O treinador de “O Elvas” Pedro Hipólito sobre o encontro de hoje, em que a sua equipa defronta o Tirsense, disse ao jornal Record que “as duas equipas que querem fazer história e ser a primeira do quarto escalão nas meias-finais da Taça”.
Pedro Hipólito, não aceita qualquer tipo de favoritismo, nem devido ao factor casa. “Há 50% de possibilidades para cada equipa. São duas equipas que querem fazer história e ser a primeira do quarto escalão nas meias-finais da Taça. Por isso, a motivação é grande e é a mesma de ambos os lados, e as hipóteses também”, atira.
Questionado se receia algum excesso de euforia vindo de fora para dentro, Hipólito garante que “a equipa está focada e sabe que vai ser um jogo de enorme dificuldade” e entende que, olhando para os adversários que já foram ultrapassados, os adeptos estejam confiantes, mas acredita que “isso não passa pela cabeça dos jogadores”.
E o que mais teme do lado do Tirsense? “O novo treinador trouxe mais qualidade, estão em crescendo e têm muitos jogadores experientes e com muita qualidade”, refere o treinador do Elvas. E em caso de passagem, o que desejaria nas ‘meias’?: “Para já, é só o Tirsense. Não faltamos ao respeito a ninguém, vai ser muito difícil e só pensamos neste jogo.”
O jogo terá relato em direto na Rádio Elvas, Rádio Campo Maior e Rádio Nova Antena.
A APPACDM de Elvas tem uma nova viatura de transporte de utentes, oferecida pelo Município de Campo Maior, intitulada de Mini-Bus. A entrega da viatura, já usada, foi feita na manhã desta terça-feira, dia 25 de fevereiro, nas instalações da instituição.
Luís Rosinha, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, começa por explicar que “o Município tinha esta viatura em sucessivas hastas públicas sem que ninguém mostrasse interesse em adquiri-la”. “Na festa de Natal do ano passado da APPACDM, em conversa com o presidente da instituição, Luís Mendes, percebi que havia alguma dificuldade com a questão da única viatura que a APPACDM tem com vários lugares, tendo o Município de Campo Maior esta hipótese de apoiar e começamos a encetar a situação”, acrescenta. O autarca adianta ainda que a viatura “tem a capacidade de 28 lugares”, a contar com o do condutor.
Anteriormente utilizada para transporte escolar, a viatura tem agora outro aproveitamento: transportar os utentes da instituição. Esta ação, por outro lado, “vem preencher a necessidade que a APPACDM tem ao nível dos transportes”, realça Luís Mendes. “Temos uma quantidade significativa de pessoas a transportar, o nosso parque automóvel circula todos os dias e as viaturas começam a necessitar de manutenção. Assim, há agora a alternativa e a possibilidade de nos podermos organizar de outra forma”, esclarece.
O presidente da APPACDM considera que o gesto do Município de Campo Maior “é um ato de grande responsabilidade social”, referindo ainda que “seria injusto falar de responsabilidade social e solidariedade sem mencionar o Município de Elvas”. “Estes municípios com este ADN solidário são uma peça fundamental na vida das instituições”, conclui.
Esta ação enquadra-se na parceria entre o Município de Campo Maior a APPACDM, cujo objetivo passa por promover o bem-estar e qualidade de vida dos utentes da instituição.
A nova direção da CURPI de Campo Maior continua apostada em dar mais dinâmica à instituição. Nesse sentido, e no âmbito das atividades da Academia Sénior, esta semana fica marcada por diferentes iniciativas.
Esta segunda-feira, 24 de fevereiro, a CURPI recebeu o campomaiorense Paulo Dias, que deu a conhecer a todas as alunas da Academia Sénior a sua história de vida, através do livro “Aceitar, Trabalhar e Acreditar – A Prova de Resiliência de Paulo Dias”, escirto por Cláudia Poeiras. Embora tenha sofrido uma grave hemorragia cerebral, deixando-o entre a vida e a morte, Paulo Dias, depois de passar por um longo processo de recuperação e reabilitação, continua hoje bastante ativo na comunidade.
“Foi um testemunho gratificante, uma experiência de vida com uma grande resiliência, em que as senhoras da Academia Sénior ficaram muito gratas. Deixamos aqui o agradecimento ao Paulo Dias por vir aqui à nossa Academia”, começa por dizer a presidente da CURPI, Anselmina Caldeirão.
E se para amanhã, 26 de fevereiro, está prevista uma conversa com o presidente da Câmara, Luís Rosinha, e a vereadora São Silveirinha, no âmbito da aula “Roda de Conversa”, na tarde desta terça-feira, dia 25, haverá sessão de esclarecimentos com a GNR.
“Queremos, com este trabalho desenvolvido, que nos apareçam mais pessoas. É muito importante este projeto da Academia, que já leva mais de 12 anos. O nosso interesse é que as pessoas deixem de estar sozinhas em casa, porque nós temos aqui muitas atividades”, remata Anselmina Caldeirão.
A Câmara Municipal de Elvas vai oferecer transporte à população das freguesias rurais do concelho para que possa assistir aos desfiles do Carnaval, nos próximos dias 1, 2 e 4 de março, às 15 horas, e no dia 3, às 21h30, pelas ruas do centro histórico da cidade.
O Carnaval Internacional de Elvas vai contar com desfile de carros alegóricos, grupos de Carnaval de Elvas, de Alandroal e Campo Maior e comparsas de Badajoz e Olivença, com ritmo e cor.
Por isso, a Câmara Municipal oferece transporte para todos os residentes das freguesias, no sábado, domingo e na terça-feira, nos seguintes locais: Santa Eulália (Largo Capitão Carpinteiro) e Barbacena (junto à escola) às 14h; Vila Fernando (junto ao jardim) às 14h20; Calçadinha (largo) às 14h25; Terrugem (junto às escolas) às 14h30; São Vicente (Rua de Elvas) e Vila Boim (Praça da República) às 14h40; Vedor (junto ao Centro Convívio) e Varche às 14h45.
Na segunda-feira, dia 3, os horários são os seguintes: Santa Eulália (Largo Capitão Carpinteiro) às 20h30; Barbacena (junto à escola) às 20h40; Vila Fernando (junto ao jardim) às 20h50; Calçadinha (largo) e Terrugem (junto às escolas) às 21h; São Vicente (Rua de Elvas) e Vila Boim (Praça da República) às 21h10; Vedor (junto ao Centro Convívio) e Varche às 21h15;
No final, será feita a viagem de regresso ao local de partida, em autocarros da Câmara Municipal.
O jogo dos quartos de final da Taça de Portugal entre “O Elvas” e o Tirsense que se disputa no campo Patalino, em Elvas vai ter relato transmitido em direto na Rádio ELVAS, Rádio campo Maior e Rádio Nova Antena e retransmitido pelo Santo Tirso Digital.
Já falta pouco tempo para Campo Maior se encher de folia e diversão através do Desfile de Carnaval a realizar-se no próximo sábado, dia 1 de março, às 15h. Nesta iniciativa promovida pelo Município de Campo Maior, o A.T.L. Arco-Íris da Casa do Povo da vila, não vai ficar de fora.
Patrícia Pinto, diretora técnica do A.T.L. Arco-Íris, adianta que a participação das crianças na iniciativa “não é obrigatória”. No entanto, as crianças da instituição juntamente com “familiares e amigos” associam-se ao A.T.L. Arco-Íris no desfile, cujo tema “ainda não pode ser revelado”.
Segundo Patrícia Pinto é a instituição que trata dos fatos para este momento Carnavalesco.“Somos nós que fazemos a roupa, confecionamos os fatos, as pessoas só colaboram monetariamente, através de uma contribuição para o valor do seu fato”.
Um jogo a contar para a Taça da Associação de Futebol de Portalegre, disputado entre as equipas sub-18 do Sporting Clube Campomaiorense e da Associação Desportiva de Castelo de Vide, no passado sábado, 22 de fevereiro, acabou de forma descontrolada, com agressões entre jogadores, no Campo de Jogos João Manuel Nabeiro, em Campo Maior.
As agressões, segundo relata a TVI, terão começado fora das quatro linhas, por adeptos, mas rapidamente se estenderam aos jogadores. O segurança presente no campo terá tentado travar os desacatos, mas não conseguiu controlar a situação.
A GNR acabou por ser chamada ao local, já depois de os ânimos estarem mais calmos. Uma vez que os militares não presenciaram as agressões, foram identificadas testemunhas e elaborado um auto de notícia, que será comunicado ao Ministério Público.
O 27º Carnaval Internacional de Elvas vai ter o seu início já esta quinta-feira, com o desfile de Comadres e Compadres, que volta a sair à rua, numa iniciativa promovida pela Escola Secundária D. Sancho II e pela associação juvenil Arkus.
Com o objetivo de reviver uma antiga prática carnavalesca, este desfile pretende reunir os alunos da Escola Secundária D. Sancho II juntamente com os alunos da Academia Sénior de Elvas, para momentos de muita diversão. A diretora do Agrupamento de Escolas Nº 3 de Elvas, Fátima Pinto explica que a origem deste desfile “vem de uma prática muito ancestral, entre homens e mulheres que de uma forma brejeira, celebravam o seu Carnaval com esta brincadeira”. Para tal, esta tradição está a ser recriada novamente como realça Fátima Pinto, “é uma forma de dar a conhecer aos alunos, como era celebrado o Carnaval antigamente. Com isto, os mais jovens compreendem a história e a cultura da cidade de Elvas, tal como as suas raízes”, reforça a diretora.
O professor Carlos Beirão reforça a importância deste tipo de iniciativas e deu a conhecer a origem deste desfile que foi reavivado há cerca de sete anos com os Alunos da Academia Sénior, “os alunos estavam com muita garra e energia para divulgar esta tradição, de forma a mantê-la, pois ultimamente apenas existia em São Vicente. Para tal, o Agrupamento de Escolas Nº 3 juntou-se com a Academia Sénior, de forma a realizar um desfile em conjunto para difundir a tradição”.
Este desfile que promete muita animação e diversão, terá o seu início na escola secundária D. Sancho II às 10h, culminando na praça da República. Após o desfile informa Carlos Beirão, “todos os Compadre e Comadres juntam-se e assim damos início ao famoso almoço com o tradicional cozido de grão com muita farinheira e o típico arroz doce”, onde no ano passado juntou cerca de 100 pessoas na cantina da escola secundária, promovendo assim um convívio entre gerações, que é finalizado com um desfile na própria escola, brinca Carlos Beirão “é uma forma de os Compadres e as Comadres fazerem as pazes”.
Com uma rede de doadores, privados e institucionais, de todo o país, a associação Fratelli Tutti, de Elvas, tem procurado, através dos seus mais diversos projetos, apoiar pessoas e famílias carenciadas, ajudar a sua inserção na sociedade e contribuir para a defesa da vida, desde a sua conceção até à morte natural.
Ajudar a crescer bebés e crianças, através dos mais diferentes tipos de apoios, tal como explica a irmã Maria de Fátima Magalhães, tem sido uma das principais preocupações da associação. “Até aos 18 anos é-se criança, então apoiamos as famílias carenciadas com alimentos, medicação, com apoio pontual para água, luz e renda. Todos os dias somos bombardeados pelas assistentes sociais do Serviço de Atendimento e Ação Social (SAAS). Trabalhamos em parceria com elas, aliás, nem podia ser de outra maneira”, assegura.
Agradecendo todo o apoio prestado pelo Município de Elvas, a irmã revela que, também na Paróquia de Santa Luzia, todas as segundas e quintas-feiras, abre as suas portas para que vários voluntários da associação, no âmbito do projeto “Ajudar a Crescer Bebés”, prestem o seu apoio “às mães, para que não falte nada aos seus bebés”.
Instalado num espaço da Fundação António Gonçalves, no Largo de São Domingos, funciona o roupeiro social, uma loja de roupa e outros bens, que são doados pela população. Todas verbas angariadas são canalizados para os projetos da associação, sendo que no roupeiro, garante a irmã, encontra-se roupa “muito boa”, que tem sido cedida por “gente que sabe dar, que entrega lavado, limpo e passado”. “Aquilo que nós vemos que não presta, que não serve para nós, deitamos fora, porque os pobres não são lixo”, acrescenta Maria de Fátima Magalhães. Quem quiser adquirir uma ou mais peças de roupa, no roupeiro, contribui com “aquilo que pode”. “Temos agora muitos imigrantes, muitas famílias carenciadas que levam o que quiserem, mas é educativo que a pessoa contribua, porque até sobe a autoestima”, adianta.
Através do projeto “Famílias Porta a Porta”, a associação presta apoio a famílias carenciadas, com alimentos e medicação, sobretudo, com o apoio de diferentes entidades. “Na Farmácia Lux e na Farmácia Calado temos conta aberta e, normalmente, se a pessoa tem uma fatura de 20 euros em medicamentos, nós pagamos 15 e a pessoa contribui com cinco, para a pessoa também saber que contribui, que não é um coitadinho, que é um ser humano ajudado”, explica a irmã.
A pensar nos mais velhos, aassociação Fratelli Tutti tem o projeto “Coração d’Ouro”. “Em parceria com o SAAS e com outras instituições, visitamos alguns idosos. Alguns precisam mesmo de alimentos, de bens do lar, de produtos de higiene, precisam de presença, de escuta. É um projeto para escutar, para fazer companhia, para celebrar os anos. No outro dia, encontrámos um senhor quase com 90 anos, a quem nunca lhe tinham cantado os parabéns”, recorda Maria de Fátima Magalhães.
Com o apoio de dois hipermercados da cidade, os voluntários da associação distribuem também refeições por quem mais delas precisam, todas as noites. Com o projeto “Passos da Noite”, são entregues, entre outros, sopas e refeições quentes. “Entre as 21 e 23 horas estamos na rua e juntamente com os alimentos que entregamos há relações de amizade que se criam, há motivação para o trabalho. Se há um problema de álcool, se há um problema de droga, motivação para a recuperação”, diz ainda a irmã, assegurando que muitas destas pessoas têm chegado à recuperação destas adições através do “amor e da presença” dos voluntários.
O apoio ao Centro de Alojamento Temporário para Sem-Abrigo, aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Elvas, a refugiados e a situações emergência graves são outras das prioridades da associação.
Criada em dezembro de 2023, a partir do Movimento Teresiano de Apostolado de Elvas, com mais de 40 anos de atuação, a associação Fratelli Tutti trabalha em rede com as diferentes entidades do setor social do concelho.
O ATL Arco-Íris da Casa do Povo de Campo Maior organizou uma Noite de Fados, no passado sábado, dia 22 de fevereiro, no salão das Piscinas Municipais da vila.
Mariana Guerra, Leonor Alegria, Duarte Silvério e Mara Perleques foram os fadistas convidados, acompanhados Lourenço Vaz da Silva, na guitarra portuguesa, e por Joaquim Ferreira, na viola.
A receita dos bilhetes do evento, que contou com casa cheia, reverteu na sua totalidade para o ATL.