EN4: Colisão entre ligeiro e pesado faz um morto

AcidenteEN4NovUm morto e um ferido ligeiro foi o resultado de uma colisão frontal entre um veículo ligeiro de mercadorias e um camião, início da tarde de ontem, quarta-feira, na Estrada Nacional (EN) 4, perto de Estremoz.

A vítima mortal, de 69 anos, era condutor do veículo ligeiro de mercadorias, enquanto o ferido ligeiro, condutor do camião, foi transportado para o hospital de Évora.

No local estiveram 16 elementos dos Bombeiros Voluntários de Estremoz, apoiados por 8 viaturas, a viatura de Suporte Imediato de Vida do INEM, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e uma equipa das Infraestruturas de Portugal.

EN4: Colisão entre ligeiro e pesado faz um morto

AcidenteEN4NovUm morto e um ferido ligeiro foi o resultado de uma colisão frontal entre um veículo ligeiro de mercadorias e um camião, início da tarde de ontem, quarta-feira, na Estrada Nacional (EN) 4, perto de Estremoz.

A vítima mortal, de 69 anos, era condutor do veículo ligeiro de mercadorias, enquanto o ferido ligeiro, condutor do camião, foi transportado para o hospital de Évora.

No local estiveram 16 elementos dos Bombeiros Voluntários de Estremoz, apoiados por 8 viaturas, a viatura de Suporte Imediato de Vida do INEM, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e uma equipa das Infraestruturas de Portugal.

Notícias da Manhã de 5ª feira, 19 de novembro

noticias_RCMNotícias da manhã de quinta-feira, 19 de novembro, na Rádio Campo Maior com edição de Rui Canatário.

Ouvir aqui notícias da manhã na Rádio Campo Maior

Temas em destaque:

– Nabeirauto está de Portas Abertas a partir de hoje para apresentar o novo Opel Astra;

– amanhã há colheita de sangue na Escola Secundária de Campo Maior;

– Fehispor arranca hoje nos Pavilhões da IFEBA, em Badajoz;

– Jornadas Transfronteiriças de Hematologia realizam-se hoje e amanhã, em Badajoz;

– Estratégias de marketing e promoção debatidas pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo;

– Número de acidentes com tratores agrícolas diminuiu em relação a 2014.

GNR apreende liamba em Ponte de Sor

ApreensaoGNRPOnteSorUm indivíduo de nacionalidade portuguesa, com 39 anos de idade, foi detido ao início desta semana por suspeitas da prática de tráfico e outras atividades ilícitas.

O Núcleo de Investigação Criminal de Ponte de Sor com a colaboração do Posto Territorial de Ponte de Sor, ambos da Guarda Nacional Republicana, apreenderam cerca de 3326 doses individuais diárias de liamba, várias munições de calibre militar e uma faca sangradeira, em cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

O homem foi presente no Tribunal de Ponte de Sor, tendo sido ouvido em primeiro interrogatório judicial e sido restituído à liberdade mediante Termo de Identidade e Residência.

Cross Training, hoje, em Campo Maior

crossTrainingCampoMaiorA Câmara Municipal de Campo Maior e o Complexo das Piscinas da Fonte Nova organizam, hoje, dia 18, pelas 21 horas, um Cross Training noturno.

Integrado no projeto “Campo Maior + Activo”, a iniciativa inclui caminhada e corrida por vários locais de Campo Maior.

A partida tem lugar junto às Piscinas da Fonte Nova.

“Refugiados: uma perseguição sem fim”, tema de sessão

SessaoRefugiados18NovembroA Casa de Estremoz recebe hoje, pelas 18 horas, uma sessão subordinada ao tema “Refugiados: uma perseguição sem fim”.

A sessão será dinamizada por Fernando Sousa, jornalista e ativista do Grupo 19 da Amnistia Internacional.

Esta iniciativa é uma organização do Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.

Câmara de Montemor-o-Novo elabora CED para 2025

CEDMontemorBA Câmara Municipal de Montemor-o-Novo está a elaborar a Carta Estratégica de Desenvolvimento para 2025. Após os trabalhos da fase de diagnóstico foram hoje apresentados no Convento da Saudação em Montemor-o-Novo os dados intermédios do trabalho em curso e elaborado o debate em torno de problemáticas relevantes para o futuro.

A Rádio Campo Maior falou com António Oliveira das Neves, Coordenador da Carta Estratégica que nos falou sobre o trabalho em curso. “Estamos numa fase em que preparamos os elementos de diagnóstico e há também uma identificação clara dos desafios estratégicos e das perspectivas de desenvolvimento para o concelho”, revelou António Oliveira das Neves, que disse ainda que “esta é uma oportunidade de apresentar os resultados preliminares do trabalho da empresa de consultoria, de os apresentar a um conjunto de montemorenses que ao longo destes últimos meses colaboraram com a equipa técnica com ideias, com propostas de intervenção para o futuro, e também trazer a Montemor um conjunto de especialistas na área da economia e do desenvolvimento regional que têm abordado estas questões do desenvolvimento do território”.

De acordo com Hortênsia Menino, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, “é um passo mais que estamos a dar no trabalho que está a ser feito em relação à Carta Estratégica 2025. A ideia hoje é fazermos um ponto de situação dos trabalhos, e portanto devolver um pouco a um conjunto de entidades e atores de Montemor que foram ouvidos ao longo deste processo, dar-lhe conta do trabalho que está a ser feito e perspectivar já o futuro, os desafios que temos, os cenários de desenvolvimento que temos, ouvir também os contributos que possam vir a ser dados (…) O processo não termina hoje, vamos continuar a contar com a presença e participação de todos”.

João Guerreiro, Professor da Universidade do Algarve, foi o moderador do debate, e refere que a “questão de desenvolvimento de Montemor que está no centro do debate é fundamental. Julgo que aquilo que ficou debatido e apresentado, permite identificar linhas de desenvolvimento interessantes, permite dar sugestões aos principais atores da região, designadamente à Câmara Municipal no sentido de encontrar sinais de diferenciação, iniciativas especificas que podem valorizar o concelho sempre num quadro em que se entenda que Montemor não se basta a si próprio e tem que estar inserido num sistema regional mais global, e que a colaboração entre as entidades que têm expressão no concelho ou que tenham expressão fora do concelho mas com atividade no concelho”.

António Figueiredo falou neste seminário sobre o desafio da atração de residentes. O administrador da Quaternaire Portugal, uma empresa de consultoria para o desenvolvimento, gabou a dinâmica das participações: “Acho que isto mostra bem como o Alentejo é rico do ponto de vista do desenvolvimento local. Tenho a perceção que o desenvolvimento local no Alentejo tem uma expressão histórica muito grande e isso vê-se pela dinâmica das participações e não está em causa a questão das nossas produções exteriores mas vê-se pelo tipo de participação que tem a assembleia, vê-se que há aqui um tecido rico e isso para mim é fundamental”.

O posicionamento geoeconómico de Montemor no contexto regional e nacional foi apresentado por António Mendes Batista. Para o economista “Montemor-o-Novo tem aqui o grande desafio de fazer valer os seus fatores distintivos na concorrência com os outros territórios não só do Alentejo mas das outras regiões do país e em alguns casos até do mundo. Há aqui este desafio que passa necessariamente por valorizar os novos fatores de sucesso, atrair pessoas, atrair conhecimento, desenvolver atores, numa perspectiva de um desenvolvimento a partir dos recursos endógenos e, na medida do possível, também a aposta de atrair empresas e emprego”.

António Covas é co-autor do livro “Multiterritorialidades” que foi apresentado a encerrar este seminário. Maria das Mercês Covas, outra das autoras, apresentou esta publicação que “é também um sinal de esperança. Temos que acreditar que somos capazes de mudar. O livro em cada tópico dá uma visão diferente daquilo que temos feito até aqui porque é preciso arriscar, é preciso inovar e contrariar um pouco a inércia que nos tem movimentado e que não nos deixa dar o passo à frente.

Parece que estamos sempre com medo e é preciso arriscar mais, é preciso pensar de outra maneira, é preciso agir e se calhar ser menos conservadores. (…) Olhar para a frente não significa negar o passado, muito pelo contrário, mas projectá-lo de maneira diferente, mais positiva e que nos faça acreditar que há futuro”.Ruralidade competitiva em contextos de baixa densidade foi o tema apresentado por António Covas, Professor na Universidade do Algarve, que à Rádio Campo Maior disse que “as cartas estratégicas a médio/longo prazo visam criar uma pluralidade de futuros para ver se as pessoas acreditam porque o facto de se acreditar já por si é uma parte do problema resolvido. Montemor tem grandes potencialidades, é preciso é revelá-las. Elas estão um bocadinho ocultas e para revelar é preciso ter um discurso contrastado, contraditório mesmo, porque isso faz aumentar o campo das possibilidades das populações”.

A próxima fase prevê o enquadramento geo-estratégico, cenários de desenvolvimento e desafios estratégicos, e a estratégia e programas de atuação.

Ansiedade afecta 16,5% da população portuguesa

ansiedadePortugal é um dos países da Europa com maior percentagem de população com doenças do foro da ansiedade, que afeta 16,5 por cento das pessoas, segundo a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental.

A psicóloga Liliana Pilha (à esquerda, na fotografia) explica que, hoje em dia, há uma banalização da ansiedade.

“Muitas vezes como as pessoas não têm resposta para o que é mandam para a psicologia e é tudo muito subjetivo (…) e agora até está na moda a ansiedade a a depressão”, diz Liliana Pilha.

Liliana Pilha explica que ataques de pânico, suores frios, o formigueiro, perder o equilíbrio, a cabeça oca, sentir muitas tonturas, alguma vontade de desmaiar e os pensamentos negativos são alguns dos sintomas da ansiedade.

“Pode dar dor somática (…) a pessoa realmente sente a dor mas muitas vezes o que acontece é que a pessoa está tão ansiosa que acaba por se forcar muito no corpo, e ao se focar muito no corpo sente as coisas com maior intensidade”, revela a psicóloga.

Em Portugal, é nos mais jovens, entre os 18 e os 34 anos, que se verifica maior prevalência da doença mental, estimando-se que cerca de metade tenham pelo menos uma perturbação psiquiátrica. Nos jovens e jovens adultos, as perturbações ansiosas, as afetivas e o abuso de álcool são as mais frequentes.

Assinala-se hoje o Dia Europeu do Antibiótico

MedicamentosO Dia Europeu do Antibiótico assinala-se hoje e no sentido de alertar a população para a utilização inadequada e excessiva de antibiótico, a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano tem vindo a realizar uma campanha de sensibilização alusiva ao tema.

A iniciativa é desenvolvida pelo Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infecção e Resistência aos Antimicrobianos da ULSNA, do qual faz parte Rui Farinha, que revela que o objetivo desta campanha é chamar a atenção para o uso abusivo que se tem feito dos antibióticos e as consequências que isso está a ter, nomeadamente, as resistências que muitos antibióticos estão a adquirir.

“Podemos correr o risco de qualquer dia  os antibióticos não terem os efeito que nós queremos quando precisamos deles”, afirma o enfermeiro Rui Farinha.

Esta campanha pretende também alertar a comunidade médica para a prescrição excessiva de antibióticos que podem ser prejudiciais para a saúde por serem também contraproducentes.

Margarida Silva, médica na ULSNA, esclarece que os antibióticos devem ser tomados “quando há um infecção bacteriana e após o aconselhamento do médico.”

“Muitas vezes as pessoas não tomam os antibióticos como devem e muitas vezes não tomam da forma como devem, ou seja, tem que se respeitar a dose, tem que se respeitar o intervalo das tomas, tem de se respeitar o número de dias que foi definido pelo médico; desde que haja um esquecimento de doses ou que não tomem o medicamento durante todo o tempo necessário poderá haver mais persistência (do vírus).”

A campanha vai decorrer em Campo Maior e Elvas  no dia 24 de novembro.

 

Assinala-se hoje o Dia Europeu do Antibiótico

MedicamentosO Dia Europeu do Antibiótico assinala-se hoje e no sentido de alertar a população para a utilização inadequada e excessiva de antibiótico, a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano tem vindo a realizar uma campanha de sensibilização alusiva ao tema.

A iniciativa é desenvolvida pelo Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infecção e Resistência aos Antimicrobianos da ULSNA, do qual faz parte Rui Farinha, que revela que o objetivo desta campanha é chamar a atenção para o uso abusivo que se tem feito dos antibióticos e as consequências que isso está a ter, nomeadamente, as resistências que muitos antibióticos estão a adquirir.

“Podemos correr o risco de qualquer dia  os antibióticos não terem os efeito que nós queremos quando precisamos deles”, afirma o enfermeiro Rui Farinha.

Esta campanha pretende também alertar a comunidade médica para a prescrição excessiva de antibióticos que podem ser prejudiciais para a saúde por serem também contraproducentes.

Margarida Silva, médica na ULSNA, esclarece que os antibióticos devem ser tomados “quando há um infecção bacteriana e após o aconselhamento do médico.”

“Muitas vezes as pessoas não tomam os antibióticos como devem e muitas vezes não tomam da forma como devem, ou seja, tem que se respeitar a dose, tem que se respeitar o intervalo das tomas, tem de se respeitar o número de dias que foi definido pelo médico; desde que haja um esquecimento de doses ou que não tomem o medicamento durante todo o tempo necessário poderá haver mais persistência (do vírus).”

A campanha vai decorrer em Campo Maior e Elvas  no dia 24 de novembro.