Missão Continente entrega 214 mil euros de excedentes em Évora

Vinte e duas instituições do distrito de Évora receberam 214 mil euros de excedentes alimentares da Missão Continente, no ano de 2021. A entrega foi feita e 22 instituições do distrito de Évora, através das lojas Continente da região. O apoio dividiu-se entre 17 instituições de solidariedade social e cinco associações de apoio e bem-estar animal.

As doações das lojas Continente, que decorrem durante todo o ano em todo o país, aumentaram 39,1% face a 2020 e chegaram a 1448 instituições. Em 2021, a Missão Continente distribuiu 19,2 milhões de euros em excedentes alimentares: 17,4 milhões de euros foram doados a 1078 instituições de solidariedade social e 1,7 milhões de euros a 370 associações de apoio e bem-estar animal.

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Além das doações às instituições, a empresa também disponibiliza estes bens alimentares aos colaboradores, através das áreas sociais das lojas e entrepostos da Sonae Modelo Continente, o que, no ano passado, representou o reaproveitamento de 2,2 milhões de euros em alimentos. Os artigos doados são considerados excedentes quando perdem o seu caráter comercial, mas preservam todas as condições necessárias de consumo seguro, evitando o desperdício alimentar numa lógica de economia circular. Estes incluem produtos frescos como fruta, mercearia e artigos de padaria, entre outros bens alimentares.

A Missão Continente representa as iniciativas de responsabilidade social do Continente, como o Apoio à Comunidade, o Desenvolvimento Inclusivo e a Cidadania Ambiental, querendo assim contribuir para um futuro mais sustentável. Os seus eixos de atuação são a alimentação, pessoas e planeta.

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Elvas tem mais 22 casos Covid

Elvas regista esta terça-feira, 15 de fevereiro, 22 novos casos de Covid-19 e 54 recuperações.

No concelho, encontram-se ativos, ao dia de hoje, 143 casos, menos 32 do que ontem.

Elvas já registou, desde o início da pandemia, 5.579 casos positivos, 39 óbitos e 5.397 altas.

Município de Campo Maior celebra Dia dos Namorados

Em Campo Maior, São Silveirinha, vereadora da Câmara Municipal de Campo Maior, acompanhada pelas técnicas do Centro Comunitário e pelas utentes dos Clubes dos Maiores, esteve, na manhã desta segunda-feira, 14 de fevereiro, em várias instituições, onde entregou lembranças para assinalar o Dia dos Namorados.
Estas recordações foram feitas à mão pelas utentes dos Clubes dos Maiores e serviram para levar a tradição do Dia de São Valentim às pessoas destas instituições, que trabalham diariamente em prol de toda a comunidade.
Ainda como forma de celebrar o amor, o Município campomaiorense relembra que “os casais que forem jantar ou recolher uma refeição em regime take-away num dos 18 estabelecimentos aderentes, vão receber uma fita que pode ser personalizada” e posteriormente colocada no coração que está instalado no Jardim Municipal, em Campo Maior.

Alentejo com mais 1.132 casos Covid e três mortes

O Alentejo regista esta terça-feira, 15 de fevereiro, 1.132 novos casos de Covid-19 e mais três vítimas mortais, associadas à doença.

Desde o início da pandemia, na região, foram registados 108.356 casos de infeção e 1.151 mortes.

Covid-19: mais 18.135 infetados e 55 mortos em Portugal

Portugal regista esta terça-feira, 15 de fevereiro, mais 18.135 casos de Covid-19 e 55 óbitos associados à doença.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é a área do país com mais novas notificações, num total de 30,8% dos diagnósticos.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 30.112 casos de recuperação.

Hoje, encontram-se 2.270 doentes internados, menos 94 do que ontem, 147 em Unidades de Cuidados Intensivos, menos um do que no dia anterior.

Desde março de 2020, morreram 20.620 pessoas com esta patologia em território nacional, foram identificados 3.111.858 casos de infeção e reportadas 2.554.403 recuperações.

Mais 38 casos Covid identificados em Campo Maior

Campo Maior regista esta terça-feira, 15 de fevereiro, 38 novos casos de infeção por Covid-19, e 46 recuperações da doença.

Encontram-se ativos, ao dia de hoje, no concelho, 132 casos de infeção.

Desde o início da pandemia, Campo Maior registou 2.219 casos confirmados de Covid-19, 14 óbitos e 2.073 altas.

Reabilitação da Capela dos Ossos quase pronta e com inauguração para breve

A Câmara Municipal de Campo Maior tem em curso um conjunto de obras, sendo que a da Capela dos Ossos está praticamente concluída.

De acordo com o presidente da Câmara, Luís Rosinha, ficam a faltar apenas as componentes relativas à tecnologia e aos conteúdos, alguns deles disponíveis em vídeo, que irão dotar aquele espaço, sendo que, dentro em breve, será feita a inauguração da obra. “Tudo o que é obra física, está concluída”, garante.

Luís Rosinha explica que, mesmo a tecnologia dará continuidade à história da Capela dos Ossos, sendo que a obra permitiu tornar o acesso àquele espaço mais fácil, sobretudo para quem tem mobilidade reduzida. “O próprio ossário já necessitava, todo ele, de um cuidado, procedemos nesse sentido e achamos que vamos ter ali mais um espaço que nos distingue de todos os outros concelhos”, acrescenta.

O presidente lembra ainda que são poucas as capelas deste género que existem no país, pelo que, até pelo turismo religioso de Campo Maior, o concelho se distingue de tantos outros no país. “Não nos podemos dissociar também daquilo que é o património religioso da primeira Santa portuguesa; temos as nossas magníficas igrejas espalhadas por todo o concelho; e, portanto, este é mais um motivo de visita a Campo Maior”, remata.

Cofinanciado no âmbito do programa Alentejo 2020, este projeto de reabilitação da Capela dos Ossos da Igreja Matriz de Campo Maior e Beneficiação dos Espaços Anexos tem um custo total de 231 mil euros, dos quais 173 mil euros comparticipados pelo FEDER.

“Não considerem a passagem por aqui como o fim”, diz diretora da pediatria do IPO

Foto: IPO

O Dia Internacional da Criança com Cancro é celebrado a 15 de fevereiro. Esta data mundial visa ajudar todas as crianças vítimas de cancro a conseguirem acesso a melhores tratamentos e medicamentos e ao mesmo tempo ajudar as famílias e os amigos das crianças vítimas da doença.

Filomena Pereira, diretora do Serviço de Pediatria do IPO Lisboa, refere que no instituto “dão entrada, em média, 180 crianças por ano. Tentamos que eles façam o máximo dos tratamento em ambulatório mas, mesmo assim, há muitos que são internados”. Os tipos de cancros mais frequentes nas crianças são as leucemias, seguidas dos tumores cerebrais.

Filomena Pereira consideras que a pandemia veio afetar um pouco o funcionamento do serviço. “O tratamento é feito da mesma forma mas o facto de as crianças não poderem estar acompanhada pelos dois progenitores, uma vez que apenas é permitida a presença de um acompanhante, afeta a forma de estar durante os tratamentos”.

“A taxa de cura tem vindo a subir, nos últimos 30 anos, e ronda, atualmente, os 75por cento % de forma global. Nas leucemias linfoblásticas, as mais frequentes, a taxa sobe para 85 por cento. São percentagens muito diferentes da oncologia do adulto, uma vez que na pediatria as doenças são mais sensíveis à quimioterapia e as crianças têm uma maior capacidade de suportar tratamentos”.

Filomena Pereira realça a capacidade dos profissionais de saúde em “tratar os meninos. Outra coisa que eu gosto de dizer a todas as pessoas, sobretudo aos adolescentes, é que não considerem a passagem por aqui (IPO) como o fim de qualquer coisa. Considerem como um intervalo para o regresso à sua vida normal. É assim que tem que ser vivido”.

Todos os anos são diagnosticados em Portugal 350 novos casos de cancro em crianças. A maior taxa de incidência de cancro pediátrico regista-se na faixa entre os 3 e os 4 anos.  Todos os anos são diagnosticados 13000 novos casos de cancro infantil (até aos 19 anos de idade) na Europa.

GNR, PSP e ANSR lançam campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) lançam amanhã, dia 15 de fevereiro, a Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022.

A decorrer entre até dia 21 deste mês, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução. Em 2021 foram detetadas 24.306 infrações relativas ao manuseamento do telemóvel durante a condução, o que representa um aumento de 5,5% relativamente ao ano anterior. É urgente travar este comportamento.

A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação aos imprevistos.

A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” integrará: ações de sensibilização da ANSR; operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2022, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange ao manuseamento do telemóvel durante a condução.

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

– Dia 15 de fevereiro, às 9h00: Praça Duque de Saldanha c/ Avenida Fontes Pereira de Melo, Lisboa;

– Dia 16 de fevereiro, às 8h00: EN 15 – Couto, Bragança;

– Dia 17 de fevereiro, às 14h00: Alameda Mariano Felgueiras, Guimarães;

– Dia 18 de fevereiro às 8h00: EN 2 – Rotunda ao quilómetro 48, Vila Pouca de Aguiar;

– Dia 21 de fevereiro, às 14h30: Avenida Henrique Barbeitos – Junto ao Estádio Municipal “José Martins Vieira”, Cova da Piedade.

A ANSR, a PSP e a GNR relembram que o uso do telemóvel ao volante é um risco para a segurança do próprio e dos outros, os condutores que utilizam o telemóvel durante a condução são mais lentos em reconhecer e reagir a perigos; a distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação; o uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito das regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

GNR sensibiliza jovens para a não violência no namoro

A GNR realiza, entre hoje, 14 de fevereiro, e o próximo dia 20, uma campanha de prevenção e sensibilização, com o objetivo de combater comportamentos violentos e todas as formas de agressão existentes, em especial no namoro entre jovens, onde estes comportamentos são precoces.

Com o intuito de alterar comportamentos e evitar que a violência se prolongue no futuro, é intenção, com esta campanha, sensibilizar os nossos jovens, para que digam não à violência e para que consigam travar este tipo de comportamentos quer para si próprios quer para os outros. A campanha #VaisParar visa incentivar todos os jovens a denunciar e a não aceitar qualquer tipo de violência psicológica, emocional, física, social ou sexual.

É importante alertar os jovens para a importância das relações saudáveis, baseadas em princípios e valores tais como a autoestima, o respeito e a tolerância, que são pilar das relações de namoro, promovendo uma cultura anti-violência através de uma maior consciencialização. Para isso, a Guarda continua a direcionar e a priorizar as Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário para as escolas e para a educação dos nossos jovens.

A prevenção, a investigação e o acompanhamento do crime de violência doméstica são prioridades da atual política criminal e constituem-se como uma absoluta prioridade para a Guarda Nacional Republicana. Neste âmbito, a GNR tem vindo a reforçar as suas campanhas de sensibilização, a apostar em ações de formação ao seu efetivo, para que também esteja mais preparada para agir e acompanhar este tipo de situações.

Durante o ano de 2020, na área de responsabilidade da GNR, foram registados 1 110 crimes de violência no namoro em todas as faixas etárias. Desses crimes, 365 vítimas encontravam-se na faixa etária até aos 24 anos. Em 2021 foram registados 1 105 crimes de violência no namoro, em todas as faixas etárias, registando-se 332 vítimas com idade até aos 24 anos.

A violência no namoro enquadra-se na violência psicológica e emocional, a violência física e social, e a violência sexual. O impacto deste tipo de violência em idades precoces pode ser a aceitação desta violência no futuro, comprometendo as vítimas envolvidas, as suas famílias e a sociedade no seu conjunto.

“A violência não é uma opção. Denunciar é uma responsabilidade coletiva. Nós Paramos. E tu? Vais parar?”, lê-se ainda na nota de imprensa da GNR.