Margarida Paiva é candidata pela AD à Câmara Municipal de Elvas

Margarida Paiva é candidata pela Aliança Democrática (AD) à presidência da Câmara Municipal de Elvas nas autárquicas deste ano. Tânia Morais Rico, atual vereadora do PSD, e João Santana Marques são dois dos nomes que a acompanham nesta candidatura.

A promessa da candidata é de “muito trabalho”, ao lado de pessoas da sua “total confiança” e com vontade comuns consigo: “temos todos muita vontade de trabalhar pela cidade. Temos todos profissão, vida pessoal e profissional, da qual vamos abdicar um bocado para trabalhar em prol deste projeto”. A candidatura, adianta, tem por base duas palavras-chave: “mudança e trabalho”. “Sentimos no ar uma necessidade muito grande de mudança e oferecemos muito trabalho”, garante.

Para Margarida Paiva, neste momento, continua a faltar “sentir a cidade”. Por outro lado, diz que também falta “vender” Elvas. “Vivemos numa cidade fantástica, muito bonita, pouco ou nada explorada em vários níveis, tanto a nível de turismo, por muito que digam que há muitos eventos, mas é tudo “bacoco”. Andamos atrás dos outros, porque aquilo que se vê aqui já se viu há uma década noutros sítios”, acrescenta.

Outra das preocupações da candidata diz respeito ao setor empresarial: “o que o elvense precisa é de pão na mesa para dar de comer aos filhos e isso faz-se com emprego, mas para isso é preciso vender a cidade, para atrair empresas”.

Quando questionada sobre a bandeira de campanha da coligação PSD/CDS-PP, nas últimas autárquicas em Elvas, relativa à Aquaelvas, e a uma hipotética resolução total do contrato, Margarida Paiva é perentória: já não o será desta vez. “Não, porque nem os milhões que o senhor presidente diz que tem, dão para pagar a indemnização à Aquaelvas”, assegura.

No que diz respeito à saúde, Margarida Paiva garante que a “bandeira” da maternidade foi “abandonada” e que não mais será retomada. “As nossas grávidas andam-se a passear pelo distrito e para o estrangeiro (Badajoz) e isso é uma coisa que ficará para sempre marcada no executivo de outra pessoa”, garante. Por outro lado, a candidata diz que a Câmara Municipal deve apoiar as associações e instituições ligadas ao setor da saúde, embora não concorde com a forma como esse apoio é prestado atualmente. “Há formas de criar o bem-estar, até na doença, através de dinheiros camarárias”, acrescenta.  

Crítica quanto ao facto de, há uns anos, a Câmara Municipal ter deixado fugir a oportunidade da TVI ter vindo a Elvas gravar uma novela, que acabou por “dar tanto lucro a Estremoz” (“Belmonte”), Margarida Paiva concorda com o investimento feito pela autarquia no produto de ficção do canal de Queluz de Baixo, atualmente, em exibição em horário nobre (“A Protegida”).

“Não há que inventar nada. Elvas tem muita matéria-prima para crescer. Só tem que se investir nela”, diz ainda a candidata da AD, que garante que o objetivo “é voltar a colocar Elvas no mapa”. “Que se fale de Elvas, não por causa dos escândalos, mas porque floresceu, cresceu, porque é uma cidade rica, onde as pessoas vivem bem”.

Quanto ao trabalho de Tânia Morais Rico, Margarida Paiva garante ainda que a vereadora tem feito muito em prol da comunidade de Elvas, mas que não “se sente (esse trabalho) porque quem dirige a Câmara não deixa”. “O trabalho é feito. Não se desiste do trabalho, de fazer diferente e melhor”, remata.

Passados 16 anos, Feira Nacional da Olivicultura está de regresso a Campo Maior

A Feira Nacional da Olivicultura está de regresso a Campo Maior, de 22 a 25 de maio. Depois de um interregno de 16 anos, o certame que celebra a olivicultura volta à vila, numa organização conjunta entre o Município de Campo Maior e o Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo. Em simultâneo, realiza-se o 8º Congresso Nacional do Azeite.

Lembrando que Campo Maior é um concelho marcadamente olivicultor, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, não esconde a satisfação pelo facto da feira, que ao longo de todos estes anos acabou por conhecer um grande crescimento, se voltar a realizar na vila. “Este regresso a Campo Maior é muito importante pelo tempo que decorreu entre a última edição e esta que agora conseguimos reatar, mas também porque a feira, neste últimos 20 anos, teve um crescendo fantástico”, assegura.

“Eu acompanhei o os certames anteriores, quer em Moura, quer em Valpaços, e a Feira Nacional da Olivicultura ganhou uma grandiosidade até do ponto de vista técnico. É um evento muito importante pela presença de muitas empresas, de muitos empresários, de muita gente do setor e que, com certeza, por esses dias, estarão também por Campo Maior”, adianta Rosinha.

A Feira Nacional de Olivicultura contará também com diversos espetáculos musicais, pelo que o autarca promete “quatro dias de festa intensa em Campo Maior”.  

Para além da sua componente de exposição, a Feira Nacional da Olivicultura é também um importante espaço de debate e reflexão acerca do setor, algo que se irá refletir na realização das Jornadas Técnicas e na edição deste ano do Congresso Nacional do Azeite. Por outro lado, o Concurso de Azeite Virgem é outros dos atrativos deste evento, capaz de chamar até Campo Maior os melhores azeites do país.

Os eventos irão dividir-se entre o Centro Cultural, no que toca às jornadas técnicas, e o Jardim Municipal e a Praça Multimodal, no que concerne à exposição e aos espetáculos.

Cerimónia de Abertura do 16º Festival do Peixe do Rio marcada pela assinatura de protocolo entre Alandroal e Mértola

A vila de Alandroal recebeu este sábado a cerimónia de abertura da 16ª edição do Festival do Peixe do Rio. Este ano o recinto do festival situa-se num novo espaço dentro da muralha do Castelo de Alandroal desenhado para dar a conhecer e a provar o melhor do que o concelho tem para oferecer. Este festival que decorre até ao dia 16 de março, onde os visitantes poderão desfrutar de uma experiência gastronómica diversificada na área da restauração, que complementa os 18 cafés e restaurantes espalhados pelo território.

Nesta cerimónia, o presidente do Município de Alandroal, João Grilo, destacou a importância que este evento tem ao nível gastronómico da região, sublinhando que o mesmo “ganhou espaço entre os principais eventos gastronómicos da região, tornando-se o principal momento anual do concelho”, afirmando que o sucesso deste certame deve-se “à sua identidade e diferenciação, no investimento na qualidade que o têm feito crescer a cada ano”.

Com o objetivo de reforçar a defesa da tradição e cultura associadas ao peixe do rio, os Municípios do Alandroal e de Mértola assinam um protocolo de colaboração, no sentido de reforçar os esforços para a preservação e promoção das tradições ligadas ao rio. Para o presidente da câmara municipal de Mértola, Mário Tomé, “este protocolo para além de ser um grande feito, é um forma de os dois concelhos crescerem em conjunto e de se ajudarem mutuamente a promover um produto de grande importância. Também é uma forma de reforçar a identidade local destes dois concelhos que partilham o Rio Guadiana.

Quem também marcou presença nesta cerimónia foi José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, que valoriza a realização deste festival, salientando que “o peixe do rio um produto turístico do Alentejo, fazendo com que os vários atores económicos venham até Alandroal para provar as suas iguarias”.

Outra das entidades presentes foi a CCDR Alentejo, representada pelo seu presidente, António Ceia da Silva, que salienta três pontos fundamentais que este festival traz: em primeiro lugar, é a importância de trabalhar um produto endógeno, de forma a que seja um “estimulo para os pescadores continuarem a sua atividade”, no sentido de ser importante para o desenvolvimento económico deste setor. Em segundo lugar, o peso que este evento tem para a restauração e hotelaria, trazendo turismo ao concelho, em que afirma “as pessoas gostam tanto que acabam por voltar um dia”. Já o último ponto fulcral para António Ceia da Silva é a questão deste festival também dar espaço e oportunidade de promover os restantes produtos endógenos do concelho, como o queijo, enchidos, vinho e artesanato, sublinhando que “tudo isso pode ser potenciado com a realização de um certame com este”.

Jovem de Campo Maior morre em colisão com dois feridos graves

Foto DR

Uma colisão entre duas viaturas ligeiras, na Estrada Nacional 371, perto da fronteira do Retiro, em Campo Maior, resultou, ao início da tarde deste sábado, 8 de maço, num morto e em dois feridos graves.

De acordo com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, o alerta foi dado às 13h15.

Faleceu uma jovem de 28 anos, de Campo Maior. Os feridos graves são um jovem de 25 anos, de Elvas, e um homem de 65 anos. Todas as vítimas são de nacionalidade portuguesa.

O homem de 65 anos foi transportado para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas e o jovem de 25 para o Hospital Universitário de Badajoz, onde se encontra na Unidade de Cuidados Intensivos.

Para o local foram mobilizados 32 operacionais e 14 veículos, entre Bombeiros de Campo Maior, a SIV de Elvas, a VMER de Portalegre, a GNR e as Infraestruturas de Portugal, em conjunto com meios de socorro espanhóis.

Carlos Pinto de Sá é candidato à Câmara de Montemor

A CDU avançou hoje que o actual presidente da Câmara de Évora e ex-presidente da Câmara de Montemor-o-Novo, Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá é o candidato a Presidente do Municipio de Montemor-o-Novo, nas eleições autárquicas de 2025.

Carlos Pinto de Sá nasceu a 10 de janeiro de 1958 em Montemor-o-Novo, onde reside. É Bacharel em Ciências Sociais, Mestre em Economia e Professor de Economia na Universidade de Évora. Foi Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo de 1994 a 2012 e é Presidente da Câmara Municipal de Évora, eleito pela CDU.

Foi membro do Comité das Regiões da União Europeia, Vice-Presidente da Organização das Cidades Património Mundial. É membro do Conselho Geral da Associação dos Municípios Portugueses. É militante do PCP e membro da Direção Regional de Évora do PCP.

A candidatura da CDU e de Carlos Pinto de Sá a Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo confirma as expetativas dos militantes da CDU na recuperação do Município de Montemor que até às ultimas eleições sempre foi comunista, tendo sido interrompido com uma vitória do PS nas últimas eleições autárquicas.

Jantar do Dia da Mulher em Campo Maior promete “surpresas agradáveis”

O tradicional jantar comemorativo do Dia Internacional da Mulher, organizado por um conjunto de funcionárias da Câmara Municipal de Campo Maior, tem lugar, na noite deste sábado, 8 de março, na Quinta dos Pavões, a partir das 20h30.

Numa iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal, revela a vereadora São Silveirinha, a noite promete ser animada e de muitas surpresas.

“Aproveito para fazer o convite às mulheres que ainda não se inscreveram e que se queiram associar, para que o façam ainda, porque temos aqui umas surpresas agradáveis”, diz ainda a autarca.

Mês do Teatro em Campo Maior arranca esta segunda-feira com “Hamelin” para o público escolar

A programação do Mês do Teatro, em Campo Maior, arranca na manhã desta segunda-feira, 10 de março, com a apresentação do espetáculo “Hamelin”, da companhia Teatro do Botão, no centro cultural da vila, às crianças do 2º Ciclo do agrupamento de escolas.

Este espetáculo, inspirado no conto do flautista de Hamelin, dos irmãos Grimm, e da própria cidade alemã, é “bastante interativo”, uma vez que, revela o encenador e ator Cristóvão Carvalheiro, “tem a particularidade de ser o público a decidir o final da história”. Cabe assim aos espectadores escolherem se preferem que o espetáculo “termine como foi escrito no conto dos Irmãos Grimm ou se quer que acaba de uma maneira mais bonita”.

A peça, que faz parte do currículo de espetáculos escolares da Teatro do Botão desde o ano passado, tem estado a ser, desde então, apresentada em todo o país, sobretudo em escolas. O feedback, até ao momento, tem sido “muito positivo”.  

Sobem a palco, com Cristóvão Carvalheiro, neste espetáculo, mais duas atrizes – Beatriz Vieira e Maria Botas –, sendo que todos se desdobram em várias personagens. Nesta peça, o flautista de Hamelin é, na verdade, uma flautista. “Quisemos trazer este lado de igualdade ao espetáculo, para que não fossem só personagens masculinas”, justifica o encenador.

Com texto original de Susana Rodrigues, a partir do conto dos Irmãos Grimm, e encenação de Cristóvão Carvalheiro, este espetáculo conta com ilustrações de Sara Allen e cenografia de Vânia Colaço.

O início deste espetáculo está marcado, esta segunda-feira, para as 10h45, sendo destinado apenas ao público escolar do 2º Ciclo. Este Mês do Teatro, em Campo Maior, iniciativa promovida, anualmente, pela Câmara Municipal, conta, ainda assim, com os mais diversos espetáculos para todos os gostos e idades. Conheça toda a programação aqui.

Portalegre e todo o país sob aviso amarelo devido à previsão de chuva forte e trovoada

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou todos os distritos do continente sob aviso amarelo, devido à previsão de chuva, por vezes forte, e ocorrência de trovoada. A passagem da depressão Jana vai trazer também vento, agitação marítima e queda de neve, este fim de semana, a Portugal.

A partir desta sexta-feira, 7 de março, todos os distritos portugueses ficam sob alerta, com impactos esperados em várias áreas, desde inundações a perturbações na circulação rodoviária. Este fenómeno climatérico deverá trazer precipitação contínua e intensa durante todo o fim de semana, sobretudo amanhã, sábado, dia 8.

No caso do distrito de Portalegre, os efeitos da depressão deverão fazer-se sentir, segundo o IPMA, de uma forma mais acentuada, entre as 15 e 18 horas desta sexta-feira e das 3 às 9 horas de amanhã. Os aguaceiros devem-se manter até domingo.

“O Cante Vai à Escola”: Miguel Rondão cumpre plano de salvaguarda de uma das maiores riquezas da região

Todas as semanas, durante cerca de uma hora, os manuais escolares, na Escola Básica de 1º Ciclo da Raposeira, em Elvas, dão lugar ao “Caderno de Modas”, para que a Matemática e a Língua Portuguesa possam, também elas, dar lugar a um dos maiores símbolos de união e autenticidade desta região do país: o Cante Alentejano, reconhecido, há mais de dez anos, como Património Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

Por mais que só agora esteja a ser implementado, o projeto “O Cante Vai à Escola”, de Miguel Rondão, começou a ser pensado e idealizado em 2022. Não existindo, em Elvas, nada do género, o jovem músico, depois de ter reunido três amigos (Jorge Grenho, João Grenho e Carolina Dimas), que têm o mesmo amor por este estilo musical, decidiu, mais tarde, candidatar o “Cante Vai à Escola” ao Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Elvas, que viria a ganhar.

Para já, o projeto está implementado em duas escolas – Calçadinha e Raposeira –, mas o objetivo é ir mais longe. “Esperamos ir para Santa Luzia também, brevemente, consoante o nosso tempo e a nossa disponibilidade, mas acima de tudo temos tido um resultado positivo, ao longo destes meses”, assegura Miguel Rondão.

Quem também espera que este projeto possa chegar a mais crianças é a professora Clara Renga, a coordenadora da EB1 da Raposeira, que não podia estar mais satisfeita pelos seus alunos poderem ter contacto, desta forma, com o Cante Alentejano: “foi uma boa ideia trazer o Cante Alentejano à escola, porque o Miguel, antes de ensinar a canção, explica-lhes a letra e projeta-os, um bocadinho, para o passado”. “O Miguel tem muita calma, é muito sereno, repete as vezes necessárias e acho que fomos abençoados por terem começado por nós”, acrescenta.

“Laranja da China”, “Padeirinha” e “Roubei-te um Beijo” são apenas alguns dos temas que as crianças já sabem de cor e salteado. A verdade é que os mais novos já vão tendo a lição bem estudada. Para Xavier, por exemplo, que confessa gostar de cantar, é “muito importante” manter bem viva a tradição em torno do Cante Alentejo. Nesse sentido, tem procurado incentivar os próprios pais e avós a cantar. O mesmo acontece com Larissa, Irina, Matilde e Santiago.

Com este projeto a dar os seus frutos, diz Miguel Rondão, conhece-se agora quase que um fenómeno: é que, em vez de serem os pais a passarem a tradição aos filhos, começa a acontecer, precisamente, o contrário. “Sofremos aqui uma pequena alteração de paradigma, porque, se na altura, ninguém conhecia, hoje são os mais novos a ensinar aos mais velhos”, garante.

“Tal como quando se candidatou o Cante Alentejano a património, o plano de salvaguarda seriam as nossas crianças e isso está-se a cumprir aqui. É verdade que não sabemos tudo, mas tentamos, com os nossos conhecimentos e com responsabilidade e o máximo respeito pelo cante, transmitir o que sabemos às nossas crianças”, garante o mentor do projeto.

Seja nos grandes palcos, na televisão – tendo em conta as suas participações nos programas The Voice e Got Talent – ou nas escolas de Elvas, Miguel Rondão está a fazer prevalecer a distinção que o Cante Alentejano recebeu a 27 de novembro de 2014, quando foi classificado Património da Humanidade. Cumprindo com o programa de salvaguarda de classificação da UNESCO, este jovem elvense só quer garantir que a tradição do Cante não ficará com o futuro ameaçado.

A reportagem completa para ouvir no podcast abaixo:

Quinta das Argamassas recebe encontro de colecionismo este sábado

A Quinta das Argamassas, em Campo Maior, acolhe este sábado, 8 de março, um encontro de colecionismo, cujo foco principal será o Dia Internacional da Mulher. O evento é promovido pela Delta Cafés, em parceria com o Clube de Colecionadores de Pacotes de Açúcar (CLUPAC).

Adolfo Lopo, responsável pelo clube, começa por explicar que devido à ligação que o CLUPAC tem com o Grupo Nabeiro “foi solicitada a colaboração para organizar este encontro de colecionismo em Campo Maior, particularmente nas instalações da Delta Cafés, na Quinta das Argamassas”.

O encontro tem início marcado para as 9 horas, com as acreditações dos participantes. “Às 9h30 começa o evento, propriamente dito, que irá decorrer até perto das 12h30, 13 horas. Isto porque, depois desta hora, vai realizar-se uma visita a algumas exposições de colecionadores, seguida do almoço. Na parte da tarde, será feita a visita ao Centro de Ciências do Café e à Adega Mayor”, adianta o responsável.  

Uma vez que o evento se realiza a 8 de março, a temática central será o sexo feminino, dado que se assinala nesta data o Dia Internacional da Mulher. “Produzimos uma série específica (de pacotes de açúcar) para oferecer aos participantes sobre o tema da mulher. Serão representadas, num primeiro conjunto, quatro mulheres alentejanas que se notabilizaram nas mais diversas áreas; num segundo conjunto, quatro mulheres nacionais (não alentejanas) que se notabilizaram e, por fim, num terceiro conjunto, vão estar representadas também quatro mulheres internacionais”, refere ainda Adolfo Lopo.  

Está previsto, em 2026, realizar-se um outro encontro de colecionismo em Campo Maior, mas já com um cariz internacional, pelo que a organização considera “relevante a dinâmica de todo o evento”.