A Associação Distrital de Judo de Portalegre (ADJP) realiza o Campeonato Zonal de Juniores este sábado, dia 31 de janeiro.
A competição, que abrange os escalões masculino e feminino, terá lugar no Pavilhão Rui Nabeiro, em Campo Maior, com o início dos combates agendado para as 10 horas.
Para além das provas individuais por categorias de peso, está prevista a realização de um treino conjunto a partir das 11h30, sob a direção da ADJP, com o objetivo de potenciar o intercâmbio entre os atletas participantes.
Esta iniciativa conta com o apoio do Sporting Clube Campomaiorense, da Delta Cafés e da Câmara Municipal de Campo Maior.
O Festival de Arronches está de regresso, de 7 a 9 de agosto, naquela que será já a sua terceira edição. Esperam-se três dias de música emergente portuguesa, literatura lusófona, artes visuais e workshops. O evento quer levar programação de qualidade a um território onde a oferta continua escassa e dar a conhecer as novidades da música e cultura portuguesa.
A apresentação oficial da 3.ª edição do festival terá lugar no dia 31 de janeiro, às 16 horas, no Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, e marcará a revelação das primeiras novidades e surpresas da nova edição, bem como o lançamento oficial dos bilhetes.
A sessão será complementada por uma exposição com trabalhos do artista Vasco Mota e dos Urban Sketchers Portugal, a partir das suas experiências na 2.ª edição do festival, e termina com um Porto de Honra, celebrando um projeto cultural pensado de e para a comunidade de Arronches. A iniciativa é aberta ao público.
O QUE DISTINGUE ESTE FESTIVAL
O Festival de Arronches apresenta exclusivamente projetos portugueses. É uma oportunidade única para descobrir novos músicos do país, experimentar ofícios, conhecer a gastronomia local e os habitantes de Arronches.
A programação integra música, artes visuais, literatura lusófona, workshops e mercado artesanal, utilizando múltiplos espaços emblemáticos do município: Praça de Touros, Convento da Nossa Senhora da Luz, Praça da República, Jardim do Fosso, Praça da Igreja de Esperança. Na última edição, foram três dias intensos com 12 concertos, 8 workshops, mercado e exposição — e 2026 promete elevar a fasquia.
O bilhete inclui acesso ao campismo gratuito e descontos em parceiros locais (gastronomia, alojamento e merchandising), como incentivo direto à economia regional.
IMPACTO QUE SE MEDE E SE SENTE
Os festivais em Portugal mobilizam mais de 2,5 milhões de pessoas por ano. Trazer parte deste público para o interior significa mais dormidas, maior consumo local e uma visibilidade acrescida para produtores, agentes culturais e comércio da região.
João Crespo, Presidente da Câmara Municipal de Arronches, sublinha o impacto do festival:
“O festival é sempre uma mais-valia. Não só em termos culturais – o festival não é só música e o feedback dos workshops tem sido fantástico, com inscrições lotadas no último ano – mas também a nível económico. O município trabalha para que haja economia no concelho e, nesse aspeto, tem sido uma ajuda.”
Enquanto os grandes centros urbanos se encontram cada vez mais saturados de eventos, o Alentejo continua sub-representado nos grandes circuitos culturais. O Festival de Arronches afirma-se como uma resposta concreta a esse desequilíbrio, mobilizando públicos, gerando impacto económico local e dando visibilidade a uma região com elevado potencial cultural e turístico.
Esse impacto reflete-se também no crescimento expressivo do interesse por parte da comunidade artística. Em 2025, o festival recebeu 640 candidaturas de projetos para integrarem o cartaz, um aumento significativo face às 300 candidaturas da 2.ª edição. Este crescimento sustentado confirma a relevância do festival no panorama cultural nacional e a necessidade real de espaços descentralizados de criação, programação e apresentação artística.
Mais do que um evento, o Festival de Arronches tem vindo a consolidar-se como uma plataforma de oportunidades, criando impacto direto na comunidade local, fortalecendo redes culturais e afirmando-se como um projeto em crescimento contínuo, com relevância artística, social e territorial.
ARRONCHES: CULTURA E TERRITÓRIO
O festival é uma oportunidade para conhecer Arronches, uma vila histórica com beleza natural e gastronomia autêntica.
Situada perto da fronteira com Espanha, Arronches permite mergulhar na Cascata do Pego do Inferno, visitar a ponte internacional mais pequena do mundo e descobrir pinturas rupestres milenares.
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS ARTES E DA CULTURA
Entidade sem fins lucrativos dedicada à promoção, democratização e descentralização da cultura em Portugal. Para além do Festival de Arronches, a Associação desenvolve outros projetos como a Livraria InCulta (literatura em língua portuguesa e promoção da leitura), a Galeria Pintar o 7 (galeria de arte contemporânea) e o podcast “És Cá um Artista” (entrevistas com artistas emergentes e profissionais que desempenham papéis cruciais na produção artística).
Para uma comemoração em cheio do Dia de São Valentim, celebrado no próximo dia 14 de fevereiro, o Município de Estremoz preparou uma programação recheada de atividades, para que os casais apaixonados possam desfrutar de momentos únicos na cidade.
O programa comemorativo deste Dia dos Namoradas em Estremoz, como revela a vice-presidente da Câmara, Sónia Caldeira, vai muito para além da entrada gratuita em todos os museus e centros interpretativos do concelho. “Nos próprios museus existe um conjunto de atividades que propomos a quem os visita. No Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz e no Museu Municipal, convidamos os visitantes a fazerem a pintura de um coração, que depois poderão levar para casa”, começa por explicar a autarca.
A autarquia vai, por esta ocasião, apresentar diferentes exposições alusivas à ocasião. “Aqui aproveitamos, claro, os nossos Bonecos de Estremoz – e um dos mais conhecidos é o ‘Amor é Cego’ – para fazer no Centro Interpretativo de Bonecos de Estremoz uma exposição específica e dedicada ao ‘Amor é Cego’, este Boneco de Estremoz que é apreciado por tanta gente”, adianta Sónia Caldeira.
“Para além disso, vamos ter provas de vinhos no Museu Berardo, aproveitando também aqui o facto de termos uma loja de vinhos no museu para oferecer uma visita guiada com provas de vinhos aos casais que nos visitarem”, acrescenta a vice-presidente.
Mas ainda antes de dia 14, no Posto de Turismo da cidade, será possível visitar a exposição “Chapéus de Amor”. Esta exposição, que ficará patente entre os dias 11 de fevereiro e 15 de março, à semelhança do que aconteceu em anos anteriores, é uma mostra de trabalhos produzidos pelos alunos da Academia Sénior de Estremoz. “Este ano escolhemos o tema dos chapéus e nas mais diversas disciplinas que temos na nossa Academia Sénior, os alunos são convidados, no âmbito da sua criatividade, a fazer, a desenhar ou a pintar chapéus, que depois irão estar expostos no nosso posto de turismo”, remata Sónia Caldeira.
Conheça a programação completa da iniciativa “Namorar em Estremoz”:
– Pintura de Coração de Amor é Cego no Museu Municipal de Estremoz e Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, das 9:30 às 12:00 e 14:00 às 17:00 horas. Oferta de atividade e Coração de Amor é Cego;
– Pintura de Azulejo, no Museu Berardo Estremoz, das 9:30 às 12:00 e 14:00 às 17:00 horas. Oferta de Atividade e Azulejo;
– Exposição “Amor é Cego”, no Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, entre as 9:30 às 12:30 e 14:00 às 17:30 horas;
– Visita guiada especial para casais “Cenas Galantes em painéis de azulejos”, no Museu Berardo Estremoz, entre as 10:30 e 15:00 horas. Oferta de visita e Prova de vinho diferenciada (até 12 casais). Reserva através do e-mail cultura@cm-estremoz.pt;
– Exposição “Chapéus de Amor”, no Posto de Turismo de Estremoz, de 11 de fevereiro a 15 de março, das 9:00 às 12:30 e das 14 às 17:30 horas;
– Entrada livre nos Museus e Centros Interpretativos no concelho de Estremoz, das 9:00 às 12:30 e das 14 às 17:30 horas.
O Município de Elvas concluiu recentemente as obras de reabilitação de mais quatro fogos habitacionais, localizados na Terrugem e em Vila Boim, que serão brevemente entregues aos respetivos beneficiários, de acordo com a listagem resultante do concurso público de atribuição realizado para o efeito.
Na freguesia da Terrugem, serão atribuídos dois apartamentos de tipologia T2, situados na Rua do Poço, n.º 32. Já em Vila Boim, a autarquia procederá à entrega de um fogo T1, localizado na Rua de Elvas, n.º 105, e de um fogo T2, na Rua de Elvas, n.º 107.
Com esta intervenção, o Município de Elvas prossegue, com determinação e empenho, o seu objetivo estratégico de promover a reabilitação urbana, não só na cidade, mas também nas freguesias rurais do concelho, contribuindo simultaneamente para o aumento da oferta de habitação pública e para a melhoria das condições de vida da população.
O investimento global na reabilitação destes quatro fogos foi superior a 500 mil euros, refletindo o compromisso da autarquia com uma política habitacional ativa, sustentável e socialmente responsável.
Na sequência da implementação do Projeto de Recolha Seletiva de Biorresíduos, e um ano após a campanha de informação e a distribuição dos contentores castanhos, devidamente identificados, aos cerca de 30 estabelecimentos aderentes do canal HORECA (hotelaria, restauração e cafetaria) de Campo Maior, foi possível desviar de aterro, no concelho, em 2025, perto de 60 toneladas de resíduos alimentares.
Com uma candidatura em curso de quase “1,6 milhões de euros” relacionado com o regime de recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos, este é um setor com grande peso no Orçamento do Município de Campo Maior em 2026, revela o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que diz ser “importantíssima” a quantidade de resíduos alimentares que se conseguiram desviar de aterro no último ano.
“Cada vez mais a questão da separação é fundamental do ponto de vista da despesa municipal, porque nós, neste momento, passámos praticamente de 50 euros, que pagávamos por tonelada à operadora em alta, para cerca de 90 euros. É importante porque tem reflexo no orçamento, sendo que nós, Câmara Municipal, decidimos não aumentar o valor dos resíduos”, adianta o autarca. Este esforço do município, para que a “fatura não passe para os campomaiorenses”, representa cerca de “150 mil euros anuais” de despesa com o tratamento dos resíduos.
“Por enquanto conseguimos fazê-lo, porque ainda não temos uma obrigatoriedade por parte da entidade reguladora”, adianta Rosinha, que, ainda assim, alerta para o facto de que se todos não continuarem a fazer este trabalho, o município terá pela frente um processo “muito difícil”, até porque não quer vir a “honorar os munícipes”.
Por outro lado, e agradecendo aos estabelecimentos do canal HORECA que têm “participado muito corretamente nesta separação” dos biorresíduos, Luís Rosinha destaca também a separação do vidro como “outro elemento muito importante”. “Por isso mesmo também fizemos aqui o ‘Vidro com Valor’, em que é disponibilizado um contentor próprio com sistema de basculação aos estabelecimentos do Canal HORECA, para que possamos também ter o cuidado de o separar, tendo em conta que o vidro tem ainda outra característica maior, que é o próprio peso”, esclarece.
Avançando que o Município prevê a construção de um EcoCentro, para que seja feita, na vila, uma “triagem de primeira linha” aos resíduos, Luís Rosinha revela ainda que a intenção é que venha a ser implementado um novo sistema de recolha de lixo no concelho, passando, desde logo, por uma recolha porta a porta. Também será implementado, ao que tudo indica, um sistema PAYT, “em que cada um irá pagar apenas aquilo que produz”.
Depois do impacto positivo da primeira edição, o “Saberes e Sabores do Porco Alentejano” regressa em 2026 com uma visão mais ampla e uma ambição clara: afirmar-se como um evento de referência na valorização do território, da fileira agroalimentar e do turismo gastronómico.
Este não é um regresso por repetição. É um regresso com aprendizagem, com mais conteúdo, mais ligação ao setor e maior capacidade de gerar impacto local.
Arronches volta a receber um festival que cruza saber técnico, cultura, gastronomia e reflexão estratégica, num encontro pensado para públicos diversos — profissionais, visitantes e comunidade.
Em março de 2026, o “Saberes e Sabores” volta a colocar o Porco Alentejano no centro da conversa. Mas, acima de tudo, volta a colocar o território no centro das decisões.
O Turismo do Alentejo encerrou a participação na edição deste ano da FITUR, em Madrid, com um balanço claramente positivo, marcado por uma forte visibilidade do destino, uma agenda intensa de contactos profissionais e uma resposta encorajadora do mercado espanhol, considerado estratégico e natural para o território.
A presença do Alentejo na feira, a maior de sempre neste certame, foi orientada para reforçar a notoriedade junto dos nossos vizinhos, nas regiões transfronteiriças e também noutras regiões de Espanha, com especial foco em públicos urbanos e viajantes que procuram escapadas curtas, experiências autênticas e destinos próximos para viajar ao longo de todo o ano.
“Saímos de Madrid com sinais muito claros de interesse e com a convicção reforçada de que o Alentejo está no radar dos viajantes espanhóis. O trabalho feito aqui foi determinante para consolidar parcerias e afirmar o destino como uma escolha óbvia, mesmo ali ao lado”, afirmou José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.
Ao longo do certame, o Alentejo apresentou uma narrativa centrada em cultura, enoturismo, gastronomia, património e experiências de natureza, reforçando o posicionamento do território como destino de vida lenta, com identidade, hospitalidade e diversidade de propostas, do litoral ao interior.
“Temos uma agenda muito forte para 2026 e 2027 e queremos que seja impossível ignorar o Alentejo. Entre grandes eventos, cultura e vinho, estamos a criar motivos concretos para visitar, regressar e recomendar. O objetivo é claro, colocar o Alentejo no centro das escolhas e torná-lo um destino da moda, sem perder a autenticidade”, acrescentou.
Calendário de grandes momentos que projetam o Alentejo em 2026 e 2027
Entre os temas em evidência na FITUR esteve Évora Capital Europeia da Cultura 2027, que representa uma oportunidade estruturante para reforçar a atratividade cultural do destino e ampliar a sua projeção internacional.
O Baixo Alentejo, Cidade Europeia do Vinho 2026, foi outro dos eixos centrais, com a ambição de mobilizar o território em torno do enoturismo, da gastronomia e da valorização dos produtos locais, com impacto direto na procura e na dinamização da oferta ao longo de todo o ano.
Foi igualmente destacado o regresso das Festas do Povo de Campo Maior, este ano após muitos anos de ausência, como um dos momentos mais emblemáticos do calendário cultural, capaz de atrair visitantes e reforçar a imagem do Alentejo como território vivo, participado e singular.
Com vista a apoiar novos projetos empresariais, startups e empreendedores, o Núcleo Empresarial da Região de Portalegre (NERPOR), acaba de abrir uma Incubadora de Empresas.
Dando o pontapé de saída numa nova era do Núcleo Empresarial, esta incubadora, instalada nos pavilhões do NERPOR, conta já com “uma boa adesão”. “A abertura da incubadora faz parte do nosso plano de ação”, começa por dizer o presidente do NERPOR, Tiago Braga, que adianta que todos os “incubados” terão a acesso a um Gabinete de Apoio ao Empresário, através do qual poderão usufruir de “aconselhamento jurídico, fiscal, contributivo, financeiro e até a nível de captação de recursos”.
“Estamos aqui a criar um ecossistema para ajudar os empresários a darem este primeiro passo na sua vida de empreendedores”, adianta Tiago Braga, assegurando que o NERPOR já recebeu contactos de várias empresas que se querem instalar nesta incubadora. “Já estamos, aliás, a pensar fazer no mesmo pavilhão onde temos a incubadora – no andar de baixo -, uma obra, para que se possa acolher mais empresas, porque as atuais instalações vão ser pequenas para a quantidade de pedidos que temos”, assegura.
O NERPOR, garante o presidente, é o local ideal para “pequenos negócios que estão a arrancar, na área da tecnologia, dos serviços e da consultoria, para um empresário precisa de um escritório, que precisa de apoio para escalar e acelerar o seu negócio”. Com dois espaços de cowork, capaz de dar resposta a “20 a 30 empresas”, esta incubadora tem espaços individuais para “entre 12 a 14” projetos empresariais.
“Já temos o Gabinete de Apoio ao Empresário a funcionar, podem vir cá: estamos cá de segunda a sexta, das 9 às 18 horas”, diz ainda Tiago Braga, convindo todos os interessados a conhecer a incubadora.
Com a Incubadora de Empresas, o NERPOR reforça o seu papel enquanto agente dinamizador do empreendedorismo e do desenvolvimento económico da região, criando condições para que novos negócios cresçam de forma sustentável no Alto Alentejo.
Encontram-se abertas até sábado, dia 31 de janeiro, as inscrições à primeira edição do Concurso Internacional de Composição Musical de Elvas. Promovido pela Associação Cultural Públia e Hortênsia de Castro, o concurso, nesta sua primeira edição, tem como tema “O Cante Alentejano ecoa no Forte da Graça”.
Explicando que neste concurso podem participar compositores de qualquer país, que sejam estudantes, profissionais ou não profissionais, a partir dos 16 anos, o presidente da associação, Vasco Almeida (na foto), adianta que esta é uma iniciativa de âmbito internacional, “não sendo destinada apenas a Elvas, nem exclusivamente ao Alentejo”.
Os compositores a concurso terão de apresentar “uma composição vocal inspirada no Cante Alentejano, com ligação simbólica ao Forte da Graça, em Elvas”. A obra pode ser escrita para até quatro vozes e pode incluir acompanhamento instrumental, se assim o compositor o entender. “Pode tratar-se de uma voz solista, de um pequeno conjunto vocal ou de uma formação coral simples. O mais importante não é a complexidade técnica, mas sim a ligação estética e conceptual ao Cante Alentejano e à ideia deste ecoar no Forte da Graça”, adianta Vasco Almeida.
A obra deve ser apresentada em partitura musical “clara e legível”, assim como o acompanhamento musical, no caso de o ter. “O regulamento apresenta um texto de referência opcional da autoria do jovem escritor elvense Rodrigo Fialho, como exemplo de como a palavra pode dialogar com esta edição. Esse texto não é de uso obrigatório. Podem ser utilizados o poema de referência total ou parcialmente, outro texto com indicação clara da autoria, um texto original do próprio concorrente ou vocalizações sem recurso a palavras”, explica ainda o também maestro do Coral Públia e Hortênsia de Castro.
Após o encerramento das candidaturas no sábado, os resultados serão anunciados a 28 de fevereiro. Em jogo estão quatro prémios: primeiro prémio de 500 euros, segundo de 300 euros, terceiro de 150 euros e o “Prémio Júnior”, para a melhor obra apresentada por compositores com idades compreendidas entre os 16 e 17 anos, de 75 euros.
A estreia da obra vencedora está marcada para 13 de junho, no decorrer do concerto de celebração dos 39 anos do Coral Públia Hortênsia de Castro de Elvas.
A partir desta semana, o Centro Polivalente de Degolados passa a ser, às sextas-feiras, espaço de aprendizagem, com a expansão do Projeto de Formação de Música do Município de Campo Maior àquela freguesia do concelho.
A vontade de poder contar com estas aulas de Alexandre Gomes (na imagem) em Degolados, revela a secretária do executivo da junta, Olga Madeira, já vinha do mandato anterior. “Nós já tínhamos alguns meninos que participavam nas aulas em Campo Maior. Os pais tinham que os levar a Campo Maior, às aulas de música, e houve sempre aqui esta vontade de tentarmos arranjar um horário que desse para as aulas começarem a ser também em Degolados”, recorda.
A verdade é que a ideia, em 2025, de as aulas poderem começar a realizar-se também na aldeia surgiu já tarde. “Havia ali também a incompatibilidade de horários, o Alexandre também já tinha o horário dele muito preenchido e já estavam a decorrer as aulas. Quando nós tivemos esta ideia, já não havia ali muita hipótese de, no decorrer do ano ativo, ele poder começar a vir a Degolados”, revela Olga Madeira.
Agora, a ambição da junta passa a realidade, com a primeira aula a ter lugar já esta sexta-feira, 30 de janeiro, sendo que as inscrições, quer para miúdos, quer para graúdos, continuam abertas. Os interessados em participar nestas aulas só têm que se dirigir à Junta de Freguesia e preencher um formulário.
A frequência destas aulas é “totalmente gratuita”, diz ainda Olga Madeira, que adianta que o único pagamento exigido aos alunos é de um seguro anual, que tem “um valor simbólico e que é pago no município”.