Aproxima-se um novo ano que conta com, pelo menos, quatro fins de semana prolongados e muitas oportunidades para fazer ponte.
Os fins de semana prolongados iniciam-se logo no primeiro dia do ano, com o feriado de 1 de janeiro, que calha numa segunda-feira. Segue-se a Sexta-Feira Santa, a 29 de março, o Dia de Portugal, a 10 de junho, numa segunda-feira, e o Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro, que calha numa sexta-feira.
No que toca às pontes, a terça-feira de Carnaval é celebrado a 13 de fevereiro, sendo que, nesta data, surge a primeira oportunidade do ano para fazer ponte. As restantes surgem com o 25 de Abril (Dia da Liberdade), 30 de maio (Corpo de Deus) e 15 de agosto (Assunção de Nossa Senhora), todos à quinta-feira.
Os feriados do Dia do Trabalhador (1 de maio) e do Natal (25 de dezembro) são a meio da semana, numa quarta-feira.
No entanto, há três feriados que calham ao fim de semana no próximo ano: Dia da Implantação da República, (sábado, 5 de outubro), o Dia da Restauração da Independência (domingo, 1 de dezembro) e o Dia da Imaculada Conceição (domingo, 8 de dezembro).


É neste domingo, 31 de dezembro, o último dia do ano, em que famílias e amigos se reúnem para festejar, à meia-noite, a chegada de 2024.
Em nome da CURPI de Campo Maior, a chefe de serviço, Anselmina Caldeirão deseja a todos um 2024 com muita saúde.
A exposição “O Meu Presépio”, elaborada pelos alunos do Colégio Luso-Britânico está patente no Forte de Santa Luzia, em Elvas.
A véspera de ano novo celebra-se hoje, domingo, 31 de dezembro, e há quem queira deixar os seus votos para este ano de 2024, como é o caso do presidente dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, Luís Fava.
A grande aposta do município de Fronteira para esta quadra festiva, é uma pista de gelo instalada na Avenida da Libertação, em Cabeço de Vide.
2024 está a chegar e as perspetivas é que, para os bombeiros, este não seja um ano muito melhor que aquele que agora termina. As dificuldades, garante o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Amadeu Martins, que recorda o elevado preço dos combustíveis, vão sendo “cada vez maiores, a cada ano que passa”.

A perspetivar aquilo que possa vir a ser o novo ano para a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas, o presidente da direção, Luís Mendes, revela-se preocupado com a situação financeira da instituição, devido, em grande parte, à situação política e económica do país.