Campo Maior com orçamento municipal de 24,5 milhões em 2024

Campo Maior terá, em 2024, um orçamento municipal de 24,5 milhões de euros.

Uma nova casa mortuária em Degolados, a construção de um passeio lateral à variante de acesso à zona industrial e a última fase da recuperação das muralhas de Ouguela são algumas das obras previstas neste orçamento: um orçamento “com um valor que é muito distante do que é normal”, como explica o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, devido, sobretudo, à obra da Área de Acolhimento Empresarial a ser realizada, através de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A par de tudo isso, o Município de Campo Maior tem previsto, através deste orçamento, continuar a investir na gestão da manutenção das vias municipais.

Trata-se, garante o autarca, de um orçamento “abrangente” e com “medidas sociais interessantes”. “Temos intenção de remodelar aquilo que é o regulamento de apoio aos nossos idosos e tentar apoiar mais gente”, assegura.

“Depois temos aqui uma bandeira, que já levamos de alguns anos a esta parte, pelo menos nestes últimos dois anos, na fase de execução, que tem a ver com a Estratégia Local de Habitação, onde temos cerca de um milhão e meio de euros já no terreno e contamos vir a colocar, no próximo ano, no terreno, mais um milhão”, diz ainda Luís Rosinha.

Este orçamento municipal de Campo Maior, aprovado pelo executivo, terá ainda de ser aprovado pela Assembleia Municipal, no final do mês.

15 anos da EHT de Portalegre cumpridos “com grande sucesso” (c/fotos)

A Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre assinalou esta terça-feira, 12 de dezembro, os seus 15 anos, com um almoço no Restaurante de Aplicação “A Fábrica”.

Para a diretora da instituição de ensino, Conceição Grilo, nestes 15 anos, a Escola tem vindo a “afirmar-se no território e assume-se como uma referência na formação dos jovens”, considerando que há vários motivos de alegria. Por um lado, “a escola continuar a ser atrativa para jovens que se querem especializar e iniciar a sua atividade, neste setor, e escolhem para adquirir as ferramentas para o poderem fazer com sucesso, e por outro, ter cada vez mais profissionais do setor a reconhecerem a nossa escola como um farol e uma referência na formação”.

Conceição Grilo acrescenta que estes 15 anos têm sido cumpridos “com grande sucesso”, garantindo que “a taxa de empregabilidade é bastante elevada” e que têm conseguido que “os alunos se fixem na região, o que é uma mais-valia, porque são eles que melhor podem ampliar e avaliar o trabalho da escola”.

“Temos muito ânimo para os próximos 15 anos e para este setor que, na região, está muito vivo e dinâmico”, remata a diretora.

Já Catarina Paiva, vogal no Conselho diretivo do Turismo de Portugal, enaltece o “importantíssimo papel” da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, na “qualificação dos recursos humanos e dinamização do setor”.

O presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, destaca a o papel da instituição de ensino, nomeadamente na criação de um “pólo de formação na região, para a cidade tem sido muito bom, porque atraiu estudantes e criou uma dinâmica económica e social, por isso, para a região e para o Turismo do Alentejo esta escola tem sido muito importante para na formação e capacitação de muitos profissionais”.

José Manuel Santos revela ainda que a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre será uma das instituições a ser “modernizada” ao abrigo do PRR, a nível da “melhoria de aptidões pedagógicas, meios didáticos e recursos organizacionais”, garantido que esta instituição de ensino em Portalegre será uma “melhor escola”.

No almoço comemorativo dos 15 anos da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, a ceramista Cláudia Soares ofereceu as colheres de cerâmica onde foi servida uma das entradas. Já a CERCI de Portalegre elaborou as caixas de papel que acondicionam estas colheres.

Arronches com orçamento municipal de 8,5 milhões em 2024

O Município de Arronches tem, para 2024, um orçamento de oito milhões e meio de euros.

Com vista a dar “melhores condições à população” do concelho, este, segundo o presidente da Câmara, João Crespo, é um orçamento pensado a contar com os investimentos do Portugal 2030, para realizar “obras importantes e estruturantes” e seguindo “o compromisso eleitoral assumido”.

Entre as grandes opções do plano, João Crespo destaca as obras a realizar em Arronches, em termos de reabilitação urbana. “Vamos fazer a requalificação do jardim anexo ao local onde realizamos a Feira das Atividades Económicas. Queremos reabilitar esse espaço e devolvê-lo às pessoas”, avança o autarca, dando conta que, nesse mesmo espaço, será criada uma bolsa de estacionamento “semicoberto”. “É um espaço multiusos que ficará depois disponível para a população”, acrescenta.

Também as freguesias rurais não ficam esquecidas neste orçamento municipal. “Em Esperança vamos criar um parque verde, que queremos que as pessoas possam utilizar, um espaço de lazer, numa zona que está a necessitar de ser requalificada”, revela João Crespo, que adianta ainda que será também requalificado o Açude de Mosteiros.

“Vamos, dia 15, inaugurar a obra do nosso Convento da Senhora da Luz e vamos fazer uma intervenção na parte da frente, no jardim, para melhorar as questões de acessibilidade”, revela ainda o presidente da Câmara de Arronches.

Este orçamento será votado, esta quinta-feira, dia 14, em Assembleia Municipal.

Campo Maior volta a ser palco de uma Corrida de Natal solidária

No próximo sábado, dia 16 de dezembro, há “Corrida de Natal” em Campo Maior, numa iniciativa de cariz solidário, promovida pelo grupo Campo Maior Trail Runners.

A par de uma corrida de dez quilómetros, há também caminhada, de seis quilómetros, com saída do Jardim Municipal, pelas 18 horas.

O objetivo da organização com esta iniciativa, que vai já para a sua quinta edição, é que as pessoas participem e “quebrem a relação de medo com a prática desportiva”, diz Carlos Pepê, um dos responsáveis pelo grupo, assegurando que este será, acima de tudo, “um convívio”. No decorrer da atividade serão percorridas, sempre em festa, as ruas da vila, por esta altura cheia de cores e luzes de Natal.

E porque a iniciativa tem um cariz solidário, é pedido aos participantes que ofereçam brinquedos ou roupas de criança, para serem oferecidos ao Centro de Acolhimento “Os Cucos” e à APPACDM de Elvas.

As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas através de um formulário próprio que o Campo Maior Trail Runners tem disponível nas suas redes sociais (ver aqui), sendo que, mesmo quem não se inscreva pode aparecer e participar. Para os participantes, no final, haverá oferta de lembranças e abastecimento.

Campo Maior: “Kutlangana” é mote para mais uma “Conversa de Artista”

O espaço.arte, em Campo Maior, volta amanhã, terça-feira, dia 12 de dezembro, a ser palco de mais uma “Conversa de Artista”: desta vez, com Rodrigo Bettecourt, sobre a exposição que se encontra, neste momento, disponível para visita na galeria municipal da vila, “Kutlangana”.

Ainda que Rodrigo Bettencourt não se considere curador de arte, explica a vereadora São Silveirinha, é ele quem assume essa função nesta exposição, mostra que reúne um conjunto alargado e “interessante” de trabalhos de artistas contemporâneos moçambicanos.

São Silveirinha apela às pessoas “que gostam e apreciam artes plásticas”, para que se associem a esta iniciativa, “ouvir falar destes artistas, das técnicas utilizadas por cada um deles e sobre as mensagens que tentam transmitir com estas obras”.

Entre os artistas que apresentam os seus trabalhos nesta exposição, encontra-se um – o fotógrafo Mário Macilau – que foi, muito recentemente, distinguido com um prémio internacional de fotografia. “É de louvar conseguirmos trazer trabalhos e artistas com tanta qualidade a Campo Maior”, assegura ainda a vereadora.

A exposição “Kutlangana”, patente no espaço.arte até dia 7 de janeiro, conta com obras de desenho, colagem, escultura em cerâmica e madeira, pintura e fotografia. A “Conversa de Artista” de amanhã, com Rodrigo Bettecourt, está marcada para as 15 horas.

Campo Maior: espetáculo “Rita Catita e os seus amigos” diverte público infantil

As atividades da iniciativa “Onde Tudo se Faz Natal”, prosseguiram ontem, dia 10 de dezembro, em Campo Maior, com uma forte participação dos campomaiorenses.

Durante a manhã, o Jardim Municipal foi palco de uma demonstração de ténis, da responsabilidade do Coração Delta – Academia de Ténis, liderada pelo professor Sancho Moura. Ao mesmo tempo, o GEDA voltou a marcar presença com a demonstração de Tiro ao Arco.

Também no Jardim Municipal, os insufláveis e os momentos de neve deram ainda mais cor a à manhã de ontem.

Já a Feirinha de Natal, que decorre na Praça Multimodal, recebeu o espetáculo infantil de “Rita Catita e os seus amigos”, que com músicas bem conhecidas do público mais jovem deliciou os muitos pequenos que participaram sempre de forma entusiasta e bastante animada.

“O Elvas” empata 1-1 com Lusitano de Évora em casa

“O Elvas” empatou este domingo, 10 de dezembro, a uma bola, com o Lusitano de Évora, em jogo da 12ª jornada da Série D do Campeonato de Portugal.

O primeiro golo da partida, disputada no Campo Patalino do Estádio Municipal de Elvas, foi apontado por Rúben Cardoso, de “O Elvas”, aos 80 minutos de jogo.

Quatro minutos depois, e após uma grande penalidade cometida por Nketia, o Lusitano de Évora empatava o jogo, por Sele Davou.

No próximo sábado, os “azuis e ouro” visitam o líder desta Série D do Campeonato de Portugal, o Vitória de Setúbal.

Elvas: expositores promovem os seus produtos na Feira de Natal

É na Praça da República de Elvas que se concentra a maioria das atividades natalícias.

Para além de carrosséis, da Casa do Pai Natal, Fábrica de Brinquedos e a famosa pista de gelo, há também espaço para que expositores divulguem os seus produtos, nos stands instalados no tabuleiro da praça.

Natural de Óbidos, mas a residir em Elvas, Rui Silva promove no evento, como não poderia deixar de ser, a ginjinha de Óbidos, servida no copo de chocolate negro e branco, que “há sete anos recebe o prémio de melhor do país”, bem como outros licores e bebidas.

E, porque estamos na época natalícia, Ricardo Fernandes apostou na venda de prendas de natal, “de madeira e acrílico, bem como personalização de têxteis”. Sobre a iniciativa, Ricardo considera que “é muito interessante” e admite que tem “boas expectativas”.

Campomaiorense e Clube de Francês angariam verbas na Feirinha de Natal

O espírito de natal já invadiu Campo Maior e o fim de semana tem sido de feirinha na nova Praça Multimodal, num evento que se estende ao próximo fim de semana.

Participam no evento cerca de 50 artesãos do concelho, mas nem só de artesanato se faz este certame, sendo que, há quem, por esta ocasião, procure angariar algumas verbas para a realização de viagens. É o caso da classe de ginástica Galguinni, do Sporting Clube Campomaiorense, que irá, no próximo ano, até Itália, para participar no Festival do Sol. Natalino Borrega, que garante que ainda falta algum dinheiro, recorda que já no fim de semana passado estiveram, com o mesmo objetivo, a participar na feira de natal de Degolados. Para conseguirem reunir mais algumas verbas, pais e atletas estão no evento a vender, entre outros, doces, rifas e ginja.

Também o Clube de Francês da Escola Secundária de Campo Maior está nesta feirinha de natal. Como explica a aluna Leonor Marmelo, o objetivo, com a venda, entre outros, de doces e salgados, é angariar verbas para uma viagem a Paris.

Entre os muitos artesãos, encontrámos Paula Serra, que tem disponíveis artigos de natal e para bebés. “É tudo feito por mim”, garante, que já leva alguns anos de experiência nesta área. “O interessa é a festa e o convívio”, diz ainda.

Irmã Maria de Fátima: “muitos dos Direitos Humanos não são vividos”

Todos os anos, a 10 de dezembro, o mundo celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Desta vez, a celebração é feita sob o lema “Dignidade, Liberdade e Justiça para Todos”.

Convidando todos a refletir se, de facto, hoje em dia, os vários direitos humanos, como o direito à vida, à liberdade, à liberdade de expressão ou a ter uma habitação, são cumpridos, a irmã Maria de Fátima Magalhões (na imagem) questiona-se, por outro lado, se estes não estarão apenas patentes, num “texto bonito”, que é a Declaração Universal dos Direitos do Homem, proclamada pela ONU há 75 anos.

Olhando para aquilo que diz o primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem, Maria de Fátima Magalhães assegura que nem todos os seres humanos nascem livres, condicionados por vários fatores: “dependem das famílias onde nascem, dependem do lugar, do país”.

No que toca ao direito à vida, a irmã lembra que, ainda proclamado na Declaração Universal, contrasta com “o direito ao aborto e a matar seres inocentes, como crianças”, diz Maria de Fátima Magalhães. Sem os vários apoios que são dados às famílias, como aquele que o MTA de Elvas presta, através do projeto “Ajudar a Crescer Bebés”, “para defender a vida, desde a sua conceção natural até à morte”, muitos dos direitos humanos “não são vividos”.

Atualmente, e apesar de terem o seu trabalho, muitas pessoas, diz ainda a irmã, enfrentam grandes dificuldades para assegurar as condições básicas de vida às suas famílias. Direitos como ao carinho, ao amor e ao afeto, garante também, são direitos que, embora “importantes”, não estão inscritos nesta Declaração Universal.

De recordar que a Declaração Universal dos Direitos do Homem foi assinada, a 10 de dezembro de 1948, por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.