A Guarda Nacional Republicana realizou hoje, dia 26 de junho, pelas 10H00, a cerimónia de Juramento de Bandeira do 58.º Curso de Formação de Guardas que ainda não o tivessem efetuado nas Forças Armadas, no Centro de Formação de Portalegre.
O Juramento de Bandeira representa o compromisso solene dos Guardas-provisórios para com a Pátria, constituindo uma data muito importante na vida de um militar. Trata-se de uma cerimónia em que os militares se comprometem a cumprir a Constituição, as demais leis da República, bem como todos os deveres militares, ao serviço da Guarda Nacional Republicana, jurando defender a Pátria, mesmo com o sacrifício da própria vida.
O evento foi presidido pelo Ministro da Administração Interna, Luís Neves, contando com a presença do Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana, Tenente-General Rui Alberto Ribeiro Veloso e de diversas entidades civis e militares.
Juraram bandeira em cerimónia pública perante o Estandarte Nacional, 652 Guardas-provisórios (577 masculinos e 75 femininos) que estão a frequentar o 58.º Curso de Formação de Guardas, de um total de 794 Guardas-provisórios.
A situação da escola Chafariz d’El Rei, em Évora, permanece sem solução definitiva após os danos provocados pelas intempéries que levaram ao encerramento do edifício e à transferência dos alunos para a escola André de Resende.
Segundo a Associação de Pais, a escola ficou inoperacional após a queda de estuque numa sala do primeiro piso, o que levantou preocupações de segurança. “Devido à falta de segurança que a escola apresentava, o que nos levou a fechar a escola”, explicou Inês Frazão, representante da Associação de Pais, acrescentando que a transferência para a escola de acolhimento deveria ter sido temporária: “Aquilo que nos informaram é que seria pelo período de uma semana. Neste momento estamos a acabar o ano letivo e ainda lá continuamos”.
A associação critica ainda as condições na escola de acolhimento, referindo que os alunos estão dispersos por diferentes espaços. “Cada turma está num sítio, o intervalo é longe, o refeitório também e os meninos andam completamente dispersos e mentalmente estão muito mais instáveis”, afirmou.
Num segundo momento, a mesma representante refere que houve reuniões com o executivo camarário, mas sem resultados concretos imediatos: “Em maio foi-nos dito taxativamente que não havia financiamento e que tínhamos que nos aguentar onde estávamos”. No entanto, acrescenta que recentemente surgiram novos desenvolvimentos: “Hoje de manhã fui contactada e foi-me dito que realmente as coisas já estavam diferentes e que havia perspetivas de as obras começarem, mas sem data ainda marcada”.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho, reconhece o impacto da situação e afirma estar a trabalhar numa solução. “A escola foi fortemente lesada pelas intempéries”, referiu, defendendo que deveria ter existido apoio do Governo para a recuperação, à semelhança de outros casos no país.
O autarca explica ainda que a Câmara não tinha inicialmente verba disponível para a intervenção, mas que foram tomadas medidas internas: “A Câmara inicialmente não tinha naquela rubrica, mas fez uma transferência orçamental, abriu um procedimento”.
Apesar da ausência de um calendário definido, Carlos Zorrinho garante que o processo está em curso e que existem alternativas temporárias. “Os pais estão informados que estamos a procurar encontrar uma solução o mais rápido possível”.
Noutro momento, o presidente sublinha a intenção de manter diálogo com a comunidade escolar: “Vamos discutir essa união e trabalharemos sempre com a Associação de Pais”. Acrescenta ainda que o objetivo comum é claro: “Ninguém quer mais que as crianças estejam bem do que os pais e também do que quem cuida da Câmara”.
A Associação de Pais mantém, no entanto, a preocupação com a falta de previsibilidade e com o prolongamento da situação provisória, num caso que continua sem data concreta para resolução definitiva.
A Comissão de Festas em Honra de Santo António da Terrugem apresenta, no próximo sábado, 4 de julho, o cartaz oficial das tradicionais festas de verão daquela freguesia do concelho de Elvas. O evento decorre a partir das 22 horas, no Pátio Alentejano, prometendo uma noite de música, convívio e algumas surpresas.
De acordo com Patrícia Gambinhas, elemento da Comissão de Festas, a animação arranca ao som dos Bellota Trompetera, que se fará acompanhar da sua Big Band, seguindo-se o momento mais aguardado da noite: a revelação do cartaz das festas de verão. Depois da apresentação, sobem ao palco “Os Alentons” e a festa termina com a atuação do DJ Gamuski.
Assegurando que a programação do evento foi pensada para proporcionar uma grande noite de festa, a responsável revela que a expectativa em torno da apresentação do cartaz tem sido elevada, sobretudo entre a população da Terrugem, curiosa para conhecer o programa das festividades deste ano.
“Está tudo muito ansioso, já tudo a perguntar o que é que vamos ter este ano, porque, como toda a gente sabe, vão ser umas festas feitas à pressa. Nós apanhámos o pendão muito tarde, mas está tudo com grande expectativa e podem continuar, porque o nosso cartaz vai ter algumas surpresas e acho que vai ficar tudo muito contente”, garante.
Com a previsão de temperaturas elevadas para o fim de semana, Patrícia Gambinhas acredita que estarão reunidas todas as condições para uma grande adesão: “vamos contar com temperaturas incríveis, portanto, acreditamos que vai ser uma grande noite”.
As entradas na festa têm um custo de cinco euros. Quem optar pela compra antecipada da pulseira, através do QR Code disponível no cartaz, beneficia da oferta de um copo, além de evitar filas no acesso ao recinto. Já a aquisição no próprio dia mantém o valor de cinco euros, mas sem direito ao copo.
Entretanto, a Comissão de Festas continua empenhada nos preparativos para as festividades em honra de Santo António da Terrugem. Patrícia Gambinhas destaca o intenso trabalho desenvolvido nos últimos dias, sobretudo na requalificação da Praça de Touros, numa tentativa de garantir a sua reabertura a tempo das festas. “Temos dado tudo todos os dias. Temos estado a pintar, a fazer as remodelações necessárias. A ABAT (Associação Beneficência Amigos da Terrugem) deu-nos este aval, que era nós arranjarmos a Praça de Touros para que ela reabra. O IGAC (Inspeção-Geral das Atividades Culturais) exige estes arranjos todos para nós podermos fazer as touradas. Vamos tentar dar tudo para que se possa reabrir a praça e para que possamos fazer as tradicionais garraiadas”, remata a responsável.
Na organização desta festa de apresentação do cartaz, a Comissão de Festas conta com os apoios da Juventude Desportiva da Terrugem e da Junta de Freguesia.
A apresentação do cartaz marca, assim, o arranque da contagem decrescente para as Festas em Honra de Santo António da Terrugem, num momento de convívio que pretende reunir a população e visitantes em torno de uma das mais emblemáticas tradições da freguesia.
Encerram esta terça-feira, 30 de junho, as candidaturas à quinta edição do Prémio Literário Hugo Santos, iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Campo Maior.
O concurso, destinado a autores de nacionalidade portuguesa ou naturalizados, com idade igual ou superior a 18 anos, é, desta feita, dedicado à modalidade de poesia.
Incentivar a criação literária, fomentar o gosto pela leitura e pela escrita e contribuir para a valorização da língua portuguesa são os grandes objetivos deste prémio que, ao mesmo tempo, presta homenagem ao homem e escritor Hugo Santos, perpetuando o seu legado cultural e literário.
“É um prémio muito importante para Campo Maior porque, ao fim e ao cabo, reconhecemos aqui um grande nome, um grande escritor do nosso concelho”, assegura o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, que adianta a entrega do prémio acontecerá em outubro, próximo da data de aniversário de Hugo Santos.
“Esperamos muitas participações, muitos trabalhos de pessoas que queiram participar neste prémio do qual nós, de maneira nenhuma, queremos abdicar. Queremos continuar a elevar o nome de Hugo Santos e fazê-lo continuar presente entre todos os campomaiorenses, sendo uma referência da escrita, sempre com o seu nome bem referenciado através deste prémio literário”, remata o autarca.
Uma vez mais, a obra vencedora será publicada em livro, numa edição da Câmara Municipal de Campo Maior, sendo igualmente atribuído ao autor um prémio monetário no valor de 1.500 euros.
De recordar que o Prémio Literário Hugo Santos nos anos pares é dedicado à poesia e nos anos ímpares à modalidade de conto.
Já venceram este prémio as obras “Uma casa de papel onde morar”, de Nuno Garcia Lopes; “Do Corpo o Homem”, de Rute Simões Ribeiro; “O perdurável inventário de efémeros”, de Joaquim Fernando Fitas; e “O Relógio de Areia Avesso ao Tempo”, de João Fernandes.
Chefs, empresários, produtores, fornecedores e parceiros da cadeia de valor da gastronomia portuguesa estão reunidos esta segunda-feira, 29 de junho, no Castelo de Alandroal, para a primeira edição de 2026 da iniciativa “Restaurante ao Vivo”.
Promovido pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), o evento assume-se como uma celebração do setor, mas também como um espaço de reflexão e debate sobre os desafios e o futuro da restauração em Portugal.
O programa, que decorre ao longo de todo o dia, inclui momentos de debate, sessões de showcooking e degustações, nas quais vários chefs apresentam e dão a provar as suas criações ao público presente.
A sessão de abertura contou com as intervenções do presidente da AHRESP, Carlos Moura, do presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, e do presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos.
O Programa de Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas – Patrulha Verde 2026 vai decorrer no concelho de Mora entre 6 e 31 de julho, envolvendo jovens em ações de proteção ambiental, sensibilização ecológica e preservação do património natural.
A iniciativa decorre durante o período da manhã, entre as 09h00 e as 13h00, proporcionando uma experiência de contacto direto com a natureza e de participação ativa em trabalhos de limpeza e manutenção de espaços naturais.
O presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís Simão de Matos, sublinhou que o principal objetivo do programa passa pela sensibilização ambiental dos jovens, através da participação prática no terreno. “Jovens entre os 14 e os 30 anos vão estar em contacto com a natureza durante o mês de julho, a desenvolver atividades como limpeza de matas, margens de ribeiras e outros espaços, com o objetivo de consciencializar para as questões ambientais”, referiu.
As ações incluem a remoção de resíduos, limpeza de vegetação e intervenções em áreas consideradas prioritárias do concelho, contribuindo para a prevenção de riscos ambientais e para a valorização do território.
Os participantes serão acompanhados por monitores ao longo de todas as atividades, garantindo o enquadramento técnico e a segurança dos trabalhos realizados no terreno.
Segundo o autarca, o programa é ajustado à capacidade de acompanhamento existente, de forma a garantir o equilíbrio das equipas e a qualidade das intervenções. “Não há um número fechado de participantes. É importante que exista um equilíbrio entre os jovens e as equipas de acompanhamento, para que tudo funcione bem no terreno”, explicou.
As intervenções irão decorrer em várias zonas do concelho, selecionadas de acordo com necessidades identificadas ao nível da limpeza e preservação ambiental, embora o presidente sublinhe que muitas dessas áreas não apresentam atualmente grandes níveis de degradação.
Para o autarca, a dimensão mais relevante da iniciativa vai além das tarefas realizadas no terreno, centrando-se na formação cívica e ambiental dos jovens. “Aquilo que se pretende é, acima de tudo, criar consciência ambiental. Mais do que as ações em si, é esse o objetivo que fica nos jovens e que pode ter impacto no futuro”, concluiu.
O programa conta ainda com uma bolsa diária atribuída pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, enquanto incentivo à participação no voluntariado jovem.
Degolados celebrou os santos populares com um arraial que decorreu no dia 26 de junho.
A festa decorreu no Largo da Junta de Freguesia da localidade e juntou dezenas de pessoas que aproveitaram uma agradável noite de verão para sair de casa e passar um bom momento, e onde não faltou a sardinha assada própria da época.
O Clube de Futebol “Os Elvenses” deu por terminada, muito recentemente, mais um época desportiva, que fica marcada pelos resultados dentro das quatro linhas, mas também pela consolidação financeira do clube e pelos projetos de melhoria das infraestruturas do Campo António Semedo.
Em declarações à Rádio ELVAS sobre a temporada, o presidente do clube da Cruz de Cristo, Luís Quintas sublinha o regresso aos triunfos, com particular destaque para a equipa de iniciados. “Esta época correu bem, correu muito bem. Desde 2010 que não tínhamos um triunfo e conseguimos uma vitória na equipa de iniciados”, recorda o dirigente, acrescentando que o clube pretende dar continuidade ao processo de evolução já em curso.
Um dos pontos centrais do futuro próximo passa pela melhoria das condições de treino e competição. O dirigente confirma que estão previstas intervenções no Campo de Futebol António Semedo, incluindo a instalação de um novo relvado sintético e a ampliação de infraestruturas essenciais, como balneários. “Neste momento não temos condições, só temos dois balneários e precisamos de mais”, refere.
Segundo o dirigente, estas obras estão dependentes de compromissos já assumidos pela Câmara Municipal de Elvas, garantindo que o processo está encaminhado.
No plano financeiro, Luís Quintas destaca a recuperação total das contas do clube, considerando este um dos maiores marcos do atual mandato, iniciado no final de fevereiro de 2025. “No dia 1 de junho o clube não tinha qualquer dívida, seja à associação, a nada”, afirma, sublinhando que a eliminação do passivo representa uma base sólida para o futuro.
“O nosso foco ao ganharmos as eleições seria esta parte financeira e dar condições aos atletas”, garante. A partir daqui, crê Luís Quintas, que demonstra o seu otimismo quanto à continuidade do crescimento desportivo e estrutural do clube, o trabalho em prol de “Os Elvenses” tornar-se-á “um bocadinho mais fácil”.
O Parque Desportivo da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação, em Campo Maior, recebeu, durante o passado fim de semana, a primeira edição do WEEKEN1D.
A iniciativa, promovida pela Casa do Benfica de Campo Maior, juntou música, gastronomia, animação e a transmissão do jogo da Seleção Nacional, proporcionando dois dias de convívio e diversão.
Ao longo dos dois dias, centenas de pessoas passaram pelo recinto para desfrutar desta iniciativa que contou com o apoio do Município de Campo Maior.
A Loja Social de Campo Maior celebra, esta segunda-feira, 29 de junho, o 14.º aniversário.
O projeto de cariz solidário, desenvolvido no âmbito do programa “Campo Maior Solidário” e com o apoio da Fundação EDP, continua a desempenhar um papel importante no apoio às famílias mais vulneráveis do concelho, através de respostas sociais de proximidade.
Enaltecendo o empenho dos técnicos, voluntários e parceiros que têm contribuído, ao longo de todos estes anos, para a consolidação desta resposta social, o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, considera que a Loja Social é hoje um projeto plenamente integrado na comunidade.
“É um projeto que já tem as suas âncoras na comunidade de Campo Maior; é um projeto que dedica toda a sua função às questões sociais do nosso concelho, onde se presta uma série de serviços que têm tido sempre, felizmente, muita adesão”, começa por dizer o autarca.
Em declarações à Rádio ELVAS e Rádio Campo Maior, Luís Rosinha agradece ainda o contributo de todos aqueles que têm participado no funcionamento da Loja e da Lavandaria Social desde a sua criação: “um agradecimento muito especial a todos os técnicos e a todos os voluntários – porque foram muitos os voluntários que ao longo destes 14 anos ajudaram a que o poder político pudesse ter ali um projeto diferenciado, do ponto de vista social”.
Atualmente, a Loja Social “funciona para toda a comunidade, mas também já presta serviços para fora da comunidade”. “É um daqueles projetos que está perfeitamente consolidado no nosso concelho”, remata o presidente da Câmara de Campo Maior.
A Loja Social de Campo Maior funciona com recurso a uma moeda solidária – a “Mayor”, num sistema permite às famílias em situação de vulnerabilidade económica obtenham bens essenciais ou utilizem a lavandaria em troca da sua participação cívica e voluntariado.