Monforte: Festival de Sopas Solidárias angaria 1630 euros

Realizou-se no dia 25 de novembro, na Sala Polivalente Municipal, em Monforte, o IX Festival de Sopas Solidárias organizado pela operação IUPI 5G Monforte, da qual o Município de Monforte é a Entidade Coordenadora Local de Parceria, em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Monforte, o Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro, o Centro Social de Santo António de Vaiamonte, a Fundação Vaquinhas e Velez de Peso, o Centro Social e Paroquial de Santo Aleixo, o Centro de Dia de Nossa Senhora dos Milagres, a Associação dos Bombeiros Voluntários de Monforte e o Agrupamento de Escolas João Maria Carriço, incluindo os seus Finalistas 2025/2026.

Foram adquiridos 326 “kits” (tigela de barro alusiva ao evento, talheres, guardanapo e pão) necessários para degustar à discrição as sopas que cada uma das entidades parceiras apresentou, enquanto o serviço do bar foi atribuído aos Bombeiros Voluntários. Para além do lucro obtido da venda de outros produtos (bolos, salgados e sobremesas) pelas IPSS’S nas suas bancas, o valor da venda de cada kit, a 5€, reverteu a favor das IPSS’S participantes. Este ano, o valor angariado foi de 1.630,00€. No final do evento, o valor correspondente a cada instituição foi entregue aos respetivos representantes pelo Presidente do Município, Miguel Rasquinho, acompanhado pela Vereadora do Executivo, Raquel Pereira, e pela equipa do CLDS, que efetuou também a entrega dos certificados de participação. O Festival contou ainda com um momento musical da Universidade Sénior do Município de Monforte, com a atuação dos alunos da disciplina de Música, acompanhados pelo professor Manuel Bagorro.

O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.

IV Rota d’Natal é dia 1 em Elvas

O CUBO organiza no próximo dia 1, segunda-feira, a IV Rota de Natal, inserida na programação da iniciativa Elvas Cidade Natal.

A caminhada de cinco quilómetros vai percorrer o Centro Histórico, a partir das 17h30, com partida da Praça da República.

A iniciativa tem um custo de 7,5€, com os gorros a ter um custo de 5€, e mais 2,5€ revertem para os Bombeiros Voluntários de Elvas. A inscrição pode ser feita por email para cubo_geral@hotmail.com ou em https://www.queroir.pt/evento/rotadenatalcubo

GNR e Guardia Civil realizam simulacro de pessoa desaparecida

O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portalegre realizou, no dia 25 de novembro, em cooperação com a Guardia Civil, um simulacro de “pessoa desaparecida”, com o objetivo de reforçar a articulação e a cooperação operacional entre as duas forças de segurança.

O exercício teve início em La Codosera, em Espanha, e simulou o desaparecimento de uma pessoa, permitindo treinar procedimentos de mobilização de meios, partilha de informação e coordenação conjunta das ações de busca em zona transfronteiriça. A iniciativa assentou nos acordos bilaterais e protocolos em vigor entre o Reino de Espanha e a República Portuguesa, estabelecendo indicadores de desempenho que permitem avaliar a eficácia do serviço prestado no âmbito da segurança.

A ação contou também com o reforço do Comando Territorial de Évora e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), cuja participação permitiu ampliar a capacidade de resposta e testar a articulação entre diferentes valências da GNR.

O principal objetivo consistiu em avaliar e reforçar a eficácia da cooperação entre a GNR e a Guardia Civil, assegurando uma resposta mais rápida, segura e coordenada em situações reais, tanto na procura de pessoas desaparecidas como no combate à criminalidade junto às fronteiras.

Semana da Caça em Vila Viçosa com gastronomia, montaria e prova de tiro

O Município de Vila Viçosa, em parceria com a Confederação Nacional de Caçadores, a Federação de caçadores do Alentejo e o Clube de Caça e Pesca de Bencatel, vai dinamizar a Semana da Caça — Festival Gastronómico, que incluirá a atividade cinegética, uma tradição enraizada na história e cultura do concelho.

A caça constitui uma parte importante do património cultural e natural do concelho, pelo que a combinação de caça e gastronomia poderá revelar-se uma excelente forma de promover a valorização da natureza e da gastronomia local.

Atividades programadas:

• Montaria: 1 de dezembro- concentração marcada para as 9 horas nos bombeiros de Vila Viçosa estando o início da montaria marcado para as 10 horas. Às 14 horas realiza-se o almoço e às 16 horas o sorteio dos animais abatidos. ;

• Prova de St. Huberto: 7 de dezembro no Clube de Caça e Pesca de Bencatel. A concentração está marcada para as sete da manhã.

Nos restaurantes do concelho, entre os dias 1 e 7 de dezembro, será dado destaque aos pratos confecionados com peças de caça.

Pratos de caça em destaque nos restaurantes de Mora até 14 de dezembro

Os restaurantes do concelho de Mora voltam a estar em destaque em mais uma edição da Mostra Gastronómica da Caça, entre este sábado, 29 de novembro, e o próximo dia 14 de dezembro. Trinta anos após ter sido criado, o evento anual, promovido pela Câmara Municipal de Mora, mantém o seu papel de contribuir de forma crucial para o impulso económico e turístico do concelho.

O intenção da autarquia é fazer com que os restaurantes locais, numa época baixa, em termos turísticos, possam ter “mais algum retorno financeiro, servindo pratos de caça”. “A caça já foi muito mais tradicional e muito mais forte no concelho e nos concelhos vizinhos do que aquilo que é hoje, mas, de facto, o principal objetivo é esse: fazer com que a economia, nestes meses de época baixa, possa mexer mais um pouco”, refere o presidente da Câmara de Mora, Luís Simão de Matos.

Este evento, à semelhança de outros, acaba sempre por dinamizar a economia local. “Se os restaurantes vendem mais, é a padaria que também vende mais, o talho que também vende mais e são os nossos pontos de atração que têm mais pessoas. Obviamente que trazer pessoas ao concelho é sempre positivo, porque ao fim ao cabo isto mexe com toda a economia”, acrescenta o autarca.

Desta vez, participam nesta mostra gastronómica 13 restaurantes de todo o concelho: de Mora, Brotas, Cabeção e Pavia e Malarranha. Quanto aos pratos apresentados pelos estabelecimentos, destacam-se alguns “muito tradicionais e muito procurados”, como é o caso da Perdiz à D. Bia, do restaurante ‘O Afonso’, ou a Perdiz de Cebolada, do restaurante ‘O Poço’. “Mas todos os restaurantes têm excelentes pratos de caça das mais variadas espécies: de lebre, pombo, perdiz, javali, veado”, garante o presidente da Câmara de Mora.

“Para quem gosta de caça, Mora vai ser a capital da caça, em termos de gastronomia, entre 29 de novembro e 14 de dezembro”, remata Luís Simão de Matos, que convida todos a visitarem o concelho e os restaurantes aderentes à iniciativa.

Estudantes de Erasmus estiveram em Campo Maior

O Agrupamento de Escolas de Campo Maior recebeu, entre 20 e 24 de outubro de 2025, estudantes de vários países e a sua passagem por Campo Maior e Elvas foi publicada no jornal local polaco Krasnic.pl da cidade de Kraśnik, 50 km a sudoeste de Lublin, no leste do país. A noticia foi escrita por Grzegorz Jankowski:

“O projeto do programa Erasmus+ “Jovens Europeus – criativos e responsáveis defensores da natureza” (Young Europeans – the CREW – Creative and Responsible Environment Warriors) já é conhecido pela comunidade local devido ao vasto leque de atividades a ele associadas. Muitas delas tiveram lugar também fora das paredes da escola. Exposições internacionais em bibliotecas municipais, encontros, visitas a diferentes instituições são apenas algumas das iniciativas realizadas pela Escola Secundária n.º 1 no âmbito do projeto.

Creditos Krasnic.pl

O ano letivo de 2025/2026 marca o terceiro ano da sua execução. Já se realizou a quarta mobilidade internacional. Entre os dias 20 e 24 de outubro de 2025, representantes dos países parceiros – República Checa, Itália, Roménia, Polónia e Portugal – reuniram-se em Campo Maior para concretizar os objetivos do projeto: desenvolvimento sustentável, biodiversidade, património natural e cultural, bem como inclusão digital.

Os parceiros portugueses do Agrupamento de Escolas de Campo Maior empenharam-se para que a nossa estadia fosse atrativa e decorresse num ambiente de apoio e cordialidade. A região onde se situa Campo Maior – o Alentejo – é conhecida pelas oliveiras, que constituem uma parte significativa da paisagem desta zona de Portugal. Assim, durante a visita, conhecemos uma fábrica de azeite com tradição de várias gerações, onde as oliveiras são cultivadas e transformadas de forma sustentável e amiga do ambiente. Ficámos a saber que, infelizmente, as plantações modernas, orientadas para o lucro rápido, empobrecem os solos e recorrem a numerosos produtos químicos, o que afeta a qualidade dos frutos e tem impacto negativo no meio ambiente e na saúde humana. A visita terminou com uma prova de azeitonas e de diferentes tipos de azeite fresco produzido localmente. Fomos também levados ao museu do azeite, onde pudemos aprofundar os nossos conhecimentos sobre os métodos de transformação da azeitona ao longo da história”

MACE abre portas este sábado a dois novos projetos expositivos: “No Fundo” e “De um Corpo ao Outro”

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) abre portas, na tarde deste sábado, 29 de novembro, para apresentar ao público dois novos projetos expositivos: “No Fundo”, de Pedro Magalhães, e “De um Corpo ao Outro”, com obras de Ana Santos e da Coleção António Cachola.

A exposição de Ana Santos, como revela o comendador António Cachola, irá ocupar a parte superior do museu. “É uma exposição em que os trabalhos que ela vai apresentar vão dialogar com obras da coleção António Cachola, que é a coleção residente do MACE, ou seja, o curador da exposição, que é o Sérgio Fazenda Rodrigues, um curador residente em Lisboa, que tem os seus projetos artísticos de curadoria também em Lisboa, achou por bem que esta mostra e este projeto da Ana Santos acontecessem com obras da sua criação, obras essas que deveriam dialogar com obras da coleção António Cachola”, adianta o colecionador.

Já Pedro Magalhães apresenta uma exposição de trabalhos audiovisuais, com curadoria de Ana Cristina Cachola, no piso inferior do MACE. “É um artista que nasceu e reside no Porto e que tem trabalhos muito interessantes. Ele é um artista que vem da área da música e, portanto, vai apresentar trabalhos de fotografia e de vídeo, um projeto que nós consideramos também muito interessante pelo facto de não ser um artista que é muito visto na zona sul do país”, explica António Cachola.

Após a sessão de inauguração das exposições, marcada para as 16 horas, Pedro Magalhães e Ensemble Decadente apresentam a performance “Hidden Track”, prevista para as 18 horas.

Entretanto, e com estas duas exposições a chegarem ao fim em março, logo no mês seguinte, o MACE apresenta uma exposição de fotografia alusiva ao 25 de Abril, em parceria com o Museu Militar de Elvas. “É uma exposição de fotografia comemorativa daquilo que aconteceu em 25 de abril de 1974, com fotografias do fotógrafo Alfredo Cunha. É um projeto extraordinário, de muita qualidade em termos fotográficos. Ele é um grande fotógrafo e tem trabalhos muito interessantes e reconhecidos por muitas das pessoas que viveram o 25 de Abril como sendo um dos fotógrafos mais importantes que estiveram próximos desse acontecimento”, explica o comendador.

Já a 23 de maio, Alexandre Estrela, artista escolhido para representar Portugal na Bienal de Veneza, pela Direção-Geral das Artes e o Ministério da Cultura, apresenta uma exposição individual que irá ocupar todo o espaço do MACE. Considerando esta mostra um “dos pontos altos do primeiro semestre de 2026”, António Cachola lembra que a Bienal de Veneza é o acontecimento de arte contemporânea mais importante do mundo. “Ficámos muito contentes porque já tínhamos programado e planeado há muito tempo esta exposição do artista Alexandre Estrela. Portanto, vamos ter uma representação de Portugal na Bienal de Veneza, que vai começar em maio, com o artista Alexandre Estrela a representar Portugal e a estar no Pavilhão de Portugal em Veneza. A 23 de maio teremos uma exposição individual dele a ocupar todo o museu, em Elvas, o que é ótimo e que, de alguma maneira, mostra que Elvas está sempre naqueles que são os eventos e os acontecimentos mais importantes da arte contemporânea no nosso país”, remata.

I São Silvestre de Campo Maior a 13 de dezembro: uma prova que promete ser “diferente e apelativa”

O grupo Campo Maior Trail Runners (CMTR) e o GEDA unem-se à Câmara Municipal de Campo Maior, à Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre, ao Sporting Clube Campomaiorense e ao União Futebol de Degolados para, na tarde do próximo dia 13 de dezembro (sábado), promover a I São Silvestre na vila.

A prova, destinada a atletas federados e não federados de todas as idades, é composta por corrida, em diferentes distâncias consoante o escalão, e uma caminhada de cinco quilómetros. Esta I São Silvestre, tal como revela Carlos Pepê, da organização, acaba por surgir no seguimento da iniciativa desportiva solidária que o CMTR vinha, de alguns anos a esta parte, a realizar por altura do Natal. “Há muitos anos que vínhamos fazendo, com o município, um evento de Natal sempre solidário: nos primeiros anos de apoio aqui à nossa Loja Social e depois da recolha de bens para Os Cucos”, começa por recordar.

Dando agora um “passo em frente”, e associando-se à AADP, o CMTR consegue “colocar mais uma prova no circuito de corridas da associação”, dado “o crescimento” que se registava, ano após ano, do evento solidário e não competitivo que o grupo organizava. “Temos feito sempre um caminho sustentável, no sentido de aproximar as pessoas da modalidade e depois dar um passo em frente sempre que se tenha oportunidade”, acrescenta Carlos Pepê.

Esta promete ser uma prova “diferente e apelativa”, que irá atravessar a avenida florida de Natal da vila. “É uma prova diferente porque estamos também associados à Associação de Comércio de Campo Maior, no sentido de fazermos aqui também a mostra daquilo que Campo Maior tem de melhor, porque vamos ter uma avenida florida de Natal e, nesse contexto, vamos tentar fazer com que a prova passe por essas zonas que estão devidamente engalanadas para receber os atletas. Estão criadas todas as condições para termos uma jornada claramente diferente daquilo que são as outras São Silvestres do nosso país”, assegura o responsável.

As inscrições, que são pagas apenas para atletas não federados maiores de 16 anos (quatro euros), vão estar abertas até às vésperas do evento. As inscrições na corrida são feitas através da página da Federação Portuguesa de Atletismo (aqui). Os interessados em participar na caminhada têm disponível um formulário próprio nas redes sociais do CMTR (aqui).

No dia 13, o secretariado, instalado na Praça Multimodal, abrirá às 15 horas, estando a partida da corrida, para os mais novos, prevista para as 17 horas, com saída junto à estátua do Comendador Rui Nabeiro, na Avenida da Liberdade. A partida da “prova rainha” desta I São Silvestre em Campo Maior, com duas voltas de cinco quilómetros num circuito urbano, está marcada para as 18h30. Logo de seguida parte a caminhada. A cerimónia de entrega de prémios acontecerá às 20 horas.

Atenção a mensagem do SNS. Pode ser fraude

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) lançaram um alerta para mensagens de texto (SMS) que estão a ser enviadas aos cidadãos em nome do Serviço Nacional de Saúde (SNS) indicando valores em dívida referentes a urgências e a serem pagos num prazo de cinco dias.

A mensagem contém ainda um link que, ao ser clicado, direciona para uma página web fraudulenta, onde é disponibilizada uma referência de multibanco para realizar o pagamento e ao clicar em “CONFIRMAR” é solicitado o preenchimento de dados pessoais e de cartões bancários.

Trata-se de um esquema de mensagens falsas por SMS (conhecido como smishing), no qual é usado o nome de entidades credíveis, como o SNS e o SNS 24.

Os serviços do SNS são, tendencialmente, gratuitos, e os do SNS 24 são gratuitos para todos os cidadãos. A linha telefónica 808 24 24 24 é um serviço público gratuito.

A SPMS informa ainda que estão a ser efetuadas diligências junto das entidades competentes.

Estremoz: Cozinha dos Ganhões volta a levar à mesa o que o Alentejo tem de melhor

Estremoz celebra, entre esta sexta-feira, 28 de novembro, e segunda-feira, feriado de 1 de dezembro, a 31ª edição da Cozinha dos Ganhões, um dos maiores certames de gastronomia do Alentejo.

O Pavilhão de Feiras e Exposições da cidade volta a dar lugar aos restaurantes, aos doceiros, aos artesãos, aos comerciantes e aos produtores regionais, num evento que tem por principais objetivos a promoção e a valorização das tradições e costumes do concelho.

Recordando que o evento se realiza em simultâneo com a Feira da Caça, Pesca e Atividades na Natureza, e convidado todos a estarem presentes, o presidente da Câmara, José Daniel Sádio, assegura que a Cozinha dos Ganhões tem vindo a afirmar-se, enquanto evento gastronómico, “no Alentejo, Estremoz e toda uma região”.

“O vinho também será um elemento importante, tendo tudo a ver com a gastronomia e com os territórios. Portanto, estão todos convidados, de 28 de novembro a 1 de dezembro, a passarem pelo Parque de Feiras para degustar da excelência da gastronomia e do vinho”, acrescenta.

Quanto à Feira da Caça, Pesca e Atividades na Natureza, o autarca explica que acaba por ser um certame que “complementa” a componente gastronómica da Cozinha dos Ganhões. “Os públicos são os mesmos, portanto, tudo aponta para que seja mais sucesso”, remata.

A cerimónia de abertura do evento está marcada, esta sexta-feira, para as 18h30. A animação do certame vai estar a cargo de grupos como “Os da Boina”, Corda Bamba, Os Descendentes e Siga a Farra. O programa completo do evento para consultar aqui.