
Um homem de 79 anos morreu afogado ontem, sábado, 10 de setembro, na Barragem do Maranhão, no concelho de Avis.
Os Bombeiros de Avis foram chamados ao local, pelas 20.45 horas, “para uma situação de pré-afogamento”, para onde fizeram deslocar “uma ambulância de socorro e um jipe 4×4, uma vez que muitas vezes os carros não chegam a alguns locais”, revela o segundo comandante da corporação, Joaquim Garrinhas.
Em declarações à Rádio Campo Maior, Joaquim Garrinhas, afirma que “à chegada deparámo-nos com um homem de 79 anos em paragem cardiorrespiratória. Este homem veio com um grupo amigos e familiares, para uma zona mais plana e larga da barragem, tinha umas canas de pescas e, a certa altura, foi verificar essas canas. Os familiares, dizem eles, passados 20 ou 30 minutos deram por falta dele e foram procura-lo e quando o encontraram estava, efetivamente, a flutuar na barragem”, revela.
O segundo comandante da corporação, uma das pessoas que se encontrava com este homem, “tirou-o da água e iniciou manobras de reanimação, quando os bombeiros chegaram retomaram essas manobras e, entretanto chegou a VMER, ao local, e 40 minutos depois foi declarado o óbito no local”.
Questionado sobre a perigosidade da zona da Barragem e quais as causas deste afogamento, Joaquim Garrinhas revela que “era uma zona que tinha quatro metros de profundidade, a zona onde estavam à pesca era íngreme, mas fica a dúvida se, este homem, terá escorregado e caído ou terá tido algum problema de saúde antes de entrar na água”, acrescentando que “os familiares não tinham visibilidade para o local onde o senhor tinha as canas de pesca, daí não saberem exatamente o tempo que esteve dentro de água, até ser resgatado”.
O segundo comandante dos Bombeiros de Avis revelou ainda à Rádio Campo Maior que este homem, bem como os seus amigos e familiares, estavam a passar o fim de semana na região, sendo residentes da zona de Lisboa, mas naturais do norte do país.
Para o local forma mobilizados para além dos Bombeiros de Avis, a GNR e a VMER do Hospital de Portalegre, num total de oito operacionais, apoiados por quatro viaturas.


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