Secundária de Campo Maior tem a segunda melhor média do distrito de Portalegre

A Escola Secundária de Campo Maior tem a segunda melhor média do distrito de Portalegre, com 11.24 valores, sendo a escola nº 287 do ranking nacional, atrás da Mouzinho da Silveira  de Portalegre, com 11.29 valores.

A Secundária D. Sancho II de Elvas tem uma média de 10.49 valores, sendo a escola número 362 a nível nacional.

No distrito de Évora, Montemor-o-Novo registou uma média de 11.68 valores, sendo a escola 197 do ranking nacional. No distrito, a melhor média é a dos Salesianos em Évora com 13.4 valores, seguida da escola de Vila Viçosa com 12.47 valores.

Feira das Atividades Económicas de regresso a Arronches com várias melhorias

Teve início ontem, 7 de julho, em Arronches, a 11ª Feira das Atividades Económicas, um evento que, dois anos depois, regressa com mais um dia de festa e outras condições, para expositores e visitantes.

De acordo com o presidente da Câmara, João Crespo, estão “reunidas todas as condições” para que este seja um retomar do evento com outra qualidade. “Tentámos criar outras condições para que, quem visita, possa ficar satisfeito e também dar condições melhores a quem expõe: temos stands novos, um piso já com outra qualidade, que dá, sem dúvida um outro toque a esta feira”, revela. A acrescentar a isso, o autarca destaca um “cartaz excelente” e expositores “em grande número”.

Relativamente à vertente da agropecuária, João Crespo diz que esta é “fundamental” e faz todo o sentido na região. Ao todo, são cerca de 150 os expositores que marcam presença no certame, incluindo os do setor agropecuário, para além dos stands dedicados à gastronomia e ao artesanato.

Para João Crespo, esta feira é já um marco no Alto Alentejo, reconhecida no distrito, mas também fora dele. “Temos sempre muitos visitantes do distrito de Évora e acho que já está consolidada aqui no panorama regional”, comentar.

Quanto ao cartaz musical, João Crespo lembra que, para além de ser diversificado, e capaz de agradar a diferentes públicos, contempla ainda os vários grupos da terra. “Com este palco, os grupos da terra brilham de outra forma e acho que é importante dar-lhes essa oportunidade, adianta o autarca.

Ontem, no evento, atuou Sónia Costa. Hoje, atuam os espanhóis RAYA. Amanhã, é Diogo Piçarra quem atua no palco da feira e no domingo, a encerrar, Ana Bacalhau. Até domingo, haverá ainda lugar para vários concursos de ovinos, caprinos e de rafeiro do Alentejo.

Wet Bed Gang e B3L2 na abertura do festival Raya

Wet Bed Gang são os primeiros cabeças de cartaz da edição deste ano do Raya, que tem início na noite desta sexta-feira, 8 de julho, em Campo Maior, junto ao Complexo das Piscinas Municipais.

Cabe aos campomaiorenses B3L2 abrir o festival, antecedendo o espetáculo de um dos grupos de rap mais apreciados em Portugal. Quanto à banda da terra, revela um dos seus elementos, é sempre bom poder atuar “em casa”, sobretudo ao lado dos artistas que compõem o cartaz deste ano do evento. “Depois da pandemia, vai ser bom podermos voltar a fazer aquilo que gostamos e estamos cá para dar o nosso melhor, como sempre”, diz ainda.

Hoje, para além dos Wet Bed Gang e dos B3L2, atuam ainda, pela noite fora, os Djs Fifty e Sam. Já amanhã, sábado, 9 de julho, o programa do evento contempla as atuações de Catarina & The Voice Friends, D.A.M.A, No Maka e DJ Diazz.

Entre domingo, dia 10, e sexta-feira, 15 de julho, o festival tem continuidade, com um conjunto de atividades, como desportos radicais, sessões dedicadas ao hip hop e aos videojogos. Com isto, explica a vereadora São Silveirinha, procurou-se dar “outra dinâmica e qualidade” ao festival, muito a pensar nos jovens que, durante os dois últimos anos, não tiveram oportunidade de confraternizar e participar em iniciativas do género.

A abertura do recinto do festival, esta noite, está marcada para as 21 horas. As entradas têm um custo de cinco euros.

Centro histórico de Elvas de regresso à época medieval

O centro histórico de Elvas regressou, esta quinta-feira, 7 de julho, à Idade Média, depois de dois anos de interregno, com o Festival Medieval da cidade.

Esta é já a 14ª edição do certame que teve a sua sessão de abertura oficial, ao final da tarde, na Rua da Cadeia, seguindo-se o desfile, até à Praça da República, por parte daqueles que, até domingo, recriam as vivências do povo, dessa época.

O presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, no ato inaugural do festival, não deixou de recordar que foi Elsa Grilo que trouxe este certame para a cidade, há 14 anos atrás, e também revela que “foi bem pensado trazer o Festival Medieval do Castelo para o centro da cidade, uma vez que tem mais condições”.

“É extremamente simpático verificar que a Praça da República já está cheia”, apesar do calor que se fazia sentir, diz Rondão Almeida, o que a seu ver “significa que a Câmara de Elvas, nos últimos tempos, com as atividades que ali tem desenvolvido, por exemplo, com a comemoração dos 10 anos da elevação de Elvas a Património Mundial da UNESCO, está preocupada com o centro histórico”.

“E é por esse motivo que trazemos essas atividades para o coração da cidade, para reanimar e para que as pessoas sintam que a sua cidade em termos de animação deve-se realizar no centro da cidade”, acrescenta o presidente, enaltecendo a resposta positiva de todos aqueles que aderiram ao certame, para ali comercializar os seus produtos, bem como a colaboração daqueles que têm esplanadas na Praça da República, “tendo sido capazes de se adaptar à época medieval”.

Por tudo isto, Rondão Almeida afirma que “vale a pena” e que “a Câmara de Elvas de Elvas conta que os elvenses aproveitem estas oportunidades e se desloquem ao centro histórico da cidade, para aproveitar, grande parte do serão”.

As tasquinhas voltam a concentrar-se na Rua da Cadeia e Praça da República e, até domingo, o programa contempla, diariamente, a partir das 19 horas, animação de rua, falcoaria, danças, animação permanente com bobos, trampolineiros, saltimbancos, trapezistas, tiro com arco, jogos, treino de guerreiros, passeios de camelo.

Réplica da escultura de homenagem a Joaquim Bastinhas já foi apresentada

O artista José António Navarro Arteaga esteve esta quinta-feira, dia 7, na Câmara Municipal de Elvas para apresentar ao presidente do Município, Rondão Almeida, uma réplica da escultura equestre de homenagem ao cavaleiro elvense Joaquim Bastinhas.

Nos Paços do Concelho estiveram também os familiares do cavaleiro, a esposa Helena Nabeiro e o filho Marcos Bastinhas, que ficaram “muito satisfeitos com o projeto apresentado”.

Os presentes abordaram ainda a questão da localização da referida escultura, nas imediações do Coliseu Comendador Rondão Almeida, prevendo-se que a sua apresentação ocorra em meados do próximo ano.

Campo Maior quer colocar Raya na rota dos festivais de verão do Alentejo

É já amanhã, sexta-feira, 8 de julho, que tem início, junto ao Complexo de Piscinas de Campo Maior, a edição deste ano do festival Raya, com as atuações de B3L2, Wet Bed Gang, DJ Fifty e DJ Sam.

A verdade é que, depois de dois anos de interregno, o festival regressa com uma programação que se estende até dia 16, com nove dias de muita animação, desporto e cultura, indo, desta forma, muito para além dos habituais concertos que, em vez de três noites, se distribuem agora por quatro.

De acordo com o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, a autarquia “esforçou-se imenso” por tentar fazer “um programa diferente”, que fosse de encontro às expectativas dos mais novos, depois de muito privados deste tipo de iniciativas. “Tentámos também chegar a um público não tão jovem, fazendo um festival de uma forma diferente, não nos querendo cingir aos tradicionais três dias de festival, arriscando um bocadinho”, assegura.

Com uma forte aposta nos espetáculos musicais, que resultam de um “elevado investimento” por parte do município, Rosinha espera que, no futuro, o Raya passe a constar entre a lista dos festivais que se destacam na região do Alentejo ou até com uma representação a nível nacional.

No sábado, 9 de julho, atuam Catarina & The Voice Friends, D.A.M.A, No Maka e Dj Diazz. Passam ainda pelo palco do Raya, no fim de semana seguinte, entre outros, Fernando Daniel e Piruka.

Entre domingo, dia 10, e sexta-feira, 15 de julho, em vários locais da vila, e no âmbito deste festival Raya, haverá espaço para desportos radicais, hip hop, urban street art, gameday e curso de DJ e produção musical.

Crianças do pré-escolar de Campo Maior com atividades até final de julho

Até dia 29 de julho, o Município de Campo Maior, em colaboração com o Agrupamento de Escolas, vai proporcionar a várias crianças do ensino pré-escolar atividades de animação e de apoio à família.

Esta iniciativa, que irá decorrer no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, vai, ao longo de quatro semanas, permitir que os pais tenham um espaço onde deixar os seus educandos nas férias escolares, e ao mesmo tempo oferecer às crianças um amplo programa de atividades desportivas, lúdicas e culturais.

Para assinalar o arranque deste programa, na segunda-feira, dia 4 de julho, os vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha estiveram no Centro Escolar, onde puderam acompanhar o primeiro dia destas quatro semanas de atividades.

Clubes de Verão de Campo Maior arrancaram esta terça-feira

A edição deste ano dos Clubes de Verão do Município de Campo Maior foi apresentada durante a tarde de segunda-feira, dia 4 de julho, no Centro Comunitário, aos pais e participantes da iniciativa.

A iniciativa arrancou ontem, dia 5 de julho, e vai durar até ao próximo dia 26 de agosto.

Os Clubes de Verão são um projeto do Município, que conta já com alguns anos de existência e que tem vindo a ganhar cada vez mais seguidores entre as crianças campomaiorenses e as suas famílias, uma vez que permitem que passem a pausa letiva do verão de forma mais divertida, ao mesmo tempo que permitem que as famílias disponham de um local onde as suas crianças possam passar o seu tempo livre.

AVOAR continua trabalho de “empoderamento” dos habitantes de Ouguela

Empoderar a população de Ouguela tem sido o objetivo central do projeto “Ouguela Com’Vida”, desenvolvido no âmbito do programa “Bairros Saudáveis” e promovido pela AVOAR – a Associação para a Educação Artística e as Literacias, a Câmara de Campo Maior e a Junta de Freguesia de São João Batista.

Aliando a cultura e a arte, no combate ao isolamento, o projeto, que chega ao fim este verão, tem dado alguns frutos, tendo sido já, revela o responsável pela AVOAR, Rui Andrade, editado um livro e lançadas algumas curtas-metragens, com a participação da população de Ouguela. “Estamos com um índice de participação muito elevado. Estamos a trabalhar com mais de 50 por cento da população de Ouguela, que se está a juntar a nós”, adianta.

Tendo por base o projeto, que, acima de tudo, procura combater o isolamento daquela população, têm-se criado algumas sinergias “com uma série de outras organizações, como o Coração Delta e também trabalhadores que, a partir da Câmara, se organizaram e estão ligados à música e ao folclore”.

“Estamos a trabalhar com as pessoas diariamente – nós ou outras instituições – e as pessoas estão mobilizadas. Já temos um livro ilustrados por elas, cujo texto é do historiador Fernando Antunes; depois temos as curtas, que já estão disponíveis no YouTube; e estão agora em impressão uma coleção de postais, que também estava prevista”, explica ainda Rui Andrade.

Com o artesanato produzido na aldeia, procura-se, durante julho e agosto, promover um evento, que possa levar gente até Ouguela. Para além disso, sendo uma atividade através da qual as pessoas que “se possam exprimir”, podem trazer-lhes “mais-valias financeiras”. A AVOAR conseguiu ainda estabelecer uma parceria, para que Ouguela acolha algumas exibições de filmes, no âmbito do festival “Periferias”.

De recordar que o projeto “Ouguela Com’Vida” resulta de uma candidatura da AVOAR ao programa Bairros Saudáveis, que resultou num financiamento de cerca de 48 mil euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência, do Fundo Ambiental e do Ministério da Saúde.

17º Portalegre Jazzfest, no Centro de Artes do Espectáculo, de 7 a 9 de julho

O Portalegre Jazzfest, um dos mais conceituados festivais de jazz do país, está de regresso, com a sua 17ª edição, a decorrer de 7 a 9 de julho, no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP).

Este ano, a programação é mais uma vez bastante eclética, com nomes conceituados do panorama europeu e mundial do jazz contemporâneo.

A abrir o 17º Portalegre Jazzfest, o Luís Vicente Trio dará no dia 7 de julho as boas-vindas aos espetadores, pelas 18h00, no Pequeno Auditório, com o projeto “Chanting in the Name of”, e o seu jazz improvisado e espiritual. No concerto inicial do Festival, o trompetista Luís Vicente estará acompanhado de Hernâni Faustino, no Contrabaixo e Pedro Melo Alves, na Bateria.

A noite inicial do JazzFest terminará com o concerto dos Cortex, que atuarão no Grande Auditório, às 21h30.

O quarteto norueguês e o seu jazz pulsante e energético, com inspirações dos “gigantes” Don Cherry, Ornette Coleman, Dave Douglas e John Zorn, é constituído por Thomas Johansson, no Trompete, Kristoffer Berre Alberts, no Saxofone Tenor, Ola Hoyer, no Contrabaixo e Dag Erik Knedal Andersen, na Bateria.

No dia 8, mais um nome maior do jazz português irá atuar no Grande Auditório, pelas 21h30: o contrabaixista Hugo Carvalhais, que virá apresentar o seu novo álbum, “Ascética”, depois de 7 anos de ausência dos registos discográficos.

Hugo Carvalhais atuará acompanhado de Fábio Almeida, no Saxofone Tenor e Flauta, de Liudas Mockunas, no Saxofone Tenor, Sopranino e Clarinete, de Gabriel Pinto, no Órgão Hammond, de Fernando Rodrigues, no Órgão Hammond e Sintetizador e de João Martins, na Bateria.

O mítico espaço “after hours” do Café-Concerto, que já assistiu ao longo das 16 edições do Jazzfest a noites memoráveis, regressa também na noite de 8 de julho, com o projeto Bill Shakespeare’s Romeu and Joaoliet, trio constituído por Bill McHenry, no Saxofone Tenor, Romeu Tristão, no Contrabaixo e João Pereira, na Bateria.

A noite de sábado, dia 9 de julho, receberá pelas 21h30 um dos momentos altos do Jazzfest, com o regresso ao palco do Grande Auditório de Maria João, um dos grandes nomes do jazz português e o seu projeto Ogre Electric, que comemorará 10 anos de existência com o lançamento do álbum “Open your Mouth”.

A acompanhar Maria João, os Ogre Electric atuarão com João Farinha, nos Teclados e Sintetizadores, André Nascimento, na Eletrónica e Silvan Strauss, na Bateria.

Para concluir a 17ª edição do Portalegre Jazzfest em beleza, o guitarrista André B. Silva atuará no Café-Concerto, com o seu projeto “The Guit Kune Do”, acompanhado de quatro mestres guitarristas do Porto e da Galiza: AP, Eurico Costa, Virxílio da Silva e Francisco Rua e ainda João Próspero, no Baixo Elétrico e Diogo Silva, na Bateria.

O programa do 17º Portalegre Jazzfest engloba ainda as já tradicionais provas de vinhos e de produtos regionais, assim como a Feira do Disco e do Livro, em colaboração com a editora Clean Feed.

Os bilhetes para o Jazzfest poderão ser adquiridos no CAEP, com reservas disponíveis através do número 245307498. Os preços variam entre os 3€, para os concertos no Pequeno Auditório e Café-Concerto e os 7€, para os concertos no Grande Auditório.

Os espetadores poderão ainda adquirir um Livre-Trânsito para todos os concertos do Jazzfest, por 20€.