O 33.º Festival Sete Sóis Sete Luas 2025 tem início este sábado, 19 de julho, e decorre até 26 de julho, com atividades na Praça da República de Elvas e na cafetaria do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).
Como já é habitual, o evento trará muita animação e entretenimento através da música e da gastronomia, com uma série de atividades e momentos musicais.
O começo deste festival será marcado por um Laboratório de Gastronomia com a chef Liliana Andrade, pelas 17 horas, com destaque para os sabores de Cabo Verde. Estas atividades gastronómicas, assim como as posteriores, estão sujeitas a inscrição prévia e têm um número de vagas limitado, podendo ser feitas na Biblioteca Municipal de Elvas Dra. Elsa Grilo ou no Posto de Turismo.
De culinária não é só feito o Festival Sete Sóis Sete Luas, pelo que aliada à comida vem também a música. Às 21h30 deste sábado, dia 19 de julho, a Praça da República será o palco de um concerto com Germá Negre, da Catalunha.
A 25 e 26 de julho, haverá novo um Laboratório de Gastronomia com o chef Steffano Campazzi, pelas 17 horas, com destaque para os sabores de Itália. No sábado, dia 26, a Praça da República será o palco de um concerto com Ambrogio Sparagna, da Itália.
A Guarda Nacional Republicana (GNR), realizou ontem, dia 18 de julho, a cerimónia de encerramento do 53.º Curso de Trânsito e Segurança Rodoviária para Guardas, na Figueira da Foz.
A cerimónia contou com a presença de diversas entidades militares e civis, entre as quais o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Alberto Ribeiro Veloso, que presidiu ao evento. O encerramento deste curso assinala o culminar de uma formação altamente especializada na área da segurança rodoviária, que teve início no dia 3 de fevereiro.
Ao longo de cinco meses de formação, a qual teve lugar na Escola da Guarda (EG), tanto em Queluz como no Centro de Formação da Figueira da Foz, os formandos percorreram as diversas fases com um forte grau de exigência técnica e operacional, tendo a mesma contemplado um total de 571 tempos letivos.
Este curso iniciou com uma fase dedicada à consolidação dos conhecimentos técnicos de condução e à metodologia da fiscalização rodoviária. Seguiu-se uma componente teórico-prática, que integrou conteúdos jurídico-operacionais e de formação técnica de condução em veículos de duas rodas, indispensável à execução de missões policiais específicas, como operações de abertura de itinerários e patrulhamento dinâmico rodoviário. A formação incluiu também uma consciencialização permanente dos formandos para a importância do seu papel na redução da sinistralidade rodoviária, especialmente associada ao consumo de álcool e substâncias estupefacientes, tanto na vertente da prevenção como da fiscalização — enquanto complemento essencial à ação preventiva. A fase final decorreu em contexto real de trabalho, nos Destacamentos de Trânsito dos Comandos Territoriais da GNR e nos Destacamentos de Ação de Conjunto da Unidade Nacional de Trânsito (UNT), estruturas operacionais que integram a especialização de trânsito e asseguram o policiamento da Rede Nacional Fundamental e da Rede Nacional Complementar.
Parte significativa da formação foi ministrada por formadores da UNT, Unidade Especializada da GNR em matéria de trânsito e segurança rodoviária, tanto na vertente da prevenção, como da fiscalização, formação técnica e prática e ainda na inovação das práticas procedimentais e uniformização dos procedimentos operacionais. Esta intervenção reforça a aposta institucional na especialização operacional dos seus efetivos, com base em práticas atualizadas e exigentes, alinhadas com os mais elevados padrões técnico-operacionais.
A formação especializada, que foi concluída com sucesso por 65 Guardas, agora habilitados a reforçar a capacidade operacional da Guarda na vertente da fiscalização e segurança rodoviária, assume-se como um instrumento estruturante de capacitação dos recursos humanos da Guarda enquanto pilares fundamentais na salvaguarda da vida humana em ambiente rodoviário, contribuindo para uma resposta mais eficaz, coerente e integrada aos diversos fenómenos que afetam a segurança nas estradas, reforçando o papel da GNR enquanto instituição central no combate à sinistralidade rodoviária em Portugal
Os Bombeiros Voluntários de Campo Maior estão a promover, uma vez mais, a campanha “Garrafa Solidária”, que até setembro estão a receber garrafas de água de pequenas dimensões, com o objetivo de garantir que os “soldados da paz” estejam bem preparados para enfrentar os desafios que se avizinham, ou não fosse esta altura do ano crítica no que toca aos incêndios.
A verdade é que, de acordo com o presidente da direção dos bombeiros campomaiorenses, Luís Fava, “a campanha deste ano, tal como no ano passado tem sido um sucesso”, dando conta que há cerca de três semana é que a campanha entrou em vigor, devido ao stock de águas provenientes do ano passado, relevando-se “uma grande surpresa” em termos de quantidade, contando já com mais de um milhar de garrafas de água doadas.
Agradecendo toda a ajuda dada aos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, Luís Fava deixa um apelo a todos aqueles que queriam vir ao quartel doar garrafas de água, “”peço a todos aqueles que queiram um apelo quanto ao tamanho da garrafas doadas, “estamos a aceitar garrafas com os tamanhos de 0.33 cl e de 0.50 cl”, dando a conhecer que as garrafas de 1.5lt representam um “excesso e desperdício” para os Bombeiros levarem para o terreno.
A par das garrafas de água, podem também doar bebidas energéticas, barras energéticas ou bolachas. Para tal, basta qualquer interessado deslocar-se até ao Quartel dos Bombeiros de Campo Maior.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Pingo Doce renovam a sua parceria para o verão de 2025, unindo esforços para combater a solidão e o isolamento de idosos no distrito de Portalegre. Esta iniciativa conjunta visa proporcionar apoio e bem-estar à população sénior mais vulnerável, através da distribuição de cabazes com bens essenciais e da transmissão de informações cruciais para enfrentar as altas temperaturas.
O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através das suas Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, encontra-se a proceder à distribuição de cem cabazes especialmente concebidos para os dias quentes de verão. Os cabazes incluem produtos como bolsas de fruta, creme hidratante, barras de cereais e garrafas de água. A entrega destes cabazes é feita durante as visitas regulares da GNR a idosos previamente referenciados pela ‘Operação Censos Sénior’.
Para além da entrega dos bens, os militares da GNR aproveitam estas visitas para fornecer orientações vitais sobre os cuidados a ter em ondas de calor extremo. Estas informações são cruciais para prevenir problemas de saúde associados às altas temperaturas, especialmente numa população mais suscetível como a sénior.
Esta parceria com o Pingo Doce é um pilar fundamental no compromisso da GNR em proteger os mais vulneráveis, especialmente durante o verão. A combinação da entrega de bens essenciais com a partilha de informações preventivas permite-nos oferecer um apoio mais completo aos idosos.
O Pingo Doce reforça o seu papel ativo na comunidade com esta parceria com a GNR permitindo chegar a quem mais precisa, contribuindo ativamente para o bem-estar dos idosos do nosso país, especialmente durante os meses de verão, quando a vulnerabilidade pode ser maior.
Esta iniciativa insere-se no protocolo de colaboração estabelecido entre o Pingo Doce e a GNR desde 2022. Desde o início desta parceria, já foram entregues mais de dez mil cabazes, reforçando o combate ao isolamento, solidão e carência alimentar da população idosa em Portugal.
Este verão, na região Alentejo, promete ser, do ponto de vista turístico, “exigente e desafiante”. Quem o diz é o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, que defende que no interior desta região é necessário fazer uma aposta maior.
“Nós temos, obviamente, o maior registo na costa. No interior, é preciso puxar mais pelo turismo, especialmente, porque aquilo que nos chega diariamente, que entra em casa dos portugueses, é que, do ponto de vista das temperaturas, não é, por vezes, muito convidativo para as pessoas se deslocarem e temos de combater isso com eventos noturnos, com muito foco nos produtos ligados às estações náuticas e aos desportos aquáticos”, defende José Manuel Santos.
Ainda assim, e dando conta que até maio o crescimento nas dormidas, no Alentejo, de “cerca de quatro por cento”, era “superior à média nacional, o dirigente acredita que a região irá ter “um bom verão”. “As reservas estão a cair nos hotéis. Já não vamos ter um crescimento turístico de dois dígitos, como tivemos, mas isto é uma realidade nacional, não é só do Alentejo”, adianta.
Dizendo que o Alentejo se volta a assumir como “um bom destino de férias”, não só para o mercado nacional, mas também para o espanhol, José Manuel Santos não tem dúvidas de que a região irá “continuar a crescer” a nível turístico. “Vamos continuar a crescer em proveitos, acima do que crescemos em hóspedes e dormidas, o que quer dizer que as empresas estão a ter uma maior rentabilidade, o que é bom, porque também os custos de laborações, os custos operacionais da hotelaria e da restauração também aumentarem”, remata.
A obra de reparação da cobertura das Piscinas Municipais de Elvas encontra-se concluída.
A intervenção, de acordo com a Câmara Municipal de Elvas, “consistiu na reabilitação da área danificada da cobertura, com a substituição dos elementos estruturais, incluindo chapa autoportante metálica termolacada, placa de rigidez, isolamento térmico, ripado e forro de madeira tratada”.
“O investimento, superior a 70 mil euros, permitirá a reabertura das piscinas municipais cobertas e aquecidas, prevista para o período seguinte à temporada de verão das piscinas descobertas”, revela ainda a autarquia.
A vila de Campo Maior celebrou esta quinta-feira, dia 17 de julho, o quarto aniversário do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA).
Este é um espaço, situado na zona do castelo, que permite aos visitantes viajar por séculos de história, remontando ao passado, onde a fortificação de Campo Maior teve um papel crucial na defesa da região e do país.
Equipado com alta tecnologia, o CIFA, diz o presidente da Câmara, Luís Rosinha, “permite conhecer a história da vila, mas também a intervenção feita ao nível do património amuralhado, numa extensão de cerca de 1600 metros, uma das maiores obras de sempre realizadas no concelho”.
Para além de toda a recuperação das muralhas, o autarca revela que dentro deste centro, “é possível saber-se mais sobre as batalhas que decorreram em Campo Maior”, como por exemplo, “a guerra das laranjas ou a fatídica tarde em que o paiol rebentou e dizimou muitos campomaiorenses”.
À semelhança de todos os outros museus de Campo Maior, também a entrada no centro interpretativo é gratuita, sendo que o encerramento deste espaço é à segunda-feira.
As visitas ao CIFA são acompanhadas e têm uma duração aproximada de 90 minutos. As visitas têm início às 10h15, 11h15, 14h15, com a última a realizar-se às 15h15.
Um incêndio florestal está a lavrar numa zona de mato, esta tarde, numa área entre Nisa e Alpalhão. O alerta foi dado às 16h23, mobilizando um forte dispositivo de emergência com 113 operacionais, 27 viaturas e sete meios aéreos que está a ser reforçado com mais meios humanos e veículos de mais corporações de Bombeiros.
Entre os recursos destacados estão varias aeronaves. Equipas táticas e responsáveis locais, incluindo representantes da proteção civil e técnicos florestais, estão no terreno para acompanhar e coordenar a resposta.
Depois de ter sido, este ano, destino nacional convidado na Bolsa de Turismo de Lisboa, o Alentejo, ao que tudo indica, também o será, em 2026, na Feira Internacional de Artesanato.
“Ainda não está confirmado, mas a conversa foi feita”, revela o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, que defende que o artesanato é uma “dimensão importante” da oferta turística.
“É muito interessante constatar que hoje muitos dos rendimentos de alguns artesãos provêem do turismo, porque há muita procura por parte dos hotéis para a organização de ateliês e de demonstrações ao vivo de artesanato, seja na olaria, seja na cestaria. O artesanato também acaba por contribuir e enriquecer aquilo a que nós costumamos chamar de turismo de experiências”, assegura José Manuel Santos.
Nesta última edição daquela que é considerada maior feira de artesanato da Península Ibérica e a segunda maior da Europa, que teve lugar entre 28 de junho e 6 de julho, em Lisboa, participaram cerca de 40 artesãos de todo o Alentejo. “Pelo segundo ano, estivemos presentes nesta feira, e sendo destino convidado ou não, continuaremos a participar”, assegura o responsável.
“Os artesãos do Alentejo foram convidados a estar nas várias televisões a promover os seus produtos e o artesanato tem no turismo uma alavanca muito importante para não morrer, para continuar a crescer, a diversificar-se e a promover, ao fim ao cabo, o saber-fazer e as artes e os ofícios do nosso Alentejo”, remata o presidente da Entidade Regional de Turismo.
A “Praça da Alegria”, programa da RTP, vai assinalar o seus 30 anos de emissões, com uma emissão especial na manhã desta sexta-feira, dia 18 de julho, na Praça da República, em Elvas.
O programa, apresentado por Jorge Gabriel e Sónia Araújo, conta com momentos de entretenimento, música e muita animação e promete uma manhã diferente.
“Venha assistir ao programa ao vivo e em direto, a partir das 10 horas, na Praça da República e passar uma manhã animada”, diz a Câmara Municipal de Elvas nas redes sociais.