Um curso de nadador-salvador vai ser lecionado no Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova, em Campo Maior, entre este mês de fevereiro e o início de abril.
As inscrições para esta formação, promovida pela Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores, com o apoio do Município, entre outras entidades, encerram esta quarta-feira, dia 4 de fevereiro.
“Inicialmente abrimos uma pré-inscrição para começarmos a divulgar o curso, mas agora já temos uma data fixa. É só entrarem no site que está no cartaz e lá têm a informação toda”, explica Paula Jangita, vereadora na Câmara Municipal de Campo Maior.
As aulas, para aqueles que pretendem aprender a salvar vidas, terão lugar às sextas-feiras, entre as 18h30 e as 23h30. “Depois vamos ter também ao sábado todo o dia (das 9h às 14h e das 15h às 20h) e no domingo no período da manhã (das 9h às 14h)”, revela ainda a autarca.
Quem concluir esta formação, poderá vir a trabalhar como nadador-salvador em todo o país.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um Aviso Meteorológico de nível Amarelo para precipitação e vento, devido à previsão de condições meteorológicas adversas nos próximos dias. As autoridades alertam para a necessidade de redobrar a atenção, sobretudo em atividades mais vulneráveis às condições do tempo.
O Aviso Amarelo para precipitação estará ativo entre as 18h00 de 3 de fevereiro e as 06h00 de 4 de fevereiro, e novamente das 15h00 de 4 de fevereiro até às 09h00 de 5 de fevereiro. Segundo o IPMA, é esperada chuva persistente e por vezes forte, podendo atingir valores entre 10 a 20 mm por hora ou 30 a 40 mm em períodos de seis horas, o que pode provocar acumulação de água e dificuldades de circulação.
Já o Aviso Amarelo para vento vigorará das 00h00 às 15h00 de 5 de fevereiro, com previsão de rajadas entre 70 e 90 km/h, podendo alcançar os 100 km/h nas zonas serranas. O IPMA adverte que estas condições representam risco para determinadas atividades ao ar livre, infraestruturas e circulação rodoviária, recomendando precaução à população.
No âmbito dos seus projetos de formação artística, o Município de Campo Maior passa agora a disponibilizar aulas de Dança Oriental para mães e filhas.
“Nesta aula pode encontrar um momento para fazer exercício físico, descontrair, conviver, rir, dançar e aprender coisas novas e partilhar momentos especiais com a sua filha”, lê-se nas redes sociais da Câmara Municipal.
As aulas decorrem no Centro Cultural, às sextas-feiras, das 19h às 20h. As interessadas devem fazer a sua inscrição aqui.
Indo ao encontro de um dos objetivos do Município de Arronches, que é a intensificação da aposta na promoção turística do concelho, a autarquia tem estado presente não só em diversos certames realizados em território nacional, como a participar em feiras que se realizam além-fronteiras, nomeadamente no país vizinho.
Foi o que aconteceu, uma vez mais, com uma delegação da autarquia, liderada pelo presidente João Crespo, acompanhado pela vereadora Maria João Fernandes e pelos técnicos André Martins e Luís Figueira, a marcar presença na Feira Internacional de Turismo, promovida pela Institución Ferial de Madrid em colaboração com a Organização Mundial do Turismo.
Neste certame, o maior do género no continente europeu, a Câmara Municipal participou juntamente com as restantes autarquias que fazem parte da Associação de Municípios da Serra de São Mamede e esteve representada ao mais alto nível, tendo sido efetuada uma apresentação do concelho, durante a qual foram entregues algumas brochuras informativas, realizada uma degustação com produtos típicos da região, desde enchidos de porco alentejano a bolos típicos, sem esquecer o bom vinho da região e tendo sido ainda demonstrada a arte de tocar pedrinhas, ficando evidente, para aqueles que tiveram oportunidade de passar pelo stand do Turismo de Portugal, que Arronches é, de facto, ‘Um Território a Descobrir’.
O entusiasmo da multidão que se acercou dos autarcas e técnicos da autarquia durante o período em que Arronches esteve em destaque comprova que esta é uma aposta certeira e que este é um caminho que continuará a ser trilhado com firmeza, justificando-se plenamente novas participações em certames do género e, porque a dimensão da Feira Internacional de Turismo assim o justifica, dando, em edições futuras, um maior destaque ao território, o que permitirá aumentar o número de visitantes e, consequentemente, apoiar a economia local, sobretudo no que toca aos espaços de restauração e hotelaria, bem como incentivar agentes das mais variadas áreas a investir no concelho.
No âmbito do festival “Vila Viçosa à Mesa”, a Câmara Municipal promove, até domingo, a 8 de fevereiro, mais uma edição da Semana Gastronómica das Migas Alentejanas.
Celebrando a gastronomia, numa conjugação direta com o património edificado do concelho, garante o vice-presidente da Câmara, Tiago Salgueiro, esta é mais uma iniciativa que insere naquilo que é a própria “gestão e planificação” da candidatura de Vila Viçosa a Património da Humanidade. “Passamos da doçaria conventual para as receitas tradicionais relacionadas com o pão, neste caso concreto as migas, e também a carne de porco, que é a base de subsistência alimentar aqui no Alentejo”, diz o autarca, lembrando a realização da III Feira de Doçaria Conventual no último fim de semana.
Com estas iniciativas, a autarquia procura, acima de tudo, “celebrar a gastronomia e permitir essa conjugação entre o património edificado e aquilo que se pode comer”. Esta dinâmica, em tornos destes eventos, que decorrem ao longo de todo o ano, tem em vista, no fundo, a conjugação destas duas vertentes, para que se possa “valorizar aquilo que são as receitas tradicionais e a identidade do concelho de Vila Viçosa”.
Com “cerca de 18 restaurantes” aderentes a esta Semana das Migas, estas iniciativas gastronómicas têm vindo a ter “uma adesão cada vez maior” por parte dos empresários do setor, que permitem assim aos visitantes “confortar a barriga”, depois da visita aos museus e monumentos de Vila Viçosa. Os restaurantes “desenvolvem as suas receitas e as inovações gastronómicas também em torno daquilo que são as migas”, sendo já esta uma das “marcas do calendário gastronómico” em Vila Viçosa. “A Câmara tem ajudado na componente da divulgação e é por esse caminho que nós queremos continuar”, assegura Tiago Salgueiro.
Destacando a inovação que os restaurantes têm procurado dar aos seus pratos, o vice-presidente garante ainda que a oferta, no que tocas às migas, volta a ser “muito variada”. Pese embora essa inovação, aquilo que muitos dos que visitam o concelho, “sobretudo espanhóis e também pessoas provenientes de Lisboa e do litoral português”, é a “tradição do Alentejo, nomeadamente das migas e da carne de porco”.
“Temos algumas ideias também já a decorrer, em termos da certificação de alguns produtos e estamos, em parceria, também a trabalhar com algumas associações locais no sentido de registar algumas marcas que estão relacionadas diretamente com Vila Viçosa e com a sua história”, remata o autarca.
A Junta de Freguesia de Degolados mantém e reforça, em 2026, a sua aposta no Ateliê das Artes, projeto de ocupação de tempos livres destinado à população sénior daquela aldeia do concelho de Campo Maior.
De acordo com a secretária do executivo da junta, Olga Madeira, este projeto, do qual têm saído verdadeiras obras de arte produzidas pelas mãos das senhoras que o frequentam, passa, este ano, a contar com dois dias de atividades. “Nós só tínhamos ali uma vez por semana, à segunda-feira, das 9h às 16h e, este ano, conseguimos também a quarta-feira. A formadora que vai lá à segunda-feira conseguiu horário e vamos passar a ter dois por semana”, explica.
Sendo este um ano de Festas do Povo em Campo Maior, as utentes deste Ateliê das Artes vão dedicar parte do seu tempo à produção de flores de papel: “também elas vão ter um papel preponderante na elaboração das festas, pois vão aqui colaborar com uma rua, ao fazerem as flores de papel”.
“É uma ocupação de tempos livres, em que tem sido feito ali um trabalho excecional com estas senhoras”, diz ainda Olga Madeira sobre este Ateliê as Artes, lembrando que este é uma iniciativa dedicada, sobretudo, às artes decorativas, ao artesanato, ao tricô e à costura.
Uma semana após o início das descargas de superfície, a Barragem do Caia iniciou esta segunda-feira, 2 de fevereiro, descargas de fundo.
A necessidade de realizar estas descargas, de acordo com o Município de Campo Maior, deve-se “à previsão de continuação de forte precipitação para os próximos dias e ao facto de a Barragem do Caia ter já alcançado a sua capacidade máxima de armazenamento”. Não há previsão para o término das descargas.
A autarquia apela à “precaução nas zonas de passagem e nas áreas próximas do rio Caia e a quem tenha infraestruturas, animais e outros haveres nas margens”.
O volume de água armazenada na albufeira da Barragem do Caia é, ao dia de hoje, de 197 milhões e 857 mil metros cúbicos, com o nível da água à cota de 233,19 metros. Este volume corresponde a 99,99% (que se mantém desde 26 de janeiro) da capacidade máxima de armazenamento da barragem, que é de 190 milhões de metros cúbicos.
O Município de Viana do Alentejo instalou, recentemente, nas três freguesias do concelho – Viana do Alentejo, Aguiar e Alcáçovas – depósitos de cinza.
Depois de depositadas nestes contentores, as cinzas são posteriormente encaminhadas para valorização, reduzindo resíduos em aterro e emissões poluentes. O objetivo, por outro lado, é prevenir incêndios em contentores de resíduos urbanos, tal como explica o presidente da Câmara, Luís Metrogos. “Principalmente porque, nesta altura do ano, muitas das vezes as cinzas ainda são colocadas nos contentores sem estarem totalmente arrefecidas e, muitas vezes, provocam incêndios”, lembra.
“Queremos reduzir o risco de incêndio de viaturas estacionadas junto aos contentores, junto a habitações e promover, naturalmente, uma cultura de segurança ambiental na gestão das cinzas das lareiras”, adianta o autarca.
Estes depósitos foram construídos nas oficinas municipais de Viana do Alentejo, recorrendo “a cerca de 95% da matéria-prima reciclada, num processo de fabrico manual e que valorizou a reutilização dos materiais e a sustentabilidade ambiental”. “Foi um trabalho também que resultou do desafio lançado pelo município aos jovens que participaram no Projeto de Voluntariado Jovem para a Natureza e Floresta ao longo de 2025, onde se envolveram, de forma cívica e responsável para a educação para a Proteção Civil e que criaram também cartazes informativos que explicam a utilização correta dos depósitos e os cuidados a ter com as cinzas”, esclarece Luís Metrogos.
Os contentores estão devidamente identificados com a marca ‘Ambi Cinza – Coloque aqui as cinzas’. Em Aguiar, por exemplo, estão localizados em pontos centrais da vila, “aplicando-se a mesma lógica nas restantes freguesias”.
O autarca refere ainda que “as cinzas depositadas permanecem nos contentores específicos de retenção recolhidas pelas equipas do município, em articulação com os circuitos de recolha já estabelecidos. Estas cinzas, quando já estão completamente frias, poderão ser encaminhadas para valorização, como fertilizantes natural em jardins, hortas, solos agrícolas”. “Poderão servir como fertilizante e isso é bastante importante para os nossos solos, para além que estão incluídas também num processo fertilizante e de drenagem dos solos, assim como num processo de compostagem, que nos parecem importantes”, remata.
Fundada oficialmente em 2015, ao longo de mais de uma década, a Associação de Proteção Animal ‘Arronches Adopta’ tem vindo a desenvolver, no concelho e na região, um extraordinário trabalho de interesse público, com a captura, recolha, alojamento, tratamento e promoção da adoção responsável de animais errantes.
Ainda que conte, sempre que necessário, com a disponibilidade dos serviços municipais e não obstante o esforço efetuado pela coletividade para angariar fundos, o funcionamento e manutenção do Centro de Hospedagem de Animais, cuja gestão se encontra entregue à associação, tem elevados encargos, dificilmente suportáveis face às reduzidas receitas da ‘Arronches Adopta’.
Nesse sentido e reconhecendo a qualidade continuidade e eficácia do serviço prestado pela Associação de Proteção Animal, o Município de Arronches tem vindo a celebrar anualmente com a entidade um protocolo de colaboração, que visa apoiar o desenvolvimento da sua atividade.
O corrente ano não é exceção e, firmado pelo presidente do Município, João Crespo e pela presidente da Associação de Proteção Animal ‘Arronches Adopta’, Patrícia Flores, o protocolo prevê para 2026 a atribuição de um apoio financeiro anual de 23.000,00€, disponibilizado em prestações mensais, para assegurar o normal funcionamento e manutenção do Centro de Hospedagem de Animais.
A Gala de Encerramento da Cidade do Vinho 2025, realizada no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, conforme noticiámos em reportagem alargada (ver aqui), marcou o fim de um ano de promoção conjunta entre Alandroal, Borba, Estremoz, Redondo e Vila Viçosa. O evento sublinhou o sucesso da cooperação intermunicipal na valorização do património vitivinícola e do turismo do Alentejo Central.
José Daniel Sadio, presidente da Câmara de Estremoz, fez um balanço “muito positivo”, destacando o trabalho em rede que permitiu potenciar os produtores e atrair visitantes para todo o território. Pedro Esteves, presidente da Câmara de Borba, reforçou a importância da união, afirmando que “este trabalho que se conseguiu fazer em rede no conjunto destes cinco municípios” deve ser a base para o futuro do distrito. Já João Grilo, presidente do Município de Alandroal, destacou o impacto na comunidade, sublinhando que “criou-se um princípio de colaboração que não deve acabar aqui, sobretudo neste setor dos vinhos e vitivinícola”.
Pelo Município de Redondo, o presidente David Galego explicou que o sucesso se deveu à “genuinidade do território” e à qualidade das experiências oferecidas, como a hospitalidade e o cante alentejano. Inácio Esperança, autarca de Vila Viçosa, salientou que a iniciativa deu uma nova visibilidade ao setor vinícola do seu concelho, permitindo uma promoção externa sem precedentes.
José Santos, presidente da Entidade Regional do Turismo, revelou que a estratégia mediática alcançou mais de 300 mil visualizações digitais, classificando o programa como um tributo essencial à cultura da região. A gala, que contou com momentos musicais, culminou com a apresentação da futura Cidade Europeia do Vinho 2026 que será o Baixo Alentejo. Sobre o novo desafio, António José Brito, presidente da CIMBAL, afirmou que as expetativas “são elevadas para a valorização estratégica do território”.