FITA regressa a Campo Maior esta quarta-feira com espetáculo “1 Planeta e 4 Mãos”

Foto: Varazim Teatro

O FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo está de regresso a Campo Maior, com a apresentação de três espetáculos de companhias nacionais e internacionais.

O primeiro espetáculo “1 Planeta e 4 Mãos”, da Companhia Certa -Varazim Teatro, é o primeiro a subir ao palco do Centro Cultural, já amanhã, quarta-feira, dia 15 de maio.

Eduardo Faria, diretor artístico do espetáculo, revela que é já a segunda vez que esta companhia apresenta uma peça em Campo Maior, garantindo que admira muito a iniciativa que é o FITA, porque “leva a possibilidade de a população destes territórios usufruírem de espetáculos vindos de várias origens, o que é muito enriquecedor”.

Quanto ao espetáculo, direcionado para o público escolar, Eduardo Faria, explica que é bastante “dinâmico e divertido, com música e muita cor, com o objetivo de explorar questões ecológicas e ambientais, de uma forma simples, objetiva e direta”. Este espetáculo, garante ainda, é bastante apelativo e já percorreu vários festivais, inclusive fora de Portugal, pelo que continua a ser muito bem recebido pelo público”.

Eduardo Faria diz ainda que “1 Planeta e 4 Mãos” pretende “despertar as crianças para a necessidade de proteger o meio ambiente, nomeadamente através da reciclagem ou poupança de recursos, e influenciar as suas famílias para que cuidem do planeta”.

O diretor artístico deste espetáculo convida ainda todos os alunos de Campo Maior a assistirem a esta peça de teatro.

“1 Planeta e 4 mãos”, é o espetáculo, inserido no Festival Internacional de Teatro do Alentejo, que sobe ao palco do Centro Cultural de Campo Maior, amanhã, pelas 14.30 horas. A entrada é gratuita.

Ouguela foi palco de recriação histórica que animou população e visitantes

A aldeia histórica de Ouguela viajou até ao tempo do Mestre de Avis e do Condestável Nuno Álvares Pereira, com uma recriação histórica que deu vida ao castelo e aos seus habitantes nos dias 11 e 12 de maio.

Danças, coreografias com fogo, teatro e muita animação musical divertiram os muitos visitantes que Ouguela recebeu durante estes dias.

Destaque ainda para o concerto de música antiga que se realizou na noite de sábado, com John Fletcher e Orlando Trindade.

Integrada numa iniciativa do Turismo de Portugal para revitalização dos centros históricos, esta recriação do projecto Rayia Viva – Castelos de Fronteira contou com o apoio do Município de Campo Maior.

Grupo TT “Toca do Lobo” de Campo Maior apresentou-se à população

A cerimónia de apresentação do Grupo TT “Toca do Lobo”, a mais recente Associação do concelho de Campo Maior, decorreu no sábado, 11 de maio, no Baluarte de São Sebastião.

Formada por um grupo de amigos apaixonados pelo todo-o-terreno, o associativismo foi a forma encontrada de promover este seu hobbie, ao mesmo tempo que promovem e divulgam aquilo que Campo Maior tem para oferecer, através dos eventos que pretendem desenvolver.

O grupo, que conta nesta fase inicial com 13 elementos, foi apresentado pelo seu presidente e vice-presidente, Bruno Miranda e José Varela, respetivamente.

Restaurante “Raízes do Alentejo” aposta em vários pratos na Quinzena Gastronómica do arroz

A Quinzena Gastronómica do Arroz decorre até quarta-feira em oito estabelecimentos aderentes, do concelho de Campo Maior, que aderiram à iniciativa, promovida pelo município.

O Restaurante “Raízes do Alentejo” aderiu uma vez mais à iniciativa. David Borrega, proprietário do estabelecimento, revela que estas quinzenas “são positivas e fazem movimentar mais o negócio e a vila”.

Arroz de marisco, de polvo, de pato, arroz negro (com tinta de choco) e arroz doce são as iguarias em destaque no estabelecimento, durante esta quinzena. David Borrega refere que as pessoas procuram mais “o arroz de marisco e de polvo”.

David Borrega adianta ainda que estas quinzenas também ajudam a divulgar o seu estabelecimento, que abriu em novembro, e já tem novas dinâmicas aos dispor do cliente, nomeadamente a nova esplanada que, por vezes, conta com música ao vivo. “Estas quinzenas também permitem dar a conhecer o nosso restaurante e atrair mais pessoas”, revela.

Diariamente o “Raízes do Alentejo” conta com “menus rápidos para trabalhadores, durante a semana, e tem também vários pratos de peixe e carne na brasa”.

Restaurante “Raízes do Alentejo, um dos oito estabelecimentos de Campo Maior, que adere à quinzena gastronómica do arroz, a decorrer até quarta-feira, 15 de maio.

Dezenas de pessoas na Caminhada da Primavera em Degolados

Dezenas de pessoas participaram, na manhã de sábado, 11 de maio, na Caminhada da Primavera, que decorreu em Degolados, numa organização da junta de freguesia, com o apoio do Município, do União Futebol de Degolados e do GEDA.

No final da caminhada, de 10 quilómetros, teve lugar um almoço convívio, no salão polivalente da Junta de Freguesia de Degolados.

O presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, os vereadores Paulo Pinheiro, São Silveirinha e Paulo Almeida e o presidente da Junta de Freguesia de Degolados, João Cirilo, estiveram presentes.

Feira do Livro de Badajoz com espaço dedicado a escritores da Eurobec

A 43ª edição da Feira do Livro de Badajoz decorre no Paseo de San Francisco até ao próximo domingo, dia 19 e maio.

Na inauguração da iniciativa, na passada sexta-feira, 10 de maio, acompanharam a comitiva, liderada pelo alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, a vereadora da Câmara de Elvas, Vitória Branco, e a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha

De entre os vários stands da Feira destaque para o espaço da EUROBEC – Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior, onde podem ser adquiridos livros de escritores dos dois lados da fronteira.

Consulte toda a informação sobre a 43.ª Feira do Livro de Badajoz, AQUI.

Atividades alusivas ao período de 1383 a 1385 este domingo em Ouguela

Termina este domingo, 12 de maio, em Ouguela, a recriação histórica, promovida pelo Projeto “Raia Viva – Castelos e Fortalezas de Fronteira do Alentejo”, da responsabilidade da Cooperativa Cultural Historicalia.

Depois de ontem já terem decorrido diversas atividades, bem como um concerto na igreja desta aldeia histórica do concelho de Campo Maior, hoje até às 19 horas, “há vários acampamentos com tendas dedicadas a equipamentos de cavaleiros, das milícias concelhias, da escrita medieval e outra mais orientada para os mais novos, com montagem de uma torre de um castelo medieval, bem como espaço com jogos didáticos”, como revela Mário Rebelo, do departamento de marketing da Historicalia.

Para além de Ouguela, explica Mário Rebelo, este tipo de recriação histórica “vai passar também por outros locais da região, nomeadamente em Beja, no final de junho; em outubro e novembro por Arronches, Alandroal e Barrancos”.

Ouguela que é palco de uma recriação Histórica, com entrada gratuita. A iniciativa hoje começa pelas 12 horas e termina às 19 horas.

Recriação histórica e concerto medieval este sábado em Ouguela

Foto arquivo

Uma recriação histórica tem lugar este fim de semana, dias 11 e 12 de maio, no Castelo de Ouguela.

A iniciativa surge no âmbito do Projeto “Raia Viva – Castelos e Fortalezas de Fronteira do Alentejo”, organizado pela Cooperativa Cultural Historicalia, com o objetivo de “promover a história e o património histórico das localidades da raia alentejana, com várias atividades, que se centram em dois períodos históricos: a guerra da Restauração 1640-1665 e a crise dinástica de 1383-1385 que facultou a ascensão de D. João Mestre de Avis como Rei de Portugal, como revela Mário Rebelo, do departamento de marketing da Historicalia.

Esta recriação histórica, em Ouguela incide na crise dinástica entre 1383 e 1385, pelo que haverá “vários acampamentos com tendas dedicadas a equipamentos de cavaleiros, das milícias concelhias, da escrita medieval e outra mais orientada para os mais novos, com montagem de uma torre de um castelo medieval, bem como espaço com jogos didáticos”.

Ainda este sábado, dia 11 de maio, para além de “animação de rua, há concerto de música medieval, pelas 21.30 horas, na Igreja de Ouguela”, acrescenta Mário Rebelo.

O responsável de Marketing da Historicalia adianta ainda que, ao contrário de outros eventos do género, não haverá zona de comércio. “Todas as atividades são gratuitas para criar um ambiente de festa e para que as pessoas possam interagir diretamente com a história, no entanto não haverá zona comercial, nem zona de comes e bebes”.

Para além de Ouguela, explica Mário Rebelo, este tipo de recriação histórica “vai passar também por outros locais da região, nomeadamente em Beja, no final de junho; em outubro e novembro por Arronches, Alandroal e Barrancos”.

Ouguela que é palco este fim de semana de uma recriação Histórica, com entrada gratuita. A iniciativa tem início no sábado, pelas 15 horas e termina às 20 horas; já no domingo decorre entre as 12 e as 19 horas.

Pode conhecer mais sobre este projeto AQUI.

Trânsito regulado por semáforos na EN373 em Campo Maior até dia 19

Devido aos trabalhos realizados no âmbito da empreitada “Melhoria de acessibilidades à Zona Industrial de Campo Maior” o trânsito na EN373, entre o km 9,2 e o km 9,9, encontra-se condicionado com recurso a circulação alternada regulada por semáforos, informa o município.

Prevê-se que esta situação se mantenha até ao próximo dia 19 de maio, pelo que o município pede “a compreensão para os transtornos causados” e apela a que “adote uma condução prudente”.

Escola de Campo Maior descontente com manutenção de aluno problemático

O Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, através da sua Comissão Permanente, expõe, numa carta enviada à nossa redação, a sua posição em relação às condições de segurança nas escolas e as medidas propostas para resolver e mitigar os problemas de segurança nos recintos escolares.

Na carta, a Comissão manifesta o seu “profundo desagrado da comunidade educativa nele representada (Docentes, Pessoal não Docente, Alunos, Encarregados de Educação, Câmara Municipal, Comunidade Local) pelo facto de a tutela mandar arquivar o processo de um aluno que havia sido proposto pelo Diretor para transferência de escola”.

Na mesma carta, pode ler-se que esta decisão nega “a autoridade do órgão diretivo das escolas e o esforço diário dos elementos da equipa da disciplina e do pessoal docente e não docente, obrigando a uma situação insustentável no seio do agrupamento, dando um sinal de tolerância inaceitável a comportamentos de violência e de falta de respeito pelas regras elementares de sã convivência, plasmadas no Estatuto do Aluno e Ética Escolar, no Regulamento Interno, no Código de Conduta e na Lei em Geral”.

Devido a esta situação são feitas várias exigências, como:

“- a presença da equipa da escola segura, diariamente, junto às escolas, nomeadamente nos períodos de maior frequência, horários de entrada e de saída, bem como nos intervalos maiores da manhã e da tarde.

– o reforço do pessoal assistente operacional, especialmente treinado e qualificado para enquadrar eventuais situações de violência, e colocá-lo em permanência junto aos locais onde já se registaram ocorrências graves ou em que haja maior probabilidade de acontecerem.

– a garantia do rácio diário efetivo de todo o pessoal não docente. Se houver pessoal não docente a faltar, deverão ser tomadas medidas diárias, imediatas e urgentes, de substituição do mesmo, nomeadamente em áreas menos vigiadas ou de maior probabilidade de insegurança.

– que a Direção do Agrupamento de Escolas, a Câmara Municipal, a Associação de Pais e Encarregados de Educação e o Ministério Público, reúnam, sempre que necessário, com vista a clarificar a situação de segurança vivida nas escolas pelos alunos e seus profissionais e tomem medidas que ponham um fim efetivo a situações de violência nas mesmas e que convirjam para a redução real da perceção de insegurança e de medo, interiorizada por alguns elementos da comunidade escolar.

– a realização de um Conselho Municipal de Segurança para analisar as situações em relação à comunidade escolar, num âmbito mais alargado, e propor medidas efetivas de resolução dos problemas de insegurança na comunidade e nas escolas.

– o conhecimento das conclusões já havidas nas reuniões do Conselho Municipal de Educação em relação à matéria de segurança, bem como as propostas concretas das entidades a ele pertencentes, nomeadamente Associação de Pais/Encarregados de Educação e Direção do Agrupamento de Escolas.

– apoio específico para as escolas, nomeadamente, pessoal técnico (jurista) e formação, também na área jurídica, para evitar eventuais lapsos técnico-jurídicos nos processos disciplinares.

– articulação constante entre Câmara Municipal, Associação de Pais e Direção do Agrupamento de Escolas, e outras entidades como a CPCJ, na promoção de atividades com alunos e profissionais da educação para combater a violência em meio escolar”.

A Comissão Permanente afirma que algumas destas medidas “estão a ser implementadas, outras irão, certamente, a seu tempo, ser concretizadas”.

Imediatamente, e a curto prazo, pode também ler-se “é urgente e impreterível o controlo efetivo, permanente e rigoroso das entradas e saídas das escolas com vista à segurança dentro dos recintos escolares para garantir a paz e o respeito na comunidade escolar”.

A Comissão apela ainda a toda a comunidade educativa para que se una “em torno deste desiderato e que, sem exceções, cumpra e faça cumprir as regras em vigor para bem de todos, nomeadamente das crianças e jovens que frequentam as escolas”.

Tendo presente que, “nada justifica nem legitima qualquer forma de violência”, é feito ainda um apelo às autoridades e entidades que trabalham direta ou indiretamente com crianças e jovens, que “ajudem a comunidade escolar a multiplicar o trabalho de promoção de uma inclusão séria e eficaz, efetivando, nos termos das suas competências, um controlo efetivo e uma ação forte e assertiva em todas as situações que o exigem, a bem da educação, a bem de todos”.