Espetáculo de fado, dança e teatro este sábado à noite em Campo Maior

A nova associação cultural de Campo Maior, “Agora Quer’Arte”, apresenta na noite deste sábado, 22 de outubro, pelas 21h30, no centro cultural da vila, o espetáculo “Agora… Canta-se o Fado!”.

Mais que uma noite de fados, este será um espetáculo que, no seguimento do sucesso da revista à portuguesa “Agora é que é!”, une a música ao teatro e à dança. “Quisemos fazer mais que uma noite de fados normal, como fazemos teatro de revista, e juntamos as áreas da música, do teatro e da dança, porque gostaríamos também de ter, nesta noite de fados, essas áreas implementadas”, explica Leonor Alegria, atriz, cantora e membro da associação.

Esta noite de fados, adianta outro dos membros da associação, Duarte Silvério, surge num momento em que estão já a preparar uma nova revista à portuguesa. “O grupo continua unido (depois da apresentação de “Agora é que é!”), o público pediu muito mais espetáculos e coisas diferentes e, por isso, nós pensámos em fazer uma nova revista à portuguesa. Enquanto não estreamos a nova revista, pensámos em fazer uma noite de fados”, revela.

Esta será uma noite de fados “muito diferente” daquilo que é habitual, que promete um espetáculo muito abrangente, capaz, entre outros, de levar o público às gargalhadas. “As pessoas que entrarem para a sala vão estar à espera de qualquer coisa, só com a ideia de que há fado, que há teatro e que há dança”, comenta ainda Duarte Silvério.

Juntam-se a Leonor Alegria e Duarte Silvério neste espetáculo os fadistas Dina Valério, Helena Brita, João Carita e Toy Faria, que serão acompanhados por Paulo Cachinho na guitarra portuguesa e Miguel Monteiro na viola de fado.

Os bilhetes para o espetáculo estão esgotados há já algum tempo. Tendo em conta a forte adesão do público, a associação tem em mente avançar com uma nova edição do evento, por mais que possa não ser exatamente igual.

Cãominhada em Campo Maior cancelada devido ao mau tempo

Devido às previsões de mau tempo para amanhã, dia 22 de outubro, a Cãominhada, organizada pelo Grupo dos Amigos dos Animais de Campo Maior, foi cancelada.

Nesta iniciativa, em que o Grupo dos Amigos dos Animais de Campo Maior contava com o apoio da Câmara Municipal e de várias instituições e empresas do concelho, estava previsto um percurso pelas ruas da vila, que inclui passagem pelo castelo, em que os fiéis companheiros de quatro patas seriam os protagonistas.

Pode ser uma imagem de cão e texto

“Fronteira acarreta alguns desafios”, diz o Comandante da GNR de Elvas

O capitão Rui Jacob é o novo comandante do Destacamento Territorial de Elvas da Guarda Nacional Republicana (GNR), do qual faz o concelho de Campo Maior.

Apesar de ter iniciado funções no Destacamento Territorial de Gouveia, na Guarda, o capitão já conhecia o distrito, uma vez que “antes de chegar ao Destacamento de Elvas, foi comandante de pelotão no centro de formação da GNR de Portalegre”.

O capitão Jacob considera que o destacamento de Elvas “é interessante, tando a nível de zona de ação como de atividade operacional. Tem algumas particularidades, como a da fronteira, com algumas dinâmicas próprias e que acarreta desafios diferentes para os agentes”.

A fronteira “exige alguma cooperação constante e troca de informação com as autoridades espanholas e para isso temos também o Centro de Cooperação Policial e Aduaneiro, em que temos , em permanência militares da guarda, bem como de outras autoridades portuguesas e espanholas, sendo muito importante para que tudo corra bem”.

O capitão Rui Jacob é natural de Condeixa-a-Nova e tomou posse no passado dia 3 de outubro, sucedendo no cargo ao capitão João Lourenço.

“É Tempo de Ajudar” idosos mais desfavorecidos com produtos de higiene

Imagem de arquivo

O “Tempo para Dar”, da Associação Coração Delta, do Grupo Nabeiro, volta a promover, este fim de semana, dias 22 e 23 de outubro, a campanha solidária “É Tempo de Ajudar”. Trata-se de uma campanha de angariação de produtos de higiene, destinados aos idosos mais carenciados de vários concelhos dos distritos de Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.

A campanha vai decorrer num total de 18 lojas Intermarché, incluindo nas de Elvas e Campo Maior. “Champô, gel de banho, desodorizante, escova e pasta de dentes são os produtos que consideramos base para a higiene pessoal”, começa por explicar a responsável pela campanha, Cláudia Gama.

A campanha, que vai já para a sua nona edição, tem corrido sempre “muito bem”, garante Cláudia Gama, atingindo “maior sucesso” desde que, no ano passado, o Corpo Nacional de Escutas se associou à causa, sendo os escuteiros quem garante “o voluntariado nas lojas”.

A campanha vai decorrer nas lojas Intermarché de Elvas, Campo Maior, Ponte de Sor, Portalegre, Vila Viçosa, Estremoz, (Quinta do Alcântara e Frei Aleixo), Vendas Novas, Arraiolos, Redondo, Beja, Moura, Serpa, Odemira, Alcácer do Sal, Vila Nova de Santo André e Sines.

Para que possa ser garantida a maior eficácia e objetividade na atribuição dos kits de higiene, o “Tempo para Dar” tem vindo a estabelecer contactos com os municípios em cujas áreas geográficas decorre a campanha. Neste sentido, deverão ser os gabinetes de ação social das autarquias os responsáveis por sinalizar e entregar os kits aos idosos mais desfavorecidos do respetivo concelho.

Campo Maior assinala Dia para a Erradicação da Pobreza e para a Igualdade

Encontram-se expostos na Câmara Municipal de Campo Maior os trabalhos realizados pela Coração Delta e pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica (NAVVD), do Distrito de Portalegre, que assinalam o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e o Dia Municipal para a Igualdade, que este ano se celebrou esta quinta-feira, 20 de outubro.

A atividade foi organizada pelo setor de Ação Social da Câmara Municipal de Campo Maior, em parceria com o Núcleo Distrital de Portalegre da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza, o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica (NAVVD) da Cruz Vermelha de Portalegre e o CLDS4G de Campo Maior.

As datas celebradas visam apelar, sensibilizar e consciencializar toda a comunidade numa escala, não só local e nacional, mas também internacional, para valores fulcrais como a Igualdade e a Não-Discriminação.

Trata-se assim de uma iniciativa cidadã, um compromisso coletivo, onde se pretende envolver toda a comunidade, promovendo o respeito pelos Direitos Humanos, pois “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.

Fonte: Município de Campo Maior

CIPGCRN procura aumentar nível de qualificação da comunidade

O Centro Internacional de Pós-Graduação Comendador Rui Nabeiro (CIPGCRN), em Campo Maior, já iniciou mais um ano letivo, com a oferta de um vasto leque de cursos. Estes cursos contemplam, quer ações de formação inicial, quer contínua, e têm por objetivo, acima de tudo, aumentar o nível de qualificação da comunidade em geral.

Segundo a diretora do CIPGCRN, Cristina Lages, a oferta divide-se “em quarto áreas de atuação distintas”, entre as quais a própria formação interna dos colaboradores do Grupo Nabeiro e a formação ao nível do Centro Qualifica, que “tem como objetivo permitir, a quem não concluiu o seu processo de educação formal, concluindo o 9º ano, o 12º ano e ainda um nível pós-secundário”.

Ao nível dos cursos de aprendizagem, de formação inicial de dupla certificação, para jovens entre os 16 e 25 anos, com o 9º ano completo, Cristina Lages destaca o novo curso de Manutenção Industrial, Metalurgia e Metalomecânica.

A Academia Barista Delta, para a comunidade em geral, o Master Café Delta, para os profissionais do setor da hotelaria e restauração, e ações de formação ao nível das línguas, sobretudo de inglês e espanhol, são outras das ofertas do centro.

Os formandos do CIPGCRN, na sua totalidade, chegam a ser mais de seis mil, todos os anos.

“Villa Athletic Club reunia os requisitos” para competir, garante Daniel Pina

O presidente da Associação de Futebol de Portalegre, Daniel Pina, garantiu esta tarde, em conferência de imprensa, que “o Villa Athletic Club cumpria todos os requisitos para participar no campeonato distrital de futebol sénior”.

De acordo com o responsável, “Um clube, para se filiar na Associação de Futebol de Portalegre como em qualquer Associação de Futebol do país, tem de ser um clube legalmente constituído, com estatutos e órgãos sociais, e ter sede e campo na área de jurisdição dessa Associação. E foi o que aconteceu. O Villa Athletic Club reunia todos esses requisitos e solicitou filiação na Associação de Futebol de Portalegre que, por sua vez, submeteu na Plataforma Score toda a documentação exigida para aprovação pela Federação Portuguesa de Futebol, a qual veio a acontecer no dia 1 de agosto”.

“Não foi a Associação de Futebol de Portalegre que criou o clube. Não foi a Associação de Futebol de Portalegre que fez os estatutos do clube. Não foi a Associação de Futebol de Portalegre que elegeu os órgãos sociais do clube. Não foi a Associação de Futebol de Portalegre que arrendou uma loja em Ponte de Sor para ser a sede do clube e não foi a Associação de Futebol de Portalegre que cedeu o Estádio Municipal de Ponte de Sor ao clube”, garantiu ainda Daniel Pina.

O presidente da associação deixa “uma palavra de solidariedade aos jogadores que enfrentam dificuldades. Não foi este o projeto que foi apresentado à Associação de Futebol de Portalegre e aos clubes filiados na Assembleia Geral em Monforte, no dia 27 de agosto”.

De acordo com Daniel Pina, na primeira jornada foi informado “verbalmente e por escrito. e-mail, da falta de comparência do Villa. Já na segunda jornada, foi feita a mesma comunicação oral mas nunca chegou a ser formalizada por escrito, pelo que, eu não achei estranho clube comparecer ao jogo em Elvas. Segundo sei, o clube apresentou-se com os 12 jogadores que tinha inscritos, pelo que nenhum estava irregular, e teve alguma dificuldade em inscrever na plataforma o treinador, o diretor e os jogadores. Agora, foi entendimento da equipa de arbitragem que o clube estava em condições de jogar, uma vez que o jogo não se deixa de fazer por não ter treinador ou dirigente. Agora, o relatório do árbitro segue para o conselho de disciplina que atuará de acordo com o regulamento disciplinar”.

Uma vez que o Município de Ponte de Sor revogou o acordo de cedência das instalações ao Villa Athletic Club, “o clube tem agora que encontrar um novo campo para realizar os jogos em casa ou deixará de reunir os requisitos para continuar a competição”.

De recordar que o Villa Athletic Club, cujos treinos decorriam em Lisboa e que contava com jogadores com extensa experiência nos principais escalões do futebol português, foi criado em junho deste ano e inscrito na Associação de Futebol de Portalegre, em Agosto.

Na primeira jornada não compareceu ao jogo e na segunda, em Elvas, apresentou-se com apenas 12 jogadores, equipamentos emprestados e sem equipa técnica ou médica.

A situação tem vindo a agravar-se com queixas de falta de pagamento aos jogadores.

Rondão Almeida: parque empresarial é “calcanhar de Aquiles” da Câmara de Elvas

Quando em dezembro do ano passado, o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, apresentou, a um conjunto de empresários do setor da construção civil, a Estratégia Local de Habitação para o concelho, deu a conhecer o projeto para o alargamento da atual zona industrial, num investimento a rondar os 12 milhões de euros, ao nível das infraestruturas, e mais oito milhões, na aquisição de terrenos (ver aqui).

Agora, e passados dez meses, o autarca garante que este parque empresarial é o “calcanhar de Aquiles” do município, depois de oportunidades perdidas, no decorrer dos últimos oito anos. “Houve a possibilidade de um investimento entre os dois e os quatro milhões de euros, no alargamento desta zona, mas o presidente da Câmara de então achou melhor requalificar a antiga zona industrial, neste caso a zona de Gil Vaz e Fontainhas, pondo lá os pavimentos e aqueles passeios”, começa por dizer.

Com esta renovação, Rondão Almeida garante que se “perdeu a oportunidade de gastar esse dinheiro para aumentar aquela zona”. Ainda assim, recorda, foram comprados dois hectares de terreno, assegurando que são necessários, pelo menos, 50 hectares, que, nas contas do presidente, representarão um investimento a rondar os cinco ou seis milhões de euros, fora outros “cinco ou seis milhões para infraestruturas”. Para fazer esse investimento, Rondão Almeida revela que a Câmara Municipal tem estado a preparar-se para se candidatar ao “programa 2030, porque através do PRR não se consegue”.

Por esta altura, estão a ser negociados “até cinco hectares” de terreno, na zona industrial de Vila Boim, para a instalação de uma “grande empresa”. “Vamos ver é se essa grande empresa consegue levar as suas intenções até ao fim”, comenta, ainda assim. Por outro lado, Rondão Almeida revela que a autarquia tem “qualquer coisa como 12 hectares, em termos de zona industrial disponíveis, para começar a colocar lá qualquer empresa que necessite de território até cinco metros quadrados”.

O autarca garante ainda que, em caso de necessidade, e para dar resposta às intenções das empresas que se queiram instalar em Elvas, o município poderá mesmo chegar fazer contratos com os proprietários dos terrenos. “O mundo empresarial sabe que existe, neste momento, uma oferta de terrenos, para se poderem colocar no concelho de Elvas, e não é por acaso que cada uma das nossas aldeias tem, de facto, um pequeno parque empresarial”, remata.

Na altura da apresentação da Estratégia Local de Habitação, Rondão Almeida quis deixar claro aos presentes nessa reunião que não dava nada como garantindo, sendo que as obras só poderiam avançar no caso de se conseguir financiamento para elas acima dos 90 por cento.

Cãominhada solidária no sábado em Campo Maior

O Grupo dos Amigos dos Animais de Campo Maior promove no sábado, dia 22 de outubro, mais uma Cãominhada Solidária.

A iniciativa contará com um percurso pelas ruas da vila, que inclui passagem pelo castelo, em que os fiéis companheiros de quatro patas são os protagonistas. Contudo, revela uma das responsáveis da associação, Mafalda Ensina, a cãominhada só se realizará se o tempo o permitir. “Estamos um bocado indecisos, uma vez que estão previstas trovoadas para sábado, à tarde”, lamenta.

Quem quiser participar, basta aparecer, no sábado, antes das 16 horas, junto aos Armazéns Municipais, na zona industrial da vila. A inscrição, feita no momento, tem o custo de três euros, sendo que os participantes podem levar os seus cães ou passear um dos que estão aos cuidados da associação. “Agradecemos muito é que passeiem os nossos, porque nem sempre temos disponibilidade para os passear, fora do abrigo. É bom para eles passearem, conviverem com outras pessoas e se vierem mais pessoas do que cães que temos para adoção, podemos passear alguns que estão no Centro de Recolha, que temos autorização para isso”, acrescenta.

A responsável recorda que, no fim de semana passado, a associação esteve a promover uma recolha de bens para os animais da associação, numa das superfícies comerciais da vila. Contudo, e com o aumento dos preços, as pessoas já não fazem as doações de outros tempos, lamenta Mafalda Ensina. “Mas comida sempre vamos conseguindo, há sempre alguém que se lembra de nós e manda uma saquinha de ração e uns patés”, revela.

Neste momento, e tendo o Grupo dos Amigos dos Animais de Campo Maior já o estatuto de associação, quem quiser pode tornar-se sócio. Para além disso, quem partilhar, nas redes sociais, as informações, divulgadas pela associação, relativas aos animais disponíveis para adoção ou que se encontram perdidos, pode ajudar a fazê-las chegar “à pessoa certa, no momento certo”.

Mafalda ensina apela ainda às pessoas para que não abandonem animais, adiantando que a associação, neste momento, está a precisar de voluntários. “Estamos sempre a precisar de pessoas, mas, acima de tudo, queremos que as pessoas se mentalizem que abandonar animais não está correto. Se não gostam de animais ou se não têm espaço, nem tempo, para eles, não os apanhem. Pensem muito bem antes de adotarem”, remata.

Nesta iniciativa de sábado, o Grupo dos Amigos dos Animais de Campo Maior conta com o apoio da Câmara Municipal e de várias instituições e empresas do concelho.

Espetáculo “Agora… Canta-se o Fado!” apresentado no sábado em Campo Maior

A nova associação cultural de Campo Maior, “Agora Quer’Arte”, apresenta na noite de sábado, 22 de outubro, pelas 21 horas, no centro cultural da vila, o espetáculo “Agora… Canta-se o Fado!”.

Mais que uma noite de fados, este será um espetáculo que, no seguimento do sucesso da revista à portuguesa “Agora é que é!”, une a música ao teatro e à dança. “Quisemos fazer mais que uma noite de fados normal, como fazemos teatro de revista, e juntamos as áreas da música, do teatro e da dança, porque gostaríamos também de ter, nesta noite de fados, essas áreas implementadas”, explica Leonor Alegria, atriz, cantora e membro da associação.

Esta noite de fados, adianta outro dos membros da associação, Duarte Silvério, surge num momento em que estão já a preparar uma nova revista à portuguesa. “O grupo continua unido (depois da apresentação de “Agora é que é!”), o público pediu muito mais espetáculos e coisas diferentes e, por isso, nós pensámos em fazer uma nova revista à portuguesa. Enquanto não estreamos a nova revista, pensámos em fazer uma noite de fados”, revela.

Esta será uma noite de fados “muito diferente” daquilo que é habitual, que promete um espetáculo muito abrangente, capaz, entre outros, de levar o público às gargalhadas. “As pessoas que entrarem para a sala vão estar à espera de qualquer coisa, só com a ideia de que há fado, que há teatro e que há dança”, comenta ainda Duarte Silvério.

Juntam-se a Leonor Alegria e Duarte Silvério neste espetáculo os fadistas Dina Valério, Helena Brita, João Carita e Toy Faria, que serão acompanhados por Paulo Cachinho na guitarra portuguesa e Miguel Monteiro na viola de fado.

Os bilhetes para o espetáculo estão esgotados há já algum tempo. Tendo em conta a forte adesão do público, a associação tem em mente avançar com uma nova edição do evento, por mais que possa não ser exatamente igual.