A chegada do novo ano está cada vez mais próxima e são muitas as tradições e superstições associadas a este momento, sobretudo por parte daqueles que acreditam na sorte: seja usar roupa interior de cor azul, saltar de uma cadeira com o pé direito ou comer 12 passas de uva à meia-noite.
Por outro lado, há quem goste de passar a noite entre amigos, enquanto outros preferem fazê-lo com familiares, na rua, em casa ou numa festa. Independentemente das tradições e costumes de cada um, nesta noite, o objetivo é comum a todos: dizer adeus ao velho e receber o novo ano com desejos de sorte, saúde, paz, amor e prosperidade.
Para conhecer as tradições dos ouvintes e perceber de que forma preveem entrar em 2025, a Rádio Campo Maior saiu à rua. Conheça essas tradições no podcast abaixo:
Em Elvas, a entrada em 2025 é celebrada, à semelhança daquilo que tem acontecido em outros anos, com um espetáculo de fogo de artifício.
A promessa, garante o vereador Cláudio Monteiro, é de um “grande e único” espetáculo, criado “propositadamente para a passagem de ano de Elvas”, que será possível ver nos céus da cidade, a partir da meia-noite.
“O espetáculo poderá ser visto, não só do centro histórico, mas em grande parte da cidade”, adianta o vereador, que lembra que, com esta iniciativa, a autarquia procura brindar ao ano novo, não só com os elvenses, mas com todos os visitantes e turistas. “Há muitas festas privadas e as unidades hoteleiras estão completamente cheias, o que é de salutar e, portanto, vai ser uma passagem de ano com muita cor, muita luz e muito brilho”, garante.
“O importante é que as pessoas passem com a família, com os amigos, com saúde”, acrescenta Cláudio Monteiro, lembrando que, quem quiser pode fazer a festa em casa ou sair à rua para ver o fogo de artifício.
Questionado sobre os motivos que levam a Câmara de Elvas a não apostar numa festa de passagem de ano, o autarca diz que ter esse evento “só por ter” não faz sentido. “Acho que não é por aí que devemos começar uma tradição em Elvas”, assegura, lembrando que o atual executivo tem defendido sempre que “cada território deve ter a sua própria identidade”: “nós temos o ‘Elvas Cidade Natal’ e há outros concelhos que não têm nada relacionado com o Natal; no entanto, há outros que apostam mais na passagem de ano”.
Ainda assim, Cláudio Monteiro confessa que chegou a estar em cima da mesa a organização de um evento de réveillon: “ainda analisámos alguns espaços, mas o coliseu já sabíamos que não podíamos usar, porque vamos ter o Circo do Coliseu; na Praça da República não tem estrutura, porque está lá a pista de gelo e outros adereços”.
Essa festa de passagem de ano na cidade, reclamada e desejada por muitos, ainda assim, acredita o vereador, poderá vir a ser uma realidade “num futuro próximo”.
O presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, confirmou que o município está a desenvolver um projeto com a Santa Casa da Misericórdia local para construir uma unidade de cuidados continuados, no âmbito do PRR.
A candidatura pode ser feita até dia 3 de Janeiro como nos refere Luís Rosinha ” nesse dia fechará o aviso em curso do plano de recuperação e resiliência. Trata-se de um aviso diferente dos anteriores, com um esforço financeiro por cama que teve um aumento de cerca de 15%. É uma parte significativa que ainda assim, tendo em conta os custos de construção, ainda não será uma operação totalmente suportada pelos fundos, o que o município irá fazer é apoiar como tem feito até aqui. Tentarmos chegar a um entendimento num protocolo futuro, para que essa obra que seja mesmo uma realidade”.
“É algo que Campo Maior queria e necessitava há muitos e muitos anos, um projeto que ansiamos ter com aquelas 46 camas num edifício que carece também de algum investimento público, que está num sítio central da nossa vila” finalizou o autarca campomaiorense.
A obra da unidade de cuidados continuados deverá surgir no antigo ciclo preparatório, com um total de 46 camas, num investimento que deverá rondar os três milhões de euros.
A Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo (ULSAALE) tem um novo Conselho de Administração. A nova equipa, liderada por Miguel Lopes, garante a ULSAALE em nota de imprensa, “compromete-se a reforçar os serviços de saúde prestados à comunidade, melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde e implementar uma gestão eficiente e sustentável”.
“A nossa missão é clara: gerar bem-estar e valor para a comunidade, promovendo respostas inovadoras, integradas e sustentáveis. Tudo o que fazemos deve ser significativo para as pessoas e alinhado com o propósito de melhorar a saúde e a qualidade de vida de todos”, assegura Miguel Lopes.
O Conselho de Administração “compromete-se a trabalhar de forma colaborativa com todos os seus profissionais, com as comunidades locais, autarquias e parceiros institucionais e todas as forças vivas da sociedade, por forma a assegurar que a ULS Alto Alentejo seja uma referência no setor da saúde”.
O novo Conselho de Administração é composto por Miguel Lopes, presidente do Conselho de Administração; Vera Escoto, diretora clínica para os Cuidados de Saúde Hospitalares; Mafalda Barrigas, diretora clínica para os Cuidados de Saúde Primários; Adriano Pedro, enfermeiro diretor; Maria Luiza Lopes e Ana Amélia Silva, enquanto vogais executivas.
A Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo presta cuidados de saúde pública, cuidados primários, cuidados hospitalares, continuados e paliativos, a cerca de 105.000 habitantes do distrito de Portalegre, abrangendo 16 centros de saúde e duas unidades hospitalares. A instituição tem como missão promover o bem-estar da população, respondendo aos desafios demográficos e geográficos específicos do território do Alto Alentejo.
Desde o início da operação “Natal e Ano Novo” da GNR, a 18 de dezembro, 15 pessoas já perderam na vida, em 2.622 acidentes registados.
Só nos últimos três dias – entre as 00h do dia 27 e as 23h59 do dia 29 – a GNR registou 462 acidentes, dos quais resultaram quatro mortos, 11 feridos graves e 153 feridos leves. Os quatro acidentes que resultaram em vítimas mortais registaram-se todos no sábado, nos distritos de Setúbal, Viseu, Leiria e Lisboa.
No mesmo período, foram fiscalizados 34.463 condutores, “dos quais, 235 conduziam com excesso de álcool e, destes, 138 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 73 pessoas por conduzirem sem habilitação legal”, faz saber a GNR em comunicado.
Das 7.507 contraordenações rodoviárias detetadas, a GNR destaca “1.399 por excesso de velocidade; 97 excessos de álcool; 209 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças (SRC); 85 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução; 635 por falta de inspeção periódica obrigatória; e 241 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório”.
Durante a operação, que se estende até quinta-feira, 2 de janeiro, a GNR irá continuar “a priorizar a fiscalização às seguintes infrações: condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas; excesso de velocidade; utilização indevida do telemóvel; utilização correta do cinto de segurança e do SRC; falta de inspeção periódica obrigatória; falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório; e incorreta execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem”.
Uma exposição do elvense, Luís Pedras, mostra “Roncas do Castelo”, precisamente no Castelo de Elvas, podendo ser visitada até 5 de janeiro.
Luís Pedras diz-nos o que pode ser encontrado nesta exposição “temos as roncas tradicionais, em vários tamanhos como nos fala o livro de Ernesto Veiga de Oliveira, para além de outras roncas mais étnicas, inspiradas na arte tribal e por fim outras mais artísticas, onde eu dou largas à minha imaginação”.
O artesão gostava que a Ronca fosse classificada como Património Imaterial “esta exposição é o culminar de 30 anos de trabalho, trabalhamos com qualidade, com boa sonoridade. A ronca é um instrumento que pode durar anos e anos, produzi milhares de roncas. Mais uma vez deixo o repto à Câmara Municipal de Elvas da necessidade de classificar como património imaterial, primeiro regional e depois nacional”.
“Ai as roncas do Castelo, Ai as roncas do Castelo, São feitas com tradição, Pelas mãos deste artesão…”: é o mote para esta mostra que apresenta ao público dezenas de exemplares de roncas, de vários tamanhos e formas, podendo ser apreciadas das mais tradicionais às mais étnicas, e com diferentes sonoridades. As cerca de 50 roncas da exposição estão disponíveis no Castelo de Elvas até 5 de janeiro.
A CURPI de Campo Maior ajuda pessoas e é caracterizada por ser uma segunda casa para idosos e pensionistas.
Neste sentido, sendo esta uma casa que alberga pessoas, também necessita de apoios e manutenção. Anselmina Caldeirão, atual presidente da CURPI, refere que “a Câmara Municipal de Campo Maior e as Juntas de Freguesia ajudam monetariamente a comissão. O Município para além disso, ajuda com algum pessoal, na pintura e manutenção do edifício”.
Remetendo à época da pandemia, Anselmina Caldeirão relembra que foram tempos que “o pessoal trabalhava a meio tempo”. “Nessa altura, como tínhamos a cozinha a funcionar, pensei em criar um grupo no Whatsapp onde as pessoas, até aos dias de hoje podem encomendar comida. Este sistema tem sido, basicamente, o sustento desta casa”.
Uma exposição de pintura do médico Sameiro Correia está patente no Museu Militar de Elvas até final do mês de dezembro.
Após o convite feito pelo diretor do Museu Militar de Elvas, Coronel Nuno Duarte, Sameiro Correia inaugurou a exposição na comemoração do 15º aniversário do Museu Militar de Elvas, no passado dia 31 de outubro.
A mostra dispõe mais de “90 pinturas de uniformes militares até à implantação da República e acompanha as várias fases do exército português”, explica Sameiro Correia. Esta, diz ainda, é uma exposição “uma homenagem ao exército português, ao Museu Militar de Elvas e à cidade de Elvas”.
A exposição de pintura, revela por sua vez o Coronel Nuno Duarte, surge “de um desafio” que lançou a Sameiro Correia.
O Centro Educativo Alice Nabeiro (CEAN), de Campo Maior, participou no projeto “Histórias da Ajudaris”, no do livro da associação, que luta diariamente contra a fome, a pobreza e a exclusão social e que inclui um poema escrito pelos alunos do 3º ano do Centro Educativo, intitulado “Declaração de Amor para o Planeta”.
As receitas da venda do livro, cujo valor são seis euros, revertem para a ajuda a crianças e famílias desfavorecidas, como nos explica a coordenadora o projeto e da biblioteca do Centro Educativo, Manuela Tomé, que acrescenta que “as crianças do Centro Educativo já participam nesta iniciativa há alguns anos”.
Este é um projeto desenvolvido todos os anos para promover a leitura, a escrita, a arte e para ajudar quem mais precisa. O livro pode ser adquirido no CEAN, sendo que Manuela Tomé lembra ainda que “está-se a ajudar” quem mais precisa.
A Ajudaris é uma associação particular de carácter social e humanitária de âmbito nacional, sem fins lucrativos, à qual o Centro Educativo Alice Nabeiro tem vindo, anualmente, a associar-se.
Arronches tem uma novidade nesta época de Natal: uma pista de gelo. Esta atração, instalada no Jardim do Fosso, vai estar aberta ao público até ao próximo dia 6 de janeiro, como nos refere o presidente da Câmara de Arronches, João Crespo, “este era um pedido dos nossos munícipes, de forma que este ano optámos por trazer a pista de gelo”.
O Jardim do Fosso tem ganho uma animação extra. “Os nossos jovens podem desfrutar, já tivemos ali muita gente a patinar, e esta é mais uma atração de Arronches que sabe receber, onde temos a gastronomia, os nossos vinhos, os nossos museus e a nossa envolvente natural, pelo que fica o convite, em especial aos ouvintes da Rádio Elvas, para visitarem Arronches nesta quadra natalícia. Certamente que serão muito bem recebidos”, remata o autarca.
A pista de gelo funciona 6 de janeiro, das 10 às 13 horas e das 15 às 19 horas. Estará apenas encerrada no dia 1 de janeiro, sendo que nas vésperas deste feriado funcionará apenas no período da manhã.