Mercado Cá da Terra de regresso ao Jardim Municipal de Campo Maior

O Mercado Cá da Terra regressou ao Jardim Municipal de Campo Maior, na manhã de ontem, domingo, 5 de maio, com o objetivo de promover os produtos endógenos e o artesanato local.

O vice-presidente do Município de Campo Maior, Paulo Pinheiro, e as vereadoras São Silveirinha e Fátima Vitorino passaram pelo espaço para agradecer a participação dos produtores e artesãos locais neste evento, que procura dinamizar o Jardim Municipal no primeiro domingo de cada mês.

Com cerca de 30 expositores, esta foi uma manhã em que muitos campomaiorenses responderam de forma positiva e aproveitaram para fazer compras no Mercado Cá da Terra.

Alicia Reig estreia “Relleu” no último dia de “Pés no Chão” em Campo Maior

O Pés no Chão – Festival Internacional de Dança de Campo Maior terminou este domingo,dia 5 de maio, depois da apresentação de uma série de espetáculos em vários espaços do concelho.

Durante a manhã de ontem, o Centro Cultural recebeu o workshop “Cuerpo Sutil”, da responsabilidade de Miguel Punzano, bailarino, coreógrafo e professor de dança contemporânea, que dirige o seu próprio projeto, “Tejido Conectivo”, baseado numa plataforma de investigação, formação e criação através do movimento e da dança contemporânea.

O Jardim Municipal foi depois palco de vários espetáculos, começando com “E Depois Eram Dois”, interpretado por Mariana Dias e Francisco Freire. Seguiu-se “Una maquinación de lo insensato”, coreografado e interpretado por Alícia Reig, “Lapso”, do Coletivo aSymbol, e “Tai Sabaki”, de Miguel Punzano.

O último espetáculo da edição deste ano do festival de dança foi apresentado no espaço.arte. “Relleu”, interpretado por Alicia Reig, foi apresentado pela primeira vez ao público. É uma peça que nasce da reflexão sobre a mudança e a aceitação.

“Pés no Chão”: sábado de muita dança em Campo Maior

O segundo dia do Festival Internacional de Dança de Campo Maior “Pés do Chão” levou no sábado, 4 de maio, vários espetáculos até à Praça Multimodal e ao Centro Cultural da vila.

Durante a tarde, Mariana Gomes Dias e Francisco Freire interpretaram “E Depois Eram Dois”, um espetáculo que explorou a intimidade e refletiu as questões a ela associadas. Seguiu-se “Tai Sabaki”, um solo de dança contemporânea com Miguel Punzano, uma peça sobre o movimento face à mudança, à capacidade de adaptação do ser humano, de superação e de se conseguir reinventar. O último espetáculo na Praça Multimodal foi “Lapso”, do Coletivo aSymbol, um reflexo do tecido temporal da existência do ser humano. Interpretado por Adrián Domínguez e Jesús Mirón, este espetáculo foi, para quem assistiu, uma experiência atípica e cativante, um fragmento de tempo, evocando a nostalgia de momentos passados e a antecipação do que está para vir.

Já no Centro Cultural decorreu o workshop de dança “El Eco Del Contacto”, da responsabilidade de Alicia Reig, baseado nos processos criativos, nas capacidades físicas de improvisação e adaptação ao momento presente. Seguiu-se a apresentação de “No Sé Como Llamarte”, da Companhia Juan Carlo Guajardo, o último espetáculo da programação deste dia. Juan Carlos Gyajardo, Lucía Vázquez e Manuel Pajeres interpretaram, em cinco momentos, códigos cénicos que foram decifrados através da dança contemporânea, da música, da poesia e do canto, tornando-se numa descoberta pessoal através da arte, onde a dança contribui e o espetador constrói.

União Futebol de Degolados organiza torneio de Ping Pong

O União Futebol de Degolados promoveu, no passado sábado, 4 de maio, um torneio de Ping Pong, destinado a sócios do clube.

Para além da competição amigável, o convívio foi o grande mote deste evento, onde estiveram presentes o vice-presidente do Município de Campo Maior, Paulo Pinheiro, bem como o presidente da Junta de Freguesia de Degolados, João Cirilo, e o presidente do União Futebol de Degolados, Florival Cirilo.

Esta iniciativa foi uma organização do União Futebol de Degolados, com o apoio do Município de Campo Maior e da Junta de Freguesia de Degolados.

Obra na variante em Campo Maior decorre a bom ritmo

A obra que começou, no início deste ano, na variante de Campo Maior, para melhoria das Acessibilidades à Zona Industrial da vila decorre a bom ritmo.

Segundo o presidente da Câmara, Luís Rosinha, os trabalhos decorrem “muito bem”, esperando que “entre o final deste ano e início do próximo Campo Maior possa já ter a tão ambicionada variante, uma vez que eram muitos anos atrás desta obra, que vai trazer não só mais segurança para os campomaiorenses, mas também a nível económico, porque vai permitir que a vila se posicione na Plataforma Logística do Sudoeste Europeu”.

Quanto ao desvio do trânsito de pesados, Luís Rosinha garante que “o município estabeleceu algumas parcerias com a Infraestruturas de Portugal, no sentido de depois de concluída a variante, se perceber quais os troços internos da EN 373 e 371, porque do ponto de vista acústico e de poluição melhorará bastante e os passeios serão também mais seguros”.

Com um investimento de 6,7 milhões de euros, esta obra é desenvolvida no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) Acessibilidades Rodoviárias a Áreas de Acolhimento Empresarial, financiado pela União Europeia.

São Vicente voltou ao campo para celebrar Nossa Senhora da Ventosa

Está a chegar ao fim, na freguesia de São Vicente, a tradicional romaria em honra de Nossa Senhora da Ventosa, depois de dias de muita festa no campo.

Recordando que são já 30 anos desta romaria, que se faz de “muito convívio” entre gerações, o presidente da Junta de Freguesia, João Charruadas, explica que, desta vez, e para dar “outras condições” àquele espaço, junto à capela da Ventosa, foi construído um telheiro, que serviu para abrigar e proteger os romeiros da chuva e do vento.

“Temos a igreja arranjadinha e pintada, como fazemos todos os anos e temos o pessoal aqui acampado, a comer e a beber”, comenta, lembrando que o importante é que a tradição vá sempre sendo passada aos mais novos. Foi nesse sentido que também na sexta-feira, as crianças da escola de São Vicente passaram o dia naquele local.

João Charruadas lembra que, para passar estes seis dias no campo, as pessoas são obrigadas a levar quase que a casa às costas para o campo. “Temos aqui grandes condições, com tendas, roulottes, mesas, grelhadores, máquinas de café. Passamos aqui estes seis dias em condições”, assegura.

Quem, por estes dias, tem tratado das refeições de muitos daqueles que têm estado acampados na Ventosa é Joaquim Serpa. É assim desde que João Charruadas é presidente da junta, segundo conta, lembrando que foi precisamente ele, juntamente com outros dois amigos, fizeram nascer, há 30 anos, esta romaria. “Infelizmente, esses dois amigos já cá não estão, que era o senhor António Malhado, que foi presidente da junta, e o João Caiola. Fiquei eu cá, tanto que a missa do dia 1 é sempre rezada por eles”, diz ainda.

E para passar estes dias em pleno no campo, há quem tire férias do trabalho. É o caso de Andresa Garriapa, que explica o que significa para si esta tradição: “significa tudo, o espírito, o companheirismo que aqui existe, é comer, beber, divertirmo-nos; é assim que se passa aqui os dias”.

Sendo que se conhecem todos uns aos outros, José Passarinho diz que esta é uma romaria “muito alegre”, que já leva uns bons anos de tradição. Já o neto de José, Francisco Passarinho, lembra-se desde muito pequeno de rumar ao campo para passar dias em convívio com família e amigos.

De recordar que o dia mais importante da romaria é o feriado de 1 de maio, quando se realiza a tradicional procissão desde a igreja matriz de São Vicente até à capela da Ventosa. Nesse mesmo dia, a junta de freguesia oferece sempre o almoço a todos quantos compareçam.

Município de Campo Maior tem feito aposta “forte” na dança

Campo Maior é desde sexta-feira, 3 de maio, palco de mais um festival internacional de dança “Pés no Chão”, que chega ao fim este domingo, dia 5, tendo sido já apresentados vários espetáculos em diferentes locais da vila, como o Jardim Municipal, o Centro Cultural e a Praça Multimodal.

A verdade que a Câmara Municipal tem feito, ao longo de décadas, uma aposta forte na dança, como revela a vereadora São Silveirinha, através dos vários projetos de formação, nas áreas do ballet, da dança contemporânea, da dança do ventre e das sevilhanas.

“Temos tido sempre muita procura, que diminuiu com a pandemia, infelizmente. Agora tem demorado um bocadinho para que as pessoas comecem a voltar às dinâmicas, mas temos procura”, revela.

Por outro lado, a vereadora lembra que destes projetos de formação têm saído vários bailarinos que “seguiram para cursos superiores de dança”, pelo que esta arte tem sido “representativa” no Município de Campo Maior.

A programação deste último dia do festival “Pés no Chão”, inclui a apresentação dos espetáculos “E Depois Eram Dois”, de Mariana Dias e Francisco Freire; “Lapso”, do Coletivo aSymbol; e “Tai Sabaki”, de Miguel Punzano”, a partir das 11 horas, no Jardim Municipal de Campo Maior. Pelas 16 horas, é ainda apresentado o espetáculo “Una Maquinación de lo Isensato”, de Alicia Reig, às 16 horas, no espaço.arte.

Mercado Cá da Terra este domingo no Jardim Municipal

O “Mercado Cá da Terra” é a proposta do Município de Campo Maior para este domingo, 5 de maio, no jardim municipal da vila, entre as 9.30 e as 13 horas.

O Mercado Cá da Terra conta com a participação de produtores e artesãos locais, que terão à disposição dos visitantes produtos endógenos e peças de artesanato.

Festival “Pés no Chão” leva dança à Praça Multimodal e ao Centro Cultural neste sábado

A Praça Multimodal e o Centro Cultural de Campo Maior são palco, na tarde e noite deste sábado, 4 de maio, para workshops e espetáculos de dança, no âmbito da terceira edição do Festival “Pés no Chão”.

João Custódio, presidente da direção da Associação Cultural Axpress-Arte, a entidade parceira do município na organização da iniciativa, revela quais os espetáculos previstos: “este sábado, a partir das 17 horas, estaremos na Praça Multimodal, com quatro peças de solos e duos de artistas portugueses, espanhóis e chilenos e, à noite há espetáculo de dança contemporânea e flamenco, no Centro Cultural; já no domingo a partir das 11 horas há espetáculos no jardim municipal e encerramos, às 16 horas, no espaço.arte com a estreia de um espetáculo da bailarina e coreografa Alicia Reig; para além de workshops destinados ao público em geral”.

Este Festival tem como principal objetivo “levar a dança ao público”, garante João Custódio, esperando que a população “possa desfrutar desta relação que Campo Maior tem com a dança, há mais de duas décadas” e que se pretende seja “cada vez mais cimentada e evolua para outros campos”.

A programação completa deste segundo dia do Festival Pés no Chão, em Campo Maior, que pode conhecer AQUI.

“Femmes” da Companhia Maria Lama abre Festival “Pés no Chão” em Campo Maior

“Femmes” é o nome do espetáculo da Companhia Maria Lama que abriu nesta manhã de sexta-feira, 3 de maio, o Festival de Dança “Pés no Chão”, no Centro Cultural de Campo Maior.

Este festival resulta de uma organização do município, em parceria com a Associação Cultural Axpress-Arte. O presidente da direção da Associação, João Custódio, revela que este Festival pretende “levar a dança até vários locais da vila”, já este espetáculo, direcionado ao público escolar, teve como tema a igualdade de género, até porque “é importante que comecem a ter contacto com estes assuntos”.

Esta é já a terceira edição do Festival Pés no Chão, cuja programação completa pode conhecer AQUI.