Luís Rosinha “muito agradado” com a adesão dos jovens às Festas do Povo de Campo Maior

São muitos os jovens que, contrariamente ao que se pudesse pensar, vão participar, pela primeira vez, enquanto responsáveis pela enramação de algumas das ruas de Campo Maior, nas Festas do Povo.

O presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, que se mostra muito satisfeito por essa adesão dos mais novos, não tem dúvidas que o interregno de 11 anos, entre a última edição do evento e a deste ano, serviu para que os avós passassem aos netos uma mensagem sobre a importância de se fazer este evento que tanto caracteriza os campomaiorenses.  

“Esta é a alma campomaiorense, a alma do povo, e com certeza que só os mais velhos é que podem continuar a fazer passar essa mesma arte de geração em geração. Fico muito agradado e tenho a noção perfeita que existem muitos jovens em Campo Maior com muita vontade de, pela primeira vez, participarem num evento desta envergadura. Isso satisfaz-nos bastante”, assegura o autarca.

Luís Rosinha explica ainda que a Câmara Municipal apoia a organização das festas, em termos logísticos e institucionais. “A Câmara Municipal, como ditam os estatutos da própria Associação das Festas, a partir deste momento, faz parte da Associação das Festas. E só assim será possível nesta conjugação de esforços, entre a Câmara Municipal e a própria associação, mas também com todas as pessoas, porque aqui o que é importante é nós frisarmos que o cabeça da rua é uma figura importantíssima naquilo que é a gestão de toda a sua rua”, adianta o autarca.

Ao município cabe fazer chegar aos cabeça de rua “aquilo que são as infraestruturas, o papel, o arame, as madeiras e tudo aquilo que são as necessidades” daquelas que se esperam que sejam “mais de cem ruas” enramadas em Campo Maior por ocasião das Festas do Povo.

As Festas do Povo de Campo Maior, que tiveram a sua última edição em 2015, estão de regresso de 8 a 16 de agosto.

Colisão de comboios provoca para já 39 mortos em Córdoba

Pelo menos 39 pessoas morreram e centenas ficaram feridas, 24 em estado grave e cinco muito graves, na sequência do descarrilamento de dois comboios de alta velocidade na zona de Adamuz, na província de Córdova, de acordo com a Rádio Cadena SER. As autoridades ativaram todos os hospitais da província, incluindo os de gestão privada, para prestar assistência às vítimas.

O acidente ocorreu cerca das 19h45 de domingo (hora de Madrid) quando os últimos vagões de um comboio da Iryo, que seguia de Málaga para Madrid, descarrilaram e invadiram a via contrária. Nesse momento circulava nessa linha um comboio Alvia, que fazia o percurso Madrid–Huelva. Com o impacto, os dois primeiros vagões deste comboio foram projetados e caíram por um talude de vários metros. Até ao momento, contabilizam-se 39 mortos, cinco feridos muito graves, 24 feridos graves e 123 feridos de menor gravidade, que não necessitaram de hospitalização.

Os trabalhos de resgate prolongaram-se durante toda a noite, na tentativa de localizar eventuais pessoas presas nos comboios sinistrados, embora as autoridades não tenham avançado um número de desaparecidos. A circulação ferroviária entre Madrid e a Andaluzia permanece interrompida e deverá manter-se assim pelo menos durante toda esta segunda-feira, dia 19 de janeiro.

As empresas ferroviárias disponibilizaram um número para apoio aos familiares das vítimas, tendo sido igualmente ativados três pontos de apoio psicológico em Madrid, Huelva e Córdova. No local foi instalado um Hospital de Campanha, com profissionais de toda a Andaluzia, Extremadura e Castela, estando no terreno bombeiros de toda a Andaluzia e uma unidade especial do Exército.

O ministro dos Transportes, Óscar Puente, classificou o impacto como “terrível” e considerou o acidente “muito estranho”, por ter ocorrido numa reta, num troço recentemente renovado e envolvendo um comboio moderno. Já o presidente da Junta da Andaluzia, Juan Manuel Moreno Bonilla, previu uma “noite muito complicada” para as operações de socorro, admitindo que o número de vítimas mortais possa ainda aumentar.

Segundo as primeiras informações, viajavam cerca de 300 pessoas no comboio da Iryo e 186 no Alvia, entre passageiros e trabalhadores, das duas primeiras carruagens, as mais afetadas pelo impacto, havia 56 passageiros. O chefe do Governo espanhol Pedro Sánchez expressou, numa mensagem na rede social X, as suas condolências às famílias e amigos das vítimas, sublinhando que “todo o país está convosco neste momento tão difícil”.

Para dar resposta à emergência, foi mobilizado pessoal de saúde de toda a província de Córdoba, mantendo todos os blocos operatórios disponíveis em funcionamento. A rede de centros de transfusão procedeu ainda à redistribuição de sangue para Córdova e Jaén, tendo sido pré-avisados o Hospital de Andújar e o Hospital Universitário Virgen del Rocío, para eventual transferência de doentes.

A Conselharia de Justiça, Administração Local e Função Pública da Junta da Andaluzia ativou o Plano de Atuação Territorial médico-forense do Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses, mobilizando 32 profissionais, entre os quais 16 médicos-legistas, quatro psicólogos e dois assistentes sociais. Equipas de Sevilha e Granada foram igualmente colocadas em alerta para apoiar os procedimentos de remoção, identificação e autópsia, face à gravidade excecional do acidente ocorrido em Adamuz.

Seguro e Ventura seguem para a segunda volta das eleições presidenciais

Os eleitores portugueses foram chamados às urnas este domingo para escolher o próximo Presidente da República, de entre 11 candidatos. O apuramento dos resultados confirmou António José Seguro e André Ventura como os dois candidatos mais votados a nível nacional, garantindo assim a passagem à segunda volta das eleições presidenciais. A luta pelo segundo lugar esteve renhida, com André Ventura a impor-se a João Cotrim de Figueiredo e a assegurar a presença na fase decisiva do escrutínio.

No distrito de Portalegre, a votação revelou um resultado particularmente equilibrado, com António José Seguro a vencer por uma margem mínima de 60 votos. No total do distrito, Seguro somou 16.660 votos, contra 16.600 de André Ventura. O candidato venceu nos concelhos de Avis, Castelo de Vide, Crato, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre, enquanto André Ventura foi o mais votado em Alter do Chão, Arronches, Campo Maior, Elvas, Fronteira, Monforte e Sousel.

A nível local, em Elvas, André Ventura destacou-se como o candidato mais votado, ao recolher 39,86% dos votos, correspondentes a 3.976 eleitores. António José Seguro ficou em segundo lugar, com 25,89% e 2.583 votos. A disputa pelo terceiro posto foi muito equilibrada, com Henrique Gouveia e Melo a alcançar 12,66% (1.263 votos), ligeiramente acima de João Cotrim de Figueiredo, que obteve 12,56% (1.253 votos).

Também em Campo Maior, André Ventura liderou a votação, com 34,08% dos votos, num total de 1.338 eleitores. António José Seguro surgiu logo a seguir, com 32,20% e 1.264 votos, ficando a pouco mais de um ponto percentual do vencedor no concelho. Em terceiro lugar ficou Henrique Gouveia e Melo, com 11,56% (454 votos), seguido de João Cotrim de Figueiredo, que reuniu 9,96% (391 votos).

Seguro vence Ventura no distrito de Portalegre por 60 votos

Os resultados de todos os concelhos de Portalegre deram um vitória a António José Seguro por 60 votos de diferença em relação a André Ventura. Seguro somou 16.660 votos contra 16.600 de Ventura.

Seguro teve vitórias nos concelhos de Avis, Castelo de Vide, Crato, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre, enquanto Ventura venceu em Alter do Chão, Arronches, Campo Maior, Elvas, Fronteira, Monforte e Sousel.

Ventura vence em Campo Maior e Seguro foi segundo

André Ventura foi o candidato mais votado no concelho de Campo Maior nas eleições presidenciais de 2026, ao obter 34,08% dos votos, correspondentes a 1.338 votantes.

António José Seguro surge logo a seguir, com 32,20% e 1.264 votos, ficando a pouco mais de um ponto percentual do vencedor no concelho. Em terceiro lugar aparece Henrique Gouveia e Melo, que recolheu 11,56% (454 votos), seguido de João Cotrim de Figueiredo, com 9,96% (391 votos).

Mais atrás ficaram António Filipe, com 4,41% (173 votos), e Luís Marques Mendes, que obteve 4,10% (161 votos). Catarina Martins alcançou 1,91% (75 votos) e Manuel João Vieira registou 1,17% (46 votos). Estes são os resultados apurados no concelho de Campo Maior, de acordo com os dados oficiais disponibilizados.

Ventura vence em Elvas, Seguro fica em segundo lugar

André Ventura foi o candidato mais votado no concelho de Elvas nas eleições presidenciais de 2026, ao recolher 39,86% dos votos, num total de 3.976 votantes. Os resultados colocam o candidato claramente à frente da concorrência no concelho.

Em segundo lugar surge António José Seguro, com 25,89%, correspondentes a 2.583 votos. A disputa pelo terceiro posto foi renhida, com Henrique Gouveia e Melo a alcançar 12,66% (1.263 votos), ligeiramente acima de João Cotrim de Figueiredo, que obteve 12,56% (1.253 votos).

Mais atrás ficaram Luís Marques Mendes, com 5,09% (508 votos), Catarina Martins, que reuniu 1,21% (121 votos), António Filipe, com 1,15% (115 votos), e Manuel João Vieira, que somou 0,81% (81 votos). Estes são os resultados apurados no concelho de Elvas, de acordo com os dados oficiais disponíveis.

Sondagens das televisões apontam para segunda volta entre António José Seguro e André Ventura

As sondagens divulgadas pelas televisões nacionais apontam para a realização de uma segunda volta nas eleições presidenciais, com António José Seguro e André Ventura a surgirem como os dois candidatos mais votados na primeira ronda.

De acordo com as projeções, António José Seguro deverá recolher entre 30% e 35% dos votos, liderando as intenções de voto, enquanto André Ventura aparece em segundo lugar, com um resultado estimado entre 20% e 24%. Estes números colocam ambos em posição de avançar para a segunda volta.

Na terceira posição surge João Cotrim Figueiredo, com uma percentagem entre 16% e 20%. Mais atrás aparecem Gouveia e Melo e Marques Mendes, que, segundo as mesmas sondagens, ficam fora da corrida à segunda volta, não reunindo votos suficientes para disputar a fase decisiva da eleição.

Alunos de Monforte visitaram Assembleia da República

Organizada pela operação IUPI 5G Monforte (CLDS 5G), da qual o Município de Monforte é a entidade coordenadora local de parceria, realizou-se, em colaboração com o Agrupamento de Escolas João Maria Botas Carriço, no dia 12 de janeiro, uma visita dos alunos do 9º ano de escolaridade à Assembleia da República, em Lisboa.

Esta atividade insere-se na ação 13 – Rumo ao Futuro: Crianças e Jovens Empoderados, inserida no Eixo 2 – Combate à Pobreza e à Exclusão Social das Crianças e dos Jovens, Promotor de uma Efetiva Garantia para a Infância.

Através de uma visita guiada aos principais espaços e salas do Parlamento, nomeadamente as salas das Sessões e do Senado, os jovens ficaram a conhecer o Palácio de S. Bento e a sua história, desde a sua construção à atual função parlamentar.

Foi também uma oportunidade para compreenderem o funcionamento das reuniões parlamentares, esclarecerem dúvidas e reforçar a importância da participação cívica e democrática.

Uma experiência enriquecedora que contribuiu para jovens mais informados, participativos e conscientes do seu papel na sociedade

O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu+(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.

Conheça os vencedores do último sorteio da iniciativa “Comércio Local – Onde Tudo se Faz Natal”

No passado dia 16 de janeiro, decorreu o quinto e último sorteio da iniciativa “Comércio Local – Onde Tudo se Faz Natal”. Estiveram presentes o Vereador Paulo Pinheiro, e as comerciantes convidadas Angelina Martinho e Margarida Palmeiro.

A lista de premiados encontra-se na imagem em anexo. Os premiados podem levantar os seus prémios a partir de terça-feira, dia 20 de janeiro, no Centro Cultural de Campo Maior. Os vales agora sorteados poderão ser utilizados até 28 de fevereiro nos comércios aderentes.

SEPNA da GNR celebrou 25 anos de polícia ambiental nacional

O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da Guarda Nacional Republicana (GNR), assinalou no passado dia 15, 25 anos como estrutura especializada que tem desempenhado um papel determinante na defesa dos valores naturais e ambientais em todo o território nacional.

Desde a sua criação, o SEPNA afirma-se como um pilar fundamental na proteção da natureza, da biodiversidade e do património ambiental em Portugal, assumindo competências essenciais na prevenção, fiscalização e investigação de ilícitos ambientais, bem como na promoção de comportamentos sustentáveis. A sua atuação abrange áreas tão diversas como a proteção da fauna e flora, a prevenção e investigação de crimes ambientais, a vigilância florestal, a defesa dos recursos hídricos e a salvaguarda da saúde pública e do bem-estar animal.

Implementada desde logo em todo o continente, o SEPNA aproveitou o dispositivo territorial já existente, implantado em cerca de 94% do território nacional, embora garantindo, desde logo, competências exclusivas em todo ele, afirmando-se desde  Guarda Nacional Republicana Divisão de Comunicação e Relações Públicas cedo como um pilar fundamental na proteção da natureza, da biodiversidade e do património ambiental em Portugal, assumindo competências essenciais na prevenção, fiscalização e investigação de ilícitos ambientais, bem como na promoção de comportamentos sustentáveis.