Feira do Livro de Campo Maior arranca com encenação de “A Fantabulástica Família da Alice Barbuda”

O Centro Comunitário de Campo Maior é, entre hoje e sábado, de 6 a 9 de maio, palco da anual Feira do Livro, promovida pela Câmara Municipal e pela Biblioteca Municipal João Dubraz. Com um programa preparado a pensar em todos os gostos e idades, a iniciativa convida miúdos e graúdos a explorar o mundo dos livros e a participar em atividades únicas.

Este primeiro dia da iniciativa fica marcado pela encenação da história da “Fantabulástica Família da Alice Barbuda”, da autoria da Equipa de Intervenção Precoce da APPACDM de Elvas, em diversas sessões dedicadas às crianças do ensino pré-escolar de Campo Maior.

Como explica Ana Sofia Gaspar, uma das autoras da obra, lançada em dezembro do ano passado, este livro nasceu no seguimento de uma peça de teatro sobre o uso abusivo das novas tecnologias, que a equipa apresentou, em tempos, às crianças do pré-escolar do Agrupamento de Santa Luzia, em Elvas.

A obra conta a história de “uma família comum, que podia ser a nossa, e em que no Dia da Criança os pais oferecem uma prendinha aos filhos. Um dos filhos é a Alice e a Alice recebe duas prendas: uma Barbie, que era uma prenda que ela queria muito, sendo que os pais optam também por lhe oferecer um tablet. E a história desenvolve-se com um isolamento da Alice quase em prol daquele tablet, a forma como isso influenciou aquela família e a forma como eles depois deram a volta por cima e reverteram aqui um bocadinho a situação”, revela Ana Sofia.

Já amanhã, quinta-feira, dia 7, no âmbito da Feira do Livro de Campo Maior, há um encontro intergeracional com Joana Gancho, ilustradora da obra “Os Avós”, e um momento de animação musical, para além do workshop “O Expresso Perfeito” no Centro de Ciência do Café.

Na sexta-feira, dia 8, estão previstos encontros com Sérgio Godinho, autor da obra “Olivença com Ç”, e Maria do Céu Pires, autora do livro “Sobre a Alegria – Carta aos Meus Netos”, bem como um Serão de Contos com Rodolfo Castro.

A Feira do Livro funciona, todos os dias, das 10 às 13 horas e entre as 15 e as 19 horas.

Conheça toda a programação do evento:

06 Maio

10:00 – Abertura da Feira do Livro

Encenação do livro “A fantabulástica família da Alice Barbuda”, dinamizado pela ELI – Equipa Local de Intervenção, da APPACDM de Elvas.

10:15H – Jardim de Infância “O Despertar”

10:45H – Centro de Talentos Alice Nabeiro

11:15H – Turmas de pré-escolar CERN

14:00H – Turmas de pré-escolar CERN

14:30H – Turmas de pré-escolar CERN

19:00H – Encerramento da Feira

07 Maio

Encontro Intergeracional com a ilustradora Joana Gancho e o livro “Os avós”, de António Pereira.

10:00H – 1º ciclo + público sénior

11:15H – 2º ciclo + público sénior

17:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

18:00H – Animação Musical – Público Geral

19:00H – Encerramento da Feira

08 Maio

Encontro com Sérgio Godinho e o Livro “Olivença com ç”

10:00H – 7º ano

11:00H – 8º ano

12:00H – 9º ano

15:00 H – Encontro com Maria do Céu Pires e o livro “Sobre a alegria – Carta aos meus netos”

16:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

21:00 H – Serão de Contos com Rodolfo Castro

09 Maio

Feira do Livro

10:00H às 13:00H / 15:00H às 19:00H

Montemor-o-Novo volta à Idade Média com Feira Medieval em junho

O Castelo de Montemor-o-Novo vai voltar a transformar-se num cenário da Idade Média, com a realização de uma nova edição da Feira Medieval, marcada para os dias 12, 13 e 14 de junho. O evento é organizado pelo Município de Montemor-o-Novo e promete três dias de recriação histórica, animação e tradição.

Durante o fim de semana, o castelo e a zona envolvente vão receber diversas atividades que recriam o ambiente medieval, com música de época, demonstrações de ofícios antigos, mercado de produtos tradicionais e várias animações para visitantes de todas as idades. Entre as atrações previstas estão recriações históricas, espetáculos de rua e torneios de armas que procuram transportar o público para o quotidiano da época medieval.

A feira pretende valorizar o património histórico da cidade e promover a cultura e o turismo no concelho. Durante estes dias, o recinto medieval deverá encher-se de artesãos, comerciantes e artistas, recriando o ambiente que se vivia dentro das muralhas da vila em séculos passados.

Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, revela que o executivo aceitou “a inclusão da Feira Medieval nas opções do plano deste ano, na perspetiva de ser algo que promove Montemor do ponto de vista turístico” “É algo que nos ajuda a promover a vinda a Montemor, a visitar Montemor, para conhecer não apenas a Feira Medieval, mas também o concelho, portanto, o convite que nós fazemos aos visitantes é que possam passear pela cidade, conhecer o concelho, poder ficar até numa dos nossos turismos rurais ou hotéis e poder usufruir de Montemor. Mas é também uma experiência histórica, uma vez que nos leva, a tempos antigos e perceber um pouco como é que decorria nesses tempos, esse relacionamento, o que as pessoas vestiam, o que as pessoas comiam, enfim, ter aqui algum contacto com aquilo que deve ser a nossa memória e a nossa história, que é fundamental. É isso que propomos no âmbito da feira”, assegura.

“A ideia é um pouco semelhante àquilo que temos feito, criações com a participação de artesãos a mercadores, as questões da indumentária da época, a gastronomia tradicional. Também aqui uma relevância talvez para as questões culturais e pedagógicas da história, o convite talvez às turmas de história e aos professores de história para poderem aproveitar a feira medieval para também transmitir alguns conhecimentos. Mas depois temos também cortejos temáticos, criações históricas, demonstrações de ofícios tradicionais à época, espetáculos de música e dança antiga. Portanto, temos aqui uma oferta diversificada que pretende, de alguma maneira, dar a conhecer como é que naqueles tempos, digamos, as pessoas se divertiam, por um lado, e também negociavam, por outro, uma vez que estamos a falar de uma feira e na altura as feiras eram muito importantes, eram, aliás, os momentos mais importantes de trocas nas localidades onde ocorriam”, acrescenta ainda o autarca.

Romaria da Ventosa volta a reunir população de São Vicente no campo em dias de tradição, convívio e festa

Famílias e grupos de amigos de São Vicente trocaram, no decorrer deste último fim de semana prolongado, o conforto das suas casas pelo campo para cumprir, um ano mais, a tradicional romaria em honra de Nossa Senhora da Ventosa.

De “armas e bagagens”, a população voltou a mudar-se para o campo, onde, em contacto direto com a natureza, se voltaram a viver momentos de puro convívio e diversão, com o São Pedro a ajudar à festa. “O nosso principal receio é sempre o tempo, mas estiveram dias bons, em que se conseguiu aproveitar ao máximo”, começa por dizer Rúben Ameixa, presidente da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, responsável pela organização do evento, com o apoio da Junta de Freguesia.

Com o objetivo de reunir sempre mais pessoas na romaria, a associação promoveu diversas iniciativas, como torneios de malha, um passeio de motos, uma garraiada e a caminhada do Dia da Mãe. “Todas as iniciativas tiveram uma boa adesão e, portanto, do meu ponto de vista, acho que correu tudo bem. Não houve nenhum incidente em nenhuma das iniciativas. Não podíamos estar mais satisfeitos”, assegura o responsável. A par das atividades organizadas pela associação, o feriado de 1 de maio ficou marcado pela tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Ventosa.

Fora todos aqueles que passaram pelo recinto, terão sido “cerca de cem pessoas” aquelas que, durante estes dias, estiveram acampadas junto à capela da Ventosa, espaço totalmente requalificado pela Câmara Municipal há já mais de 20 anos. “Lembro-me que vinha a esta festa e só existiam quatro paredes sem cobertura: era isso que era a capela da Senhora da Ventosa. Em boa altura, eu e o senhor presidente da junta, António Malhado, levantámos então esta capela. E esta capela hoje está em perfeitas condições e todas as pessoas que aqui vêm revêem-se precisamente na Senhora da Ventosa”, dizia o presidente da Câmara, Rondão Almeida, aos microfones da Rádio ELVAS na passada sexta-feira, quando se juntou à população local para o almoço oferecido pela junta de freguesia.

Já o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, que agradece à Associação de Festas por cumprir, um ano mais, a tradição, assegura que estes foram dias, sobretudo, de “convívio e festa”. “Foram três dias e quatro noites que se passaram aqui em convívio: dever cumprido, tanto da população como dos festeiros que conseguiram cumprir a tradição”, assegura.

Campo Maior aproxima-se do conceito de “território inteligente” com sessão da NOVA IMS no dia 19

Em parceria com a Câmara Municipal de Campo Maior, a Escola de Gestão de Informação e de Ciência de Dados da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS) promove, a 19 de maio (terça-feira), no centro cultural da vila, uma sessão de capacitação profissional, no âmbito da Estratégia Nacional de Territórios Inteligentes (ENTI).

Destinada a Pequenas e Médias Empresas (PME), startups e entidades da Administração Pública, a sessão tem como objetivo promover ganhos de eficiência operacional e apoiar a adoção de modelos de governação inteligente nos territórios, através da partilha de estratégias institucionais, da discussão com stakeholders e de demonstrações práticas de tecnologias.

De acordo com o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é mais um passo dado no âmbito da parceria estabelecida com a Universidade Nova no que diz respeito ao Centro de Inteligência Competitiva: isto, depois das duas entidades terem, recentemente, assinado um contrato de comodato, para que os técnicos e docentes daquele estabelecimento de ensino superior possam ter um espaço próprio na vila, para desenvolverem o seu trabalho.

“Aquilo que fizemos desta vez foi colocar um espaço à disposição, para que os técnicos – mão de obra especializada – e os docentes da Universidade Nova possam vir trabalhar para Campo Maior e ter um espaço próprio, onde se pode desenvolver do ponto de vista da inovação, da criação e onde, eventualmente, possamos vir aqui a ter e a abrir espaços também para o cowork ou até para a própria incubação”, refere o autarca, que destaca este como um “projeto muito interessante”.

No que toca à Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes, Rosinha lembra que a autarquia campomaiorense tem vindo, nos últimos meses, a trabalhar muito aquilo que é a inteligência artificial. “Este será mais um fórum, para o qual os técnicos e os políticos de todo o Alentejo já foram convidados a marcarem presença, e onde iremos discutir aquilo que, efetivamente, possa ser um território inteligente”, remata Rosinha.

A sessão do próximo dia 19, no Centro Cultural de Campo Maior, tem início marcado para as 9h30. No final da formação, os participantes irão receber um certificado oficial emitido pela Universidade Nova. A participação é gratuita, mas carece de inscrição (aqui).

Portalegre Gaming Fest regressa com mais consolas, videojogos, cosplay e talento local em destaque

Foto: Manobra Principal (Facebook)

O Portalegre Gaming Fest está de regresso ao Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), nos dias 9 e 10 de maio.

Depois de uma primeira edição de sucesso, no ano passado, durante a qual a associação Manobra Principal conseguiu reunir cerca de 1.200 visitantes, o evento volta a oferecer aos amantes dos videojogos e da cultura pop um conjunto de iniciativas, como torneios, demonstrações e as mais diversas atividades interativas.

Destacando, desde logo, a apresentação de jogos criados por estudantes de Portalegre no decorrer do festival, e não tendo dúvidas de que estes serão “dois dias fantásticos”, Bruno Azeitona, presidente da associação, revela que, desta feita, estarão disponíveis para o público “ainda mais consolas retro, máquinas de arcade e de realidade virtual”.

“O primeiro festival correu muito bem, tivemos muita gente, muita gente de fora, tivemos muitas consolas retro e agora claramente passámos para o nível 2. Vamos ter algumas curiosidades, vamos ter jogos criados por estudantes locais, estudantes da Escola Mouzinho da Silveira e estudantes do Politécnico que criaram os jogos e vão apresentá-los lá. Na edição anterior tivemos apenas um e agora vamos ter sete”, avança o responsável.

No decorrer do evento, que promete ser uma verdadeira “viagem no tempo para muitos”, o público poderá desfrutar de consolas desde os anos 70 até às mais recentes. “Vamos ter torneios, muitos jogos novos, muitos jogos antigos. Acho que vai ser uma partilha de emoções a todo o nível”, assegura Bruno Azeitona.

Sendo este um festival para toda a família, para além das consolas e dos videojogos, não ficarão de fora os mais tradicionais jogos de tabuleiro: “É um festival para todas as idades, é um festival para toda a gente, porque lá está, os jogos de tabuleiro também puxam muita gente, assim como os torneios de xadrez, e vai ser muito giro”.

Outra das grandes apostas do Portalegre Gaming Fest recai sobre o cosplay, isto é, a prática de vestir e interpretar personagens de jogos, filmes ou séries, que acaba por dar sempre um “ambiente totalmente diferente ao evento”. “Temos aqui algumas inscrições e vamos ter personagens totalmente diferentes, do mundo do anime, dos videojogos e de filmes, em que cada um encara a sua personagem, o seu herói, digamos assim. É muito giro e já no ano passado, quando lançámos o festival e o formulário para quem se quisesse inscrever, nunca pensámos em ter alguém e tivemos cerca de 20 cosplayers”, recorda o presidente da associação.

À semelhança do que aconteceu no ano passado, a entrada no festival volta a ser gratuita. Tanto no dia 9 como no dia 10, o evento vai abrir portas às 10 horas e encerrar às 20 horas.

Conheça o programa completo do evento:

“Mercado Cá da Terra” está de regresso ao Jardim Municipal de Campo Maior

O “Mercado Cá da Terra” regressou ontem, 3 de maio, ao Jardim Municipal de Campo Maior, marcando o início de mais uma edição deste evento, promovido pela Câmara Municipal e dedicado à promoção dos produtos endógenos e do artesanato local.

A vereadora Paula Jangita passou pelo espaço e agradeceu a participação e o empenho dos produtores e artesãos locais, destacando a importância desta iniciativa no concelho.

O evento vai continuar a animar o Jardim Municipal nos próximos meses, realizando-se no primeiro domingo de cada mês.

Campo Maior foi a “capital” da dança contemporânea ao longo do fim de semana

O Município de Campo Maior e a Axpress-Arte voltaram a juntar-se para, durante os últimos três dias, promover mais uma edição do Festival Internacional “Pés no Chão”, que contou com a participação de mais de duas dezenas de bailarinos vindos de todo o mundo.

O primeiro dia do festival, no dia 1 de maio, começou no Jardim Municipal com três coreografias que levaram a dança até ao público num exemplo da essência deste projeto, que tem como objetivo aproximar este tipo de arte das pessoas. Já durante a tarde, o Centro Cultural foi palco de mais quatro momentos em que a dança contemporânea esteve em destaque.

O segundo dia, sábado, 2 de maio, começou no espaço.arte, de onde seguiu para o Jardim Municipal, com três momentos de dança que não deixou ninguém indiferente, tanto pela beleza das coreografias, como pelas mensagens transmitidas. Por fim, ao final da tarde, o Centro Cultural foi palco de mais dois espetáculos.

O festival chegou ontem, dia 3, ao fim, com dois espetáculos que decorreram no Centro Cultural e fecharam da melhor forma este evento que já é um dos pontos altos da agenda cultural do concelho.

Vila Galé Collection Elvas tem vindo a “abrir portas” a novos artistas locais

Numa parceria estabelecida há já alguns anos com a associação juvenil Arkus, o Hotel Vila Galé Collection Elvas, todos os sábados à noite, é palco de espetáculos de música ao vivo.

Destacando o facto de alguns músicos terem tido a sua primeira experiência num espetáculo ao vivo, precisamente, numa das noites de sábado no bar do hotel, o diretor do Vila Gale Collection Elvas, Nelson Pinto, garante que, com isto, procura-se, sobretudo, “abrir a porta a novos artistas locais”. “Eles são quase todos aqui de Elvas. Alguns até fizeram o primeiro espetáculo aqui connosco e isso é muito importante para nós”, assegura

Por outro lado, Nelson Pinto revela que estes sábados à noite de música ao vivo, não são apenas destinados aos hóspedes do hotel, mas a todos quantos se queiram associar à iniciativa.

“É para a cidade toda poder usufruir de espaços únicos em Elvas, como é o hotel, o nosso bar e os nossos restaurantes. É proporcionar aqui umas noites diferentes, a quem nos visita, a quem venha de fora, como àqueles que estão em Elvas, e apoiar sempre a cultura local”, remata o responsável.

Campo Maior serviu de pano de fundo a nova produção cinematográfica da RTP

A Herdade dos Adaens e vários locais da vila de Campo Maior foram, recentemente, palco das gravações do telefilme “Manual de Sobrevivência para Ex-Casais”, realizado por Joana Machado Madeira.

Dando conta que a produção está relacionada com a temática das mulheres, assim como com a dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, revela que a expectativa é que o filme venha a estrear, na RTP, no início do próximo ano. Considerando que estes “são sempre momentos muito interessantes”, Rosinha adianta que o filme aborda questões que são também “muito importantes” para a própria autarquia.

“Num protocolo que não nos pareceu excessivo, tivemos aqui durante mais de uma semana muita gente em produção. São sempre semanas felizes porque surgem os artistas nacionais na nossa terra, em Campo Maior, e eu acho que o produto final será, com certeza, um produto que irá agradar muito a todos os campomaiorenses, mas não só”, remata o autarca.

Com Rita Salema, Nuno Nolasco, Carolina Loureiro e Rui Porto Nunes nos principais papéis, esta produção cinematográfica resulta de uma colaboração entre a Ukbar Filmes e o Município de Campo Maior. A comunidade local foi desafiada a participar nas filmagens.

CEBAL quer vir a produzir biocombustíveis a partir de bagaço de azeitona

O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL), sediado em Beja, tem estado representado na 38ª edição da Ovibeja, para dar a conhecer ao público um projeto que, integrando o “grande projeto de transferência de tecnologia BIOALENTEC”, prevê a produção de biocombustíveis sustentáveis.

Em causa, segundo explica a investigadora Conceição Fernandes, está uma das fases do processo, relativa à destoxificação de hidrolisado de bagaço de azeitona, com vista à produção de etanol.

“Aqui o que nós estamos a apresentar é uma solução para eliminar alguns compostos que são inibidores dos processos de fermentação, que permitem obter o etanol, que vai substituir a gasolina”, adianta a investigadora.

Este projeto surge na sequência de um anterior, com o qual o CEMBAL se propunha a “fazer uma biorrefinaria e produzir etanol a partir do bagaço sólido”. “Nós aqui estamos a estudar a parte da produção de etanol da fração líquida, com o objetivo de juntar os dois e poder ter uma maior produtividade”, remata Conceição Fernandes.