34ª Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas corre-se na manhã deste domingo

Corre-se este domingo, 8 de fevereiro, a 34ª edição da Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas.

A prova, com um percurso de 21 quilómetros, é organizada, uma vez mais, pela Câmara Municipal de Elvas, em parceria com a autarquia de Badajoz, através da Fundação Municipal de Desportos, o Clube Elvense de Natação e a Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.

À semelhança da Meia Maratona Elvas – Badajoz, garante o vereador Hermenegildo Rodrigues, esta é “mais que uma prova desportiva”. “É um símbolo que esbate fronteiras, que reforça a cooperação transfronteiriça e, acima de tudo, permite que as cidades de Elvas e Badajoz caminhem juntas, partilhem aquilo que são objetivos e desígnios comuns de união”, assegura.

Por outro lado, o autarca destaca ambas as provas como uma forma de proporcionar aos munícipes dos dois lados da fronteira “uma qualidade de vida assente na prática desportiva”, partilhando “um futuro comum”. “É a esse futuro comum que nós queremos dar continuidade ao longo do percurso para um lado ou para o outro. Garantidamente muitos dos que participam partilham histórias, partilham a aventura e o desafio pessoal, mas afirmam e reforçam uma linguagem comum em que o desporto é o fator predominante”, acrescenta.

Dando conta que o evento, desta vez, conta com um cariz solidário, em prol da luta contra o cancro, o vereador agradece ainda a colaboração dos muitos voluntários que se associam à organização, bem como das forças de segurança, dos bombeiros e da Cruz Vermelha.

Já Juan Parejo, vereador no Município de Badajoz, recorda que a Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas esteve, até ao ano passado, e por diversas razões, em suspenso desde a altura da pandemia. “No ano passado, e na sequência da conversa que tivemos com os clubes de atletismo dos dois lados da fronteira, tanto de Elvas como de Badajoz, eu e o meu colega Hermenegildo Rodrigues trabalhámos para recuperar a prova. Temos a Meia Maratona Elvas-Badajoz, que se realiza sempre em novembro, mas a Meia Maratona Badajoz-Elvas teve que ser recuperada”, recorda.

Dizendo que, habitualmente, a prova iniciada em Elvas costuma ser mais participada, Juan Parejo garante que esta Meia Maratona com arranque em Badajoz é “mais complicada” para os atletas. “Enfrentam a prova com o vento na cara e a terem que subir, nos últimos quilómetros, mas essa dificuldade também torna o evento desportivo atrativo. Esse é o desafio dos atletas: superar uma meia maratona com um final assim e chegando a uma cidade que é Património Mundial”, remata o autarca espanhol.

A prova, amanhã, tem partida marcada para as 9h30, na Avenida de Huelva, em Badajoz. A meta, como habitualmente, estará instalada no Estádio Municipal de Atletismo de Elvas.

Centro Cultural de Campo Maior recebe primeiro grande concerto de Ensemble Milhões

Ensemble Milhões, grupo formado por quatro jovens músicos, dois campomaiorenses e dois elvenses, apresenta-se, na noite do próximo dia 21 de fevereiro, em concerto, no Centro Cultural de Campo Maior.

A dar os primeiros passos, este projeto musical, que alia a tradição à inovação, tem a sua essência na “transformação” que faz de músicas conhecidas do grande público em algo “diferente”, com uma “outra roupagem”, através, sobretudo, dos arranjos vocais.
“Tentamos explorar essencialmente música portuguesa, mas não quer isto dizer que nos limitemos à música portuguesa. Naturalmente, vamos também a alguma música espanhola, muito ligada ao flamenco e entre outras influências próprias da música espanhola”, avança João Batuca, um dos elementos da banda.

Do grupo, para além de João Batuca (voz e guitarra), fazem parte João Alcaravela (voz e guitarra), Diogo Rego (voz e piano) e Duarte Abreu (voz e guitarra). “Nós tocamos e cantamos os quatro em simultâneo e a particularidade das vozes, neste caso, prende-se com o facto de não fazerem todas a mesma coisa: cada uma tem a sua linha melódica e é precisamente essa junção das linhas melódicas que depois vai criar uma base harmónica vocal que, a nosso ver, é o que enriquece e o que caracteriza a sonoridade deste projeto musical”, assegura o músico.

Apesar de já alguns espetáculos realizados, este será o primeiro grande concerto em nome próprio do Ensemble Milhões. Na preparação deste espetáculo, que promete ser único para a banda, os músicos têm tentado criar “mais do que um momento onde as pessoas vão ouvir boa música e de qualidade, bem montada, bem trabalhada”. O objetivo, assegura João Batuca, “é criar uma experiência multissensorial”, em que, a par da dimensão auditiva, que o grupo espera que seja “prazerosa para os ouvintes”, será também explorada a “dimensão visual”. A intenção é meter, sempre que possível, o público a cantar durante o espetáculo, até porque os temas que a banda apresenta no seu repertório “são canções que fazem parte do imaginário musical comum”.

Entretanto, Ensemble Milhões deu-se a conhecer ao público, na região, com a sua participação naquela que foi a primeira edição do concurso “Elvas a Cantar”, promovido pela associação Arkus, no ano passado. João Batuca recorda essa como uma “experiência muito particular”, até porque foi o único grupo que se apresentou a concurso. “Todos os outros concorrentes foram a título individual e todos eles, diga-se de passagem, fantásticos cantores. E nós, na realidade, quando chegámos ao ‘Elvas a Cantar’ e vimos cantores com tanta qualidade, pensámos que, sendo dez concorrentes, ficaríamos em décimo lugar e já ficaríamos muito contentes”, recorda.

A verdade é que o grupo viria a conquistar o segundo lugar no concurso, para surpresa de todos os elementos da banda. “Na entrega dos prémios foi muito notória a nossa reação franca de surpresa, porque, de facto, não esperávamos obter um lugar tão bom”, diz ainda o músico.

Os bilhetes para o concerto de dia 21 têm um custo de três euros e podem ser adquiridos na Ticketline ou no Centro Cultural. O espetáculo está marcado para as 21h30.

Brigada de Sapadores Florestais Intermunicipal apoia Município de Portalegre

Na sequência das condições climatéricas adversas originadas pela passagem da Depressão Leonardo pelo Município de Portalegre, que provocaram estragos em casas, carros e demais estruturas na via pública, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) mobilizou uma Brigada de Sapadores Florestais Intermunicipais e um trator para os trabalhos de manutenção e limpeza.

Os sapadores estiveram no terreno integrados no dispositivo local de Proteção Civil, que conta ainda com o apoio do Exército português, nomeadamente o Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz – Dragões de Olivença, na limpeza de todas as ruas afetadas e manutenção da normalidade possível.

Centenas de artesãos dão voz ao Manifesto pelo Futuro do Artesanato em Portugal  

Foi lançado, recentemente, um Manifesto pelo Futuro do Artesanato em Portugal, uma iniciativa da sociedade civil, construída a partir dos contributos de cerca de 400 artesãos e artesãs de todo o país.

Trata‑se de um documento coletivo e inédito, coordenado por um grupo independente de cinco artesãs nas áreas do têxtil, couro e cerâmica, que alia prática profissional e competências de investigação para propor medidas concretas para o futuro das artes e ofícios em Portugal. O Manifesto aborda temas como reconhecimento profissional, educação e formação, proteção social, enquadramento fiscal e visibilidade do setor.

O objetivo do Manifesto “não é mais do que dar voz aos artesãos, sistematizar problemas e apontar soluções, que passarão pela concertação e pelo trabalho conjunto entre profissionais e as entidades que já têm na sua tutela parte do setor”, assegura Ana Marta Clemente, uma das artesãs promotoras da iniciativa.

“Nós propomos que se olhe de novo para o que tem sido feito, que se analisem os procedimentos, que se analisem os textos, as estratégias e os documentos que já existem para que, em conjunto, se encontrem formas de os aplicar de uma forma mais equitativa, que se restaurem alguns documentos que estão realizados e que não foram implementados”, avança a artesã.

A publicação, em formato de petição, está online (aqui), sendo essa uma forma “de dar a conhecer o texto do manifesto, que foi o resultado de um inquérito e da contribuição de cerca de 400 artesãos do país inteiro, incluindo ilhas”.  

Com a petição, procura-se agora “reunir o maior número possível de assinaturas para que, com esse consenso, com a força da comunidade alargada, se possam ter mais ferramentas para, junto das instituições, se poder implementar e avançar com algumas mudanças”.

Neste âmbito, estão previstas sessões de sensibilização e de recolha conjunta regionais”, ainda a serem agendadas. “Mas neste momento, a fase mais importante é esta de chegar ao maior número possível de pessoas”, remata Ana Marta Clemente.

Regimento de Artilharia N.º 5 de Vendas Novas transporta materiais de Arraiolos para Porto de Mós

Em comunicado, o Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5) de Vendas Novas, dá conta que em articulação com a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), apoiou no transporte de materiais de Arraiolos para Porto de Mós, destinados à recuperação de habitações afetadas pela Tempestade Kristin, na região de Leiria.

O RA5 foi contactado pela CIMAC, através do Presidente da Câmara de Vendas Novas, com o intuito de promover este apoio logístico. Esta operação permitiu o envio de 11 paletes de telhas, angariadas pelos municípios que constituem a CIMAC, para o concelho de Porto de Mós, com o objetivo de apoiar as populações cujas habitações sofreram danos significativos, procurando contribuir para a reposição das condições mínimas de segurança e habitabilidade.

Esta ação coordenada é bem demonstrativa da efetiva articulação entre o Exército e as autarquias, e neste caso concreto, entre o RA5 e o Município de Vendas Novas, reforçando a resposta integrada às necessidades das autoridades civis e das populações que têm vindo a ser afetadas pelo mau tempo.

Detido em flagrante pela GNR por invasão de local vedado ao público em Campo Maior

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Posto Territorial de Campo Maior, deteve ontem, dia 5 de fevereiro, um homem de 48 anos por introdução em lugar vedado ao público.

A detenção ocorreu em flagrante delito durante uma ação de patrulhamento, no momento em que os militares da Guarda detetaram o suspeito no interior de um local destinado a serviço público. Segundo as autoridades, o homem terá acedido ao espaço sem qualquer consentimento ou autorização prévia.

O indivíduo foi constituído arguido e o caso seguiu para o Tribunal Judicial de Elvas para aplicação das medidas de coação.

São Vicente leva o ritmo e o calor do Brasil para o Carnaval Internacional de Elvas

O grupo carnavalesco da freguesia de São Vicente e Ventosa promete levar, este ano, os ritmos quentes do Brasil até ao Carnaval Internacional de Elvas, com o tema “A Magia do Rio”. “É um tema que pode ter duas leituras: a ‘Magia do Rio’ enquanto ‘Rio’, o filme, ou a ‘Magia do Rio”, do Rio de Janeiro”, avança, desde logo, Rúben Ameixa, o responsável do grupo.

À semelhança do ano passado, em que o grupo se apresentou com o tema “Color Party”, os fatos dos figurantes voltam a ser “muito coloridos”, com destaque para o azul, o verde, o amarelo e o vermelho. “Nós achamos que o Carnaval é cor e já que o tempo ultimamente não tem sido benéfico, porque já há dois anos que não conseguimos sair todos os dias à rua, então tentamos que, pelo menos, as cores saiam às ruas nos dias em que nos é possível”, assegura o responsável.

Com cerca de 150 elementos, o grupo é este ano substancialmente maior que o do ano passado. “Tivemos novas entradas, não só de pessoas da freguesia, mas principalmente de gente de freguesias e até de concelhos vizinhos. Claro que a maior parte das pessoas são de São Vicente, mas temos também de Elvas, de Campo Maior, de concelhos do distrito de Évora e de Badajoz”, revela.

Dando conta que este ano o grupo apresentará algumas características de um Carnaval “mais antigo”, Rúben confessa que gostaria que o trabalho de preparação, que arrancou no final de dezembro, se tivesse iniciado mais cedo: “os fatos deste ano obrigaram-nos aqui a uma dinâmica muito diferente, porque vamos tentar trazer um bocadinho daquilo que é o Carnaval antigo de novo ao grupo e isso obrigou-nos a uma ginástica muito grande, a nível de timings, para conseguir cumprir com tudo”.

Apenas com uma costureira ao serviço (Alda Ameixa), Rúben e Patrícia Milhinhos, a outra responsável do grupo, contaram desta vez com uma ajuda importante de vários voluntários que se prontificaram a colaborar com a construção de diversos adereços. Juntamente com Rúben, Liliana Matos volta a assumir a responsabilidade pelas coreografias apresentadas pelo grupo, enquanto a banda é coordenada por Rodrigo Rufo.

Para a gala coreográfica de apresentação dos grupos no Coliseu, no dia 13, o grupo volta a dançar ao som da chamada música de aparelhagem, com grande parte dos elementos da banda a juntarem-se à coreografia que tem vindo a ser preparada para presentear o público.

Para o sucesso do trabalho desenvolvido, Rúben Ameixa agradece o apoio do Município de Elvas, do presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, e do presidente da Associação Desportiva, Recreativa e Cultural da Juventude de São Vicente e Ventosa, Hélio Roldão. O responsável estende ainda os seus agradecimentos a todos os elementos do grupo, incluindo os responsáveis pela banda e coreografias e a todos aqueles que colaboraram com alguns trabalhos manuais; à mãe, pelo trabalho de confeção dos fatos; e a Nuno Ezequiel e Adelino Moga, pela construção do carro alegórico.

A entrevista completa a Rúben Ameixa sobre o grupo de Carnaval de São Vicente para ouvir no podcast abaixo:

Campo Maior presta homenagem à resiliência e força de Paulo Dias com circuito de fitness

Paulo Dias

Será inaugurado, no próximo dia 22 de fevereiro, em Campo Maior, o Circuito de Fitness Paulo Dias. Trata-se de um circuito de cerca de cinco quilómetros e meio de extensão, que contempla seis estações, com diferentes equipamentos de fitness, espalhadas pela vila.

Este é um projeto do Campo Maior Trail Runners, desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal, depois do presidente Luís Rosinha e a vereadora Paula Jangita terem dado “luz verde” à ideia. O projeto surge da “necessidade que a vila tinha de contar com uma infraestrutura desportiva ao ar livre, de prática de caminhada e corrida, com a utilização de aparelhos de fitness”.

“Esta prática é comum em várias cidades e localidades portuguesas e no estrangeiro, mas normalmente os aparelhos costumam estar todos no mesmo local, criando-se uma espécie de ginásio ao ar livre. Aqui, a nossa estratégia foi um bocadinho diferente”, assegura Carlos Pepê, um dos responsáveis do projeto e dos Campo Maior Trail Runners. O objetivo é unir a prática da corrida ou da caminhada e a utilização destes aparelhos para “um treino completo”.

Este circuito, “acessível a toda a gente, ao ar livre, aberto, sem custos e necessidade de inscrições”, está ainda a ser ultimado. “Esperemos que o tempo ajude, que haja uma abertura, para podermos fazer o resto dos trabalhos que faltam ser executados, para, a partir do dia 22, Campo Maior poder contar com esta infraestrutura”, diz o líder dos Campo Maior Trail Runners, que garante que, com esta nova aposta, será possível promover “a prática desportiva e estilos de vida saudáveis”.

Uma das estações deste circuito é inclusiva, a pensar nas pessoas portadoras de deficiência, “que se possam deslocar em cadeira de rodas”. Essa estação fica situada numa “zona junto aos prédios da Câmara Municipal de Campo Maior, os prédios amarelos, que toda a gente conhece, num bairro específico da vila”.

Esperando que as “pessoas saibam cuidar e respeitar”, Carlos Pepê garante que estes são equipamentos que poderão ser utilizados por toda a gente: “não é uma infraestrutura de elite, é uma infraestrutura para o povo”.

Carlos Pepê justifica ainda a decisão de dar o nome de Paulo Dias a este circuito: “ele é um exemplo de determinação e de superação das dificuldades que passou ao longo da vida”. “Como fisioterapeuta, mostra-nos muitas vezes como é que nós devemos continuar a acreditar em nós próprios e é com esse espírito de solidariedade, de amizade e de reconhecimento pelo percurso que o Paulo tem feito que lhe dedicamos este circuito, porque ele foi um dos primeiros promotores deste mesmo tipo de intervenção na nossa vila”, remata.

A inauguração do circuito está marcada para as 10 horas do próximo dia 22, com uma caminhada que arranca do Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova. A iniciativa é aberta à comunidade em geral.

Embaixada do Japão alerta portugueses: “não usem galochas” em cheias — e explicam quando evacuar

Com Portugal sob alerta máximo devido à situação meteorológica, chegam apelos à prudência de um país habituado a lidar com catástrofes naturais. A Embaixada do Japão em Portugal partilhou nas redes sociais um conjunto de recomendações práticas dirigidas aos portugueses, baseadas na experiência japonesa com sismos, tufões, tempestades e inundações.

“Da experiência do Japão, um país de desastres naturais, queremos partilhar algumas dicas para se manter em segurança durante as tempestades e cheias. Estamos convosco”, refere a embaixada na sua mensagem, divulgada num momento em que o mau tempo continua a provocar constrangimentos em várias regiões do país.

Um dos alertas mais surpreendentes diz respeito ao calçado. Ao contrário do que muitos possam pensar, as galochas não são aconselhadas em zonas inundadas. Se a água entrar para o interior das botas, estas tornam-se pesadas e dificultam a deslocação numa situação de emergência. A recomendação japonesa é optar por ténis ou sapatilhas bem ajustados ao pé, que garantem maior estabilidade e mobilidade.

Os japoneses sublinham também a importância do nível da água. No Japão, existe uma regra clara: deve evacuar-se antes que a água atinja a altura dos joelhos. A partir desse ponto, a força da corrente torna muito difícil — e perigoso — caminhar em segurança, mesmo para um adulto. Caso a água suba rapidamente dentro de casa, a orientação é não tentar sair e procurar refúgio no piso mais alto da habitação, recorrendo à chamada “evacuação vertical”.

Outro conselho relevante aplica-se a quem tenha de atravessar zonas alagadas. Sempre que possível, deve usar-se um objeto comprido, como um cabo de vassoura ou um guarda-chuva, para sondar o terreno à frente. Durante as cheias, é frequente as tampas de esgoto saltarem e ficarem ocultas sob a água suja, criando armadilhas invisíveis e potencialmente fatais.

A embaixada deixa ainda um aviso aos condutores: bastam cerca de 30 centímetros de água em movimento para arrastar a maioria dos automóveis. Perante uma estrada inundada, a recomendação é clara — não arriscar e voltar para trás.

Num momento de condições meteorológicas adversas em Portugal, estes conselhos vindos do Japão reforçam a importância da prevenção, da calma e de decisões responsáveis para proteger vidas.