O Município de Campo Maior voltou a associar-se aos Campo Maior Trail Runners para promover uma caminhada, no âmbito do “Outubro Rosa”, iniciativa de prevenção e diagnóstico do cancro da mama da responsabilidade da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Uma vez mais, foram muitos os campomaiorenses que se juntaram à iniciativa para mostrar o seu apoio a esta causa. Antes do início da caminhada, foi formado um laço rosa humano, símbolo deste “Outubro Rosa”.
A vereadora São Silveirinha foi uma das integrantes do grupo que percorreu várias artérias da vila e que, no Parque Verde, improvisou um pequeno baile “às saias”, acompanhado pelo Grupo de Cantares “O Despertar Alentejano”.
Elvas recebe, entre os dias 1 e 3 de novembro, o ALerTejo, o seu primeiro encontro literário. De toda a programação, que inclui, entre muitas outras atividades, tertúlias, apresentação de livros, sprints de leitura e serões de poesia, o maior destaque vai para uma conversa com o escritor João Tordo, a 2 de novembro (sábado), dois dias antes do lançamento da sua mais recente obra, “Os Dias Contados”.
No decorrer do evento, o público será também convidado a participar na Rota Literária “O Hissope”, de António Dinis da Cruz e Silva, onde poderá percorrer a vida do poeta cuja obra de maior vulto é o poema “O Hissope”, uma sátira social que tem como ponto de partida uma quezília entre o bispo de Elvas, D. Lourenço de Lencastre e o Deão da Sé de Elvas.
Segundo explica um dos responsáveis pela organização do evento, o escritor elvense Nuno Franco Pires (na imagem), os principais objetivos do ALerTejo passam por contribuir para a descentralização deste tipo de iniciativas e para a promoção da literatura, com atividades para todas as idades. “Vamos ter três tertúlias diferentes, que vão levar vários agentes desta área a refletir e a dar os seus contributos”, adianta. Por outro lado, procura-se também “dar voz a novos autores”, bem como estreitar laços com os “vizinhos e irmãos espanhóis”, para que se continuem a promover eventos em torno da literatura entre os dois lados da raia. Ouvir e aprender com autores mais experientes e refletir sobre a importância das redes sociais na promoção da literatura são outras das finalidades do ALerTejo.
João Tordo, que já foi distinguido com o Prémio Saramago, acaba por apadrinhar esta primeira edição do encontro literário de Elvas. “É um dos maiores nomes da contemporaneidade da literatura portuguesa, tem uma obra vastíssima e tem em pré-venda o seu próximo livro, ‘Os Dias Contados’, que vai ser apresentado dois dias depois da sua vinda a Elvas, o que quer dizer que vamos ter ainda, e a acrescer interesse ao evento, um pré-lançamento do próximo livro do João Tordo”, adianta Nuno Franco Pires.
Na organização do evento, a Nuno Franco Pires juntam-se Maria João Covas, Andreia Valente, Rosária Casquinha da Silva, Lúcia Fonseca e Elizabete Agostinho. Trata-se de um grupo de amigos, autores, leitores e críticos, unidos pelo amor à literatura e pela vontade de fazer chegar essa paixão a mais pessoas.
A grande maioria das atividades desta primeira edição do ALerTejo terá lugar no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, sendo que o evento terá também atividades a decorrer na Sala dos Espelhos de “O Elvas” e no Stand’Arte.
A entrevista completa a Nuno Franco Pires para ouvir no podcast baixo:
Com a atividade da sua Equipa de Intervenção Permanente (EIP) em suspenso, a intenção da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior é que de esta possa voltar ao ativo já em 2025.
O presidente da associação, Luís Fava, à margem das comemorações dos 75 anos da corporação, no passado sábado, 26 de outubro, destacava, em declarações à Rádio Campo Maior, os esforços que têm vindo a ser feitos, para que, no próximo ano, a atividade da EIP possa ser retomada. “Houve aqui um contratempo e temos a EIP em suspensão, mas os funcionários não ficaram desempregados, porque a associação voltou a admiti-los no seu quadro”, adianta. Um dos motivos que esteve na origem desta suspensão da EIP, esclarece o presidente, diz respeito à falta de motoristas de pesados. Nesse sentido, a “associação está disposta a pagar, a quem quiser, a carta de pesados”.
Por outro lado, e ainda que, inicialmente, apenas uma pessoa estava inscrita na Escola de Bombeiros, Luís Fava explica que, entretanto, surgiram mais cinco, pelo que a formação até já se iniciou. De acordo com o comandante da corporação, Pedro Tomé, que considera esta escola “fundamental para o equilíbrio” do efetivo e para dar cumprimento à missão dos soldados da paz, revela que já se realizaram três sessões de formação.
Luís Fava lembra ainda que a direção está agora a conseguir “comunicar com a população”. “Já estamos de braços dados, porque a união fará sempre a força”, diz o presidente da associação, que lembra que o quartel tem estado de portas abertas à comunidade e tem também procurado estar perto das escolas, no sentido de incentivar a população, para que, no futuro, possam existir “mais bombeiros e mais voluntários”.
Os Bombeiros Voluntários de Campo Maior contam agora também três novas ambulâncias, uma delas elétrica, a par de 75 painéis solares. “Costumamos dizer que somos vermelhos por fora, mas verdes por dentro”, remata Luís Fava.
A par da sessão solene, no passado sábado, que contou com a presença do secretário de Estado da Proteção Civil, Paulo Simões Ribeiro, teve lugar uma homenagem aos bombeiros falecidos, a bênção de novas viaturas, a entrega de condecorações e ainda um desfile motorizado pela vila. De recordar que os Bombeiros de Campo Maior celebraram este aniversário, na terça-feira, dia 22 de outubro, com uma missa em memória dos bombeiros, órgãos sociais e sócios falecidos, na Igreja Matriz da vila.
As imagens das comemorações deste 75º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior para ver na fotorreportagem abaixo:
Encontram-se abertas, até esta quinta-feira, dia 31 de outubro, as candidaturas às Bolsas de Estudo do Município de Campo Maior, destinadas a alunos do ensino superior.
Com vista a atribuir mais bolsas que aquelas que têm vindo a ser disponibilizadas, em anos anteriores, a Câmara Municipal decidiu, desta vez, fazer uma alteração ao regulamento existente. O número de bolsas atribuídas pode, segundo o presidente, Luís Rosinha, vir mesmo a superar as cem que a autarquia tem inicialmente previstas. “A nossa decisão foi alargar este apoio a tudo o que sejam cursos superiores, em torno dos 750 euros anuais, que fará toda a diferença, mas também alterámos o ponto de vista de acessibilidade ao mesmo”, começa por dizer o autarca, não tendo dúvidas que, com a alteração do regulamente, serão atribuídas “muito mais bolsas que aquelas que têm vindo a ser dadas até este ano letivo”.
A autarquia definiu a atribuição de um total de cem bolsas de estudo, sendo que 50 se destinam a alunos de Licenciatura e Mestrado e as outras 50 a estudantes de Cursos Técnicos Superiores Profissionais e Cursos de Especialização Tecnológica. “É um número que tínhamos de deliberar, o que não invalida que não venham a ser atribuídas mais bolsas de estudo. A nossa ideia é chegar a mais famílias campomaiorenses”, acrescenta.
Com a perspetiva que venham a ser ultrapassadas as cem bolsas, a expectativa, diz ainda Luís Rosinha, é que o investimento feito pela autarquia neste apoio transcenda os 75 mil euros. “É um esforço financeiro para a autarquia, mas é a forma de nós podermos ajudar mais campomaiorenses a que consigam prosseguir os seus estudos, numa altura em que haverá sempre dificuldades nas questões até da mobilidade do aluno e de alojamento”, assegura. Os 750 euros serão pagos aos estudantes ao longo de dez meses (75 euros por mês).
As candidaturas às Bolsas de Estudo poderão ser feitas no Balcão Único do Município de Campo Maior, até esta quinta-feira.
“O Elvas” perdeu em Coimbra com o União local, por 2-0, naquela que foi a primeira derrota da equipa esta época.
O jogo ficou marcado por duas expulsões, João do Carmo na primeira parte e Almara, no segundo tempo.
O União de Coimbra marcou logo aos 5 minutos, por Traquina e depois foi dominado pelos elvenses que procuraram o empate, em vários lances perto da baliza local. Na segunda parte, já depois da segunda expulsão, a equipa da casa fechou o marcador aos 66 minutos por intermédio de Nuno André num remate frontal.
“A Terra Treme”, um exercício organizado anualmente pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, com o pretende alertar e sensibilizar a população para como agir antes, durante e depois da ocorrência de um sismo, vai realizar-se em Campo Maior, no próximo dia 5 de novembro (terça-feira), pelas 11h05.
Os três gestos de baixar, proteger e aguardar são a melhor resposta para qualquer um se proteger em caso de sismo. O exercício ajudará a conhecer e praticar estes gestos que podem salvar vidas.
Mais informações disponíveis no site “A Terra Treme“.
Em véspera de feriado de Todos os Santos e em noite de Halloween, a 31 de outubro (quinta-feira), o Celeiro, em Arronches, volta a ser palco de mais uma Noite das Sopas, numa organização da Associação Freestyle Iceshow.
Desta vez, o evento conta com animação musical a cargo do Duo Lunar e com sopas diferentes, face a edições passadas, à exceção daquelas que as pessoas mais gostam, como a sopa de tomate e a sopa de cação, de acordo com o presidente da associação, Marco Vitória. “Vamos ter ainda canja, caldo de verde e sopa de grão e vamos ter também bifanas e pão com chouriço, para as pessoas comprarem, tal como as sobremesas e bebida para acompanhar”, adianta. O objetivo, garante o responsável, é “manter o mesmo nível de qualidade” de outros anos, nesta que é já a oitava edição do evento.
Durante o evento, o público poderá degustar as sopas disponíveis, todas as vezes que quiser, entre as 19 e as 22 horas. A entrada, adianta Marco Vitória, tem um custo de seis euros, sendo que as pulseiras estão já disponíveis em venda antecipada. As crianças, até aos 12 anos, não pagam. As pulseiras de acesso podem ser adquiridas junto dos responsáveis da associação ou através de um dos seguintes contactados: 926 399 009 e 960 260 587.
Tal como tem vindo a acontecer, a Noite das Sopas volta a ser um evento ecológico, através dos copos reutilizáveis que são colocados ao dispor do público. Os eco-copos serão ainda, à semelhança da taça, que todos os participantes levam para casa, mais uma recordação que irão ter deste evento. Os copos são entregues à entrada, juntamente com a taça e servirá para todas as bebidas adquiridas ao longo do evento.
O dinheiro angariado com o evento, explica ainda o presidente da associação, servirá para financiar a aquisição de alguns equipamentos e várias atividades desenvolvidas com os atletas.
As comemorações do Mês da Música em Elvas chegam ao fim este domingo, 27 de outubro, com o espetáculo “Ecos de Abril”, que junta em palco o maestro Vitorino d’Almeida e o poeta Aurelino Costa.
“O concerto que encerra o Mês da Música traz, pela 33ª vez, a Elvas, o maestro António Vitorino d’Almeida, num formato que, de certa forma, se associa também, com uma natureza renovada, às comemorações do 25 de Abril”, começa por explicar o diretor artístico deste Mês da Música, Luís Zagalo.
Para além de autor da banda sonora e ator no filme “Capitães de Abril”, Vitorino d’Almeida, lembra Luís Zagalo, assume-se como protagonista neste contexto da Revolução dos Cravos porque, à época, encontrava-se em Viena, onde escreve a obra canónica, no contexto da música portuguesa, “Inquietações sobre uma Manhã de Abril”. “Estas múltiplas visões são convocadas neste contexto de um concerto a que chamámos ‘Ecos de Abril’”, revela o diretor artístico.
A Vitorino d’Almeida, em palco, junta-se o poeta Aurelino Costa. “É um dos grandes declamadores que conheço e que nos trará também uma outra visão complementar, que é como é que a poesia abordou e encarou o 25 de Abril”, revela Luís Zagalo, que não tem dúvidas de que, com este espetáculo, o Mês da Música em Elvas encerra com “chave de ouro”.
Os bilhetes para este espetáculo, com início este domingo às 18 horas, podem ser adquiridos na Ticketline ou no no cineteatro municipal de Elvas, a partir das 17 horas.
O projeto My SAD tem como principal objetivo dar apoio domiciliário aos idosos do Centro de Dia do Lar Santa Beatriz. Neste que é um programa financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
My SAD, que teve início no princípio deste ano, atua em três linhas centrais: a Cuidadora São, o podcast elaborado pela instituição e a psicomotricidade.
A Cuidadora São é uma linha de apoio que atua 24h e está diretamente ligada à ERPI “qualquer utente de apoio domiciliário pode ligar para a instituição com alguma dúvida, alguma questão ou alguma urgência” conforme explica Alexandra Mamede, animadora sociocultural do Lar Santa Beatriz. “Temos utentes que realmente aquilo que sentimos é que o apoio domiciliário precisava de mais para além da alimentação e das higienes. Tentamos criar algo que conseguíssemos manter ao longo do tempo e que conseguisse colmatar esta linha do isolamento social”.
Para além de ter a linha 24h, a cuidadora São, segundo a animadora sociocultural do Lar Santa Beatriz, também tem uma enfermeira que está ligada ao projeto que “dá apoio através da linha e pode fazer visitas ao domicílio” e o voluntariado social que atualmente conta com sete voluntários que estão diretamente ligados aos utentes de domicílio que “fazem contactos periódicos, alguns diários e outros semanais em que alertam as pessoas para as temperaturas, para a necessidade de beber água e estabelecem amizades”.
De modo a que os idosos que estejam no domicílio não fiquem sedentários, é trabalhada também a psicomotricidade. “Reparamos que os nossos utentes no domicílio estavam muito parados, então, temos uma psicomotricista que vai ao domicílio, cria um plano, trabalha esse plano com os utentes e semanalmente vai aos domicílios verificar se os exercícios estão a ser praticados e como estão a ser feitos” explica ainda Alexandra Mamede.
Outra vertente do projeto destina-se ao podcast elaborado pela instituição que serve, segundo a animadora sociocultural do Lar Santa Beatriz, para “alerta, informação, estratégias” e que pode ser consultado na página do Facebook do Lar Santa Beatriz.
Arronches viaja no tempo, até ao período da Restauração, este fim de semana, dias 26 e 27 de outubro, através de uma recriação histórica, promovida pelo projeto Raia Viva.
A par da recriação histórica, a ter lugar no Largo Serpa Pinto, neste primeiro dia do evento destaque para um concerto de música da época, às 21h30, no Convento da Nossa Senhora da Luz, e para espetáculos de artes de malabarismo e cuspidores de fogo, pelas 22h30.
Amanhã, domingo, a recriação histórica terá lugar entre as 13h30 e as 18 horas. No decorrer do evento, que tem sido promovido em diferentes fortalezas da raia, de norte a sul do país, realiza-se ainda um mercadinho com produtos locais.
O projeto Raia Viva é desenvolvido pela Historicalia, com o apoio do Turismo de Portugal e da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.