Espetáculo “A maior flor do Mundo” este sábado em Campo Maior

O espetáculo de dança e teatro “A maior flor do mundo” tem lugar este sábado, 9 de abril, no Centro Cultural de Campo Maior.

São Silveirinha, vereadora no município campomaiorense explica que este espetáculo se insere nas comemorações do centenário de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura e, “acaba por ser uma fusão da dança e teatro, destinado às famílias, uma vez que tem uma linguagem muito própria e retrata o único livro infantil, escrito por José Saramago”.

O espetáculo “A maior flor do mundo” está marcado para as 21.30 horas, no Centro Cultural. Os bilhetes podem ser adquiridos neste espaço municipal, no Posto de Turismo ou online.

Tradicional Matança do Porco este sábado em Degolados

A junta de freguesia de Degolados organiza amanhã, sábado, 9 de abril, a Matança tradicional do Porco, no Centro Polivalente da Freguesia.

João Cirilo, presidente da Junta de Freguesia de Degolados revela que este dia pretende “reviver, o que em outros tempos era a matança do porco, reproduzindo essa mesma tradição”.

No sábado, depois do almoço haverá ainda animação musical, a cargo de Jorge e Célia Pedras, para que as pessoas se divirtam um pouco, que estamos todos carentes disso, depois destes dois anos de pandemia”, diz ainda o presidente da junta.

O almoço alusivo à Tradicional matança do Porco, está marcado para as 13 horas deste sábado, no Centro Polivalente de Degolados.

Missa e Procissão marcam o início da Festa em honra de Nossa Senhora da Enxara

As Festas em Honra de Nossa Senhora da Enxara estão de regresso este ano, depois de dois anos de interregno devido à pandemia, tendo início já este sábado, 9 de abril, com missa e procissão.

Liliana Gorino, membro da Associação, afirma que um grupo de jovens decidiu abraçar estas Festas, para “não deixar morrer a tradição”, sendo que nestes anos de pandemia, foram complicados para a manutenção do Santuário, que foi feita por este grupo.

“Tivemos autorização, para realizar a festa, um mês antes, e entrámos em contacto com os feirantes e bem como grupos convidados”, diz Liliana Grilo, e enaltece o apoio do município, bem como da junta de freguesia.

Os feirantes regressam assim à Enxara, este ano, um pouco mais tarde, e neste momento há “metade dos acampamentos reservados”.

As Festas têm início já hoje com a procissão, precedida de missa, partindo da igreja de Ouguela, em direção ao Santuário de Nossa Senhora da Enxara, num total de cerca de dois quilómetros.

A missa na Igreja de Ouguela está marcada para hoje, 9 de abril, às 20.30 horas, seguindo-se a procissão às 21 horas.

As festividades prosseguem no próximo sábado, dia 16, como uma noite de garraiada, às 21 horas; já no domingo dia 17, há missa da Ressurreição às 15 horas, às 17 horas uma tarde de garraiada e, o baile com Duo Jorge e Cália, às 21 horas.

Na segunda-feira, dia 18, às 16 horas tem lugar a missa de ação de graças e uma hora mais tarde a Procissão em Honra de Nossa Senhora da Enxara.

Estrutura alusiva ao amor inaugurada em Campo Maior

A estrutura “Serei o que me deres… que seja amor” foi inaugurada esta sexta-feira, dia 8, no âmbito do “Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância”, que conta com uma série de atividades preparadas pela CPCJ de Campo Maior, com o apoio do Município e restantes parceiros institucionais.

A estrutura, em forma de coração, está colocada em frente do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro (CERN) e os alunos do concelho e respetivos professores colocaram um laço azul como forma de assinalar este mês.

O momento foi precedido por uma intervenção de Pedro Reis, comissário da CPCJ – Campo Maior e Presidente do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, por uma demonstração de ginástica e pela música de Catarina Moreira e Margarida Silva, acompanhadas à viola por Alexandre Gomes.

Mais 67 casos Covid registados na última semana em Campo Maior

Campo Maior registou, desde o passado sábado, 2 de abril, até hoje, 8 de abril, 67 novos casos de Covid-19 e 97 recuperações da doença.

No concelho, encontram-se ativos 63 casos de infeção.

Desde o início da pandemia, Campo Maior registou 2.863 casos positivos, 19 óbitos e 2.781 altas.

Estrutura alusiva à prevenção dos maus tratos na infância inaugurada em Campo Maior

A Estrutura “Serei o que me deres…que seja amor” é inaugurada, hoje, às 10.30 horas, no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, no âmbito das comemorações do mês da prevenção dos maus-tratos na infância.

Francisca Russo, presidente da CPCJ de Campo Maior, explica que este é um momento importante, na medida em que os alunos, podem, diariamente, “olhar para a estrutura, feita por Luís Saraiva, funcionário do município, e levar uma mensagem positiva, de amor que, é o que faz falta para as crianças e jovens, sendo que a base de tudo está no amor, solidariedade e compreensão”.

No momento da inauguração estão presentes os alunos do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, da Santa Casa da Misericórdia, e do Centro Educativo Alice Nabeiro, que colocam, simbolicamente uma fita azul na estrutura para assinalar a  prevenção dos maus tratos na infância.

GNR alerta alunos de Campo Maior para excessos na viagem de finalistas

Um grupo de 43 alunos, da Escola Secundária de Campo Maior, parte na manhã deste sábado, dia 9 de abril, com destino a Punta Umbría, em Espanha, para uma semana de festa, naquela que é a sua viagem de finalistas.

Esta quinta-feira, estes alunos estiveram a participar numa ação de sensibilização, conduzida por três militares do Posto Territorial de Campo Maior da GNR. Foram alertados para os riscos dos excessos, habitualmente, cometidos por esta ocasião, tendo os militares lembrando, entre outros, o fácil acesso a drogas e álcool.

Para o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, esta conversa, “sem grandes moralismos, de forma aberta e franca”, serviu, sobretudo, para que estes jovens possam viver esta viagem de finalistas da melhor maneira possível, sem grandes excessos.

“Eles têm de ter consciência que há uma linha vermelha que nunca se deve ultrapassar e esta iniciativa da GNR, que deve ser louvada, e que nós aceitámos, com todo o carinho, quando nos foi proposta, serviu para isso: para que eles percebam que não há problema nenhum em estarem longe de casa, e dos pais, uma semana, mas fazendo as coisas corretas”, acrescenta Jaime Carmona.

O diretor espera que os alunos se possam divertir, mas lembra que se devem recordar que, depois da viagem, “a vida continua na mesma”. Apesar da confiança que diz ter nestes alunos, o facto de, nos dois últimos anos, as festas, onde habitualmente há consumo de álcool, por exemplo, terem sido impedidas, devido à pandemia, causa alguma apreensão.

Já João Cruz, presidente da Associação de Estudantes da Secundária de Campo Maior e aluno  finalista, garante que a sessão foi importante para os alertar para os riscos que correm, não escondendo o seu entusiasmo para esta viagem. Também Margarida Favita, outra aluna finalista, espera divertir-se muito nesta viagem, assegurando que tem consciência dos riscos que os excessos acarretam.

 

Campo Maior: “História do Ciganinho Chico” apresentada na Semana da Interculturalidade

A “História do Ciganinho Chico” foi apresentada esta quinta-feira, 7 de abril, às crianças de quarto, quinto e sexto anos de Campo Maior, no auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, pelo seu autor, Bruno Gomes, numa das várias iniciativas que integra a programação da Semana da Interculturalidade.

Também esta manhã, na biblioteca da escola, foi inaugurada a exposição de fotografia “Camelar”, de Sérgio Aires, que retrata, tal como o livro, a comunidade de etnia cigana.

Quanto ao livro, Bruno Gomes recorda que, depois de apresentar o pré-projeto para que o pudesse publicar, foram muitas as editoras que se riram de si. Com o apoio da Fundação Calouste Goulbenkian, conseguiu lançar a obra, que tem como objetivo falar, sobretudo nas escolas, da cultura cigana, que entende como uma “lacuna”. “Senti necessidade de escrever algo, que pudesse ajudar, e ser uma ferramenta pedagógica para os professores”, revela.

O livro, adianta o autor, tem vindo a ser “bem trabalhado”, nas escolas, quer de Portugal, quer do Brasil, pelos professores. “Já tive oportunidade de apresentar o livro em Brasília e nunca pensei que o livro tivesse tanto sucesso. Mas o principal objetivo é mesmo tentar esgotar todo o preconceito que existe, através do conhecimento”, diz ainda.

Esta Semana da Interculturalidade resulta de uma organização do Coração Delta, enquanto entidade coordenadora do CLDS, o Município de Campo Maior, o Agrupamento de Escolas, a Rede Europeia Anti-pobreza e o Alto Comissariado para as Migrações.

Com um “número elevado de famílias de etnia cigana” na vila, recorda Maria Manuel Valentim, coordenadora do CDLS em Campo Maior, é preciso deixar de lado o estigma associado a essa comunidade, começando esse trabalho a ser feito, nas escolas. “Com este dia intenso de atividades, para todos os alunos e professores do Agrupamentos, queremos dar a conhecer outra perspetiva desta comunidade”. Também Dionísia Gomes, coordenadora da Coração Delta, explica que com esta iniciativa da Semana da Interculturalidade, procura-se, sobretudo, começar a trabalhar com os mais pequenos para que as crianças tenham uma aceitação diferente perante a comunidade cigana.

Já a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha, lembra que desbravar caminho, nesta área, “não tem sido fácil”, mas que, com resiliência, vai-se conseguir quebrar muitas barreiras.

Ao início da tarde, decorre uma sessão com testemunhas de mulheres ciganas, que, contrariamente ao que acontece, tradicionalmente, conseguiram formar-se e ter um emprego.

Esta Semana da Interculturalidade, em Campo Maior, fica marcada por uma exposição de fotografia, a apresentação de um livro, uma sessão com o testemunho de várias mulheres ciganas, a apresentação de produtos feitos pela comunidade de etnia e mostra da sua gastronomia.

12 restaurantes de Campo Maior aderem à Quinzena Gastronómica Terras de Borrego

Quem visitar Campo Maior, a partir de amanhã,8 de abril e até ao dia 24 deste mês, pode degustar, nos 12 restaurantes aderentes, pratos à base de borrego, no âmbito da quinzena Terras de Borrego.

Luís Rosinha, presidente da câmara de Campo Maior, revela que esta iniciativa “é importante para todo o distrito, numa causa que é de Sousel, mas também é de todos os outros concelhos, uma vez que dá destaque aos produtos endógenos da região”.

Esta quinzena gastronómica alusiva à Páscoa, pretende apoiar a economia local e contribuir para o desenvolvimento turístico do distrito e da região. No Alto Alentejo são mais de 100 os restaurantes aderentes à iniciativa, nos 15 concelhos do distrito, alusiva ao selo “Sousel, Capital do Borrego”.

Em Campo Maior os 12 restaurantes, onde podem ser degustadas diversas iguarias à base do borrego são os seguintes: Azeitona Tapas Bar, Car Zone Copas e Tapas, Herdade dos Adaens – Restaurante “Cozinha do Mercado”, Olívale Hotel Rural, “Lira Dourada”, “O Faisão”, “O Tarro”, “Primavera”, “S. Pedro”, Sunset Bar, Taberna “O Minisitro” e Tasca da Nicole.