Município de Estremoz investe cerca de 700 mil euros naquela que promete ser “a melhor FIAPE de sempre”

A Feira Internacional de Agropecuária de Estremoz (FIAPE), um dos maiores certames de promoção e valorização económica do Alentejo, está de regresso ao Parque de Feiras e Exposições da cidade de 29 de abril a 3 de maio.

Voltando a assumir-se como palco privilegiado para as empresas de diferentes ramos – desde as atividades comerciais e industriais, passando pela maquinaria agrícola, os automóveis, os produtos regionais e a própria restauração – darem a conhecer os seus produtos ao público, esta, que é já a 38ª edição da FIAPE decorre em simultâneo com a 42ª Feira de Artesanato de Estremoz.

Esperando que as condições climatéricas contribuam para o sucesso do evento, que tem vindo a ser preparado com “toda a dedicação e empenho”, o presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Daniel Sádio, assegura que a autarquia procura que a FIAPE, a cada edição, seja “sempre a melhor de todas”.

Destacando a essência da FIAPE e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em parceria com a ACORE (Associação de Criadores de Ovinos da Região de Estremoz) e com os próprios produtores, o autarca não tem dúvidas de que esta será mais “uma grande feira de referência agropecuária, com uma participação riquíssima de ovinos, caprinos e bovinos, com produtos e com concursos de referência nacional e internacional”.

Por outro lado, José Daniel Sádio destaca a feira de artesanato que se realiza por esta ocasião, considerada “uma das melhores do país”. “Teremos cá a excelência do artesanato de norte a sul e ilhas e para complementar, como sempre, temos o espaço institucional e empresarial”, acrescenta. Com expectativas elevadas no que toca ao número de visitantes que irão passar pelo certame, o autarca revela ainda que o investimento feito na FIAPE “ronda os 700 mil euros”.

Uma vez mais, a FIAPE conta também com um diversificado programa de animação cultural e espetáculos musicais, que arranca, no dia 29,com Zé Pedro Sousa, Plutonio e DJS MDK. Seguem-se, no dia 30, Al-Canti, André Amaro, Vizinhos e DJ É-me. No dia 1 de maio, e após uma “Tarde Alentejana”, sobem a palco Marotos da Concertina, Padre Guilherme, DJ Attilo e DJ KYD3N. No dia 2 atuam Corda Bamba, Fernando Daniel, DJ Johnny e DJ Krylox. A FIAPE despede-se no dia 3 com o arranque de mais uma edição do Festival de Fado de Estremoz, num dia dedicado aos fadistas amadores.

Elvas: Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso volta a promover Caminhada do Dia da Mãe

A Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso promove, a 3 de maio, em Elvas, mais uma edição da já tradicional Caminhada do Dia da Mãe.

Com concentração marcada para as 8h45, na Quinta do Bispo, onde serão distribuídas camisolas, águas e fruta, os participantes terão pela frente, de acordo com o presidente da junta, Amadeu Martins, um “percurso fácil e curto, de entre 5,5 a seis quilómetros”.

O percurso, que será acompanhado pela PSP, Bombeiros Voluntários e Escuteiros de Elvas, é “acessível a toda a gente”, até porque na iniciativa participam sempre “crianças desde tenra idade e pessoas já com mais alguma idade”.

A caminhada termina no Jardim Municipal, onde será servido um lanche a todos os participantes. “Ali teremos umas sandezinhas, umas cervejinhas e uns sumos para quem quiser e assim fazemos o convívio do Dia da Mãe”, adianta Amadeu Martins.

A expectativa do presidente da Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso, nesta que é a primeira Caminhada do Dia da Mãe que organiza, é que a iniciativa venha a ser tão participada quanto nos anos anteriores.

As inscrições na caminhada, que são gratuitas, podem ser feitas até 27 de abril, na Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso, através do email geral@jf.assuncaoassi.pt ou pelo telefone 268 639 565.

50 anos da canonização de Santa Beatriz da Silva celebrados com concerto à luz das velas no Mosteiro de Campo Maior

O Mosteiro da Imaculada Conceição, em Campo Maior, é palco, na noite de sábado, 18 de abril, de um concerto à luz das velas, com a Orquestra Ibérica e a soprano Liliana Nogueira, no âmbito das comemorações dos 50 anos da canonização de Santa Beatriz da Silva.

Este concerto, que promete ser único, recriando um ambiente mágico iluminado por milhares de velas, conta com direção musical de Luís Zagalo. Dizendo que este será um espetáculo “muito especial”, o músico elvense lembra, desde logo, o “assinalável percurso de vida” de Santa Beatriz da Silva, que deixou “um legado e uma marca indelével”, sendo que, passados seis séculos, “ainda continua a inspirar vidas pelo mundo inteiro”.

Sendo Santa Beatriz da Silva não apenas proveniente de Campo Maior, mas, ao mesmo tempo, também a primeira mulher portuguesa a ser canonizada, destaca Luís Zagalo, esta é “uma ocasião muito importante”, sendo que “aquilo que estará em evidência será um concerto totalmente desenhado e planificado para, simbolicamente, celebrar, por um lado, os cem anos da beatificação de Santa Beatriz da Silva e, por outro lado, os 50 anos da sua canonização”.

Muitas das obras apresentadas neste espetáculo serão tocadas, pela primeira vez, pela Orquestra Ibérica, com arranjos originais. “Gostamos de personalizar cada um dos eventos em que estamos envolvidos e não replicar um produto como acontece por norma com artistas que andam em digressão”, assegura o músico elvense, que adianta que, no decorrer do espetáculo, terá oportunidade de explicar e justificar a escolha de cada tema para este concerto.

Do repertório deste concerto fazem parte temas clássicos, de compositores como Haydn, Handel e Bach, mas também várias músicas de filmes, interpretadas pela “absolutamente extraordinária” soprano Liliana Nogueira.

O espetáculo, com início às 21 horas, conta com entradas gratuitas.

GNR avança com novo modelo inspirado na antiga Brigada para responder ao aumento da mortalidade rodoviária

A Guarda Nacional Republicana quer reformular profundamente o modelo de fiscalização rodoviária em Portugal, propondo uma reorganização da Unidade Nacional de Trânsito com base na lógica da antiga Brigada de Trânsito. A medida surge como resposta ao agravamento da sinistralidade, com 145 mortos registados até 13 de abril — mais 42 vítimas do que no mesmo período de 2025, o que representa um aumento de 22%. Estes números colocam o país entre os piores da União Europeia em termos de mortalidade rodoviária, com 58 mortos por milhão de habitantes, reforçando a urgência de medidas estruturais. 

A GNR sustenta que o modelo atual, implementado após a extinção da Brigada de Trânsito em 2007 (com efeitos consolidados em 2009), apresenta limitações significativas. A integração dos destacamentos de trânsito nos comandos territoriais levou à dispersão do comando técnico, dificultando a uniformização de procedimentos e reduzindo a capacidade de resposta rápida em cenários de maior risco. Apesar da presença da GNR em 94% do território nacional e em 98% das vias rodoviárias, a força de segurança reconhece que o controlo e a supervisão à escala nacional foram enfraquecidos. Acresce que a sinistralidade rodoviária é descrita como um fenómeno transversal e dinâmico, que não respeita fronteiras administrativas e exige uma abordagem baseada em eixos de circulação e padrões de risco. 

O novo modelo proposto aposta numa estrutura centralizada e especializada, com comando técnico nacional, capaz de garantir maior coordenação e eficácia operacional. Entre os pilares da reforma estão a integração dos 23 destacamentos de trânsito numa única unidade com comando nacional, a criação de grupos intermédios de comando para reforçar a articulação operacional, e a aposta em práticas uniformes baseadas na experiência acumulada da GNR. Ao mesmo tempo, será mantida a proximidade territorial, assegurando a presença no terreno e a ligação às comunidades locais. 

A estratégia operacional assenta ainda em três vetores fundamentais: gestão orientada pelo risco, com foco nas zonas e comportamentos mais perigosos; elevada mobilidade e flexibilidade dos meios, permitindo a sua rápida concentração onde são mais necessários; e tomada de decisão sustentada em dados, através da análise de padrões de sinistralidade. O objetivo é reforçar a prevenção antes da ocorrência de acidentes, substituindo uma lógica reativa por uma atuação antecipatória e mais eficaz. 

A implementação do novo modelo será faseada e progressiva, de forma a garantir a continuidade do policiamento na rede rodoviária nacional, incluindo a rede fundamental e complementar definida no Plano Rodoviário Nacional. Com esta reorganização, a GNR pretende afirmar um modelo mais ágil, tecnológico e orientado para os desafios futuros da mobilidade, reforçando o compromisso com a redução da sinistralidade e o aumento da segurança nas estradas portuguesas. 

CIMAA representada na sessão “Do Olhar à Ação: Birdwatching e Turismo no Alto Alentejo”

A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esteve representada na sessão “Do Olhar à Ação: Birdwatching e Turismo no Alto Alentejo”, que decorreu na sexta-feira, 10 de abril, na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre. Na sua intervenção, Maria Fonseca, Chefe da Divisão de Desenvolvimento Social, Educação e Turismo da CIMAA, destacou o potencial do birdwatching nos percursos pedestres do Alto Alentejo e o facto de ser uma temática que integra a candidatura recentemente aprovada “Parcerias para a Coesão Não Urbanas”.

Durante a sessão, Nuno Miranda, Presidente da EHT Portalegre, anunciou a abertura de um novo curso de Técnico de Turismo naquela instituição de ensino, uma decisão que a CIMAA realça pela sua pertinência, numa fase em que o mercado necessita, cada vez mais, de profissionais qualificados para dar resposta às necessidades de desenvolvimento turístico do território nacional e, em particular, do Alto Alentejo.

Para além da apresentação da sessão de formação que já decorre com vista à formação dos técnicos de turismo dos Municípios e do setor privado intitulada “Potencial Turístico do Birdwatching: Percursos Pedestres do Alto Alentejo”, o momento fica marcado pelo lançamento do livro “Os 100 Melhores Locais para Observar Aves em Portugal”, que contou com a presença dos seus dois autores, Gonçalo Elias e José Frade.

Arronches: encontro entre a tradição e a tecnologia dinamiza Convento de Nossa Senhora da Luz

O piso superior do Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, encontra-se, por estes dias, praticamente dominado no seu todo por uma exposição de grande qualidade que relaciona o património e as tradições de Arronches com a inovação proporcionada pelos meios tecnológicos, tendo a exposição denominada ‘Blasphemia: A Média-arte Digital na Reinterpretação do Património’ sido inaugurada na tarde do passado sábado, dia 11 de abril. 

Ao lado do artista, Pedro Henriques, esteve o executivo do Município de Arronches, representado pelo presidente João Crespo e pela vereadora Maria João Fernandes. O líder autárquico aproveitou para abrir esta cerimónia inaugural, explicando desde logo a todos os presentes que se encontravam perante algo completamente diferente de tudo o que já se havia feito no Convento, um espaço com dinâmica permanente e sempre disponível para acolher as obras de todos os artistas que queiram expor em Arronches, como foi o caso de Pedro Henriques, a quem agradeceu pelo interesse demonstrado e felicitou pelo fantástico trabalho desenvolvido, terminando com um agradecimento ao público presente. 

Esta palavra de gratidão foi repetida pelo artista, que aproveitou desde logo para agradecer igualmente ao Município, à Junta de Freguesia de Assunção e ao “historiador informal” Daniel Balbino, por todo o apoio concedido e por toda a informação disponibilizada. Pedro Henriques explicou que este é um trabalho de dois anos e que fará parte da sua tese de doutoramento, conjugando várias áreas, tais como os audiovisuais, as redes sociais, a comunicação digital, a identidade cultural, o associativismo e o património arquitetónico e imaterial. O responsável pela exposição explicou que esta foi elaborada com meios próprios, estando acompanhado nesta sessão inaugural por vários colegas que consigo colaboraram, entre eles Vítor Gomes, com um trabalho de realidade aumentada e Nelson Caldeira com um projeto de arte generativa, o Grupo das Pedrinhas de Arronches e a dupla João Paulo Miranda e Luís Figueira em dois momentos musicais, num encontro entre o tradicional e o contemporâneo. O autor admitiu então que o título da exposição é algo “provocador”, mas que foi escolhido precisamente porque a exposição “mexe com o património histórico” de Arronches, algo que pode vir a suscitar interesse sobre o mesmo nas gerações futuras. 

A mostra é composta numa primeira fase por quadros elaborados pelos alunos do Instituto Politécnico de Portalegre sobre Arronches, levando depois os visitantes para a média-arte digital onde é possível imaginar a vila num cenário de guerra e num período algures no passado, antes dos supracitados espaços de arte generativa e de realidade aumentada, antes de três projetos de videoarte, sendo dois deles sobre as tradições do concelho, no caso, as pedrinhas de Arronches e lenda da Pedra da Moura. 

A exposição pode ser visitada durante o horário de funcionamento do Convento de Nossa Senhora da Luz, de terça-feira a domingo, entre as 10H00 e as 13H00 e as 14H00 e as 18H00. 

Rão Kyao abre 11º Art Jazz Festival de Elvas a 30 de abril

A cidade de Elvas volta a afirmar-se como palco de referência para o jazz com a realização do Art Jazz Festival, que chega este ano à sua 11.ª edição. O evento decorre entre os dias 30 de abril e 2 de maio, no Auditório São Mateus, prometendo três noites de música de qualidade.

Com início dos concertos marcado para as 21h30, o festival arranca a 30 de abril com a atuação do conceituado músico português Rão Kyao. No dia seguinte, 1 de maio, sobe ao palco André Pizarro Pepe, numa noite que destaca o talento nacional.

O encerramento, a 2 de maio, fica a cargo do músico espanhol Javier Alcántara, que se apresenta com a sua Short Stories Band, trazendo ao festival uma sonoridade contemporânea e internacional.

Com direção artística de Jorge Goes, o evento mantém a aposta na diversidade estética do jazz, cruzando diferentes influências e geografias. A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal de Elvas, reforçando o compromisso do município com a dinamização cultural da região.

Os bilhetes estão disponíveis online (aqui) e também poderão ser adquiridos no local, até 30 minutos antes de cada concerto.

Viana do Alentejo engalana-se para a Romaria a Cavalo com concurso de janelas, varandas e montras

O Município de Viana do Alentejo volta a promover o Concurso de Janelas, Varandas e Montras Engalanadas, iniciativa que tem como principal objetivo envolver a população no embelezamento da vila aquando da chegada da Romaria a Cavalo, que une Moita àquela vila do distrito de Évora, entre os dias 21 e 26 de abril.

A edição de 2026, que assinala a 12.ª realização do concurso, afirma-se já como um elemento indissociável da receção aos romeiros e visitantes. A iniciativa pretende tornar a vila mais acolhedora, incentivando os moradores e comerciantes a decorar janelas, varandas e montras com colchas, mantas, utensílios e outros elementos tradicionais alentejanos.

Segundo Luís Metrogos, presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, “o envolvimento da população tem sido crescente ao longo dos anos, contribuindo para criar uma dinâmica especial nas ruas por onde passa a romaria, proporcionando um ambiente festivo vivido intensamente por munícipes e visitantes”.

No concurso podem “participar todas as pessoas cujas habitações ou estabelecimentos se localizem nas zonas definidas no regulamento, nomeadamente ao longo do percurso da romaria”.

“As inscrições decorrem até ao dia 15 de abril, mediante o preenchimento de uma ficha própria, disponível no site e nas redes sociais do município. A avaliação das decorações será feita por um júri independente, que terá em conta critérios como criatividade, originalidade e harmonia. Os prémios serão atribuídos no final do concurso”, informa ainda Luís Metrogos.

Apresentada nova obra literária sobre Arronches, “A Terra Onde Não Chovia”

Na altura da apresentação do seu livro intitulado ‘Soutos do Alentejo – Memórias do Porto da Espada’, José António Botelheiro, que, não sendo natural do concelho, escolheu a localidade de Arronches para residir, foi desafiado a lançar uma obra dedicada à vila que o acolheu.

O repto foi aceite e, no passado domingo, dia 12 de abril, o Convento de Nossa Senhora da Luz recebeu a apresentação da obra denominada ‘Arronches – A Terra Onde Não Chovia’, fazendo-se o autor acompanhar na mesa pelo presidente do Município, João Crespo e pela vereadora Maria João Fernandes, pelo editor Fernando Mão de Ferro e pelo amigo de longa data, Daniel Balbino.

A cerimónia iniciou com uma pequena atuação de um grupo de saias de Campo Maior, que mantém amizade com autor, antes da intervenção do presidente da autarquia.

João Crespo referiu o enorme gosto do Município em apoiar a edição desta importante obra que aborda a vila de Arronches, um concelho onde a forte aposta na cultura se faz sentir, conforme se foi possível verificar ao longo do fim-de-semana.

Seguiram-se as declarações de Daniel Balbino, amigo de longa data do escritor e autor do prefácio da obra, também ele já desafiado a apresentar um projeto relacionado com a vila.

Sendo alguém conhecedor da história arronchense, facilmente conseguiu relacionar o conteúdo do livro com o passado, explicando que, ao ler a obra, foi como se estivesse a passear pelas ruas de Arronches.

Por sua vez, Fernando Mão de Ferro, em representação da editora da obra, realçou que o livro aborda momentos que, de facto, ocorreram, escritos por quem os viveu na primeira pessoa e os transcreveu agora, elaborando aquilo que, na sua opinião, se trata de um documento histórico que retrata um período difícil.

Finalmente, José Botelheiro, autor da obra, elucidou que o livro foi escrito após uma pesquisa profunda sobre a alma, a fé, as origens e as paisagens de Arronches, percorrendo temas como a economia, a seca, a agricultura e o desenvolvimento local, dando ainda conhecimento de que o título foi escolhido com base numa suposta “maldição” associada à ausência de chuva em Arronches.

A tarde terminou com mais uma atuação musical, desta feita a cargo do Grupo das Pedrinhas de Arronches, antes de uma pequena sessão de autógrafos no local.

Arkus com papel de destaque na Feira Quinhentista que se realiza no fim de semana no Castelo de Elvas

A associação juvenil Arkus vai ter um papel preponderante na realização da Feira Quinhentista, promovida no âmbito das comemorações dos 500 anos do casamento de Isabel de Portugal com o imperador Carlos V: evento que promete animar o Castelo de Elvas entre sexta-feira e domingo, de 17 a 19 de abril.

“Entre as várias atividades que nós já estamos a preparar há muito tempo – e já tivemos várias reuniões – vamos participar como figurantes, vamos ter visitas guiadas, vamos cantar e vamos fazer, digamos assim, diferentes atividades previstas no próprio programa”, começa por explicar o presidente da Arkus, o professor Carlos Beirão.

“Temos também a participação de alunos de Desporto da Escola Secundária D. Sancho II, que irão dançar algumas músicas adequadas à época, e o que é certo é que (a preparação) está a dar trabalho, obviamente, mas esperemos que as coisas corram da melhor forma”, acrescenta o responsável.

A Arkus acaba por assumir parte da organização do evento, em parceria com a Câmara Municipal de Elvas e a Associação dos Amigos de Badajoz, com quem a associação tem vindo a colaborar há já alguns anos a esta parte.

Lembrando que a Arkus está sempre ao lado da Câmara Municipal neste tipo de iniciativas, Carlos Beirão recorda ainda que a associação nasceu, cresceu e ganhou “vida” na cidade, depois do grupo de teatro que fundou na Escola Secundária D. Sancho II. “Obviamente que sempre houve esta grande ligação com a Câmara, uma vez que a Câmara apoia-nos em todas as iniciativas, o que é muito bom. Nós também trabalhamos sempre para a Câmara, porque é necessário, e a tudo o que nos é pedido nós também não dizemos que não. E o que é certo é que, entre uns e outros, nós conseguimos levar avante estas iniciativas”, remata o professor.

A Feira Quinhentista no Castelo de Elvas abre portas na sexta-feira, 17 de abril, pelas 17 horas, contando com bancas de artesanato e todo o tipo de atividades até às 20 horas de domingo, dia 19 (a programação completa para consultar aqui).