Escolas de Campo Maior voltam a ser distinguidas com Selo eTwinning

O Agrupamento de Escolas de Campo Maior viu-lhe ser revalidada a atribuição do Selo de Escola eTwinning.

“Apesar de o sabermos já há algum tempo, só esta semana recebemos a distinção oficial e a nova bandeira”, revela a equipa de projetos do Agrupamento de Escolas, em nota enviada à redação da Rádio Campo Maior.

“Uma vez mais, agradecemos a todos os envolvidos nos diferentes projetos que permitiram esta revalidação. Que seja uma motivação extra para o desenvolvimento de projetos, o estabelecimento de parcerias e a inclusão dos alunos nas suas aprendizagens”, lê-se ainda na referida nota.

O reconhecimento de Selo de Escola eTwinning é sinónimo de grande prestígio para o estabelecimento de ensino que o recebe, por comprovar o trabalho de excelência que está a ser desenvolvido pelos docentes ao nível de diferentes áreas: eSafety, liderança partilhada, colaboração, alunos como agentes de mudança, escolas como modelo para outras escolas e escolas inclusivas e inovadoras.

III Marrocos Palmo-a-Palmo apresentado este sábado em Campo Maior

É a 19 de abril do próximo ano que um grupo de motards vai sair de Campo Maior, em direção a Marrocos, para uma viagem de mais de 2.600 quilómetros.

Trata-se da terceira edição do “Marrocos Palmo-a-Palmo – Destinos Delta Q”, organizada pela SenaXtours e pelo Grupo Motard de Campo Maior, que é apresentada, este sábado, 18 de novembro, no auditório do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA) da vila.

Esta apresentação, explica o responsável por este evento moto turístico, Miguel Sena, servirá para dar a conhecer o percurso a ser percorrido e as novidades que estão a ser preparadas. “Vamos lançar as novidades e, para quem ainda não foi ainda, saber como funcionam os nossos eventos”, começa por dizer. Desta vez, e no decorrer da viagem, há a possibilidade de, quem assim o entender e “gostar de aventura”, participar em alguns dias de offroad.

Miguel Sena adianta que, com toda a logística e a assistência asseguradas, esta viagem de moto dura cerca de uma semana: arranca a 19 de abril de Campo Maior, terminando no dia 27. “Tem várias etapas, onde cada um pode ir ao seu ritmo, porque não são grupos fechados, são equipas de duas a quatros motos, no máximo”, revela.

O tour será guiado através do uso de roadbook e gpx, de forma a garantir que os participantes encontrem o seu caminho sem grandes dificuldades. Para além de assistência médica e mecânica, ao longo do percurso, haverá também carros de apoio disponíveis.

As inscrições para esta terceira edição do “Marrocos Palmo-a-Palmo” vão abrir este sábado, depois de feita a apresentação. “Acho que é justo, quando abrir as inscrições, a pessoa saber para o que é que se está a inscrever, apesar de já termos alguns pré-inscrições”, revela Miguel Sena, adiantando que o evento está preparado para um limite de 40 participantes.

Aquilo que mais orgulha Miguel Sena é conseguir levar, nesta viagem, participantes marroquinos que estão imigrados em Portugal, dando-lhes, desta forma, a oportunidade de conhecer o seu próprio país. Com participantes, não só de Portugal, mas de outros vários países, como Bélgica, Espanha e França, a aposta neste evento, diz ainda responsável, continua a ser feita, uma vez que tem sido “um sucesso”.

Destas viagens, e depois de toda a sua preparação, aquilo que fica são as aventuras e as histórias vividas, assegura ainda o responsável.

Apesar da vontade de muitos, Festas do Povo em 2024 são ainda uma incógnita

Tudo aponta para que, passados nove anos, as Festas do Povo de Campo Maior voltem a ser uma realidade, já em 2024. E há muita gente com vontade de trabalhar para que as festas se realizem. Resta saber se são as suficientes, dada a envergadura do evento.

Por enquanto, a realização deste, que é o maior ex-líbris festivo do concelho de Campo Maior e um dos maiores de toda a região, ainda não foi oficializada, mas segundo o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, pode vir a anunciar-se ao mundo, “a curto prazo”, que a decisão de todos os campomaiorenses é a de dar um passo em frente.

Rosinha defende a organização do evento, independentemente do número de ruas que possam vir a ser engalanadas, destacando-se, por outro lado, “a qualidade” do trabalho a que os campomaiorenses já habituaram todos aqueles que, por ocasião das festas, passam pela vila.

Nesse sentido, diz o autarca, devia olhar-se mais para as “oportunidades” do que para as dificuldades e os “contratempos”. “Cada ano que deixarmos passar, vai ser mais difícil”, garante, considerando que, é altura de se voltar “a mostrar ao mundo” por que motivos as festas foram classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Sentindo a obrigação de não deixar morrer as suas tradições, há, na verdade, muitos campomaiorenses a defender a realização das festas já no próximo ano.

“Acho que as festas não podem acabar”, diz, aos microfones da Rádio Campo Maior, uma campomaiorense, que espera que o evento seja retomado já no próximo ano. “Eu quero festas, mesmo de coração. Darei sempre o meu melhor. Para mim, se não houver, é uma desilusão”, refere outra habitante da vila. “O que mais nos identifica são as festas. Se deixarmos cair isto, deixamos cair tudo”, assegura ainda (estas e outras declarações para ouvir no podcast abaixo).

As últimas Festas do Povo realizaram-se em 2015. O evento resulta do esforço e da dedicação das gentes de Campo Maior, de meses de muita luta e trabalho: tudo, para que, da noite para o dia, as ruas da vila surjam floridas, com os trabalhos de decoração feitos, sobretudo, através das famosas flores de papel.

Ignacio Gragera já tomou posse como presidente da EuroBEC

O alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, tomou posse na passada terça-feira, dia 14 de novembro, como presidente da EuroBEC, Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior, para um mandato de um ano.

Os autarcas de Elvas, Rondão Almeida, e de Campo Maior, Luís Rosinha, assumem a vice-presidência.

O ato de tomada de posse decorreu no Ayuntamiento de Badajoz, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, e o vereador da Câmara Municipal de Elvas, Hermenegildo Rodrigues.

Posteriormente decorreu uma sessão de trabalho, onde foi apresentado o balanço da Fehispor 2023, assim como do ponto de situação da candidatura aprovada ao POCTEP, Eurobec_Energy, que entra agora na sua fase de execução.

Ficaram ainda estabelecidas algumas pontes de trabalho entre as três localidades que formam a Eurocidade, para os próximos meses.

Francisca Nora apresenta “O Jardim das Minhas Memórias” no sábado em Campo Maior

Francisca Nora apresenta o seu livro de poesia “O Jardim das Minhas Memórias”, no sábado, 18 de novembro, em Campo Maior.

Segundo a autora, natural de Campo Maior, que viveu muitos anos em França, por mais que nunca antes tenha pensado em vir a escrever um livro, a ideia acabou por surgir em tempos de pandemia, quando se viu “fechada, sozinha e isolada” em casa. “Tenho muitas coisas escritas e pensei em fazer um livro de poesia”, revela. Para além da escrita, Francisca tem também talento para o fado.

Com prefácio escrito pelo presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, Francisca Nora revela que o autarca gostou do que leu do seu trabalho: “ele já leu uma parte, gostou, incentivaram-me a fazê-lo e eu fui para a frente”.

Esta obra surge com a intenção de Francisca Nora deixar “uma recordação” sua aos filhos e netos. “Este livro não é pagar ganhar o meu pão, mas para ficar esta recordação escrita, que os meus filhos e os meus netos estão em França”, conta.

Como é referido no prefácio da autoria de Luís Rosinha, “neste livro somos convidados a descobrir o poder da poesia que permeia os momentos do quotidiano da autora. Nas suas palavras, revivemos as nossas Festas e as nossas tradições, sentimos o calor do Alentejo e a alegria das nossas gentes”.

A apresentação de “O Jardim das Minhas Memórias”, no sábado, no Centro Comunitário de Campo Maior, está marcada para as 16 horas.

Oito associações de bombeiros do distrito de Portalegre recebem equipamentos elétricos para reciclagem

Oito associações humanitárias de bombeiros voluntários do distrito de Portalegre estão a receber pilhas, lâmpadas e outros equipamentos elétricos usados para reciclagem, no âmbito da 8ª edição do “Quartel Electrão”, que decorre até dia 30 deste mês.

As associações aderentes são as seguintes: Arronches, Avis, Campo Maior, Crato, Elvas, Marvão, Portalegre e Sousel.

Os equipamentos podem ser entregues nos quartéis aderentes pela população, empresas e instituições.

A associação de bombeiros que conseguir reunir a maior quantidade de equipamentos, a nível nacional, ganha um veículo de combate a incêndios no valor de 68 mil euros e o segundo premiado recebe 5 mil euros em equipamentos de proteção individual.

Serão também atribuídos prémios por regiões e aos novos aderentes, com os vencedores destas categorias a receberem 750 euros em cartões pré-pagos de combustíveis. Já as associações que recolherem mais pilhas e mais lâmpadas terão direito a 1.500 euros convertíveis em equipamento de proteção individual. Todas as associações recebem, adicionalmente, 75 euros por cada tonelada de resíduos reunida e há ainda um incentivo financeiro extra para premiar as associações que recolherem mais de 30, 45 e 60 toneladas.

No site www.ondereciclar.pt é possível localizar o quartel aderente mais próximo onde entregar pilhas, baterias, lâmpadas e outros equipamentos elétricos usados, como máquinas de lavar, televisores, computadores, frigoríficos ou telemóveis, entre outros.

“O empenho e entusiasmo colocados pelos bombeiros nesta causa têm possibilitado o aumento significativo da quantidade de pilhas e equipamentos elétricos enviados para reciclagem. Acreditamos que nesta 8ª edição serão alcançados bons resultados, à semelhança do que já tem sido verificado em anos anteriores”, sublinha o Diretor- Geral do Electrão, Ricardo Furtado.

Esta campanha do Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, promovida em parceria com a Liga dos Bombeiros Portugueses, tem como objetivo envolver as associações humanitárias na missão de reciclagem de pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos usados, garantindo, ao mesmo tempo, vários prémios às associações. É também uma forma de os próprios bombeiros sensibilizarem a população para a causa da reciclagem.

Globalmente, desde 2011, esta iniciativa já permitiu a recolha de mais de 11 mil toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos usados.

Campo Maior: sopas para todos os gostos em Quinzena Gastronómica

De forma a promover as tradições gastronómicas locais e a apoiar e dinamizar a economia do concelho, o Município de Campo Maior tem vindo a promover, desde o início do mês, mais uma Quinzena Gastronómica, desta vez dedicada às sopas.

Entre os restaurantes aderentes à iniciativa encontra-se a Taberna “O Ministro”. Por esta ocasião, segundo explica o proprietário, João Paulo Borrega, as sopas de cação, de tomate e canja são os principais destaques, sendo “o maior ex-líbris” deste estabelecimento a sopa de coelho bravo.

Grande parte das sopas produzidas, à semelhança do que acontece com outros pratos, neste restaurante, provêem de “receitas antigas”, que João Paulo Borrega tem procurado recuperar, “não só de Campo Maior, mas de todo o distrito”.

Mas se há sopas que, de acordo com João Paulo Borrega, só tenham saída em meses de outono e inverno, por serem mais “fortes ou refogadas”, como a de tomate e de grão, há outras que fazem as delícias dos clientes durante todo o ano: é o caso das sopas de coelho bravo e de cação.

Considerando que “a boa gastronomia” de Campo Maior “precisa de ser mais promovida”, João Paulo Borrega assegura que estas iniciativas, desenvolvidas pela autarquia, “são sempre boas”. “A Câmara agora está com umas iniciativas engraçadas, muito giras, e, a pouco e pouco, vai conseguir fazer uma coisa grande”, diz ainda.

Várias sopas tradicionais têm também um grande destaque na ementa do Azeitona – Tapas Bar, um dos restaurantes de Campo Maior aderentes a esta Quinzena Gastronómica.

Ainda que o estabelecimento localizado no jardim municipal da vila tenha feito uma maior divulgação, por esta ocasião, de três sopas em específico, diz a proprietária Isabel Martins – ou Babel, como é mais conhecida – a oferta deve ser “mais variada”, pelo que acaba por ir além das tradicionais sopas de feijão com couve, de tomate e açorda. “Achamos que devemos variar a oferta, para além dessas sopas que estão anunciadas e temos, por exemplo, sopa de cação, cozido à portuguesa e vamos aproveitar também os caldos do sabor da carne e da couve para fazer sopa do cozido”, adianta.

A verdade é que as sopas fazem parte da ementa do restaurante, ao longo de todo o ano. Mas se no verão, é o gaspacho que tem maior saída, ou não fosse uma “sopinha fresca”, nesta altura, em que o frio já se faz sentir, os clientes preferem as sopas mais “aconchegantes” e típicas do Alentejo.

No Azeitona, os pratos confecionados seguem sempre as receitas mais tradicionais. “É não mexer para não estragar”, diz Babel, que prefere manter todos os pratos com “o sabor original de antigamente”. No restaurante, privilegiam-se “as sopas tradicionais do Alentejo, todas as sopas da panela, que aquecem a alma e o coração”.

Estas quinzenas são importantes, diz ainda a proprietária do Azeitona – Tapas Bar, porque “dinamizam” e ajudam a divulgar a restauração de Campo Maior”. “Nós, por acaso, apelámos ao Município para tentar fazer uma divulgação aos meios de comunicação porque, para mim, quinzena sem divulgação não tem impacto”, remata.

No caso do restaurante São Pedro, situado na Estrada do Bicho, revela Dora Garcia, uma das cozinheiras de serviço, no decorrer da iniciativa, até à próxima quarta-feira, as atenções centram-se em duas sopas em específico: Sopa Rica de Peixe e Marisco e Sopa de Outono.

“Procurámos fugir ao mais tradicional, se bem que a sopa de outono é feita com os produtos da época, como a abóbora, a couve e a castanha. A sopa de peixe, que temos ao longo de todo ano, não deixa de ser uma sopa de peixe, só que com ingredientes mais variados”, com um toque “especial”, explica Dora.

Com estas quinzenas gastronómicas, diz ainda Dora Garcia, o restaurante, que apresenta pratos diferentes do habitual por esta ocasião, sai a ganhar, com a divulgação que é feita. “Sempre é diferente, porque quem vai vendo as divulgações das quinzenas acaba por conhecer o espaço, ou quem conhece por procurar por outros motivos”, assegura.

Já Gonçalo Sequeira, um jovem campomaiorense formado em Cozinha e Pastelaria, outro dos responsáveis pelas refeições servidas no restaurante São Pedro, e que dá um “toque especial” às sopas confecionadas por estes dias, garante que gosta de fazer de tudo um pouco nesta área. Confidencia, contudo, que nem sempre teve por objetivo ser chef de cozinha.

Ao todo, participam nesta Quinzena Gastronómica das Sopas, oito restaurantes do concelho. A iniciativa chega ao fim esta quarta-feira, dia 15 de novembro.

Investimentos do PRR vão permitir “mudar paradigma industrial” de Campo Maior

Esta segunda-feira, 13 de novembro, foi “um dia muito importante” para o concelho de Campo Maior, começa por dizer o presidente da Câmara, Luís Rosinha, após a assinatura do auto de consignação da empreitada para a melhoria das acessibilidades à zona industrial da vila (ver aqui).

“Se olharmos para trás, (o projeto) inicia-se em 2018, com uma apresentação e um acordo de colaboração, feito àquela data, e que hoje, passados os concursos públicos e a execução do projeto, já está no terreno”, recorda o autarca.

Esta, que é uma obra muito “ansiada e desejada”, irá ditar uma “nova abordagem” ao concelho: “uma abordagem externa, do ponto de vista rodoviário, que nos irá dar mais segurança, sobretudo, na zona de confluência entre a Nacional 373 e a 371, que evitará o trânsito pesado, dentro da malha urbana, que passará a ser externo”.

Por outro lado, Rosinha não tem dúvidas que esta irá ser uma obra que vai permitir uma aproximação de Campo Maior à fronteira espanhola e à Plataforma Logística do Sudoeste Europeu.

O autarca acredita que, com os investimentos a serem feitos, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com 6,7 milhões nesta variante de acesso à zona industrial, e com os 15,2 milhões destinados á Área de Acolhimento Empresarial, será possível “mudar o paradigma industrial” de Campo Maior.

“Esta (a obra da variante) será a parte estruturante e, depois, cabe-nos a nós dotá-la da melhor tecnologia e da componente energética, para todos os empresários instalados e aqueles que se venham a instalar na nossa zona industrial”, assegura o presidente.

Os trabalhos relativos à obra da variante irão arrancar “a curto prazo”. A empresa está, neste momento, “a proceder aos trabalhos de instalação, de criação do próprio estaleiro de obra”. “Temos uma obra para 15 meses, com 6,7 milhões de euros, que irá melhorar também aquilo que é uma questão muito importante, relativa aos problemas que, constantemente, surgem na estrada entre Elvas e Campo Maior”, diz ainda Luís Rosinha.

Ruy de Carvalho conta a sua história de vida no sábado em Campo Maior

Figura incontornável do teatro em Portugal, Ruy de Carvalho sobe ao palco do Centro Cultural de Campo Maior, na noite de sábado, 18 de novembro, para um espetáculo onde promete abrir o coração e contar histórias inéditas da sua longa e inspiradora carreira.

Em “Ruy, A História Devida”, assim se chama este espetáculo, o ator, de acordo com a vereadora no Município de Campo Maior São Silveirinha, dá a conhecer uma faceta sua “diferente”, em que o público é desafiado a ser “um elemento ativo, a conversar, a colocar as suas questões e dúvidas em relação a este grande senhor do teatro português”.

Esta peça de teatro muito “sui generis”, explica ainda a vereadora, é um dos espetáculos que se inserem na programação que a autarquia preparou para a celebração dos 20 anos do Centro Cultural da vila.

O início do espetáculo de Ruy de Carvalho, no sábado, está marcado para as 21h30. Os bilhetes, com um custo de oito euros, podem ser adquiridos no Centro Cultural, no Posto de Turismo ou na Ticketline.

Município de Campo Maior promove campanha de natal no comércio local

A Câmara Municipal de Campo Maior traz de volta a iniciativa “Comércio Local… Onde Tudo Se Faz Natal!”, sendo que este ano serão distribuídos 15 mil euros em prémios.

Nesta fase estão a ser contactados os estabelecimentos comerciais para o processo de adesão.

“Caso seja comerciante e tenha alguma dúvida ou questão acerca desta campanha pode usar o número de telemóvel 961722999 para entrar em contacto connosco”, refere o município numa publicação feita nas redes sociais.

Para os consumidores, a Câmara Municipal de Campo Maior dará a conhecer, em breve, todos os pormenores desta campanha, através da qual será possível ganhar prémios a comprar no comércio local.