Recriação histórica dinamizou economia de Campo Maior

O último fim-de-semana, dias 24 e 25 de setembro, foi de recreação histórica em Campo Maior. As invasões francesas de 1811 foram o palco para as inúmeras atividades que decorreram na vila e que contaram com cerca de 200 figurantes.

A presença de todas estas pessoas na vila fez com que a economia do concelho contasse com uma grande dinamização com restaurantes cheios e camas ocupadas.

Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, considera que “é deste tipo de iniciativas que o concelho precisa, focando-se não só na população mas também em todos os agentes económicos, desde a restauração à hotelaria. Contámos com uma dinâmica diferente no concelho e vem no seguimento do que temos feito ao longo do último ano. Se olharmos para a semana passada, tivemos aqui um Festival Internacional de dança, demos uma forma diferente ao Festival Raya e vamos avançar, na próxima semana, com a semana dos idosos e também do desporto. Portanto, acho que nos temos focado bastante nestes dois setores, quer a população quer a vertente económica”.

Para José António Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa, “Campo Maior reúne todas as condições, e mais algumas, para receber estas atividades. Sendo a primeira vez que vim ao Castelo de Campo Maio, fiquei muito bem impressionado”.

A recriação histórica das invasões francesas de 1811 decorreu em Campo Maior numa organização do município local e da Associação Napoleónica Portuguesa.

Projetos de formação artística de Campo Maior com inscrições abertas

O Município de Campo Maior tem abertas as inscrições para o ano letivo 2022/2023 para os projetos de formação artística.

Ao nível da dança, a autarquia volta a promover as modalidades de Ballet Clássico, Dança Contemporânea e Dança Oriental. “Estamos a tentar também reforçar as aulas de sevilhanas”, adianta a vereadora São Silveirinha, apelando às pessoas para que se inscrevam: “associem-se a estas iniciativas, que são muito importantes, nem que seja para desanuviar, ao longo da semana, porque estamos sempre tão cheios de trabalho, que acabamos por não ter tempo para nós próprios”.

Os interessados podem ainda fazer a sua inscrição para as aulas de Teatro, para integrar o projeto EntrePalcos. As inscrições podem ser feitas no Centro Cultural de Campo Maior ou através de um formulário online, disponível aqui.

Procissão do Regresso dos Pendões ligou a Piedade à Sé

A Procissão do Regresso dos Pendões ligou o Santuário da Piedade à Sé de Elvas, na tarde deste domingo, 25 de setembro, e foi acompanhada em direto pela reportagem da Rádio Campo Maior. O cortejo religioso saiu da Piedade pouco depois das 17 horas e chegou à Praça da República às 18.10 horas.

Carlos Damião, juiz da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, à nossa reportagem, fez um balanço positivo da feira e das festas deste ano, salientando muitos participantes na Procissão do Pendões no dia 20 e muitos presentes no Parque da Piedade, deixando os comerciantes satisfeitos com a afluência, confessando que aceita as críticas construtivas mas não as outras.

O padre Ricardo Lameira, reitor do Santuário da Piedade, referiu à Rádio Campo Maior que os dias 20, 21, 22 e 23 foram o ponto alto da festa religiosa e apontou que as duas facetas destes dias, a feira e a festa religiosa, correram bem.

Vicente Grenho, presidente da Direção da Banda 14 de Janeiro, aos nossos microfones, mostrou-se orgulhoso pela banda interpretar o Hino do Senhor Jesus da Piedade, porque “as pessoas dizem que ninguém toca como nós”, referiu.

Com a entrada dos últimos pendões na escadaria e adro da Sé, ouviu-se o “último foguete” do São Mateus 2022, com o seu estralejar a ser acompanhado em direto pela Rádio Campo Maior, que, às 9 horas de dia 20, já acompanhara o “primeiro foguete”.

Agora, vivam as Festas do Senhor Jesus da Piedade e a Feira de São Mateus, em 2023!

Cuca Roseta, Ivandro e Aurea na Festa da Vinha e do Vinho

Tal como noticiámos anteriormente, a Festa da Vinha e do Vinho decorre em Borba, entre os dias 9 e 13 de Novembro.

Além da degustação de vinho e produtos regionais, bem como atividades de cariz cultural e tradicional, a vertente musical assume um papel muito importante no certame, com nomes locais e nacionais.

A Câmara Municipal de Borba, entidade organizadora do evento, já divulgou os artistas presentes. Sendo assim, no dia 9 de novembro, quarta-feira, às 21.30 horas, atuam os Sangre Ibérico. A noite de quinta-feira, dia 10, é dedicada aos fadistas de Borba seguidos de Cuca Roseta, pelas 22.30 horas. Na sexta-feira, dia 11, atua Ivandro, os Cromos da Noite, KARETUS e Dj Diaz. No sábado, dia 12, é a vez de AUREA subir ao palco da festa, seguida de Dj Brat e Dj S-Silva. No último dia, às 16 horas, atua Rebeca e a cerimónia de encerramento conta com baile com Zé Pedro Sousa.

Grupo Nabeiro promove evento de inovação Delta 2022 a 4 de outubro

O Grupo Nabeiro promove no próximo dia 4 de outubro, no cineteatro do Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, o evento de inovação Delta 2022 – Try the Reverse, “onde o futuro do café vai ganhar um novo sentido”.

De acordo com o Grupo Nabeiro, “novas perspetivas que elevam a experiência do café a um patamar superior estão prestes a acontecer”. O evento, que tem início marcado para as 10.30 horas, contará com a presença do Conselho de Administração do Grupo Nabeiro.

“Campo Maior no centro de um conflito internacional” apresentado no CIFA

O campomaiorense Rui Rosado Vieira apresenta este domingo, 25 de setembro, o livro “Campo Maior no centro de um conflito internacional”, pelas 16 horas, no auditório do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada, em Campo Maior.

A mais recente obra de Rui Vieira é baseada em documentação até aqui inédita, que destaca o papel preponderante de Campo Maior e dos campomaiorenses nos intensos conflitos militares e sociais que assolaram a Europa e o continente americano, desde a Guerra das Laranjas até à Guerra Civil de 1832-1834, passando pelas Invasões Napoleónicas e os tumultos sociais e políticos provocados na praça de Campo Maior.

Campo Maior regressa a 1811 este fim de semana

Este fim de semana, dias 24 e 25 de setembro, Campo Maior regressa ao ano de 1811 com a recriação histórica das invasões francesas à vila. Combates, desfile pelas ruas do centro histórico e um baile oitocentista são algumas das atividades a decorrer.

A cerimónia de abertura contou com um desfile dos cerca de 170 figurantes pelas ruas da vila, entre o castelo e Praça da República.

Luís Rosinha, presidente da câmara de Campo Maior, considera que “esta é uma das datas importantes do concelho e que tem que ser destacada. O nosso concelho mostrou uma defesa à Pátria e é muito importante que a nossa comunidade conheça os acontecimentos daquela altura”.

Já José António Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa, explica que “nesta recreação estão presentes cinco grupos de recreação histórica portugueses e dois espanhóis, num total de cerca de 200 pessoas. Para preparar esta recreação tivemos que fazer um reconhecimento dos locais, sobretudo para garantir a segurança de todos uma vez que temos armas a disparar, apesar de ser com pólvora seca”.

A recriação histórica das invasões francesas de 1811 a Campo Maior conta ainda hoje com a simulação histórico – militar de combates entre tropas que defendem Campo Maior e as tropas invasoras, no Baluarte de São Sebastião, às 21.30 horas e o regresso das tropas ao Castelo de Campo Maio, seguido de baile oitocentista aberto à população, está marcado para as 22.30 horas.

Cerco de 1811 a Campo Maior recriado este fim de semana

Campo Maior, a partir do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA), vai ser palco, entre hoje e amanhã, sábado e domingo, dias 24 e 25 de setembro, de uma recriação histórica, que pretende evocar o cerco de 1811 pelo exército francês.

Combates, desfile pelas ruas do centro histórico e um baile oitocentista são algumas das atividades previstas.

Nesta recriação oitocentista, irão participar cerca de 170 recreadores, da Associação Napoleónica Portuguesa, revela a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha, não tendo dúvidas que este será “um grande momento”.  “Todos temos que acompanhar este momento, porque vamos ter um sábado repleto de desfiles, combates, de workshops”, acrescenta.

A iniciativa, que arranca hoje, por volta das 10 horas, estende-se até à meia-noite. Amanhã, as atividades decorrerão até à hora de almoço. “Eu acho que as pessoas têm mesmo de se associar a esta recriação histórica, porque será um momento muito especial para nós”, diz ainda a vereadora.

Veja as imagens da segunda corrida de touros da Feira de São Mateus

A segunda corrida de touros da Feira Taurina de São Mateus decorreu ontem, sexta-feira, dia 23 de Setembro, no Coliseu de Elvas.

Em praça estiveram os cavaleiros João Moura, João Salgueiro e Marcos Bastinhas e os Forcados Amadores de Évora e Académicos de Elvas, com seis touros da ganadaria Canas Vigouroux.

No espetáculo tauromáquico foi realizada uma homenagem póstuma a José Caldeira, aficionado que faleceu no passado dia 2 de Agosto, vítima de um acidente de viação.

Luís Machado sobre José Caldeira: “espero que desfrute, lá em cima, da nossa atuação”

Os Forcados Amadores Académicos de Elvas voltam a entrar em praça, no Coliseu Comendador Rondão Almeida, na noite desta sexta-feira, 23 de setembro, para a segunda corrida da feira taurina de São Mateus, depois de já terem pegado na primeira, no passado sábado.

Sendo esta uma corrida de homenagem a José Caldeira, o cabo dos Académicos de Elvas, Luís Machado (na imagem), lembra que este era um “grande aficionado e um grande amigo” do grupo, até porque também um dos seus filhos foi membro dos Forcados de Elvas. “É uma responsabilidade muito acrescida, porque foi uma pessoa que nos deu sempre a mão”, assegura.

“É uma corrida de figuras, do maestro João Moura, do maestro João Salgueiro, que sempre tiveram uma grande rivalidade, e o cavaleiro da terra, que tem vindo a fazer uma temporada espetacular, tem estado nas corridas todas importantes do país e está com uma garra descomunal”, acrescenta Luís Machado.

Fazer as “coisas bem feitas”, para que alcancem o triunfo, diz ainda o cabo dos Forcados de Elvas, é o principal objetivo do grupo. “Esperemos que ele (José Caldeira), lá em cima, desfrute desta nossa atuação, que esteja connosco e que nos possa ajudar a que a corrida seja um sucesso”, remata Luís Machado.