O Agrupamento de Escolas de Campo Maior inaugura na próxima terça-feira, dia 24 de março, o Centro Tecnológico Especializado de Informática daEscola Secundária da vila.
Este novo espaço, de acordo com o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, “representa um investimento estratégico na modernização educativa, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e reforçando as competências digitais dos alunos e da comunidade educativa”.
Trata‑se de “um passo significativo na afirmação de Campo Maior enquanto território comprometido com a educação, a tecnologia e o futuro”.
Este projeto resulta investimento de cerca de 1,3 milhões de euros, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de mais de um milhão de euros.
A inauguração do Centro Tecnológico, na terça-feira, está marcada para as 11 horas.
A Orquestra de Sopros do Alto Alentejo (OSAA) apresenta-se, na noite do próximo sábado, dia 21 de março, em concerto, no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP).
O espetáculo, que promete ser “muito especial”, uma vez que será prestada homenagem, pela Federação de Bandas do Distrito de Portalegre, a cerca de 30 mulheres de todo o Alto Alentejo que se dedicam “de coração” à atividade da filarmonia há já mais de 20 anos, vai “congregar uma viagem”.
“Nós vamos iniciar uma viagem pela magnífica arte criativa de diferentes compositores. Vamos viajar por música intemporal, num arranjo bastante arrojado para a orquestra de sopros. Temos um arranjo de James Hosey de uma canção icónica, ‘The Sound of Silence’, da dupla infalível Paul Simon & Garfunkel”, avança o maestro da orquestra, José Rodrigues.
Aquilo que tem sido “o papel identitário” da OSAA vai manter-se fiel à inclusão de música portuguesa no repertório deste espetáculo, para o qual José Rodrigues convida todos. Esta será “uma noite incrível”, num concerto que conta com a participação de “músicos talentosos, músicos que estão a fazer sua atividade de formação nas bandas filarmónicas filiadas na Federação de Bandas e músicos que já têm as suas carreiras musicais: uns numa fase mais precoce, outros já numa fase mais afirmativa, mas que mesmo assim continuam a colaborar com a OSAA”, adianta o maestro.
Prometendo uma noite de muitas surpresas, José Rodrigues explica ainda que o repertório escolhido conta com temas de um único compositor português: Hélder Bettencourt.
O concerto, de entrada gratuita, tem início às 21 horas.
O Dia do Pai é celebrado, esta quinta-feira, 19 de março, com um concerto sinfónico no Vila Galé Collection Elvas. Trata-se de um espetáculo da Orquestra do Conservatório Superior de Música de Badajoz, dirigida pelo maestro Miguel Calderón.
“É um concerto que nos traz um efetivo orquestral de grande dimensão – uma orquestra sinfónica com 70 músicos -, com um programa de particular grandiosidade, importância e exuberância expressiva”, começa por explicar Luís Zagalo, diretor da Academia de Música de Elvas.
O espetáculo arranca com o “Prelúdio dos Mestres Cantores de Nuremberg” de Wagner, “nome maior da música ocidental”. Segue-se a abertura de uma ópera de Rossini, que ficou conhecido do grande público, sobretudo, pelo “Barbeiro de Sevilha”. A abertura da ópera “La Gazza Ladra”, também de Rossini, será igualmente apresentada ao público neste concerto.
O espetáculo termina com “a apresentação de uma das mais célebres sinfonias da cultura ocidental, que é a ‘Sinfonia n.º 9’ de Dvořák, a chamada ‘Sinfonia do Novo Mundo’, que toda a gente conhece de filmes e de anúncios publicitários”, garante Luís Zagalo. “É muito conhecida e é, no fundo, uma sinfonia que assenta na celebração da aventura, da descoberta e, num certo sentido, também na riqueza cultural do novo mundo e que, tal como foi composta por Dvořák, oferece um final grandioso e emocionante a um concerto que acho que é um concerto também de grande riqueza e de particular interesse artístico”, remata o responsável.
O concerto, de entrada gratuita, está marcado para as 18 horas.
Com o objetivo de reduzir o consumo energético, promover energias renováveis e reforçar a capacidade do concelho para enfrentar fenómenos climáticos extremos, o Plano Municipal de Ação Climática de Campo Maior prevê a implementação de 41 medidas de mitigação e adaptação.
Este plano, que o presidente da Câmara, Luís Rosinha, descreve como “ambicioso e moderno”, encontra-se agora em fase de consulta pública. “O Município tem feito a partilha para que possam existir contributos nesta mesma consulta pública”, diz o autarca, dando conta que este é um plano que apresenta, de alguma forma, “a perspectiva daquilo que o concelho tem do ponto de vista climático, onde se cruza a energia com os resíduos”. São processos importantes para os municípios, até eventualmente em possíveis decisões políticas”, remata Rosinha.
Entre os objetivos traçados pelo plano destacam-se a capacidade adaptativa do território para enfrentar fenómenos climáticos extremos, através de soluções baseadas na natureza, eficiência na gestão de recursos e capacitação institucional, a redução do consumo energético e a promoção de fontes renováveis.
Reforçar e renovar a frota municipal com veículos de zero emissões e maior eficiência, expandir e valorizar a rede de percursos pedonais e cicláveis e desenvolver uma rede pública de carregamento para veículos elétricos são outros dos objetivos do Plano Municipal de Ação Climática de Campo Maior.
A implementação das medidas definidas no plano será organizada em várias fases, sendo que algumas delas têm como meta o ano de 2050.
O Plano Municipal de Ação Climática encontra-se disponível para consulta aqui e no Balcão de Atendimento Único do Município de Campo Maior, para que todos os interessados possam formular, por escrito, todas as sugestões e observações tidas por convenientes. Para o efeito, os contributos devem ser dirigidos ao Município de Campo Maior, por carta (para o endereço: Praça da República, Apartado 55, 7370-999 Campo Maior(, ou por email (para geral@cm-campo-maior.pt , referindo sempre no Assunto: Plano Municipal de Ação Climática de Campo Maior – Consulta pública).
Decorre, até ao próximo dia 29 de maio, o prazo para inscrição nas provas de avaliação de capacidade para maiores de 23 anos, para acesso a cursos superiores do Politécnico de Portalegre (licenciaturas e cursos técnicos superiores profissionais).
Cumprido o requisito etário, esta é uma ótima oportunidade para quem pretende seguir estudos superiores, sem ter de realizar exames nacionais. É também de salientar que o Politécnico de Portalegre promove ações de preparação para as referidas provas.
O processo de avaliação para ingresso no ensino superior, em causa, integra as seguintes componentes: apreciação do currículo do/a candidato/a; avaliação das suas motivações, através de uma entrevista, e realização de provas teóricas e/ou práticas de avaliação de conhecimentos e das competências consideradas indispensáveis ao ingresso e progressão no curso a que se pretende candidatar.
Os candidatos aprovados nestas provas deverão, para ingresso no Politécnico de Portalegre, posteriormente candidatar-se via Concurso Especial de Acesso.
Todos os interessados poderão esclarecer as suas dúvidas nas sessões de divulgação do concurso, que terão lugar em datas a anunciar, em breve (www.ipportalegre.pt).
A execução da obra da Piscina Municipal Descoberta de Portalegre avança a “grande ritmo”, de acordo com a Câmara Municipal.
A empreitada de requalificação visa a adaptação e modernização do equipamento, contemplando a reformulação de pavimentos, revestimentos e tanques, bem como a adequação do espaço às exigências funcionais e legais atuais, de igual forma está contemplada uma piscina para crianças.
Durante uma visita realizada recentemente pela presidente da Câmara de Portalegre, Fermelinda Carvalho, foi igualmente iniciado o processo de análise e planeamento da segunda fase da intervenção, que deverá contemplar a ampliação do espaço exterior com a criação de uma nova zona lúdica ajardinada, reforçando a qualidade e atratividade deste equipamento municipal.
A autarquia mantém o compromisso de devolver à população um espaço qualificado, funcional e ajustado às necessidades da comunidade, prosseguindo uma estratégia de valorização dos equipamentos públicos e de melhoria da qualidade de vida no concelho.
O Grupo Nabeiro promove na manhã de dia 27 de março, no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior, a Conferência “Imagi_nação”, uma homenagem ao legado de Rui Nabeiro e à sua vontade de transformar em ação os valores que sempre guiaram o Grupo: colocar as pessoas no centro, acreditar na força da comunidade e construir o futuro com humanidade e esperança.
“Imagi_nação” pretende ser mais do que uma Conferência — representa o primeiro passo de um movimento mais amplo, que dá continuidade ao legado de Rui Nabeiro, transformando-o numa força viva e duradoura que vê a imaginação como a capacidade de sonhar e agir, o motor do progresso social e a base da liderança humanista. É igualmente um espaço onde líderes, empreendedores e agentes da sociedade são convidados a refletir sobre o seu papel na construção de um futuro mais humano, responsável e sustentável.
A sessão de boas-vindas será conduzida por João Manuel Nabeiro, Chairman do Grupo Nabeiro, e contará também com uma atuação da Orquestra Sem Fronteiras, conduzida pelo maestro Martim Sousa Tavares.
O programa inclui sessões que refletem os valores de Rui Nabeiro, dedicadas à Humanidade, à Comunidade e Território, à Inovação com raízes e à Liderança com propósito e legado. Para discutir estes temas, “Imagi_nação” reúne diversos oradores nacionais e internacionais.
David Simas, Diretor Executivo de Investigação e Impacto da Emerson Collective e ex-presidente da Fundação Obama, é keynote speaker e abordará o tema da Humanidade. O painel contará tambémcom a participação de Filipe Santos, Diretor (Dean) da Católica-Lisbon.
Alexandra Machado, Fundadora e CEO da Girl Move Academy, Gonçalo Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Leiria, e Salvador Mendes de Almeida, Fundador e Presidente da Associação Salvador, integram o painel moderado por José Pedro Cobra, advogado e consultor corporativo, dedicado à Comunidade e Território.
Alexandre Ruas, CEO da Claranet, Abigail Indi, jovem participante do programa da Associação Mundu Nôbu, e Martim Sousa Tavares, maestro e diretor artístico da Orquestra Sem Fronteiras, falarão sobre Inovação com raízes, no painel moderado pela jornalista Marta Amaral.
A reflexão sobre Liderança com Propósito e Legado encerra a conferência, numa conversa entre Rita Nabeiro, Administradora Executiva do Grupo Nabeiro, e Dino D’Santiago, Presidente e Cofundador da Associação Mundu Nôbu.
A conferência realiza-se simbolicamente na véspera do aniversário de Rui Nabeiro, como sinal de compromisso do Grupo com a continuidade do seu legado e com a construção de um futuro com propósito.
“A Conferência ´Imagi_nação´ é, para nós, a continuidade de um percurso e uma forma de honrar e dar vida aos valores que marcaram a visão do meu avô. Tal como o seu legado não é um ponto final, mas um traço que se prolonga. As linhas da Imagi_nação são convites a estender, desviar e a acrescentar novos caminhos. Num momento em que a confiança no ser humano e a força da comunidade se tornam ainda mais essenciais, queremos reforçar essa mensagem e criar um espaço de diálogo, inspiração e compromisso coletivo. Ao juntarmos vozes de diferentes áreas e gerações, procuramos estimular novas formas de pensar e agir, fortalecendo a responsabilidade partilhada na construção de um futuro com propósito.” sublinha Rita Nabeiro, Administradora Executiva do Grupo Nabeiro.
Mais informações sobre a Conferência “Imagi_nação” no site www.imagi-nacao-gruponabeiro.com. No dia 27 de março será possível assistir à conferência em live streaming diretamente no site.
A nova edição da DDD – D De Delta, a revista trimestral do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, já está disponível e com novas histórias que celebram o café, a cultura, a inovação e, especialmente, as pessoas que fazem acontecer.
Nesta 22ª edição, o protagonista é o Café da Floresta do Toki, a mais recente origem do projeto Impossible Coffees. Produzido nas montanhas da província de Chiang Mai, no Norte da Tailândia, este café nasce de uma verdadeira história de transformação: antigas plantações de papoilas deram lugar a cafezais, hoje preservados pela comunidade local e valorizados através de um café de especialidade que chega pela primeira vez à Europa e que reforça a determinação do Grupo Nabeiro em provar, uma vez mais, que o impossível acontece quando se une coragem, compromisso e impacto real. Uma história de sustentabilidade e coragem, que reflete o poder transformador do café.
E porque esta edição é feita de histórias de reinvenção, a convidada é Carminho, uma das vozes mais influentes do fado com projeção internacional. A artista abriu as portas do seu estúdio para uma conversa conduzida por Rita Nabeiro, onde partilha o seu percurso, fala do novo álbum e da digressão que tem levado o fado português aos quatro cantos do mundo.
A nova DDD dá também destaque a quem faz do café uma arte. Para isso, foram desafiados baristas em Lisboa e no Porto para criarem uma bebida da sua autoria. O resultado são cinco histórias, cinco balcões e cinco formas distintas de olhar para o café de baristas formados pela CCC Barista Academy by Delta Cafés, projeto do Grupo Nabeiro que promove a cultura do café, eleva a qualidade das bebidas e apoia os profissionais que trabalham com a marca.
Nesta edição há ainda espaço para revisitar uma tradição muito lisboeta. Durante décadas, os balcões foram lugar de refeições rápidas e conversa cruzada. Hoje regressam como palco gastronómico, que resistiu ao tempo e outros que reinterpretam essa herança.
A colaboração inédita da designer Cata Vassalo com a Delta Coffee House Experience, um projeto que eleva a beleza da planta do café ao universo da joalharia, é também revisitada na nova DDD. O resultado é “Wonder”, uma coleção cápsula composta por três pares de brincos e um anel, acompanhada por uma experiência única by Delta: Gold Leaf Coffee, um cappuccino com folha de ouro, que convida a saborear uma joia em estado líquido.
Para inspirar escapadinhas, a DDD sugere um roteiro pelo Oeste, entre mar, história e boa mesa — um convite a descobrir a ligação entre Peniche e a Foz do Arelho, passando pelo Baleal e pelas Caldas da Rainha. A revista DDD já está disponível em formato papel e em https://www.dddelta.com , podendo ser lida em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora.
A ligação de Camilo Castelo Branco a Carlos Ramiro Coutinho, o Visconde de Ouguela, é explorada em “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, a nova obra de César Magarreiro. O livro, lançado nesta reta final das comemorações do bicentenário de Camilo Castelo Branco, é apresentado esta quarta-feira, 18 de março, pelas 10h30, aos alunos do ensino secundário, no Centro Cultural de Campo Maior.
De acordo com César Magarreiro, a amizade entre o Visconde de Ouguela e o autor de obras como “Amor de Perdição” surgiu ainda no tempo de escola, em Lisboa. “Inclusive, há um conjunto de cartas entre eles, que foi posteriormente publicado, que se chama ‘Camilo Íntimo’, onde mostra ali a vida deles. É muito interessante”, avança o autor da Terrugem.
Por outro lado, e com uma “visão socialista”, em 1860, Carlos Ramiro Coutinho viria a criar em Ouguela “uma espécie de cooperativa”, uma vez que para “ele todos tinham de ter acesso à terra, todos podiam cultivar e todos tinham direito aos seus proveitos”, algo que, para aquela população, “que sempre foi uma população muito pobre”, foi “muito importante”.
Carlos Ramiro Coutinho teve também um papel importante por ter ajudado a população a impedir, em 1867, que Campo Maior fosse anexado a Elvas e deixasse, por isso, de ser concelho. “As pessoas de Campo Maior revoltaram-se e fizeram uma comissão, que foi a Lisboa exigir que isso não acontecesse. De maneira nenhuma queriam que Campo Maior deixasse de ser cabeça de concelho. Neste ambiente, este tal Carlos Ramiro Coutinho, que era na altura o Barão de Barcelinhos, ajudou o povo de Campo Maior a conseguir os seus intentos. Campo Maior não deixou de ser concelho e o que acontece é que, graças a esse feito também, este homem passou então a ser o Visconde de Ouguela”, recorda César Magarreiro.
Mais tarde, Camilo Castelo Branco viria a escrever um livro sobre Carlos Ramiro Coutinho: “Visconde de Ouguela – Perfil Biográfico”. “Este Visconde de Ouguela teve uma vida literária muito importante, uma vida bastante conhecida e bastante polémica também. E o mais importante disto é que foi morar para Lisboa: o homem saiu de Ouguela, mas Ouguela não saiu do homem”, explica César Magarreiro.
Ainda que fosse um homem rico – “a mulher dele era a dona do edifício onde são hoje os Armazéns do Chiado” –, Carlos Ramiro Coutinho desejou sempre retornar ao sítio “onde foi feliz”. E “lá está hoje, um pequeno jazigo, em Ouguela, com a cruz do lado esquerdo partida”. “Se calhar, 90% ou 95% das pessoas que ali passam não sabem a importância deste homem e das ligações que teve a Ouguela e a Campo Maior”, diz ainda o escritor.
Depois da apresentação da obra esta quarta-feira, no Centro Cultural de Campo Maior, para sábado, dia 21, para além da apresentação de “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, está prevista a realização de um passeio literário, às 14h30, em Ouguela. De recordar que César Magarreiro, que assinala agora o encerramento do bicentenário de Camilo Castelo Branco com “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, iniciou, em março de 2025, as comemorações com o lançamento de “Camilo-Elvas”.
A VALNOR – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., empresa responsável pela gestão do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha Seletiva, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos nos municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Rodão, foi distinguida pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) com o Selo de Qualidade de Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos, na edição de 2026.
Esta distinção reconhece o desempenho de excelência das entidades gestoras do setor, avaliando de forma rigorosa a qualidade do serviço prestado, a eficiência operacional e o compromisso com a sustentabilidade ambiental. A atribuição deste selo à VALNOR constitui um motivo de orgulho e reflete o trabalho consistente desenvolvido ao longo dos anos na promoção de uma gestão de resíduos cada vez mais eficiente, responsável e próxima das comunidades.
Mais do que um reconhecimento institucional, este prémio simboliza o empenho diário de todos os profissionais da VALNOR, bem como a colaboração ativa dos municípios parceiros e da população, que têm vindo a reforçar os seus hábitos de separação e valorização de resíduos. É este esforço conjunto que permite continuar a melhorar os indicadores ambientais e a construir um território mais sustentável.
Para Nuno Heitor, Administrador Delegado da Valnor, “A atribuição do Selo de Qualidade de Serviço, pela ERSAR, representa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido pela VALNOR e constitui um motivo de grande orgulho para todos os profissionais que, diariamente, trabalham com dedicação e sentido de missão para garantir um serviço público essencial às populações. Este reconhecimento é também o resultado do trabalho conjunto desenvolvido com os municípios que integram o sistema multimunicipal e com os cidadãos da nossa região, cuja participação ativa na separação e valorização de resíduos é fundamental para alcançarmos resultados cada vez mais positivos. Para a VALNOR, esta distinção representa não apenas o reconhecimento do caminho percorrido, mas também um incentivo para continuarmos a evoluir, reforçando a qualidade do serviço prestado e promovendo uma gestão de resíduos cada vez mais eficiente, sustentável e alinhada com os desafios ambientais do futuro.”
A VALNOR reafirma assim o seu compromisso de continuar a investir na inovação, na melhoria contínua dos serviços e na sensibilização ambiental, contribuindo para a preservação dos recursos naturais, para a economia circular e para a qualidade de vida das populações que serve.