Quartel dos Bombeiros de Campo Maior equipado com 60 painéis fotovoltaicos

60 painéis fotovoltaicos foram instalados, muito recentemente, no quartel dos Bombeiros de Campo Maior, num investimento de 20 mil euros.

Desta forma, garante o presidente da direção da associação humanitária, Luís Fava, este tem vindo, e a pensar no meio ambiente, a tornar-se num “quartel sustentável”.

“O custo inicial é de cerca de 20 mil euros, mas temos um prazo de retorno entre três a quatros anos”, explica o dirigente, que adianta que, ao todo, por mês, a corporação irá ver a sua fatura reduzida em cerca de 50 a 60 por cento.

Devido ao “sistema rigoroso” da direção da Associação Humanitária, diz ainda Luís Fava, o investimento feito nestes painéis fotovoltaicos resulta apenas de fundos próprios dos Bombeiros de Campo Maior. “A direção tem feito um trabalho espetacular a nível do meio ambiente, sendo que já somos um Quartel Electrão e, como digo, vermelho por fora, mas verde por dentro”, remata.

Rondão quer revisão de parecer da obra do novo parque subterrâneo de Elvas

A falta de estacionamento deu origem a um projeto da Câmara de Elvas para construção de um parque subterrâneo, junto às portas de Olivença, onde se encontra o parque à superfície, ao fundo da Rua de Alcamim.

O presidente do Município, Rondão Almeida, garantiu à Rádio Elvas que tem, neste momento, a verba necessária para fazer a obra, que terá um custo entre um milhão e meio e dois milhões e meio de euros, tendo pedido parecer à Direção Regional da Cultura do Alentejo que deu parecer favorável condicionado.

“Em 9 de fevereiro de 2024, a Direção Regional da Cultura do Alentejo deu parecer favorável condicionado”, referiu Rondão Almeida, acrescentado que “estava condicionado a que fizéssemos sondagens arqueológicas e projetos de arquitetura e especialidade. As sondagens foram feitas e enviámos logo de seguida os projetos para a Direção Regional.”

Para surpresa da autarquia elvense, a Direção Regional da Cultura do Alentejo enviou o processo para o Instituto do Património Cultural, em Lisboa, que deu parecer desfavorável. “Recebemos um parecer desfavorável” – explica Rondão Almeida – “sem qualquer fundamentação técnica, dizendo apenas que, por princípio, não se devem fazer parques subterrâneos nos centros históricos. Esta resposta, «por princípio», fez me logo contactar o presidente do Instituto do Património Cultural que me disse que não se tinha apercebido que havia esse parecer desfavorável dado pela subdiretora do Instituto e comprometeu-se a analisar toda a situação”.

No entanto, o presidente do Instituto do Património Cultural, em Lisboa, foi substituído pelo atual Governo, o que veio a atrasar o processo, segundo Rondão Almeida: “o ex-presidente ligou-me a dizer que tinha sido substituído e que agora o assunto teria que ser tratado por quem tomou posse a 1 de junho. O que temos feito agora é tentar ter uma reunião com quem tomou posse para podermos construir o parque que é o que nos importa”.

O presidente da Câmara de Elvas acredita que o Instituto Património Cultural irá rever o parecer e que haverá elvenses que andam a tentar “minar” os projetos que Rondão Almeida considera estruturantes e que não querem que tenham êxito. “Onde estava o Instituto Património Cultural quando se destruíram casas para passar autocarros (para a zona do Mercado da Casa das Barcas e Castelo)?”, questiona-se o autarca, que garante que “serão esses argumentos que teremos que apresentar para evitar que haja alguns elvenses a colocar grãos de areia no Poder Central, para inviabilizar projetos que queremos levar por diante. Infelizmente, Elvas tem meia dúzia de pessoas que tudo fazem para que projetos estruturantes para o nossos concelho não tenham êxito”.

A obra de construção do parque subterrâneo, ao fundo da Rua de Alcamim, teve parecer negativo do Património Cultural, IP, mas Rondão Almeida considera a obra importante e vai pedir revisão do parecer.

Clubes de Verão de Campo Maior com inscrições abertas até sexta-feira

À semelhança do que tem acontecido ao longo dos últimos anos, o Município de Campo Maior volta a promover os habitais Clubes de Verão, com vista a ocupar, entre julho e agosto, as crianças do concelho, com as mais diversas atividades.

Com um limite de cem vagas, e inscrições abertas até sexta-feira, 21 de junho, no Centro Comunitário da vila, este programa, para crianças dos seis aos 12 anos, recorda a vereadora São Silveirinha, é uma das respostas da autarquia de apoio à família. “Estas questões do público escolar são muito importantes para o Município”, garante.

As vagas são limitadas a cem inscrições, sendo que, adianta a vereadora, e apesar do município ter “um conjunto de monitoras a trabalhar nos Clubes de Verão”, não consegue dar resposta a todas as crianças do concelho.

São Silveirinha explica ainda que, no decorrer destes dois meses, entre 1 de julho e 30 de agosto, os mais novos vão estar ocupados com as mais diversas atividades: desde idas à piscina, a atividades culturais e desportivas e passeios.

No ato da inscrição, os encarregados de educação pagam apenas um “valor irrisório” referente ao seguro.

Dois mortos em acidente no IC13 entre Crato e Portalegre

Duas pessoas perderam a vida, na manhã desta terça-feira, 18 de junho, na sequência de um acidente que envolveu três viaturas ligeiras, no IC13, entre Portalegre e o Crato.

As vítimas mortais são dois homens de 34 e 72 anos, sendo que, do acidente, resultaram ainda dois feridos graves, transportados ao Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre.

O acidente deu-se por volta das 7h40, junto ao acesso ao Pisão, sendo que o IC13 esteve cortado ao trânsito, para remoção das vítimas.

Para o local foram mobilizados 26 operacionais, entre Bombeiros do Crato e Portalegre, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Portalegre e a Guarda Nacional Republicana (GNR), apoiados por dez viaturas.

Museu Aberto acolhe exposição de fotografia do Prémio Santiago Castelo

Uma exposição com obras finalistas do 7º Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo 2023, um prémio de fotografia em que o território da Europa serve como ponto de partida para a criatividade dos fotógrafos, está patente no Museu Aberto de Campo Maior, até 9 de julho.

São cerca de 22 as fotografias em exposição, de uma “grande qualidade”, garante a vereadora no Município de Campo Maior São Silveirinha. “É uma exposição que mostra a nossa realidade, de Portugal, do Alentejo, do Centro, mas também da Extremadura”, adianta.

E porque nesta última edição do prémio, não houve qualquer campomaiorense a concurso, São Silveirinha apela para que, de futuro, aqueles que “que têm gosto pela fotografia, que têm trabalhos fotográficos e que o fazem tão bem”, que se possam associar.

O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo é organizado pelo Centro UNESCO da Extremadura, com a colaboração da Comunidade de Trabalho EUROACE, sendo a exposição promovida pela CCDR Alentejo, com o apoio do Município de Campo Maior.

17 anos depois, Pedro Ramalho cumpre sonho de arbitrar 1º Liga

Pedro Ramalho, árbitro natural da Terrugem, no concelho de Elvas, e a representar a Associação de Futebol de Évora (AFE), foi promovido à primeira categoria da arbitragem nacional, pelo que estará, na próxima época, a arbitrar os jogos de futebol da primeira liga.

Depois de uma época que, segundo diz, “correu bem”, com “mais altos que baixos”, Pedro Ramalho confessa que já estava preparado para a subida, ainda que nunca imaginasse ser considerado o melhor árbitro da Segunda Liga. “A subida era o objetivo, mas ficar em primeiro lugar foi mesmo terminar com chave de ouro”, garante, recordando que leva 17 anos dedicados à arbitragem. “A notícia foi recebida com natural satisfação, muita emoção também, porque são 17 anos a arbitrar, ininterruptos”, assegura.

Desta forma, a AFE passa agora a ter dois árbitros na primeira liga, com Pedro Ramalho a juntar-se a Luís Godinho. “Há muitos anos que o Alentejo não tinha dois árbitros na primeira categoria, o que é fantástico e acho que estamos todos de parabéns”, comenta. Ainda que seja natural do concelho de Elvas, o árbitro explica que acabou por se filiar na AFE por ter iniciado o curso quando estudava na universidade daquela cidade.

Família e amigos receberam a notícia, igualmente, com grande felicidade, até porque, quem priva com Pedro, garante, tem noção do trabalho que desenvolve e das horas que dedica à arbitragem. “Já comemorámos e está tudo muito satisfeito, muito contente e tudo também preparado para ver a estreia na primeira divisão”, garante.

No que toca à preparação para sua estreia na 1ª Liga, o árbitro garante que não será muito diferente daquela que fazia antes. A grande diferença, será o “mediatismo”.

Por mais que considere que, para além da qualidade e do trabalho, seja necessária “alguma sorte” à mistura, Pedro Ramalho garante que este é um sonho tornado realidade, alcançado aos 36 anos.

Campo Maior com financiamento de 800 mil euros para seis fogos habitacionais

O Município de Campo Maior, a par de outros 23, assinou na passada terça-feira, 11 de junho, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, em Évora, um contrato relativo ao programa “Construir Portugal: Nova Estratégia para a Habitação”, com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na presença do ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, bem como do ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.

O presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, explica que o contrato de financiamento assinado, no valor de 800 mil euros, tem em vista a construção de mais seis fogos de habitação, na Rua da Misericórdia.

“É um projeto de continuidade, até porque o Município de Campo Maior já tinha esta obra em curso e continua a ter mais obras em curso. Neste momento, devemos estar muito próximos de ter 50 por cento daquilo que era a nossa Estratégia Local de Habitação em curso”, revela o autarca.

Outros dois projetos, com “alta maturidade”, avança Luís Rosinha, serão brevemente lançados no mercado. A intenção do município, diz ainda o presidente, é “tentar levar, até final do ano de 2026, até ao fim a Estratégia Local de Habitação” assinada.

Todos os contratos, homologados pelos ministros, com um valor de 59 milhões de euros, são destinados à construção de um total de 655 fogos.

Santo António celebrado com sardinhada e marchas populares em Campo Maior

A Junta de Freguesia da Expectação organizou, na noite da passada sexta-feira, 14 de junho, uma sardinhada de Santo António, no Parque Polidesportivo daquela freguesia, em Campo Maior.

Numa noite animada de convívio, os presentes puderam assistir à atuação da marcha do ATL Arco-Íris, da Casa do Povo de Campo Maior, tendo estado a animação musical do evento a cargo de Nelson Caldeira.

Um dos momentos altos foi a entrega dos prémios do Torneio Inter-Associações, também promovido pela Junta de Freguesia, que nos últimos dias decorreu, naquele espaço, entre várias associações do concelho.

Assembleia Municipal de Campo Maior reúne na próxima sexta-feira

A Assembleia Municipal de Campo Maior reúne em sessão ordinária, na próxima sexta-feira, dia 21 de junho, no edifício dos Paços do Concelho.

A sessão, com início às 18h30, apresenta a seguinte ontem de trabalhos:

“1) – Apreciação das informações do Senhor Presidente da Câmara, acerca da atividade do Município e da situação financeira do mesmo;

2) – Apreciação e votação da ata da sessão extraordinária do dia 25/04/2024 e da ata da sessão ordinária do dia 30/04/2024;

3) – Pedido de emissão para declaração da Expropriação de Utilidade pública da expropriação para ampliação da Zona Industrial de Campo Maior (espaços de atividades económicas) de parte do prédio rústico, com o artigo 91, seção O, com o registo predial 720/19871023, na Freguesia de São João Baptista – proprietária Deolinda Casa Nova Barata Galacho;

4) – Apreciação e votação da 1ª Revisão ao Orçamento e da 1ª revisão às Grandes Opções do Plano de 2024;

5) – Apreciação e votação da 1ª alteração ao Mapa de pessoal 2024;

6) – Apreciação e votação do Acordo de pagamento entre o Município de Campo Maior e a Caixa Geral de Depósitos;

7) – Apreciação e votação do Projeto do Código Regulamentar do Município de Campo Maior”.

Atletas de 12 clubes disputam Meeting Internacional de Natação “Cidade de Elvas”

Atletas de diferentes clubes de vários pontos de Portugal e de um de Badajoz participam, este domingo, 16 de junho, na 41ª edição do Meeting Internacional de Natação “Cidade de Elvas”, promovido pelo Clube Elvense de Natação (CEN).

Este meeting, a ter lugar nas piscinas municipais descobertas de Elvas, recorda o presidente do CEN, José Caldes, é “um dos mais antigos do país”. “Vamos ter cerca de 12 clubes: desde de Coimbra, passando por Castelo Branco, Ponte de Sor, Portalegre, Estremoz. Do Algarve também vêm dois clubes, de Albufeira e Faro, e vêm também Beja e de Sesimbra”.

Para os atletas do CEN, que têm conquistado muitos pódios, nos diversos torneios em que têm participado, garante José Caldes, esta é uma prova sempre “especial”. “Temos uma belíssima equipa que consegue conquistar vários pódios e, felizmente, as coisas têm vindo a crescer até nesse sentido, mas obviamente que, em casa, tem sempre outro sabor”, assegura.

Ainda que esta seja uma prova aberta a todos os escalões, José Caldes explica que é muito dedicada aos mais novos: “as nossas escolinhas também participam e é aí que nós começamos a fazer a captação para, depois, no ano seguinte, termos mais atletas federados”.

A prova, amanhã, tem início às 10 horas, estando a cerimónia de entrega de troféus agendada para as 17 horas.