Nuno Franco Pires deu a conhecer “Abril” na Feira do Livro de Campo Maior

Nuno Franco Pires apresentou ontem, 24 de maio, na Feira do Livro de Campo Maior, a sua mais recente obra, “Abril”. A sessão contou com a participação do Grupo de Teatro do Centro Educativo Alice Nabeiro, que representou uma pequena introdução da obra literária do escritor elvense.

Em “Abril”, o Nuno Franco Pires retrata o quotidiano de uma família de lavradores elvenses, habituados a ser senhores da terra, onde a queda dos símbolos do passado vem a acontecer dois dias depois do sucedido em Lisboa, a Revolução dos Cravos.

Também ontem, no âmbito da iniciativa que decorre desde quarta-feira no Largo do Barata, houve “Hora do Conto”, com Susana Branco, que apresentou o livro “Faísca sem Medos”, de Ana Coelho, a alunos de 3º e 4º anos de Campo Maior. Para além disso, também teve lugar a apresentação da coletânea “Liberdade”, comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, que contou com a participação de 81 autores. Nesta sessão, apresentada por Adriana Mayrinck, coordenadora da In-Finita Editorial, os oradores e autores desta obra, Ivo Álvares Furtado, Rosário Pedroso e Celso Cordeiro, explicaram o seu contributo para a coletânea e a sua experiência antes do 25 de Abril de 1974.

10 anos de Cante Alentejano como Património da UNESCO assinalados em Campo Maior

Foto: Os Lagóias

Celebram-se, este ano, os 10 anos da elevação do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da UNESCO.

Para assinalar a data, o município de Campo Maior promove um concerto com o grupo de Cante “Os Lagóias”, esta tarde, no Museu Aberto. A vereadora São Silveirinha revela que esta é uma forma de celebrar “este título tão importante e, ao mesmo tempo, fazermos o encerramento da Feira do Livro de uma forma espantosa”.

A atuação do grupo “Os Lagóias” está marcada para as 18 horas, no Museu Aberto e encerra a edição deste ano da Feira do Livro de Campo Maior.

Palestra do Mulherio das Letras este sábado na Feira do Livro de Campo Maior

Termina este sábado, 25 de abril a edição deste ano da Feira do Livro de Campo Maior, com o mulherio das Letras, sob o mote”Liberdade – As muitas Marias na liberdade da palavra”, marcado para as 10.30 horas.

Ainda hoje destaque para a apresentação da obrta literária “De Passagem”, de Paulo Costa, às 15 horas.

Para encerrar a iniciativa, às 18 horas, atua o grupo de cante alentejano “Os Lagóias”. Esta atuação serve também para celebrar os 10 anos da elevação do Cante Alentejano a Património Imaterial da UNESCO.

Pratos à base de bacalhau em destaque nos restaurantes de Arronches até domingo

A quinta edição da Quinzena Gastronómica do Bacalhau, promovida pela Câmara Municipal de Arronches, decorre até domingo, 26 de maio, nos sete restaurantes aderentes.

“Feijoada de Samos de bacalhau, que é atraído da tripa do bacalhau, folhado de Bacalhau Adormecido, favada de línguas de bacalhau, bacalhau de um santo, bacalhau confitado e à Gomes de Sá e pataniscas de bacalhau” são alguns dos pratos em destaque no Restaurante “O Fosso”, como revela o chef Luís Aranha, adiantando que, este ano, “foram também mantidos alguns pratos do ano anterior”.

Para o Chef, estas quinzenas são “muito positivas” para o setor da restauração, na vila.

Recentemente, a cozinha do Restaurante “O Fosso” foi alvo de uma remodelação, “há muito ambicionada”, com o apoio do município.

Bacalhau à Brás, Pataniscas, Bacalhau Dourado, Wellington de Bacalhau e Bacalhau com Natas são apenas algumas das propostas dos restaurantes do concelho de Arronches nesta Quinzena Gastronómica, que decorre até domingo.

Coletânea “Liberdade” apresentada esta sexta-feira na Feira do Livro de Campo Maior

A Feira do Livro de Campo Maior conta, nesta sexta-feira, 24 de maio, com a hora do Conto com Susana Branco.

Pelas 11 horas é apresentado o livro “Faísca sem medos”, de Ana Coelho, às turmas do 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino básico.

A presentação da coletânea “Liberdade”, comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, está marcada para as 15 horas e, às 16 horas é Nuno Franco Pires que apresenta a sua mais recente obra “Abril, no Museu Aberto.

Atividades para todas as faixas etárias no segundo dia da Feira do Livro de Campo Maior

O segundo dia da Feira do Livro de Campo Maior, no dia 23 de maio, contou com diversas atividades para todas as faixas etárias.

Durante a manhã, teve lugar a “Hora do Conto” com Carlos Canhoto, com a sessão “Livros e Bonecos”, dirigida às turmas do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho.

De seguida, o Museu Aberto ganhou vida, com a dramatização da obra literária “Esta Terra que eu amo, Campo Maior”, de Idaulina Borrega, que contou com a participação das utentes da Academia Senior da CURPI e dos alunos do 2.º C do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro. A autora e os restantes participantes apresentaram a obra em duas sessões dirigidas os Utentes da Loja Social, do Centro Comunitário de Ouguela, do Atelier das Artes de Degolados e do Lar e Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia.

O dia terminou com a apresentação do livro “O Meu 25 de Abril”, um projeto da Associação Salgueiro Maia (ASM), editado pela revista transfronteiriça “O Pelourinho”, com o apoio da Diputación de Badajoz, e que reúne 40 testemunhos que contam várias vivências do 25 de abril, da perspetiva de cada um dos autores. A vereadora São Silveirinha participou na sessão, ao lado do Presidente da ASM, o capitão de Abril João Andrade da Silva, de Moisés Cayetano Rosado, diretor d’”O Pelourinho”, e de Ricardo Cabezas, deputado da Diputación de Badajoz.

Esta sessão terminou com o Coro da Academia Sénior da CURPI, estando ainda presentes os vereadores Paulo Pinheiro e Fátima Vitorino, Anabela Carrilho, em representação da Assembleia Municipal, José Leão, em representação da Junta de Freguesia da Expectação, e os Capitães de Abril, Fernando Frederico e Victor Pássaro.

Aluno problemático proibido de se aproximar da Secundária de Campo Maior

O aluno que causava vários problemas, nomeadamente foi acusado de agressões a alunos e professores, na escola Secundária de Campo Maior fica agora “impedido de estar a menos de 500 metros deste estabelecimento de ensino e será transferido para outra escola do país”, segundo as medidas cautelares do Ministério Público e aqui avançadas pelo diretor do agrupamento, Jaime Carmona.

O diretor assegura que “algumas situações poderiam ter sido acauteladas há algum tempo”, porque segundo diz, “apesar de muitos contactos com entidades ligadas à educação, a tutela falhou-nos um pouco, porque já em dezembro fomos além do procedimento disciplinar normal e pedimos, nessa altura, a transferência de estabelecimento que nos foi negada, e que agora é processada não pelo Ministério da Educação, mas sim pelo Ministério Público”.

Juntamente com o município, com a então associação de pais, que esteve em funções até há pouco tempo atrás, foram desenvolvidas iniciativas, em reuniões com as entidades responsáveis, para resolver os problemas, que vão surgindo.

Contudo, o diretor afirma: “esta questão não pode ser traduzida apenas nesta medida cautelar, temos que olhar um pouco no tempo e perceber que, possivelmente, resulta de um trabalho que tem sido desenvolvido há muito tempo. Este aluno há cerca de dois anos e meio teve uma medida tutelar educativa, em que foi retirado à família, esteve num centro educativo e, passados uns meses, foi ‘devolvido’ à sociedade e, desde aí, tem havido algumas situações com as quais não tem sido fácil lidar, porque as escolas não estão habituadas a este tipo de assunto, a escola é vocacionada para a pedagogia e educação e há outras situações que, com o tempo, vamos aprendendo a lidar com elas”.

Questionado sobre qual o sentimento com que encarou estas medidas, Jaime Carmona afirma que se sente “um alívio generalizado, principalmente nos professores que trabalhavam com a turma, porque as situações não eram fáceis de lidar”.

No entanto, o diretor assume ainda: “pedagogicamente, eu sou professor e não posso defender que a melhor solução, para lidar com alunos problemáticos, seja afastá-los da escola com medidas cautelares ou algo do género, há algum trabalho que tem de ser feito, porque é para isso que estamos cá, para ajudar todos os alunos”.

“Há aqui um alívio que vem desanuviar um pouco as nuvens negras que, parece que pairam sobre o Agrupamento de Campo Maior, mas preocupa-nos, porque que esta foi uma solução extraordinária para um caso muito particular, mas sabemos que temos mais alunos que precisam de ser ajudados e, infelizmente, as escolas continuam sem ter os recursos necessários para fazer face a estes desafios, que são constantes”, remata.

A entrevista completa ao diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, sobre estas medidas, que pode ouvir no podcast abaixo:

Contributos de quem viveu o 25 de Abril na Feira do Livro de Campo Maior esta quinta-feira

Foto ilustrativa

A Feira do Livro de Campo Maior, ontem inaugurada, conta esta quinta-feira, 23 de maio, com várias inicitivas literárias no Museu Aberto.

Para este segundo dia está prevista a Hora do Conto, com Carlos Canhoto, apresentada às turmas do pré-escolar e do 1º e 2º anos do 1º ciclo do ensino básico

Pelas 10.30 horas tem lugar a apresentação do Concurso Literário ,dinamizado pela Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Campo Maior.

A dramatização da obra “Esta Terra que eu amo, Campo Maior”, da autoria da campomaiorense Idaulina Borrega, está marcada da para as 11 horas.

Às 15 horas é apresentada a obra literária de Avelino Bento e, pelas 16 horas “O meu 25 de abril”, com contributos de quem viveu o 25 de abril. Esta última apresentação conta com a presença de Moisés Cayetano Rosado, do presidente da Casa Salgueiro Maia e do Deputado da Cultura da Diputación de Badajoz.