O concelho de Campo Maior permanece, este sábado, dia 9 de outubro, sem casos ativos de Covid-19.
Desde o início da pandemia, Campo Maior registou 745 casos de infeção, sendo que 733 recuperaram e 12 pessoas perderam a vida.
Como forma de assinalar o “Outubro Rosa”, iniciativa de prevenção e diagnóstico do cancro da mama da responsabilidade da Liga Portuguesa Contra o Cancro, o grupo Campo Maior Trail Runners, do GEDA associou-se ao Município de Campo Maior na promoção de uma caminhada/corrida aberta a toda a população.
Carlos Pepê, do GEDA, refere “a atividade conta com uma corrida de dez quilómetros e duas caminhadas uma de cinco e uma de dez quilómetros. O objetivo é que toda a gente participe e faça desporto e por isso escolhemos aqui diferentes formas de participação”.
“A inscrição não tem custo. No entanto, apesar de não ser obrigatório, é pedido às pessoas que adquiram a t-shirt rosa que está à venda no Centro Comunitário da vila, pelo custo de seis euros, e assim apoiam a Liga Portuguesa Contra o Cancro”, sublinhou.
A partida está marcada para as 9 horas, no Jardim Municipal de Campo Maior.
As candidaturas para as bolsas de estudo do município de Campo Maior, para os alunos do concelho, que queiram ingressar no ensino superior, no ano letivo 2021/2022 estão abertas até dia 15 deste mês.
No total, são 30 as bolsas a atribuir, no valor de 84 euros, mensais, “de forma a ajudar estes jovens, para que possam ingressar no ensino superior, com uma ajuda, apesar de pequena é a que pode ser prestada neste momento”, revela a vereadora no município campomaiorenses, Vanda Alegria.
As candidaturas devem ser feitas no Balcão Único do município, onde devem preencher um formulário. Para mais informações, contacte os serviços de Ação-Social do Município, através do n.º 268 680 300.
Um surto de Covid-19 surgiu, na passada terça-feira, dia 5, nas instalações da APPACDM de Elvas.
Segundo Luís Mendes, presidente da instituição, em declarações à Rádio Elvas, “são 16 os utentes que testaram positivo à Covid-19 e seis colaboradores. O estado de saúde de todos não inspira cuidados. São poucos os que têm sintomas leves, como falta de olfato ou paladar”.
O responsável pela instituição refere que assim que tiveram o primeiro resultado positivo começaram logo “a separar os utentes positivos dos negativos. Estamos a trabalhar com os colaboradores que testaram negativos e a cuidar de todos os utentes respondendo às suas necessidades diárias”.
Luís Mendes deixa um apelo a todas as instituições e à comunidade em geral para que tenham muito cuidado com a Covid-19: “continuem a ter todos os cuidados. O Covid-19 veio para ficar e quando menos esperamos temos uma situação destas”.
Nos próximos dias serão repetidos os testes de despistagem à Covid-19 na APPACDM de Elvas. Os primeiros casos de infeção surgiram na passada terça-feira, dia 5.
O Centro de Artes de Sines apresenta, até 10 de outubro, a exposição “Linha do Tempo”, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Coleção António Cachola.
A mostra conta “com curadoria do arquiteto Ricardo Pereira que escolheu obras de diversos artistas que integram a coleção, como é o caso de José Pedro Croft, Luís Campos, Ana Rito, Edgar Martins, Ana Vidigal e do Augusto Alves da Silva”, de acordo com o colecionador António Cachola.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada de segunda a sábado, das 12h00 às 18h00. A exposição “Linha do Tempo – Exposição Coleção António Cachola” é uma organização da Câmara Municipal de Sines, com a parceria da Câmara Municipal de Elvas e do Museu de Arte Contemporânea de Elvas / Coleção António Cachola.
Sandes de chouriço, croissants, empadas ou batatas fritas são alguns dos alimentos que passaram a ser proibidos nos bares das escolas públicas, onde também se deixou de vender, entre outros, hambúrgueres, cachorros-quentes, sumos com açúcar adicionado e chocolates.
Nas escolas do Agrupamento de Campo Maior, e à semelhança de todos os outros do país, a oferta alimentar é agora reduzida, sendo esta, para o diretor, Jaime Carmona, uma medida que atinge sobretudo as instituições de ensino, uma vez que, em termos de benefícios para a saúde, garante, não se consegue controlar tudo o que os alunos comem, uma vez que estes acabam por trazer os doces e os salgados de casa ou compram fora.
“De há dois anos e meio para cá tínhamos começado a fazer uma seleção mais rigorosa e criteriosa em relação a algumas coisas que vendíamos. Obviamente que, com a orientação emanada, tivemos de cumprir e hoje em dia os bares têm uma oferta muito limitada”, começa por dizer Jaime Carmona.
O diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior assegura que a medida “se percebe”, embora “precise de outro tipo de reforço”. Jaime Carmona garante ainda que não houve um período de adaptação para as escolas, ainda que, em Campo Maior, “não tenha custado tanto”, uma vez que os bares já tinham uma oferta “mais reduzida”.
Já os alunos da Secundária de Campo Maior revelam-se insatisfeitos com a situação, sendo agora os cafés, junto à escola, a alternativa para comprar tudo aquilo que mais gostam. Pedro Carapinha, por exemplo, garante que a medida não vem alterar em nada a intenção dos alunos em consumir doces e salgados e que, atualmente, no bar da escola, há uma variedade muito reduzida de alimentos. “Tiraram a maior parte das coisas que atraía os alunos ao bar da escola”, garante.
Há alunos que, desde o arranque deste novo ano letivo, já nem sequer vão ao bar da escola. É o caso de Débora Branca. “Não vou ao bar, porque não há nada. Só há sandes e leite. Acabamos por vir cá fora, mas fica mais caro”, assegura esta aluna. Márcia Encarnação, por outro lado, revela que as tostas mistas e os chocolates que antes comprava no bar da escola, compra agora no café que se encontra junto à secundária.
Ao todo, foram mais de 50 os produtos alimentares que foram banidos dos bares e máquinas de venda automática das escolas neste ano letivo. A decisão dos Ministérios da Educação e da Saúde, contudo, é tudo menos consensual.
O Auditório do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada de Campo Maior recebeu ontem, dia 5 de outubro a apresentação da 43.ª edição da Revista “Memória Alentejana”, um projeto do Centro de Estudos Documentais do Alentejo.
Esta edição tem o concelho de Campo Maior como destaque, numa colaboração entre o CEDA e o Município de Campo Maior.
A cerimónia foi presidida pelo Presidente do Município, João Muacho, e contou com a participação do Diretor do CEDA, Eduardo Raposo. Estiveram ainda na cerimónia, o Comendador Rui Nabeiro, os vereadores Luís Rosinha e Sérgio Bicho, o primeiro secretário da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, e Jorge Romudas, em representação da Junta de Freguesia de S. João Baptista.
Após a apresentação da revista, seguiu-se uma visita ao novo Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada.
A revista “Memória Alentejana” será brevemente disponibilizada em formato digital.