O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, esteve reunido, no final da semana passada, com o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, o diretor regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, José Godinho Calado, e um grupo de agricultores locais, afetados pelas cheias.
“Há um prejuízo agrícola muito forte no nosso concelho e aquele grupo de agricultores teve oportunidade de, em primeira mão, dar nota ao diretor regional de Agricultura daquilo que eram os seus prejuízos e de que forma é que poderiam aceder a algumas verbas compensatórias”, começa por explicar o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha.
Os agricultores foram informados, por José Godinho Calado, que será necessário ser feito um levantamento de todos os prejuízos, sendo que, no dia desta reunião, na passada quinta-feira, 15 de dezembro, no Centro Cultural de Campo Maior, muitos dos agricultores “ainda não tinham todos os prejuízos apanhados, porque havia sítios, ainda nessa quinta-feira, inundados”.
“Penso que, durante esta semana, todos os agricultores poderão fazer um mapa das suas despesas e o mesmo será enviado para a direção regional de Agricultura”, acrescenta o autarca.
Os agricultores que mais sofreram com “esta catástrofe” e que mais necessidade têm de receber os devidos apoios do Governo, garante ainda Luís Rosinha, são aqueles que perderam os seus animais. “A sua vida está dependente da produção dos animais”, lembra o autarca, assegurando que muitos outros agricultores perderam “muita maquinaria hidráulica, cercas e terras que poderão ficar sem capacidade de cultura, nos próximos tempos”.



Apelando para que, neste momento difícil, as pessoas se apoiem umas às outras, depois desta catástrofe, a ministra deixa ainda uma palavra de “grande agradecimento” aos presidentes de junta e câmara. “Aqui no Alentejo, apesar das dificuldades, vejo as pessoas com força, e nós havemos de resolver os problemas”, remata Ana Abrunhosa. 
Entre “15 dias a três semanas”: é esta a previsão para a reabertura da Estrada Nacional 373, entre Campo Maior e Elvas, que, desde a semana passada se encontra cortada ao trânsito, devido aos estragos provocados pelo mau tempo.
O segundo sorteio da iniciativa “Comércio Tradicional – Onde Tudo se Faz Natal”, promovida pelo Município de Campo Maior, decorreu na passada sexta-feira, 16 de dezembro, no Centro Comunitário, nas presenças da vereadora São Silveirinha, Pedro Guerrinha, enquanto comerciante convidado, e do munícipe Sérgio Paio.

O Centro Cultural de Campo Maior foi palco, nos dias 15 e 16 de dezembro, do espetáculo “Cartas ao Pai Natal”, uma criação do Município de Campo Maior, que contou com a participação dos cursos de Teatro, Ballet Clássico e Dança Contemporânea do Projeto de Formação.

Para além de seguir, nesta quadra festiva, a recomendação do Governo, em manter a iluminação de natal menos tempo ligada, comparativamente a outros anos, a Câmara Municipal de Campo Maior tem vindo a procurar, através de diversas medidas, fazer face àquilo que é a atual crise energética.
O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Alentejo, a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano e o Agrupamento de Centros de Saúde de São Mamede, promove um rastreio gratuito do Cancro da Mama, em Campo Maior, entre os dias 19 de dezembro e 4 de janeiro.
O MotorKlub de Alandroal realizou hoje o tradicional desfile de pais natal motards, percorrendo todo o concelho.
Um caçador, de 53 anos, sofreu, este domingo, dia 18, ferimentos graves ao ser atingido por um disparo acidental da sua própria arma no concelho de Monforte.