24 horas, 266 doentes foram dados como recuperados, num total de 99.609 altas.

Nos hospitais da região encontram-se, atualmente, 34 doentes, sete dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

Desde o início da pandemia, nesta região do país vizinho, já morreram 1.938 pessoas, vítimas de Covid-19.

Greve Nacional dos trabalhadores dos Bancos Millennium e Santander esta sexta-feira

A Greve Nacional dos trabalhadores dos Bancos Millennium BCP e Santander Totta foi convocada para amanhã, sexta-feira, 1 de outubro.

Em causa está “a defesa dos postos de trabalho, tendo em conta que os processos de despedimento coletivo e as propostas de rescisão por mútuo acordo nestes bancos são um grave ataque à classe bancária”, informa a UGT, em comunicado.

Os responsáveis da Secção Regional de Portalegre do Mais Sindicato do Sector Financeiro/SBSI – Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, afeto à UGT – União Geral de Trabalhadores, estiveram em todas as agências bancárias existentes no distrito de Portalegre, onde, “tendo em conta o processo de esvaziamento do interior, só já existem agências bancárias do Millennium BCP em Portalegre e Elvas, e do Santander Totta em Portalegre, Elvas, Ponte de Sor e Avis.