Espaço.arte foi lugar para “conversa com o artista” Luís Silveirinha

O espaço.arte, em Campo Maior, recebeu na tarde de ontem, sábado, dia 3 de setembro, a primeira edição da iniciativa “Conversa com o Artista”, que pretende aprofundar o conhecimento sobre os artistas e as suas obras junto do público.

Esta primeira edição juntou a investigadora e curadora do Banco das Artes Galeria – Leiria, Ana David Mendes, e o artista Luís Silveirinha, que, entre muitos outros assuntos, abordaram a exposição “Sierra”, que está atualmente patente ao público no espaço.arte.

Fonte: Município de Campo Maior

Mercado Cá da Terra de regresso este domingo a Campo Maior

O Jardim Municipal de Campo Maior volta a ser palco, este domingo, dia 4 de setembro, de mais uma edição do Mercado Cá da Terra.

Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Município de Campo Maior, que conta com a participação de produtores e artesãos locais, que terão à disposição dos visitantes, entre outros, produtos endógenos e peças de artesanato.

Para o presidente da Câmara, Luís Rosinha, os primeiros domingos de manhã de cada mês, são agora diferentes, com os expositores a poderem vender e, acima de tudo, expor os seus trabalhos, muitos deles que nasceram durante estes dois anos de pandemia.

A primeira edição do Mercado Cá da Terra aconteceu em junho. Com interrupção em agosto, está de regresso amanhã, naquele que é o primeiro domingo de setembro.

Elvenses Ana e Graça Sinfrónio iniciam vida religiosa no Mosteiro de Campo Maior

As irmãs elvenses Ana e Graça Sinfrónio celebraram este sábado, 3 de setembro, a iniciação à vida religiosa no Mosteiro da Imaculada Conceição, de Campo Maior.

A celebração de tomada de hábito foi presidida pelo arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, na presença de muitos familiares e amigos destas jovens de 22 e 24 anos.

Para o arcebispo de Évora e para a Arquidiocese, é “uma grande alegria” perceber que, com a chegada destas irmãs, o Mosteiro vai-se conseguindo “revitalizar”, com um “sentido muito grande de dádiva na sua vida quotidiana”. No mosteiro, lembra D. Francisco Senra Coelho, as monjas têm “duas grandes marcas”, por um lado, “morrendo para o mundo, no sentido de fazer uma opção radical por Deus”, e, por outro, vivendo “com os olhos em Deus e que sabem que sua renúncia terá a consumação da glória”.

Para o pai de Graça e Ana, José António Sinfrónio, este é um dia “muito importante” para a família, assegurando que esta foi uma escolha, não das filhas, mas de Deus. Apesar do investimento feito nos cursos superiores de ambas, José António não tem dúvidas que esta escolha, de integrar a Ordem da Imaculada Conceição, é a melhor. José António revela ainda que alguns dos amigos das filhas, sobretudo os mais afastados na igreja, ao contrário da família, não entendem a escolha de Ana e Graça.

Para o padre Francisco Bento, que batizou, em Elvas, Ana Sinfrónio, as irmãs disseram “sim” ao chamamento, sendo que, do seu ponto de vista, tudo depende “de um princípio e de uma educação”.

Presente nesta cerimónia esteve também a irmã Maria de Fátima Magalhães, que, como revela, teve, no Colégio Luso Britânico, Ana e Graça como suas alunas, assegurando que cada pessoa “é chamada por Deus a uma vocação”. A irmã diz ainda que esta é uma vocação de silêncio, sendo que Ana e Graça, apesar de se encontrarem em clausura, são felizes.

No decorrer da cerimónia, para além de vestirem o hábito da Ordem da Imaculada Conceição, Ana e Graça cortaram os seus longos cabelos, num ato de renúncia da vaidade.

De recordar que, para trás, Ana e Graça Sinfrónio deixam os cursos de Fisioterapia e Educação Básica, que já tinham concluído.

Jaime Magarreiro homenageado em XXIII Raide Hípico Luís Tello Barradas

Os silos da Cersul, em Santa Eulália, voltaram, este sábado, 3 de setembro, a ser palco de mais um Raide Hípico Luís Tello Barradas, contudo, com menos cavalos que em edições anteriores.

Para este decréscimo de participações, a rondar as 50, garante o responsável pela organização do evento, Alberto Barradas, contribuiu o facto de o raide ter sido “empurrado”, pela federação da modalidade, de junho para setembro. “Em 2021, por questões de Covid, tivemos de fazer em junho e, este ano, tentámos fazer em junho, mas a Federação Equestre Portuguesa não nos autorizou”, começa por explicar. Ainda assim, Alberto Barradas diz-se satisfeito com “o resultado obtido” em termos de participações, ainda que “bastante mais baixo” que o habitual.

Esta 23ª edição do raide hípico, para além de uma homenagem a Luís Tello Barradas, serve também de homenagem à pessoa que, de acordo com Alberto Barradas, mais vezes ganhou esta prova: Jaime Magarreiro, recentemente falecido.

Entre os 50 cavaleiros em prova, estão representados, para além de Portugal, países como Áustria, Arábia Saudita, França e Espanha. Quanto à próxima edição do raide, Alberto Barradas explica que a data terá de ser decidida até dia 30 deste mês, havendo ainda dúvida entre 3 de junho e a data habitual, em janeiro.

Este raide hípico, organizado pela Associação Humanitária de Santa Eulália e pela Secção de Veteranos da Sociedade Recreativa Popular e Desportiva da Juventude de Santa Eulália, teve início por volta das 6h30 horas, com as inspeções veterinárias. As primeiras provas começaram às 8 horas.

Para além de um prova internacional, de cem quilómetros, o raide inclui mais três: uma de 80, outra de 40 quilómetros e uma de 20, apenas para veteranos.

Campo Maior: conversa com Luís Silveirinha este sábado no espaço.arte

Numa conversa entre a investigadora e curadora do Banco das Artes Galeria – Leiria, Ana David Mendes, e o artista Luís Silveirinha, irá falar-se, no sábado, dia 3 de setembro, sobre a exposição “Sierra”, fatores e vetores de produção artística e o mundo como vontade e representação.

Durante a sessão, a decorrer no espaço.arte, em Campo Maior, e com início marcado para as 16 horas, os participantes terão oportunidade de conversar com o artista plástico campomaiorense e de saber mais sobre as suas motivações e inspirações.

A exposição “Sierra”, da autoria de Luís Silveirinha, inaugurada a 2 de julho, está disponível para visita, no espaço.arte, até dia 30 de setembro.

Irmãs Graça e Ana Sinfrónio recebem o hábito das Monjas da Imaculada Conceição

As irmãs elvenses Graça e Ana Sinfrónio celebram, este sábado, 3 de setembro, a sua iniciação à vida religiosa, na Comunidade das Monjas Concepcionistas, com a Tomada de Hábito, numa cerimónia na Igreja do Mosteiro da Imaculada Conceição, de Campo Maior, presidida pelo arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.

No verão do ano passado, e depois de um tempo de discernimento e de aproximação à Comunidade, as duas jovens, de 22 e 24 anos, entraram no Mosteiro de Campo Maior.

Agora, e ao fim de um ano de vida em Comunidade, dão um importante passo, recebendo o hábito das Monjas da Imaculada Conceição. Graça, recorda a madre Maria dos Anjos, foi a primeira das duas irmãs a chegar ao Mosteiro. “Tiveram um ano de experiência, como postulantes, para ver se, realmente, o Senhor as queria e se era isto que elas queriam”, adianta. Tomada de decisão de enveredar por este caminho, as irmãs são inserida na Comunidade, sendo que, para isso, irão “tomar o hábito”, dando assim início à vida religiosa, com a entrada no Noviciado. “Estão muitos felizes as duas e nós também”, acrescenta a madre.

Para trás, Graça e Ana Sinfrónio deixam os cursos de Fisioterapia e de Educação Básica, que tinham terminado. Agora, ambas, terão pela frente o Noviciado, um tempo de formação, de conhecimento da Ordem e da Comunidade, para uma vida de total entrega à oração e à contemplação, desde o ocultamento, vivido na clausura do Mosteiro.

O início da cerimónia, amanhã, na Igreja do Mosteiro, em Campo Maior, está marcada para as 11 horas.

Taberna “O Ministro” reabre já esta sexta-feira

Encerrada desde o passado dia 16, a taberna “O Ministro”, em Campo Maior, reabre já amanhã, sexta-feira, 2 de setembro.

Este encerramento forçado, de cerca de duas semanas, explica o proprietário do estabelecimento, João Paulo Borrega (na imagem), teve origem numa intervenção cirúrgica a que teve de ser submetido. “Como sou o chef de cozinha e, de certo modo, a cara da casa, vi-me obrigado a fechar, porque fui submetido a uma cirurgia à anca, que andava a adiar, mas agora teve de ser e, por isso, fechámos esta quinzena”, começa por explicar.

Ainda a recuperar, João Paulo quer já estar junto dos seus funcionários, por mais que confesse que apenas a meio do mês poderá voltar a assumir as rédeas da cozinha, como tanto gosta. A vontade de reabrir, para além de sua, garante, é também daqueles que, diariamente, trabalham consigo. “Tenho uma equipa de trabalho muito boa, capacitada para abrir a casa”, não esconde.

Com o objetivo de manter o nível gastronómico já alcançado, João Paulo sente que “O Ministro” tem já uma responsabilidade gastronómica para com quem visita o estabelecimento. Com a crise, adianta, o restaurante “não podia estar mais tempo fechado”, ainda que, durante este período, aproveitou-se para fazer a manutenção de alguns equipamentos.

Com esta reabertura, e com o turismo crescente em Campo Maior, o proprietário quer continuar a adaptar o serviço a quem visita o concelho, assegurando que, a nível gastronómico, “não há grandes mudanças a fazer”. “Acho que estamos no bom caminho, porque atingimos um patamar de satisfação do cliente”, diz ainda, adiantando que o turismo cultural e rural “de qualidade” existente em Campo Maior terá de ser acompanhado pela hotelaria e restauração. “Temos de saber receber bem quem vem”.

Quanto a novidades, João Paulo Borrega revela que o serviço de take away será adaptado, com preços, agora, mais reduzidos. “Vamos reduzir os preços, entre um a dois euros, por dose”, revela, por mais que tenha consciência das despesas: “também não podemos perder dinheiro, porque queremos cá estar muito tempo”.

Relativamente aos pontos fortes da carta de “O Ministro”, o proprietário destaca, entre outros, as sopas alentejanas, as migas e a carne de porco alentejano. João Paulo Borrega pede ainda desculpa aos clientes por este encerramento, esperando voltar a reencontrá-los, a todos, no seu estabelecimento.

A taberna “O Ministro”, situada na Travessa dos Combatentes da Grande Guerra, volta a abrir portas já amanhã, sendo que só encerra às terças-feiras, depois do almoço.

Hybrid Theory entre os grupos que animam festa de verão em Campo Maior

Hybrid Theory

O Polidesportivo da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação, em Campo Maior, é palco esta sexta-feira e sábado, dias 2 e 3 de setembro, de uma festa de verão, organizada pelo Café Bar Tallentus.

Na sexta-feira, a festa será animada por Mariana Guerra, Pearl Band (banda de tributo aos Pearl Jam) e os Djs Alberto Sanchez e Jesus Martinez.

Já no sábado, atuam B3L2, Hybrid Theory (banda de tributo aos Linkin Park) e os Djs Bruno Torres e Oscar Amaya.

Este “Summer Time White Party” abre portas, nos dois dias, às 22 horas. As entradas são limitadas.

 

 

Campomaiorenses decidem Festas do Povo em 2023

O mote de que as festas do povo, em Campo Maior, se realizam quando a população quer é mesmo uma realidade.

O município de Campo Maior vai reunir “com antigos autarcas e demais entidades, no sentido de perceber o que mudou de 2015, ano da última edição do evento, para os dias de hoje e perceber o que é necessário fazer para que as Festas do povo sejam uma realidade, caso os campomaiorenses o entenda, já em 2023”, de acordo com o presidente da câmara, Luís Rosinha.

O Comendador Rui Nabeiro vê com bons olhos a realização das Festas do Povo em 2023: “para já, tendo em, conta a minha idade, tenho que continuar nesta vida. Por outro aldo, sendo um craque da minha terra faz todo o sentido”.

Também Vanda Portela, presidente da Associação das Festas do Povo, se mostra agradada com esta previsão: “é um desejo que nós temos para 2023. Vamos consultar o povo e, se todos quiserem, vamos avançar”.

A última edição das Festas do Povo decorreu em Campo Maior em 2015. Caso o povo o entenda, o evento regressa no próximo ano.

Ministra da Saúde apresenta demissão

A ministra da Saúde, Marta Temido, apresentou hoje a sua demissão ao primeiro-ministro por entender que deixou de ter condições para se manter no cargo”.

Poucos minutos depois, um comunicado do gabinete do primeiro-ministro informou que António Costa “recebeu o pedido de demissão da ministra da Saúde”.

“Respeita a sua decisão e aceita o pedido, que já comunicou ao Senhor Presidente da República”, pode ler-se na mesma nota.