Revista “Memória Alentejana” apresentada em Campo Maior

O Auditório do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada de Campo Maior recebeu ontem, dia 5 de outubro a apresentação da 43.ª edição da Revista “Memória Alentejana”, um projeto do Centro de Estudos Documentais do Alentejo.

Esta edição tem o concelho de Campo Maior como destaque, numa colaboração entre o CEDA e o Município de Campo Maior.

A cerimónia foi presidida pelo Presidente do Município, João Muacho, e contou com a participação do Diretor do CEDA, Eduardo Raposo. Estiveram ainda na cerimónia, o Comendador Rui Nabeiro, os vereadores Luís Rosinha e Sérgio Bicho, o primeiro secretário da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, e Jorge Romudas, em representação da Junta de Freguesia de S. João Baptista.

Após a apresentação da revista, seguiu-se uma visita ao novo Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada.

A revista “Memória Alentejana” será brevemente disponibilizada em formato digital.

Campo Maior sem novos casos de Covid-19

De acordo com as Autoridades de Saúde, nas últimas 24 horas, não se verificaram novos casos de Covid-19 no concelho de Campo Maior.

Sendo assim, 731 dos 745 casos confirmados já estão curados, existindo hoje dois casos ativos no concelho.

João Rosinha: “sempre procurei agir com humildade, descrição e muita dedicação”

João Rosinha (na foto) é presidente da Junta de Freguesia da Expectação há oito anos, cargo que deixará brevemente, na sequência das eleições autárquicas do passado mês.

Foram muitos os projetos desenvolvidos por si e pela sua equipa, ao longo destes anos, principalmente aqueles que dizem respeito ao cariz social.

Como balanço final João Rosinha assume que nas funções desempenhadas sempre agiu com humildade e descrição, mas acima de tudo com dedicação. “Eu, nas funções que desempenhei sempre procurei agir com muita humildade e descrição, sem desejos de protagonismo, muito afastado disso, e muita dedicação àquilo que faço, sempre procurando a perfeição, sabemos que é impossível de atingir, mas ao dedicar todo o esforço na procura desses ideais”.

Oiça aqui a entrevista completa com João Rosinha, presidente da Junta de Freguesia da Expectação:

Campo Maior mantém situação epidemiológica

De acordo com as Autoridades de Saúde, nas últimas 24 horas, não se verificaram novos casos de Covid-19 no concelho de Campo Maior.

Sendo assim, 731 dos 745 casos confirmados já estão curados, existindo hoje dois casos ativos no concelho.

Dia Mundial do Animal assinalado em Campo Maior

No âmbito do Dia Mundial do Animal, a Médica Veterinária Municipal, Maria Toscano, esteve ontem, dia 4 de outubro, no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, para conversar com os alunos do primeiro ano.

A técnica municipal sensibilizou os mais novos para a importância da esterilização dos animais de companhia, assim como da recolha dos dejetos caninos, ensinando aos pequenos a maneira correta de recolha e alertando para os perigos para a saúde pública decorrentes de práticas menos corretas.

O Município de Campo Maior está neste momento a promover uma Ação de Sensibilização para a Esterilização de Animais de Companhia que, até ao final do corrente ano vai chegar a toda a comunidade escolar do concelho, assim como à população em geral.

111 anos da Implantação da República

Hoje, dia 5 de outubro, assinalam-se os 111 anos da Implantação da República. O dia 5 de outubro a data em que Portugal deixou de ser uma monarquia e passou a ser uma república.

A mudança aconteceu na sequência de um golpe de estado, pois muito portugueses não concordavam que o País continuasse sendo governado pela monarquia. Embora houvesse resistência em algumas cidades, a força das armas acabou por se impor e a família real portuguesa foi obrigada a exilar-se.

A 5 de outubro de 1910 às 9 da manhã, a república foi proclamada nos Paços do Concelho de Lisboa, edifício em que se localiza a Câmara Municipal de Lisboa.

Campo Maior sem novos casos de Covid-19

De acordo com as Autoridades de Saúde, nas últimas 24 horas, não se verificaram novos casos de Covid-19 no concelho de Campo Maior.

Sendo assim, 731 dos 745 casos confirmados já estão curados, existindo hoje dois casos ativos no concelho.

“O Elvas” empata a zeros em casa frente ao Sacavenense

“O Elvas” Clube Alentejano de Desportos empatou a zeros frente ao Sacavenense, nesta tarde de domingo, dia 3, em jogo da terceira jornada do Campeonato de Portugal, Série E.

Num jogo equilibrado, com muito luta a meio-campo, a equipa de Sacavém teve mais e melhores ocasiões de poder chegar ao golo, mas os alentejanos defenderam-se bem, com uma linha defensiva com cinco unidades. O jogo foi correto, apenas com um amarelo, aos 82 minutos, numa arbitragem regular.

Com Luís Dias lesionado e Kiko Miranda castigado, “O Elvas” apresentou: David; Luís Pereira, Emerson, Canoa, Alex e João Ferreira; Diogo Pereira, Matheus e Luís Carapinha; João Carlos (Charlisson, aos 79) e João Borges. Estatística (“O Elvas”-Sacavenense): faltas a favor, 12-12; foras-de-jogo, 3-4; e cantos: 0-5.

Resultados da jornada 3: “O Elvas, 0 – Sacavenenses, 0; Loures, 3 – Ideal, 1; Pêro Pinheiro, 1 – Belenenses, 0; Sintrense, 1 – Rabo de Peixe, 1; e Operário, 0 – Coruchense, 0.

Classificação: 1º Pêro Pinheiro 7 pontos; 2º Loures 6 pontos; 3º Operário 5; 4ºs “O Elvas”, Sacavenense e Coruchense todos com 4 pontos; 7ºs Ideal, Sintrense e Belenenses todos com 3 pontos; 10º Rabo de Peixe 1 ponto.

O Clube Alentejano de Desportos volta a entrar em campo no dia 24, deslocando-se aos Açores para defrontar o Sporting Clube Ideal, na ilha de São Miguel. O jogo é às 16 horas (hora continental).

Jovens campomaiorenses criam Revista à Portuguesa com dois espetáculos este fim de semana

O Centro Cultural de Campo Maior acolhe hoje e amanhã, sábado e domingo, o espetáculo “Agora é que é”, uma Revista à Portuguesa, da autoria de um grupo de jovens campomaiorenses.

O grupo decidiu juntar-se para criar uma revista à portuguesa, tendo em conta a sua paixão pela música, teatro e dança. Duarte Silvério foi a pessoa que teve a ideia e convidou, desde logo, Leonor Alegria e os restantes elementos, para se juntarem a este projeto. Leonor pensava que teria pouco tempo, para preparar o espetáculo, no entanto, como de um sonho se trata decidiu abraçá-lo. “Não sabia se havia de seguir com a ideia para frente, tendo em conta o pouco tempo que tínhamos, mas depois de pensar bem, e se virmos como um sonho que tínhamos os dois, alinhei na ideia e passámos a escolher o elenco que é composto por dez pessoas e quatro bailarinas”, revela.

O nome do espetáculo “Agora é que é”, e tal como revela Duarte Silvério surge pelo regresso aos palcos, depois de um longo tempo sem espetáculos culturais, devido à pandemia. “O nome do espetáculo surgiu de forma natural, foi a primeira ideia e nome que surgiu, porque estamos a regressar aos palcos, já tínhamos saudades e nunca tínhamos escrito nada totalmente nosso, e daí o agora é que é, porque agora é que é – o regresso”, refere.

A paixão pela Revista à Portuguesa levou a que estes jovens criassem a primeira, em Campo Maior, inteiramente produzida por si. Duarte explica que “esta não é a primeira em Campo Maior, mas eu e a Leonor nunca tínhamos integrado nenhuma e apreciamos e costumamos ver este tipo de espetáculo, noutras localidades ou através das redes sociais, e então percebemos que era uma paixão porque integra a música, dança e teatro e tudo foi criado por nós e todos contribuíram para o texto das cenas, música e coreografias”.

“Algumas músicas não são compostas por nós e sim fado de Amália Rodrigues, uma vez que há cenas dedicadas à fadista e, no espetáculo serão ainda retratadas personalidades nacionais e da atualidade”, revela Duarte.

Para além de personalidades nacionais, e tal como não poderia deixar de ser, Campo Maior, as suas gentes e tradições integram estes espetáculos. Leonor Alegria adianta que retrata principalmente, “as nossas gentes, os campomaiorenses, a nossa vila e é um orgulho porque nunca foi feito algo uma Revista à Portuguesa, desta dimensão, em Campo Maior”, e revela que é acima de tudo “um sonho tornado realidade”.

Duarte Silvério refere que é para si também um orgulho ter criado um espetáculo. “Nestas idades criámos uma Revista à Portuguesa, do zero, e ainda para mais é um orgulho porque nos sentimos concretizados, por termos conseguido fazer algo desta dimensão, e o que trazemos é o melhor do que vimos lá fora, porque esta Revista à Portuguesa é um bocadinho diferente do que foi feito em Campo Maior”.

O espetáculo “Agora é que é” decorre hoje, às 21.30 horas e amanhã às 16 horas, no Centro Cultural de Campo Maior.

GNR investiga maus-tratos a cerca de cem animais em Elvas na presença do IRA

Uma denúncia de maus-tratos a animais de companhia levou esta sexta-feira, 1 de outubro, o IRA – Intervenção e Resgate Animal e vários elementos da GNR a efetuar algumas diligências numa quinta, depois de um dos viadutos da A6, junto ao Bairro das Sochinhas, em Elvas.

Em causa, estão cerca de cem animais, entre cães e gatos, de diversas raças. Apesar de alimentados, apresentam várias feridas nas patas, vivendo sem quaisquer condições, em espaços pequenos e repletos de fezes e urina. Muitos encontravam-se fechados em transportadoras e outros em jaulas às escuras.

O IRA tem, no local, uma viatura de apoio logístico, bem como um autocarro e uma tenda de campanha, onde a veterinária municipal de Elvas, em conjunto com a equipa do grupo de intervenção e resgate, irá analisar, individualmente, cada animal. A Rádio Campo Maior sabe que aqueles que não apresentam condições para permanecer na quinta, serão levados pelo IRA.

Sabe-se ainda que a proprietária da quinta em questão faz criação e negócio de algumas raças: Yorskshire, Chihuahua, Pinscher e Shitshu, ao nível dos cães, e Persa, relativamente aos gatos.

O IRA tem como principal missão resgatar animais vítimas de maus-tratos, negligência ou quando as suas condições de segurança previstas na lei não estão asseguradas. Colabora com as autoridades competentes, se necessário, para a intervenção ou resgate de cada caso. Todos os animais resgatados seguem depois para adoção responsável.