Manifestação de agricultores esta quinta-feira em Portalegre

Sob o mote “contra a incompetência de quem nos governa”, os agricultores vão manifestar-se amanhã, quinta-feira, 9 de fevereiro, em Portalegre, numa organização da Confederação dos Agricultores de Portugal, depois de também já o terem feito em Castelo Branco e Mirandela.

A APORMOR associa-se a esta manifestação e Joaquim Capoulas, presidente da associação, revela que “os agricultores sentem que, ao longo de décadas, a agricultura era uma prioridade para o sistema económico do país, e agora sentimos que não, que está abandonada e não faz parte das prioridades do Governo, tanto que achamos que está a caminho o fim do ministério da agricultura, coisa que é impensável e se resistir é por imposição da União Europeia, que obrigará a isso”.

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Joaquim Capoulas refere que “a ministra não tem competência para o cargo que está a ocupar e, o ministério da agricultura deveria ser um parceiro das associações de agricultores, onde se gera grande parte da riqueza a nível nacional, algo que não está a acontecer”.

“É contra este tipo de situação que estamos a tentar mobilizar as pessoas e alertá-las”, garante Joaquim Capoulas, adiantando que “a APORMOR quer representar tudo o que se passa no mundo rural e, por isso, não pode deixar de se associar a esta manifestação que pretende ser um grito de alerta para o Governo e para as populações, para que entendam o que está a acontecer”.

“Este é um grito de revolta”, diz o presidente da APORMOR, garantindo que a associação estará presente também na outra manifestação que vai decorrer em Beja.

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Campo Maior: obra do Centro de Inteligência Competitiva em conclusão

A obra do Centro de Inteligência Competitiva (CIC) de Campo Maior deverá ficar concluída, segundo o presidente da Câmara, Luís Rosinha, muito em breve.

Ainda assim, as cheias de 13 de dezembro também fizeram estragos na antiga Escola da Avenida, onde ficará instalado este centro, uma vez que o piso ficou danificado. “Estamos a ultimar os reparos no piso e a concluir”, assegura o autarca.

Assim que possível, adianta Luís Rosinha, serão instaladas as componentes tecnológicas do centro, bem como o próprio mobiliário, enquanto a “empresa há-de concluir aquilo que são os arranjos exteriores, mas efetivamente o edificado está praticamente em fase de conclusão”.

Para que o centro possa, posteriormente, entrar em funcionamento será ainda necessário constituir uma associação, entre a Câmara Municipal de Campo Maior, o Instituto Politécnico de Portalegre e a Universidade Nova de Lisboa. “Teremos de perceber de que forma é que o Portugal 2030 nos poderá apoiar, porque aquele centro de inteligência trabalhará através de bolsas para recursos altamente qualificados”, assegura Luís Rosinha.

“Entre um compasso de espero e o outro, tentaremos fazer o fecho da obra, que eu gostava que, no final do primeiro semestre (de 2023), tivéssemos isto tudo encerrado. Mas, como digo, que não é só dependente de nós, que tem a ver com aquilo que é o apoio dos fundos comunitários”, remata.

De recordar que o CIC de Campo Maior é um projeto cofinanciado pelo programa Alentejo 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), e que conta com um investimento de cerca de um milhão de euros, financiado a 85%, assegurando o município o valor da contrapartida nacional.

O CIC é um projeto de investigação e inovação à escala do Alentejo, centrado na valorização do conhecimento, pelos dados e a sua transferência para a atividade económica e empresarial dos setores e fileiras dos recursos endógenos, com vista ao desenvolvimento tecnológico das empresas, à sua internacionalização e à promoção da competitividade nos mercados nacionais e internacionais.

Pretende-se, através da análise e gestão de informação e da ciência dos dados, de forma analítica, criar uma vantagem competitiva, transferindo este conhecimento para as empresas, processando-se no desenvolvimento tecnológico dos seus produtos e serviços, adaptando-os a novos padrões de procura e tendências de mercado, seja por exemplo uma nova embalagem, uma utilização diferenciadora do produto ou até uma nova solução de armazenagem.

Sorteio de sexta-feira do Euromilhões com jackpot de 51 milhões

Não houve totalistas no sorteio de ontem, 7 de janeiro, do Euromilhões, ficando assim um valor acumulado de 51 milhões para o próximo concurso de sexta-feira, dia 10.

O segundo prémio, de 109 mil euros, saiu a cinco jogadores no estrangeiro, enquanto o terceiro, de 21 mil euros, contemplou seis apostadores, um deles em Portugal.

Os dois mil euros do quarto prémio vão para 19 jogadores, dois com aposta registada em território nacional.

A chave vencedora do sorteio de ontem é composta pelos números 2, 8, 34, 44 e 47 e pelas estrelas 3 e 9.

A informação apresentada não dispensa a consulta da lista de prémios no portal dos Jogos Santa Casa.

Alunos de Erasmus+ recebidos na Câmara Municipal de Campo Maior

O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, e a vereadora São Silveirinha receberam ontem, 7 de fevereiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um grupo de alunos de cinco nacionalidades (Espanha, Itália, Polónia, República Checa e Turquia), que estão em Campo Maior durante esta semana ao abrigo do programa Erasmus+, ao qual o Agrupamento de Escolas se associou.

Durante esta semana, os estudantes serão acompanhados por professores e alunos da Escola Secundária de Campo Maior e vão desenvolver uma série de atividades que, para além de desenvolver competências ao nível do inglês, vão dar a conhecer a história e tradições do concelho.

Fonte: Município de Campo Maior

Trabalhos no Caia podem afetar abastecimento de água

Durante as próximas duas semanas, a Águas do Vale do Tejo irá recorrer a captação alternativa, “devido a trabalhos inadiáveis”, a cargo da Associação de Beneficiários do Caia, no Canal Condutor Geral do Sistema Caia.

Este canal serve as populações dos concelhos de Elvas, Campo Maior, Arronches e Monforte (lugar de Assumar).

Esta situação poderá vir a causar, “na eventualidade”, perturbações no abastecimento de água, “de forma pontual”. A Águas do Vale do Tejo “agradece a colaboração e compreensão da população afetada”.

Arronches: munícipes com grande contributo na reciclagem de óleos usados

Numa clara demonstração de preocupação para com o meio ambiente, uma vez que a que a deposição de óleos alimentares usados no esgoto constitui uma fonte de poluição que compromete o tratamento de águas residuais, contribuindo para a degradação da qualidade da água, os munícipes de Arronches utilizaram, “e bem, os oleões distribuídos pela área do concelho, tendo sido depositado ao longo do ano de 2022 um total de 1,22 toneladas”, revela a autarquia.

Esta informação, que foi fornecida pela empresa ‘Biogenoa – Serviços de Gestão de Resíduos’, responsável pela recolha de óleos alimentares usados, “ganha ainda maior relevância, quando se constata que Arronches reciclou um valor superior a outros concelhos com maior número de habitantes”.

Ainda assim e embora tenha existido um aumento em relação aos 890 quilos recolhidos em 2021, “continua a existir margem para melhorar e para reciclar uma maior quantidade de óleos alimentares usados, garantindo a qualidade do tratamento dos efluentes e a redução das emissões de poluentes atmosféricos, sendo que os mesmos são posteriormente transformados num combustível “amigo do ambiente” – o biodiesel”.

A reciclagem de óleos alimentares usados é uma ação que contribui para atingir as categorias 6, 11 e 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável proclamados pela Organização das Nações Unidas, respetivamente ‘Água Limpa e Saneamento, ‘Cidades e Comunidades Sustentáveis’ e ‘Produção e Consumos Sustentáveis’.

Finais do Europe Championship de rugby disputadas em Badajoz

As finais do Europe Championship 2023 de rugby vão ser disputadas em Badajoz, a 18 de março.

Segundo a Rugby Europe, organismo que superintende o rugby não profissional a nível europeu, as meias-finais da competição serão disputadas, a uma mão, nos dias 4 e 5 de março, nos países mais bem classificados na fase de grupos.

A 18 de março, no Estádio Nuevo Vivero, em Badajoz, disputam-se, às 16h15, o jogo de atribuição dos terceiro e quarto lugares, tendo a final início marcado para as 19 horas. Já os jogos de atribuição do quinto ao oitavo lugares, disputados no mesmo dia, acontecem em Amesterdão, nos Países Baixos.

Portugal disputa o Grupo B da prova, com Bélgica, Polónia e Roménia.

Concurso de Azeite Ovibeja mantém 1º lugar com pontuação máxima

O Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja foi, mais uma vez, classificado em primeiro lugar no ranking World’s Best Olive Oils, integrando o Grupo 1 com a pontuação máxima. A edição 2022/23 apresenta novidades: uma delas é a de que o ranking adaptou a sua normativa às alterações efetuadas nas normas dos concursos Mario Solinas, do Conselho Oleícola Internacional (COI) e da Ovibeja, da responsabilidade da ACOS e da Casa do Azeite, que redefiniram os grupos de produtores entre grandes e pequenos (menos e mais de 20.000 quilos) e distinguem os produtores dos embaladores, com indicação das respetivas quantidades produzidas.

O ranking “World’s Best Olive Oils” foi criado em 2012 pelo especialista em provas organoléticas de azeite, o alemão Heiko Schmidt, a partir dos resultados das principais competições internacionais de azeite virgem extra, e tomando como referência o prémio Mario Solinas, do Conselho Oleícola Internacional (COI).

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O 12º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja está a receber amostras de azeite dos países produtores até ao dia 24 de março. As categorias a concurso são: Frutado Verde Intenso, Frutado Verde Médio, Frutado Verde Ligeiro e Frutado Maduro pertencentes à campanha 2022/2023 e Azeites do Hemisfério Sul pertencentes à campanha de 2021/2022, devido à diferença na época da colheita. O Júri internacional, constituído por cerca de 30 elementos de diferentes países, é presidido por José Gouveia, especialista mundial em azeites.

O Concurso é organizado pela ACOS, em parceria com a Casa do Azeite e o patrocínio exclusivo do Crédito Agrícola.

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De Boa Saúde: hipertensão arterial influnciada por vários fatores

Estima-se que a hipertensão arterial afete, na Europa, cerca de 35 a 40% da população, sendo que, em Portugal, a prevalência desta patologia na população adulta ronda os 42%.

A hipertensão arterial resulta de uma pressão sanguínea excessiva na parede das artérias, acima dos valores considerados normais, que ocorre de forma crónica.

Na edição desta semana do programa “De Boa Saúde”, Pintão Antunes lembra que a pressão arterial, que é a força que o sangue faz sobre a parede das artérias, durante a sua circulação, resulta em duas medidas: a máxima e a mínima. Estes valores, adianta o médico, são influenciados por vários fatores: stress, excesso de peso, ingestão excessiva de sal, açúcar ou de álcool, tabaco e colesterol elevado.

Define-se hipertensão arterial quando a pressão máxima é maior ou igual a 140 mmHg (vulgo 14), ou a pressão mínima é maior ou igual a 90 mmHg (vulgo 9).

É habitual dizer-se que a hipertensão arterial é uma doença silenciosa porque na grande maioria das vezes não causa sintomas. Ainda assim, com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por danificar precocemente os vasos sanguíneos e os principais órgãos do organismo, como o cérebro, o rim e o coração, podendo provocar sintomas como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, aumento dos batimentos cardíacos, dor no peito e falta de ar.

O programa “De Boa Saúde”, desta semana, para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo.

Oito pessoas morreram em acidentes durante a campanha “Viajar sem Pressa”

Oito vítimas mortais, 40 feridos graves e 738 leves são o resultado de 2.501 acidentes registados, entre 31 de janeiro e ontem, 6 de fevereiro, nas estradas do país, no decorrer da campanha de segurança rodoviária “Viajar sem Pressa”, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Os acidentes com vítimas mortais (um atropelamento, quatro colisões e três despistes) ocorreram nos distritos de Braga (2), Lisboa (2), Faro (2), Coimbra e Santarém.

Em relação à campanha do ano passado, verificaram-se mais 279 acidentes, mas menos três vítimas mortais e menos três feridos graves, ainda que mais 131 feridos leves.

Durante esta operação, foram ainda fiscalizados em controlo de velocidade por radar quase 2,8 milhões de veículos. Em todo o país, 16.154 foram identificados em excesso de velocidade.

Com esta campanha procurou-se “alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas”.

A campanha foi divulgada por via de operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Lisboa, Póvoa de Varzim, Braga, Porto e Seixal. Idênticas ações ocorreram, também, na Região Autónoma da Madeira. No decorrer da mesma forma sensibilizados 358 condutores e passageiros.