Degolados está sem multibanco. “Se a situação estivesse nas nossas mãos já estaria resolvida”, diz João Cirilo

Depois de uma avaria, Degolados está sem multibanco desde o passado dia 20 de dezembro o que, naturalmente, causa vários constrangimentos à população daquela freguesia do concelho de Campo Maior.

Assegurando ter efetuado algumas diligências, para que o problema seja resolvido com a maior brevidade possível, o presidente da Junta de Freguesia, João Cirilo, garante que está solidário com a população. “A caixa multibanco é uma mais-valia que temos cá e as pessoas já estão muito habituadas a fazer ali variadíssimos tipos de operações e, neste momento, está totalmente indisponível”, começa por dizer João Cirilo, dando conta que, desde logo, a Junta de Freguesia contactou a Caixa Agrícola de Campo Maior, que “foi a responsável pela instalação da máquina”.

“A Caixa Agrícola tentou contactar a SIBS, que é a responsável pela rede de multibanco, mas sem qualquer tipo de sucesso. Aquilo que se sabe é que o problema é com o router, que é da Vodafone”, adianta o presidente. Agora, aguarda-se que um técnico da Vodafone se desloque até Degolados para que possa resolver o problema. “É uma coisa que, infelizmente não está nas nossas mãos, porque se estivesse a situação já estaria resolvida, de certeza absoluta”, remata João Cirilo.

Na aldeia, ainda assim, há já quem pondere, se a situação não se resolver nos próximos dias, organizar uma manifestação.

Arkus leva a “História da Batalha das Linhas de Elvas” às escolas de 1º Ciclo do concelho

Até ao próximo dia 17 de janeiro, a associação juvenil Arkus vai andar a percorrer todas as escolas de 1º Ciclo do concelho de Elvas para apresentar, aos mais novos, a peça de teatro “A História da Batalha das Linhas de Elvas” e o conto de uma história cantada “Uma manhã de nevoeiro”.

“Dar a conhecer a história de Elvas, relacionada com o próprio 14 de Janeiro” e, com isso, dar a conhecer o património da cidade, “não só a nível cultural, mas também a nível musical”, diz o presidente da Arkus, o professor Carlos Beirão, é o grande objetivo da iniciativa. “Acho que a nossa presença é também uma forma de aproximarmos a nossa associação das escolas, através da própria história, que é o que nós pretendemos”, adianta.

Neste momento, a Arkus encontra-se a planificar todas as atividades a desenvolver ao longo deste ano, sempre com vista “a dar a conhecer a cultura e a dinamizar a própria cidade, que bem precisa”. A Arkus, que apesar de ter nascido com o teatro, recorda ainda Carlos Beirão, abrange agora uma grande quantidade de áreas. “A partir do momento em que a Câmara nos dá um espaço para desenvolvermos as nossas atividades, começámos a ter trabalhadores, começámos a planificar e agora estamos em todas as áreas: temos o concurso de poesia; o festival de teatro, que é dos mais antigos do país e que organizamos em parceria com a Escola Secundária D. Sancho II; vamos organizar os fados e outras coisas. Não podemos parar”, remata.  

As atividades da Arkus, integradas nas comemorações dos 366 anos da Batalha das Linhas de Elvas, celebrados no feriado municipal da próxima terça-feira, 14 de janeiro, contam ainda com a colaboração dos serviços educativos dos Fortes da Graça e de Santa Luzia.

José Jorge Pereira: UCC será “responsabilidade acrescida” para a Santa Casa de Campo Maior

José Jorge Pereira tomou posse esta terça-feira, dia 7 de janeiro, como provedor da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, sucedendo no cargo a Luís Machado.

Entre os maiores desafios que terá pela frente, José Jorge Pereira destaca a Unidade de Cuidados Continuados (UCC), uma resposta “com grandes carências no distrito”. “Passamos a ter uma responsabilidade acrescida, porque estamos a falar de mais postos de trabalho e teremos de garantir que as vagas serão preenchidas, para tornar sustentável todo este projeto”, assegura.

“Acima de tudo é tentar perceber, através do dialogar com as entidades que já têm este tipo de dispositivos e equipamentos a funcionar, como é que nós podemos tirar alguma prática, para iniciarmos já com alguma aprendizagem nesse sentido”, acrescenta o novo provedor, lembrando, ainda assim, que o projeto ainda se encontra numa fase “muito embrionária”.  

O provedor adianta ainda que a candidatura da UCC, a instalar-se no antigo ciclo preparatório de Campo Maior, ao Plano Recuperação e Resiliência já foi entregue.

No que diz respeito à taxa de ocupação do Lar Santa Beatriz, tendo em conta a sua recente ampliação, com a disponibilização de mais dez camas, José Jorge Pereira revela que o objetivo principal é “manter o nível de excelência e garantir o conforto e bem-estar dos utentes”. Neste momento, revela ainda, o lar “está praticamente lotado”.

A entrevista completa a José Jorge Pereira, sobre o seu percurso na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, até chegar a provedor, e as expectativas para este mandato,  para ouvir no podcast abaixo:

“O Elvas” estreia relvado no Campo Patalino com o Guimarães 

É esperado o regresso a casa de O Elvas, já este domingo, 12 de janeiro, para o jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal com o europeu Vitória de Guimarães (e para a sequência da série C do Campeonato de Portugal e, ambicionam todos na cidade, para a fase de promoção à Liga 3), num Patalino com relvado natural, de novo, como há muito era desejo dos responsáveis da O Elvas SAD, e de cara lavada, com as bancadas pintadas de fresco, renovadas cadeiras com as suas cores “azul e ouro”, tal como um novo espaço, na bancada central, reservado para entidades oficiais e convidados. 

Passados 29 anos, e de novo em jogo da 5.ª eliminatória da Taça de Portugal que, no quadro competitivo atual, representa a presença nos oitavos de final da prova rainha, os dois clubes reencontram-se no mesmo palco. Então, a 10 de janeiro de 1996, o Vitória de Guimarães, orientado por Manuel Machado, apurou-se com um golo do médio bósnio Dane Kupresanin a decidir a eliminatória, aos 90+17, quando já se anunciava prolongamento .

À espera do conjunto vimaranense, e a atestar pelo entusiasmo dos elvenses logo que, esta terça-feira, foram colocados à venda os ingressos para o jogo, é garantido um Patalino de novo vibrante (são esperados cerca de cinco mil adeptos), praticamente três meses depois do início dos trabalhos de renovação e requalificação, naquela que representa uma empreitada histórica para a cidade de Elvas e para o desporto do distrito de Portalegre e do Alto Alentejo.

Depois de removido o sintético, foi necessário criar as canalizações do novo sistema de rega do Patalino. Tudo dentro dos prazos previstos, o que garantiu, como sempre foi ambição e desejo de todos os elvenses, a colocação do relvado natural, já devidamente testado, a tempo da realização do jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal.

Quinto sorteio do “Comércio Local – Onde Tudo Se Faz Natal” realiza-se esta quarta-feira

O quinto sorteio da iniciativa “Comércio Local – Onde Tudo Se Faz Natal”, promovido pela Câmara de Campo Maior, realiza-se esta quarta-feira, dia 8 de janeiro, a partir das 16 horas, no Centro Comunitário da vila.

Os vencedores são posteriormente divulgados nas redes sociais do Município de Campo Maior.

Todas as informações sobre a campanha disponíveis no site do Município de Campo Maior.

Novos órgãos sociais da Santa Casa de Campo Maior já tomaram posse

A Igreja Matriz de Campo Maior recebeu ontem, 7 de janeiro, a cerimónia de tomada de posse dos novos corpos gerentes da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, com José Jorge Pereira a assumir o cargo de provedor para o quadriénio 2025 – 2028, sucedendo a Luís Machado.

A cerimónia foi precedida de uma missa de celebração da eucaristia pelo cónego Francisco Bento.

Através das redes sociais, o Município de Campo Maior “endereça as maiores felicidades aos novos corpos gerentes desta IPSS, fazendo votos de que cumpra a sua missão, cuidando, como até aqui, dos iteresses da comunidade que tão bem tem servido ao longo de décadas”.

Alcoólicos Anónimos procuram chegar a todo o país com reuniões online

Com vista a chegar ao maior número possível de pessoas, para as ajudar a recuperar do alcoolismo, para além das reuniões que promovem, presencialmente, em várias localidades do país, os Alcoólicos Anónimos (AA) realizam também, diariamente, várias reuniões online, a pensar, sobretudo, nas regiões onde não existem grupos de apoio.

Carlos, um dos membros desta comunidade, começa por explicar que o principal objetivo destas reuniões é ajudar outros alcoólicos a alcançar a sobriedade, passando-lhes uma mensagem de esperança. Nestas reuniões, acima de tudo, partilham-se experiências, com o intuito de resolver um problema comum entre os participantes. Esta “é uma comunidade de pessoas que partilham entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum e ajudarem outros a se recuperarem do alcoolismo”. O único requisito para ser membro, adianta Carlos, “é o desejo de parar de beber. Para ser membro de AA não é necessário pagar taxas de admissão nem quotas”. “Somos autossuficientes pelas nossas próprias contribuições”, acrescenta.

AA, adianta Carlos, “não está ligado a nenhuma seita, religião, instituição política ou organização, não se envolve em qualquer controvérsia, não subscreve nem combate quaisquer causas”. “O nosso propósito primordial é mantermo-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançar a sobriedade”, garante.

Todas as pessoas que chegam de novo são recebidas com “todo o carinho, com todo o amor e compreensão”, sendo que o processo para se assistir a uma reunião online é “muito fácil”, bastando ter um telemóvel com acesso à internet. As reuniões realizam-se via Zoom (ver aqui).

O programa de recuperação dos AA tem ajudado “imensas pessoas, no mundo inteiro, a deixarem de beber e a encontrarem uma nova forma de vida”. Ainda assim, alerta Carlos, os membros dos AA “não são técnicos, não fazem prevenção, nem pesquisa, não fazem diagnóstico, não prescrevem medicação, não fazem aconselhamento, nem prestam serviços de alojamento, alimentação, vestuário ou outros”. “Nós só nos preocupamos com a divulgação do programa de recuperação de alcoólicos anónimos, ajudando quem deseje parar de beber a manter-se sóbrio”, assegura.

Assegurando que aquilo que é falado nas reuniões não sai das reuniões, Carlos garante que o anonimato, enquanto uma das maiores tradições da comunidade dos AA, oferece “segurança às pessoas que têm alguma vergonha, porque podem ser estigmatizadas pela sociedade”. “Nós não revelamos a identidade de nenhum membro de AA ou de nenhuma pessoa que chega a AA pela primeira vez e quer ajuda”, explica ainda este membro, revelando também que os membros de AA podem revelar sua identidade e falar como alcoólicos em recuperação ao darem entrevistas de rádio, televisão e Internet sem violarem as Tradições, desde que não revelem o facto de pertencerem à Comunidade AA. Os membros de AA podem falar como membros de AA desde que os seus nomes ou rostos não sejam revelados. Não falam por AA mas como membros individuais.

Alcoólicos Anónimos nasceram em 1935, nos EUA, sendo que hoje estão presentes em 181 países, com cerca de dois milhões de membros ativos. Em Portugal, há 95 grupos espalhados de norte a sul e ilhas.

Trânsito condicionado no centro histórico de Elvas dias 13 e 14 de janeiro

O trânsito vai ficar condicionado no âmbito das comemorações dos 366 anos da Batalha das Linhas de Elvas, na segunda e terça-feira, dias 13 e 14 de janeiro, com especial incidência no centro histórico da cidade Património Mundial.

Neste âmbito, em vários pontos da cidade vai haver lugar a condicionamentos temporários de trânsito, pela realização das cerimónias militares, assim como interdições de estacionamento em várias artérias do Centro.

O estacionamento vai ficar proibido a partir das 23h, de dia 13 de janeiro, nas Portas do Sol, Praça da República, Arco do Relógio, Rua da Cadeia, Largo da Misericórdia, traseiras do Hotel São João de Deus, Rua de Évora e Viaduto.

Já no dia 14, entre as 9h e o final das cerimónias militares, o trânsito vai estar interdito nos acessos à Praça da República, Rua da Cadeia e ao Largo da Misericórdia.

Para aceder ao centro histórico os automobilistas vão ter que utilizar os acessos pelas Portas de Olivença, Portas da Esquina ou Portas de São Vicente. 

Campo Maior recebe este mês o VII Festival dos Grous e a exposição “Nem Tudo São Flores”

A natureza e a arte vão estar em destaque, neste mês de janeiro, em Campo Maior, através do VII Festival dos Grous e da exposição “Nem Tudo São Flores”.

A sétima edição do Festival dos Grous vai trazer “atividades destinadas à comunidade escolar, de 15 a 17 de janeiro, e ao público em geral, nos dias 18 e 19 de janeiro”, refere São Silveirinha, vereadora da Câmara de Campo Maior. “Este festival vai ter um conjunto de dinâmicas integradas, como observação de aves e jornadas técnicas”, realça a autarca.  Este evento conta com organização do Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura (GEDA), com o apoio do Município de Campo Maior e do projeto Eurobird. 

Para terminar o mês, como revela ainda a autarca, o espaço.arte vai receber “a exposição de pintura ‘Nem Tudo São Flores’, com trabalhos da artista Catarina Pinto Leite”. A mostra, realça São Silveirinha, “será inaugurada no dia 25 de janeiro, às 16 horas, e estará patente ao público até 20 de abril”.

Estas são algumas das iniciativas que integram a Agenda Cultural do Município de Campo Maior neste primeiro mês do ano.

João Só em concerto no sábado à noite no Cine-Teatro Municipal de Elvas

João Só apresenta-se, em concerto, na noite de sábado, 11 de janeiro, no Cine-Teatro Municipal de Elvas.

A celebrar 15 anos de carreira e com um novo álbum – “Nos Tempos Livres” – lançado no final do ano passado, João Só sobe ao palco do Cineteatro Municipal de Elvas para um concerto que será certamente inesquecível e recheado de êxitos. O espetáculo, integrado nas comemorações dos 366 anos da Batalha das Linhas de Elvas, tem início marcado para as 21h30.

Os bilhetes, com um custo que varia entre os cinco e os oito euros, encontram-se à venda na Ticketline.

João Só nasceu em Coimbra em 1988 e mudou-se aos nove anos para Lisboa. Ouve de tudo, mas faz questão de cantar e de compor em português. As suas influências vão dos Beatles aos GNR, passando pelos Oasis, Clã, U2, Sérgio Godinho, Tom Petty, Rui Veloso, Elliot Smith, Quarteto 1111, Los Hermanos, Elvis Costello e Jorge Palma. Começou a compor aos 15 anos e, desde então, nunca mais parou. Apesar da sua juventude, João Só é um dos cantautores nacionais de maior reconhecimento e êxito – “Sorte Grande”, “Até Ao Fim” ou “É P’ra Ficar” são apenas alguns dos exemplos.