Cecília Oliveira é candidata pelo PS à Câmara de Castelo de Vide

Cecília Oliveira é a candidata pelo Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Castelo de Vide nas autárquicas deste ano, depois de aprovada a sua candidatura, por unanimidade, pela Comissão Política Concelhia do PS.

Cecília Oliveira é uma castelo-vidense que se tem destacado profissionalmente nas áreas da comunicação, marketing, relações-públicas e turismo, com uma trajetória marcada pelo compromisso com a cidadania, o humanismo e a causa pública. Com uma licenciatura em Comunicação Social pela Universidade da Beira Interior e uma pós-graduação em Enoturismo, tem demonstrado uma capacidade notável para articular conhecimento académico com uma prática profissional dedicada ao bem comum.

Foi chefe de Gabinete do Governador Civil de Portalegre, onde liderou campanhas de segurança rodoviária, proteção civil e luta contra a violência doméstica, promovendo uma sociedade mais consciente e solidária. Esta experiência evidenciou o seu profundo compromisso com causas de interesse público, promovendo o diálogo entre instituições governamentais e a sociedade civil.

Como diretora do Centro de Ciência do Café, liderou projetos inovadores que aliaram ciência, cultura e educação, refletindo uma visão humanista focada na partilha de conhecimento e na valorização da comunidade. A sua capacidade de gestão de equipas e de eventos complexos demonstra um espírito de liderança responsável, inclusivo e motivador.

Atualmente, como formadora no IEFP e na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, continua a inspirar novas gerações, promovendo valores de cidadania ativa e responsabilidade social.

O seu percurso político é igualmente relevante, tendo assumido vários cargos a nível nacional, distrital e concelhio. Fundadora da Juventude Socialista do concelho de Castelo de Vide, foi membro da Assembleia Municipal durante 12 anos, onde desempenhou um papel ativo e crítico. Desde 2021 está como vereadora não permanente na Câmara Municipal. Neste cargo, tem-se destacado pela sua participação bastante ativa e construtiva em prol da comunidade, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas orientadas para o bem-estar da população e o progresso do concelho.

Elvas: 60 fogos de rendas acessíveis na Quinta dos Arcos devem estar prontos entre agosto e setembro

A Câmara Municipal de Elvas tem vindo a fazer uma aposta séria naquilo que, nos últimos anos, se tem revelado um dos problemas mais graves que Portugal enfrenta: o do acesso à habitação condigna.

Assegurando que, no decorrer do atual mandato, a autarquia terá em obra cerca de 300 fogos, o presidente Rondão Almeida garante que o município tem investido bastante nesta área, algo que deve, só por si, “orgulhar os elvenses”. “A Câmara de Elvas é uma das poucas deste país que decidiu investir bastante num dos problemas mais graves que a nossa sociedade tem e digo isto porque o problema da habitação está na agenda da Europa e de Portugal”, assegura.

Não tendo dúvidas de que o Município de Elvas tem sido “pioneiro” nesta área, Rondão Almeida lembra que a autarquia tem estado, desde 2021, a procurar, com oferta pública, dar resposta aos “preços extremamente elevados na aquisição de casa, no pagamento das prestações, quando se recorre a um banco, e também nos arrendamentos”.

A Câmara Municipal, adianta Rondão Almeida, fez um empréstimo por 20 anos, para a obra dos 60 fogos de rendas acessíveis, na Quinta dos Arcos, que prevê que estejam prontos entre agosto e setembro, “se o empreiteiro cumprir com os prazos”.  Já a obra do prédio da Estrada de Santa Rita, com um total de dez apartamentos para rendas acessíveis, será, muito em breve, lançada novamente a concurso, por um valor superior (a rondar um milhão de euros). Está também para se iniciar, muito em breve, a empreitada de requalificação de 130 fogos no Bairro da Boa-Fé.

Rondão Almeida revela ainda que podem vir a ser construídos, futuramente, mais cem fogos, para rendas acessíveis, caso venha a ser reeleito presidente da Câmara já este ano. “Não me importa, rigorosamente nada, de chegar a determinada altura e ter que fazer mais um empréstimo para esses cem fogos, porque os cálculos que estão feitos, nos termos de uma renda acessível, o dinheiro da renda dá para amortizar o empréstimo”, garante. “Isto é que é uma gestão equilibrada, ou seja, sem se mexer naquilo que são os fundos próprios da autarquia, consegue-se resolver um problema de habitação, muito especialmente à classe média”, remata.

Centro de Ciência do Café é ponto de atração em viagem do Sindicato da Banca, Seguros e Tecnologia

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Banca, Seguros e Tecnologia (SBC) vai organizar, nos próximos dias 5 e 6 de abril, uma viagem de lazer, que inclui passagens por Campo Maior, com destaque para o Centro de Ciência do Café, Mora e Mérida.

Eduardo Alves, do SBC e responsável pela organização desta viagem, revela que o sindicato “desenvolve um conjunto de atividades no âmbito dos tempos livres dos associados, incluindo viagens à descoberta do território português. Este ano foi escolhido o Alentejo como centro das atividades de viagem”.

A escolha do Centro de Ciência do Café como um dos atrativos principais da viagem, segundo o responsável, levou a que “os lugares do autocarro se esgotassem rapidamente”. Com isto, há “uma certa expectativa entre os associados no toca à descoberta do café”. “No âmbito da visita que queremos fazer ao Centro de Ciência do Café, vamos também tentar fazer o nosso lote e deliciar-nos com o nosso próprio café “, adianta.  

Ainda aguardar confirmações de disponibilidade, Eduardo Alves revela que “está previsto conciliar a visita completa ao Centro de Ciência do Café com uma visita à Adega Mayor”.

No dia 5 de abril, o primeiro destino da viagem será o Fluviário de Mora, seguindo o grupo, posteriormente, para Campo Maior. Já no dia 6 de abril, depois do pequeno-almoço, a viagem segue em direção a Mérida, uma das principais cidades romanas da Península Ibérica.

Eduardo Alves realça ainda a importância deste tipo de iniciativas para o setor da banca, “uma vez que está em vias de extinção, sobretudo, devido à digitalização”.  

McDonald’s equipa traquinas e petizes de “Os Elvenses”

As equipas de Traquinas e Petizes do Clube de Futebol “Os Elvenses” têm novos equipamentos, oferecidos pelo McDonald’s de Elvas. A entrega foi feita no final desta tarde aos jovens futebolistas, no restaurante.

Ricardo Sá Nuno, empresário responsável pelo franchising na cidade, indica que este protocolo com o Clube de Futebol “Os Elvenses” faz parte do leque de protocolos que o McDonald´s de Elvas tem com outros clubes da cidade. “Nós desde que iniciamos a atividade em Elvas, criamos protocolo com o Ruby Clube de Elvas e com o próprio Clube de Futebol “O Elvas”, onde apoiamos as camadas jovens em ambos os clubes. O Clube de Futebol “Os Elvenses” é uma forma de dar continuidade a esse apoio”, refere.

“Nós, por norma, sempre nos envolvemos com a comunidade, como por exemplo também o apoio à Casa de Acolhimento “Os Cucos”. Aquilo que nós procuramos é tentar perceber quais são as reais necessidades que estas instituições têm e apoiar nesse sentido”, realça Ricardo Sá Nuno.

Já Manuel Martins, presidente do Clube de Futebol “Os Elvenses”, explica que este protocolo de colaboração teve início “desde novembro com o contacto que o próprio Ricardo Sá Nuno estabeleceu e ofereceu os equipamentos”. “É uma oferta que ele (Ricardo Sá Nuno) quer fazer ao Clube de Futebol “Os Elvenses” e nós agradecemos. É bom para todos. Nós não tínhamos dinheiro para equipamentos agora temos equipamentos novos para os mais pequenos”, adianta.   

Manuel Martins e candidatura ao cargo de presidente do Clube de Futebol “Os Elvenses”

Ainda no final desta tarde, no decorrer da entrega das camisolas com o símbolo do franchising às equipas de Traquinas e Petizes do Clube de Futebol “Os Elvenses”, Manuel Martins, revelou que já não se ia candidatar novamente ao cargo de presidente do clube “Os Elvenses”. Dia 26 temos eleições, eu não vou seguir, pelo menos como presidente, não sei se entrarei em alguma lista, mas como presidente já não. Já são muitos anos no clube e é como quem diz que venha malta nova, porque para mim já está tudo bem. É necessário pessoal novo com outras ideias e que isto siga para a frente”.

Rondão Almeida e os 24 anos da Rádio ELVAS: “que se repitam por muitos e muitos anos”

Neste dia, 10 de fevereiro, em que a Rádio Elvas celebra o seu 24º aniversário, o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, começa por saudar os fundadores, aqueles que têm gerido os seus destinos e todos os colaboradores, que, aos longo destes 24 anos, “se têm empenhado em trazer para o público tudo aquilo que é a informação do que se vai passando no concelho”.

“Aquilo que desejo é que estes 24 anos se repitam por muitos e muitos anos, de forma a que a cidade de Elvas possa ter uma voz, que leva a todos nós aquilo que é a informação e aquilo que são os programas de entretenimento”, diz o autarca aos microfones da Rádio ELVAS.

Destacando o número de ouvintes que, diariamente, participa no programa “Discos Pedidos”, Rondão Almeida considera ainda ser “muito interessante que a Rádio ELVAS consiga estar em cima de todos os acontecimentos e ir ao encontro de tudo aquilo que os elvenses gostam de ouvir”.

Luís Rosinha: Rádio ELVAS tem sido “uma presença constante” na vida dos campomaiorenses

No dia em que a Rádio ELVAS celebra 24 anos desde o início das suas emissões regulares, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, deixa, a esta estação emissora, uma “mensagem de amizade”, em nome de todos os campomaiorenses.

“A Rádio ELVAS tem sido uma presença constante na vida de todos os nós, também com a questão da Rádio Campo Maior. O povo de Campo Maior revê-se naquilo que é o vosso trabalho diário e aproveito para deixar uma mensagem de carinho e de força a toda a administração e a todos os colaboradores: aos que estão e aos que já passaram”, diz o presidente.

Esperando que a resiliência destes 24 anos se possa manter por tantos outros, Luís Rosinha diz ainda que “Campo Maior estará sempre ao lado do trabalho” da Rádio ELVAS.

“Que nós, aqui em Campo Maior, continuemos a trocar informações convosco e que vocês continuem a fazer o excelente trabalho que fizeram nestes 24 anos”, remata o autarca.

24 aniversário de Rádio ELVAS

É dia de festa. A Rádio ELVAS assinala 24 anos de vida. Uma data que merece comemoração.

Mais do que recordar todos as etapas deste percurso, importa dizer que fomos testemunhas dos acontecimentos deste quase quarto de século da vida de Elvas, da região, e do Alentejo em geral.

Um passado que nos enche de orgulho, com o mesmo entusiasmo com que acompanhámos o projeto de candidatura, a atribuição da licença, a montagem dos estúdios, do emissor e das antenas, igual a cada dia de trabalho em que damos as noticias, recebemos as chamadas dos ouvintes e continuamos a ser voz de Elvas e do Alentejo, com a nossa música e boa disposição.

O Alentejo em FM começou com uma ideia simples, um projeto de rádio, e se alargou a cinco emissores que juntam ouvintes desde a fronteira espanhola até à beira Tejo, na maior cobertura de rádio no Alentejo, das estações independentes dos grupos nacionais, que com enorme resiliência e dedicação torna possível, dia após dia, 24 anos seguidos, estar com os melhores ouvintes do mundo.

A todos os que passaram por esta casa, estou grato pela colaboração, tal como a todas a empresas e instituições que investiram na divulgação dos seus eventos, produtos e serviços.

Parabéns Rádio ELVAS !

António Ferreira Góis

Diretor da Rádio ELVAS

“O Elvas” empatou a zero com o Peniche

Esta tarde, “O Elvas” empatou a zero com o Peniche, em jogo realizado no Campo Patalino, do Estádio Municipal de Elvas, numa partida da 18ª jornada.

Com este empate, os azul e ouro chegam aos 43 pontos, mantendo a distancia de 10 pontos para o Arronches e Benfica que também empatou sem golo, frente ao Benfica de Castelo Branco e ao CF Fátima que venceu por 1-0 o Marinhense e agora também tem 33 pontos. O Peniche desceu ao quarto lugar.

Borba recebeu a Gala de abertura da Cidade do Vinho 2025

A Gala de Abertura da Cidade do Vinho 2025 realizou-se este sábado, dia 8 de fevereiro, no Pavilhão de Eventos de Borba. Com o lema “Vinhos da Serra d’Ossa – Identidade e Futuro – Marcas que deixam História!”, o programa de atividades da Cidade do Vinho 2025 é composto por eventos que estão ligados, não só ao vinho, mas também à gastronomia.

A Cidade do Vinho, este ano, constituída pelos municípios de Alandroal, Borba, Estremoz, Redondo e Vila Viçosa, tem como objetivo valorizar a riqueza, a diversidade e as características comuns dos territórios associados à cultura do vinho e de todas as suas influências na sociedade, na paisagem, na economia, na gastronomia e no património.

A Gala teve a apresentação de Serafim que no seu estilo divertido animou os presentes, contou com representantes dos cinco municípios, com o presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, com os representantes da Comissão Vitivinícola da Região Alentejana, da Associação de Técnicos Viticultores do Alentejo e da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, Associações e Entidades da Viticultura portuguesa e vários autarcas do Alentejo, Ribatejo e Algarve.

No certame foi exibido um filmes promocional da Cidade do Vinho, gravado nos cinco municípios e o projeto “Borba Tex” que utiliza os resíduos da vinicultura, para produzir fibras e tecidos para criação de roupas e acessórios de moda, numa parceria com a Universidade Lusófona, Câmara e Adega de Borba.

No início houve degustação de vinhos, enchidos e queijos, seguidos dos espetáculos da Banda Filarmónica de Borba, do Grupo de Cante Alentejano “Os Garridos” de Rio de Moinhos, do Grupo de Cantadores de Saias da Orada e da fadista Rute Sousa.

A programação anual da Cidade do Vinho 2025 estende-se por várias atividades e terá ainda destaque na agenda cultural e recreativa dos vários municípios, como por exemplo o Festival do peixe do rio em Alandroal que irá já destacar os vinhos da região. Domingo há já uma caminhada pela vinha de Borba e haverá provas de vinhos, exposições e espetáculos de promoção da fileira do vinho, restauração e enoturismo.

Há um novo evento a chegar a Elvas que irá reunir todo o tipo de arte no Forte de Santa Luzia

Balu’Arte, assim se chama o novo evento cultural que irá chegar a Elvas, mais precisamente ao Forte de Santa Luzia, em abril.

O evento, promovido por quatro associações elvenses – Coletivo Artístico 7350, Autores de Elvas, Arkus e AIAR –, e que promete reunir todo o tipo de arte, é dado a conhecer pelo diretor do Coletivo Artístico 7350, Luís Eduardo Graça. “É uma nova mostra de arte no Forte de Santa Luzia, que eu acho que vai marcar um novo caminho para a cultura em Elvas”, começa por dizer o responsável.

“Um dos nossos objetivos é criar quase uma federação de associações culturais em Elvas. Somos as quatro associações que estamos a coorganizar o evento, exatamente, para valorizar os nossos artistas”, adianta Luís Eduardo Graça, que sente que “ainda falta imensa coisa” para se dar o merecido reconhecimento à arte local.

Sem interrupções, o evento irá decorrer durante dez horas, com as apresentações dos mais variados artistas e associações de Elvas, a 18 de abril, Sexta-feira Santa e Dia dos Monumentos Nacionais e Sítios. “O Forte de Santa Luzia vai estar aberto a toda a gente,  desde as 10 às 18 horas, com uma programação seguida. É como se fosse quase uma espécie de Rock in Rio, em que existem vários palcos”, adianta o responsável.

Cada baluarte do Forte de Santa Luzia será, por esta ocasião, um espaço dedicado a um tipo de arte: “vamos ter o baluarte da dança, o baluarte da música, da escrita, das artes plásticas e uma série de associações de Elvas e de artistas individuais, que vão expor o seu artesanato e as suas artes plásticas, vamos ter leitura, música e dança”.

Dando conta que o evento é de iniciativa “totalmente privada”, Luís Eduardo Graça explica ainda que uma das maiores dificuldades enfrentadas é a de conseguir, no decorrer do evento, juntar todos os artistas que se querem apresentar ao público. “Não fiquem chateados, se não estiverem na programação, porque sem dúvida que é uma coisa que vai ser mantida”, diz ainda, dirigindo-se àqueles artistas que, nesta primeira edição, possam vir a ficar de fora.

A entrevista completa a Luís Eduardo Graça, onde para além deste novo evento se fala, entre outros assuntos, sobre a edição deste ano da Ronca – Mostra de Cinema de Elvas, bem como das sessões de cinema do Cineclube Ronca, para ouvir na íntegra, no podcast abaixo: