Procissão dos Passos este domingo em Campo Maior

A Procissão dos Passos decorre este domingo, 3 de abril, em Campo Maior, inseridas nas cerimónias da quaresma.

O padre Francisco Bento, pároco em Campo Maior explica que esta é a primeira vez que preside a esta procissão, na vila, adiantando que irá percorrer os passos da vila, representando o caminho de Jesus, com a cruz às costas, até ao Calvário.

A Procissão dos Passos, em Campo Maior, está marcada para as 15 horas, com saída da Igreja Matriz, percorrendo as várias ruas da vila, e chegada novamente a esta igreja.

Família de jovem desespera por entrega do corpo

A família do jovem que faleceu na passada quinta-feira, vítima de acidente de mota, no Bairro de São Pedro, em Elvas (ver aqui), concentrou-se na manhã de hoje junto à porta do Hospital de Santa Luzia, desesperada pela entrega do corpo do jovem de 18 anos.

Tatiana Cardoso, tia do jovem, explica que lhe foi dito “que o corpo do jovem seria entregue hoje. Estava tudo tratado para que o corpo fosse entregue ao meio-dia, na igreja de São Domingos. De um momento para o outro, o médico mandou avisar que estava doente e não podia fazer a autópsia. Se nós temos ordem do tribunal para levantar o corpo porque é que não o dão”.

“Pelos vistos, a autópsia ainda nem foi feita. Mas o pai acabou por pedir, como a mãe está muto doente, para que entregassem o corpo mesmo sem fazer autópsia. Se não soubéssemos do que ele morreu, entendíamos. Mas se o pai já pediu para não fazerem e simplesmente entregarem o corpo, não percebemos porque não o entregam”.

Joel Gama Cardoso, também tio do jovem falecido, garante que “não é a primeira vez que esta situação se verifica. Quando a minha avó faleceu, demoraram quatro dias para entregar o corpo. Isto não se faz. Eles estão a gozar connosco. Nós não queremos confusão, mas acabamos por perder a cabeça, porque o sofrimento é muito. Solucionem este problema”.

Manuel Cardoso, tio-avô do jovem, não compreende esta demora para entrega do corpo: “eles sabem qual foi a causa da morte; por isso, não percebo porque estão a demorar tanto tempo. Primeiro era porque ele tinha Covid, agora é porque o médico está doente, mas amanhã já sabe que já está bom. Queríamos honrar este jovem e velá-lo. Os pais estão fartos de sofrer e estamos a falar de uma pessoas de 18 anos. A dor de perder um filho não tem explicação. A família precisa velar e honrar o jovem, para poder descansar. Nós só pedimos, por favor, que nos entreguem o corpo da criança”.

De recordar que o jovem de 18 anos faleceu na passada quinta-feira, dia 31 de março, na sequência de um despiste de mota, no Bairro de São Pedro, em Elvas. A família pede apenas a entrega do corpo do jovem, para que possam fazer o seu velório.

“André do Karaté” este sábado no Centro Cultural de Campo Maior

André Martins, do Grupo Imperfecthus, apresenta, hoje, sábado, dia 2 de abril, no Centro Cultural de Campo Maior, pelas 21.30 horas, o espetáculo “André do Karaté”.

Trata-se de um espetáculo de Stand Up Comedy, “mais direcionado para o público jovem”, porque já conhecem o André, pelas redes sociais e liberta-nos do que de menos bom tem acontecido nos últimos tempos revela São Silveirinha, esperando a adesão da população.

André Martins fará uma viagem ao seu passado, recordando a sua infância e as vivências que teve na tropa, e além de fazer uma das maiores revelações da sua vida durante o espetáculo, o público terá oportunidade de saber se ele é merecedor do apelido que lhe foi atribuído em criança: “André do Karaté”.

Este é o espetáculo ao qual pode assistir esta noite, no Centro Cultural de Campo Maior. Os bilhetes encontram-se à venda no Centro Cultural, no Posto de Turismo e online, em https://bit.ly/andredokaratecccm.

Grupo Nabeiro é a empresa mais responsável a nível ambiental

O Grupo Nabeiro Delta Cafés, fundado pelo Comendador Rui Nabeiro, lidera o ranking das empresas mais responsáveis em Portugal, a nível ambiental, social e no que diz respeito à boa governação, segundo um estudo da Merco, consultora de marketing que avalia a reputação empresarial.

Nas posições seguintes estão a Sonae (2º), a EDP (3º), Jerónimo Martins em 4º lugar e a Galp no 5º. Ikea (6º), Microsoft (7º), Lidl (8º), Vodafone (9º) e Continente Hipermercados (10º) que completam o top 10.

Feira do Móvel e Decoração regressa “em máxima força” à IFEBA

A Feira do Móvel e Decoração está de regresso à IFEBA, em Badajoz, depois de dois anos de interregno, contando com expositores portugueses e espanhóis.

A 27ª edição, do certame, foi inaugurada esta sexta-feira, 1 de abril e decorre até domingo, 3 de abril.

Blanca Subirán, delegada da IFEBA, refere que a feira regressou com “a sua máxima força”, criando a oportunidade a quem visita o certame, de apreciar os diversos espaços dedicados a estas temáticas. Quanto aos expositores portugueses destaca que, “como sempre marcam presença, com as suas mobílias características que tanto agradam aos espanhóis”.

Apesar de os expositores serem menos, que em edições anteriores, Blanca Subirán garante que a “qualidade se mantém”, e as pessoas que visitam “vêm com muito interesse”.

Um dos expositores portugueses é Luís Reis, proprietário da N’Medidas, localizada em Portalegre, que abriu recentemente, e tem fábrica no norte do país. O proprietário revela que tem vários modelos de mobília, principalmente rústica, para mostrar aos visitantes.

Já José Rosa é proprietário de uma loja de mobiliário em Redondo e explica que há vários anos que marca presença nesta feira, com o objetivo de promover e dar a conhecer os móveis que tem disponíveis, nomeadamente “rústicos, madeiras maciças, de quartos e salas”, e não só.

Paulo Espírito Santo é presença assídua, com as loiças portuguesas. Para si, esta feira tem tudo para correr bem, uma vez que, “é fim do mês e acontece numa altura próxima da Páscoa”, e destaca que com as questões atuais, relacionadas com a Guerra, também este setor foi bastante afetado, adiantando que “o aumento dos combustíveis e energia afetou muito as cerâmicas”, e muitas com as quais trabalha, entraram em lay-off.

A 27ª edição da Feira do Móvel e Decoração foi inaugurada ontem, na Ifeba, em Badajoz e decorre até amanhã.

Chuvas de março foram poucas mas a campanha está assegurada na Barragem do Caia

Foto arquivo

A chuva que caiu no mês de Março representou a entrada de 200 mil metros cúbicos de água na Barragem do Caia. Este valor acabou por ser “pouco, porque a Associação de Beneficiários da Barragem do Caia viu-se forçada a ceder água aos agricultores nos meses de Dezembro, Fevereiro e Março, apesar de encerrada a campanha de rega, como nos referiu Luís Rodrigues, gestor da Associação de Beneficiários do Caia.

“Neste momento, a barragem está a 56 por cento da sua capacidade máxima estando assegurada a campanha de rega deste ano, mesmo que não chova. No que diz respeito a restrições, já o fazemos pelo terceiro ano consecutivo, optámos por fazer dotações reais, ou seja damos água consoante as reais necessidades das culturas”.

Luís Rodrigues afirma que, atualmente, “não há culturas em risco, por falta de água, porque a barragem cumpriu a sua missão de colmatar as necessidades dos regantes quando é necessário”.

A campanha de rega na Barragem do Caia começa na próxima quarta-feira, dia 6 de Abril. Ao dia de ontem, a barragem do Caia tinha disponíveis cerca de 107 milhões e meio de metros cúbicos de água, o que corresponde a 56,61% por cento da cota de descarga.

Mês do Teatro em Campo Maior com balanço “bastante positivo”

Foram dez, as peças de teatro, que foram apresentadas no mês de março, em Campo Maior, no âmbito da iniciativa, do município campomaiorense, Mês do Teatro.

Destinados a públicos de todas as idades, os espetáculos contaram com cerca de três mil espetadores. Para a vereadora no município campomaiorense, São Silveirinha, a iniciativa teve um balanço “bastante positivo, porque trazer a Campo Maior tanta qualidade e diversidade, conseguirmos levar ao Centro Cultural quase três mil pessoas, desde o público escolar à comunidade, em geral, tudo junto só nos pode honrar, servir de estímulo e é um indicador de que estamos num bom caminho e é por aqui que queremos continuar a caminhar”.

O público campomaiorense está habituado a “estas dinâmicas” e isto, segundo acrescenta São Silveirinha, “é muito importante a educação pela arte e educação das nossas crianças e jovens, porque só assim conseguem ter livre arbítrio e uma opinião formada sobre aquilo que os rodeia”.

Mês do Teatro em Campo Maior, que terminou no passado domingo e contou com cerca de três mil espertadores, nas diversas iniciativas desenvolvidas.

Visitas Guiadas ao Património levou grupo a conhecer locais emblemáticos de Campo Maior

No âmbito das Visitas Guiadas ao Património no Alentejo organizadas pela Direção Regional de Cultura do Alentejo, no passado dia 26 de março, Campo Maior recebeu um grupo de visitantes.
Este grupo teve a oportunidade de conhecer o Centro de Ciência do Café, o Centro Interpretativo da fortificação, a Casa Museu Santa Beatriz da Silva e ainda fazer um Workshop de flores de papel no Espaço.Arte.
Esta iniciativa contou com o apoio do Município de Campo Maior e do Centro de Ciência do Café.

Nova variante vai ligar Bencatel a Vila Viçosa

O levantamento topográfico da variante que ligará Bencatel a Vila Viçosa foi apresentado esta manhã, no salão nobre da Câmara Municipal de Vila Viçosa. Trata-se de um projeto que visa, por um lado deslocar o trânsito de veículos pesados do interior de Bencatel e, por outro, garantir a segurança das populações que deixarão de circular por uma zona de exploração de mármore.

Inácio Esperança, presidente da câmara municipal de Vila Viçosa, garante que “é necessário conciliar o trabalho das pedreiras, essencial para a economia do concelho, com a segurança e com o progresso. E isso só é possível com esta alternativa, tendo em conta a confluência que existe de utilização do território e de vias existentes. Esta foi a solução apontada e a alternativa que queremos aplicar. Estamos a mostrá-la às pessoas para que elas possam pronunciar-se”.

Quanto ao futuro da atual estrada municipal 254, que liga Bencatel a Vila Viçosa, Inácio Esperança garante que “durante três anos ninguém poderá ali fazer nada, além de passar com o carro no acesso paralelo que foi feito. A estrada é do município e podemos garantir que o troço de atravessamento que ali está é seguro. Obviamente que esse troço foi cedido pelo proprietário da pedreira e assim que a variante este concluída vai ser devolvido ao seu dono. Quanto à estrada em si, se não tinha condições de circulação no passado também não vai ter no futuro”.

Inácio Esperança refere que depois da apresentação deste levantamento topográfico, decorrerá uma fase de consulta pública, de 30 dias. O autarca espera que “no final do ano possa arrancar uma das vertentes da obra”.

O projeto inicial já teve parecer favorável de todas as entidades envolvidas e vai agora ser alvo de uma consulta pública, onde as pessoas poderão deixar a sua opinião e as suas preocupações.

A nova variante vai ter um custo total de 2 milhões e 700 mil euros.

Na sessão de apresentação marcaram presença Inácio Esperança, presidente da câmara municipal de Vila Viçosa, Vítor Ramos, arquiteto na autarquia e Mário Nunes, da empresa Bússola Fundamental.