A piscina municipal coberta de Monforte vai beneficiar de um conjunto de obras de requalificação, num investimento superior a 570 mil euros, financiado em 85% por fundos europeus.
Em causa está a resolução de problemas estruturais daquele equipamento municipal, assim como a melhoria das condições de utilização e da eficiência energética.
A expectativa do presidente da Câmara, Miguel Rasquinho, e ainda que assuma que será difícil, por se tratar de uma “obra grande”, é que a piscina, fechada ao público por falta de condições, possa reabrir já no próximo inverno.
“A piscina coberta está fechada porque não reunia condições, tinha ali alguns problemas e, portanto, aquilo que fizemos foi avançar com a candidatura, que já estava mais ou menos prevista. Foi avançar de imediato e rapidamente com a candidatura para tentarmos que no próximo inverno já seja possível reabrir a piscina”, explica Miguel Rasquinho.
O autarca revela que “há muito para fazer”, encontrando-se o processo ainda em “fase de candidatura”. “A candidatura já foi lançada, mas depois ainda teremos o concurso público. Será um processo ainda algo moroso, mas acima de tudo queremos reabrir com todas as condições para os nossos utentes”, remata o presidente da Câmara Municipal de Monforte.
A polémica em torno da Junta de Freguesia de Santa Eulália parece estar longe de ter fim à vista. Sem consenso entre os eleitos para a definição do executivo, a junta, liderada por José Picado, do CHEGA, está, desde as autárquicas de outubro de 2025, a trabalhar num modelo de governabilidade de gestão.
O presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, que diz que se José Picado fosse um “democrata puro” faria, em prol da população de Santa Eulália, um entendimento com Movimento Cívico por Elvas (MCPE) e Partido Socialista (PS), vai mais longe e acusa o presidente da junta de praticar “vários atos ilegais”.
“A lei não lhe permite que ele faça um quarto daquilo que tem vindo a tentar fazer. Ele tem que saber que está com um governo de gestão. Ele tampouco pode aprovar um orçamento. Não pode fazer praticamente nada, mas tem vindo a querer fazer”, diz o autarca em declarações à Rádio ELVAS.
Tendo em conta as “percentagens muito próximas” que MCPE e PS tiveram do CHEGA, em Santa Eulália, nas últimas eleições autárquicas, Rondão Almeida, e dando o seu próprio exemplo, diz que, se quisesse “o bem de Santa Eulália”, José Picado só “teria uma coisa a fazer”. “Por Santa Eulália, e tendo em atenção o resultado da votação, fazia o que Rondão Almeida fez. Rondão Almeida não teve maioria absoluta, juntou-se ao PS e passou a ter todas as condições para governar: ou seja, esqueceu as escaramuças e olhou, evidentemente, para o desempenho da função. Era isso que ele devia ter feito e não fez”, assegura o edil.
Quanto às eleições intercalares, Rondão Almeida esclarece que não é o presidente da Câmara que tem competência para as convocar. Para isso, explica o autarca, é preciso que José Picado e toda a sua equipa se demitam. “Se não se demitirem todos, nunca mais haverá eleições intercalares. É isso que a lei diz. As eleições intercalares não são só a belo prazer daquilo que ele tem andado a fazer, que é destruir uma imagem pessoal e dividir o povo de Santa Eulália por causa das suas ambições pessoais. Isso não é a resposta”, diz o presidente da Câmara Municipal de Elvas.
“Ele (José Picado) escreveu a pedir-me para eu marcar eleições, mas quem sou eu, em termos legais, para poder marcar eleições seja de onde for?”, questiona-se Rondão Almeida, que explica que a convocação das eleições é da responsabilidade entidades como a Administração Interna e a Secretaria de Estado da Administração Local. “Mas para que essas entidades possam marcar as eleições intercalares é preciso que ele e todos os outros que estão atrás dele se demitam. Porque se não houver demissões, há condições evidentemente para se governar. Para o efeito, basta, evidentemente, cumprir-se com a lei e respeitar a democracia”, acrescenta.
De recordar que nas últimas autárquicas, o CHEGA venceu as eleições em Santa Eulália, com 34% dos votos, elegendo três mandatos; seguido de Movimento Cívico por Elvas, com 32% e PS, com 27%, ambos com dois eleitos.
Desde então, foram quatro as tentativas falhadas, entre os eleitos, para a escolha para os cargos de secretário e tesoureiro.
O Centro Comunitário de Campo Maior é, entre hoje e sábado, de 6 a 9 de maio, palco da anual Feira do Livro, promovida pela Câmara Municipal e pela Biblioteca Municipal João Dubraz. Com um programa preparado a pensar em todos os gostos e idades, a iniciativa convida miúdos e graúdos a explorar o mundo dos livros e a participar em atividades únicas.
Este primeiro dia da iniciativa fica marcado pela encenação da história da “Fantabulástica Família da Alice Barbuda”, da autoria da Equipa de Intervenção Precoce da APPACDM de Elvas, em diversas sessões dedicadas às crianças do ensino pré-escolar de Campo Maior.
Como explica Ana Sofia Gaspar, uma das autoras da obra, lançada em dezembro do ano passado, este livro nasceu no seguimento de uma peça de teatro sobre o uso abusivo das novas tecnologias, que a equipa apresentou, em tempos, às crianças do pré-escolar do Agrupamento de Santa Luzia, em Elvas.
A obra conta a história de “uma família comum, que podia ser a nossa, e em que no Dia da Criança os pais oferecem uma prendinha aos filhos. Um dos filhos é a Alice e a Alice recebe duas prendas: uma Barbie, que era uma prenda que ela queria muito, sendo que os pais optam também por lhe oferecer um tablet. E a história desenvolve-se com um isolamento da Alice quase em prol daquele tablet, a forma como isso influenciou aquela família e a forma como eles depois deram a volta por cima e reverteram aqui um bocadinho a situação”, revela Ana Sofia.
Já amanhã, quinta-feira, dia 7, no âmbito da Feira do Livro de Campo Maior, há um encontro intergeracional com Joana Gancho, ilustradora da obra “Os Avós”, e um momento de animação musical, para além do workshop “O Expresso Perfeito” no Centro de Ciência do Café.
Na sexta-feira, dia 8, estão previstos encontros com Sérgio Godinho, autor da obra “Olivença com Ç”, e Maria do Céu Pires, autora do livro “Sobre a Alegria – Carta aos Meus Netos”, bem como um Serão de Contos com Rodolfo Castro.
A Feira do Livro funciona, todos os dias, das 10 às 13 horas e entre as 15 e as 19 horas.
Conheça toda a programação do evento:
06 Maio
10:00 – Abertura da Feira do Livro
Encenação do livro “A fantabulástica família da Alice Barbuda”, dinamizado pela ELI – Equipa Local de Intervenção, da APPACDM de Elvas.
10:15H – Jardim de Infância “O Despertar”
10:45H – Centro de Talentos Alice Nabeiro
11:15H – Turmas de pré-escolar CERN
14:00H – Turmas de pré-escolar CERN
14:30H – Turmas de pré-escolar CERN
19:00H – Encerramento da Feira
07 Maio
Encontro Intergeracional com a ilustradora Joana Gancho e o livro “Os avós”, de António Pereira.
10:00H – 1º ciclo + público sénior
11:15H – 2º ciclo + público sénior
17:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café
18:00H – Animação Musical – Público Geral
19:00H – Encerramento da Feira
08 Maio
Encontro com Sérgio Godinho e o Livro “Olivença com ç”
10:00H – 7º ano
11:00H – 8º ano
12:00H – 9º ano
15:00 H – Encontro com Maria do Céu Pires e o livro “Sobre a alegria – Carta aos meus netos”
16:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café
Um apostador em Portugal e outros três no estrangeiro conquistaram ontem, 5 de maio, o segundo prémio do Euromilhões de mais de 131 mil euros. O terceiro prémio, de 20.500 euros, saiu a seis jogadores, todos com aposta registada lá fora.
Como não houve totalistas, o sorteio da próxima sexta-feira, dia 8, terá em jogo um jackpot de 62 milhões de euros.
A chave vencedora do sorteio de ontem era composta pelos números 3, 4, 8, 20 e 31 e as estrelas 6 e 8.
O espetáculo “A Batalha do K-POP em Concerto (Tributo)” é apresentado no Coliseu de Elvas no dia 23 de maio, com início às 15 hroras.
Este evento é um tributo musical inspirado no sucesso global da Netflix (K-Pop: Demon Hunters), combinando música, dança e uma narrativa de fantasia imersiva.
O impacto internacional do K-Pop contemporâneo levou o espetáculo a palcos de referência e a aclamação da crítica e do público vem com tudo para ecoar com toda a força, este ano, em Portugal. Com sessões esgotadas e uma procura crescente, “A Batalha do K-Pop em Concerto (Tributo)” é já um fenómeno cultural que está a marcar uma geração.
O Castelo de Montemor-o-Novo vai voltar a transformar-se num cenário da Idade Média, com a realização de uma nova edição da Feira Medieval, marcada para os dias 12, 13 e 14 de junho. O evento é organizado pelo Município de Montemor-o-Novo e promete três dias de recriação histórica, animação e tradição.
Durante o fim de semana, o castelo e a zona envolvente vão receber diversas atividades que recriam o ambiente medieval, com música de época, demonstrações de ofícios antigos, mercado de produtos tradicionais e várias animações para visitantes de todas as idades. Entre as atrações previstas estão recriações históricas, espetáculos de rua e torneios de armas que procuram transportar o público para o quotidiano da época medieval.
A feira pretende valorizar o património histórico da cidade e promover a cultura e o turismo no concelho. Durante estes dias, o recinto medieval deverá encher-se de artesãos, comerciantes e artistas, recriando o ambiente que se vivia dentro das muralhas da vila em séculos passados.
Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, revela que o executivo aceitou “a inclusão da Feira Medieval nas opções do plano deste ano, na perspetiva de ser algo que promove Montemor do ponto de vista turístico” “É algo que nos ajuda a promover a vinda a Montemor, a visitar Montemor, para conhecer não apenas a Feira Medieval, mas também o concelho, portanto, o convite que nós fazemos aos visitantes é que possam passear pela cidade, conhecer o concelho, poder ficar até numa dos nossos turismos rurais ou hotéis e poder usufruir de Montemor. Mas é também uma experiência histórica, uma vez que nos leva, a tempos antigos e perceber um pouco como é que decorria nesses tempos, esse relacionamento, o que as pessoas vestiam, o que as pessoas comiam, enfim, ter aqui algum contacto com aquilo que deve ser a nossa memória e a nossa história, que é fundamental. É isso que propomos no âmbito da feira”, assegura.
“A ideia é um pouco semelhante àquilo que temos feito, criações com a participação de artesãos a mercadores, as questões da indumentária da época, a gastronomia tradicional. Também aqui uma relevância talvez para as questões culturais e pedagógicas da história, o convite talvez às turmas de história e aos professores de história para poderem aproveitar a feira medieval para também transmitir alguns conhecimentos. Mas depois temos também cortejos temáticos, criações históricas, demonstrações de ofícios tradicionais à época, espetáculos de música e dança antiga. Portanto, temos aqui uma oferta diversificada que pretende, de alguma maneira, dar a conhecer como é que naqueles tempos, digamos, as pessoas se divertiam, por um lado, e também negociavam, por outro, uma vez que estamos a falar de uma feira e na altura as feiras eram muito importantes, eram, aliás, os momentos mais importantes de trocas nas localidades onde ocorriam”, acrescenta ainda o autarca.
O Município de Arronches aderiu a um inovador projeto da empresa Get2C que visa disponibilizar às pequenas e médias empresas do concelho acesso gratuito a uma solução simples e inovadora, que permite calcular a pegada de carbono da empresa, identificar medidas de redução de emissões e custos operacionais e dar um passo concreto rumo a uma atividade mais sustentável e competitiva, através da plataforma ‘Get2Zero’.
Para apresentar o projeto, integrado no programa DIH4ClimateNeutrality, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, estiveram junto dos empresários do concelho os técnicos da Get2C, numa sessão que decorreu no Convento de Nossa Senhora da Luz.
Assim, acompanhados pelo executivo autárquico, nas pessoas do vice-presidente Paulo Furtado e da vereadora Maria João Fernandes, os técnicos Jorge Cristino e Maria João Ramos começaram por fazer uma abordagem às causas, efeitos e ação das alterações climáticas, bem como do ponto de situação da neutralidade carbónica. Posteriormente foi falado do papel das autarquias na transição climática, antes da apresentação da calculadora disponibilizada, a qual pode ser acedida pela seguinte ligação: https://cm-arronches.get2zero.pt/.
A sessão visou ainda atingir objetivos como contextualizar sobre as causas e efeitos das alterações climáticas, contribuir para a mobilização do Município no caminho da descarbonização, dar a conhecer o atual enquadramento institucional, demonstrar de que forma se pode agir em conformidade com um modelo de desenvolvimento sustentável e desenvolver conhecimentos sobre poupanças financeiras ao Município de Arronches.
Da parte da autarquia, os serviços administrativos estão totalmente disponíveis para apoiar os empresários que pretendam aderir à plataforma e trabalhar com esta calculadora, podendo os mesmos deslocar-se presencialmente à Câmara Municipal ou entrar em contacto através dos meios habituais.
A exposição ‘El Tendedero / Archivos Imaginados’, de Mónica Mayer e Lourdes Murillo, com curadoria de Montaña Hurtado, está patente no Museu Extremenho e Iberoamericano de Arte Contemporânea (MEIAC), em Badajoz.
Esta mostra, que coloca no centro as vivências das mulheres e a sua presença no espaço público, pode ser visitada até ao dia 7 de junho de 2026.
A peça central é “El Tendedero” (O Estendal), uma obra icónica da arte feminista que utiliza a participação e a memória coletiva para transformar experiências privadas em reflexão pública.
Famílias e grupos de amigos de São Vicente trocaram, no decorrer deste último fim de semana prolongado, o conforto das suas casas pelo campo para cumprir, um ano mais, a tradicional romaria em honra de Nossa Senhora da Ventosa.
De “armas e bagagens”, a população voltou a mudar-se para o campo, onde, em contacto direto com a natureza, se voltaram a viver momentos de puro convívio e diversão, com o São Pedro a ajudar à festa. “O nosso principal receio é sempre o tempo, mas estiveram dias bons, em que se conseguiu aproveitar ao máximo”, começa por dizer Rúben Ameixa, presidente da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, responsável pela organização do evento, com o apoio da Junta de Freguesia.
Com o objetivo de reunir sempre mais pessoas na romaria, a associação promoveu diversas iniciativas, como torneios de malha, um passeio de motos, uma garraiada e a caminhada do Dia da Mãe. “Todas as iniciativas tiveram uma boa adesão e, portanto, do meu ponto de vista, acho que correu tudo bem. Não houve nenhum incidente em nenhuma das iniciativas. Não podíamos estar mais satisfeitos”, assegura o responsável. A par das atividades organizadas pela associação, o feriado de 1 de maio ficou marcado pela tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Ventosa.
Fora todos aqueles que passaram pelo recinto, terão sido “cerca de cem pessoas” aquelas que, durante estes dias, estiveram acampadas junto à capela da Ventosa, espaço totalmente requalificado pela Câmara Municipal há já mais de 20 anos. “Lembro-me que vinha a esta festa e só existiam quatro paredes sem cobertura: era isso que era a capela da Senhora da Ventosa. Em boa altura, eu e o senhor presidente da junta, António Malhado, levantámos então esta capela. E esta capela hoje está em perfeitas condições e todas as pessoas que aqui vêm revêem-se precisamente na Senhora da Ventosa”, dizia o presidente da Câmara, Rondão Almeida, aos microfones da Rádio ELVAS na passada sexta-feira, quando se juntou à população local para o almoço oferecido pela junta de freguesia.
Já o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, que agradece à Associação de Festas por cumprir, um ano mais, a tradição, assegura que estes foram dias, sobretudo, de “convívio e festa”. “Foram três dias e quatro noites que se passaram aqui em convívio: dever cumprido, tanto da população como dos festeiros que conseguiram cumprir a tradição”, assegura.
O Portalegre Gaming Fest está de regresso ao Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), nos dias 9 e 10 de maio.
Depois de uma primeira edição de sucesso, no ano passado, durante a qual a associação Manobra Principal conseguiu reunir cerca de 1.200 visitantes, o evento volta a oferecer aos amantes dos videojogos e da cultura pop um conjunto de iniciativas, como torneios, demonstrações e as mais diversas atividades interativas.
Destacando, desde logo, a apresentação de jogos criados por estudantes de Portalegre no decorrer do festival, e não tendo dúvidas de que estes serão “dois dias fantásticos”, Bruno Azeitona, presidente da associação, revela que, desta feita, estarão disponíveis para o público “ainda mais consolas retro, máquinas de arcade e de realidade virtual”.
“O primeiro festival correu muito bem, tivemos muita gente, muita gente de fora, tivemos muitas consolas retro e agora claramente passámos para o nível 2. Vamos ter algumas curiosidades, vamos ter jogos criados por estudantes locais, estudantes da Escola Mouzinho da Silveira e estudantes do Politécnico que criaram os jogos e vão apresentá-los lá. Na edição anterior tivemos apenas um e agora vamos ter sete”, avança o responsável.
No decorrer do evento, que promete ser uma verdadeira “viagem no tempo para muitos”, o público poderá desfrutar de consolas desde os anos 70 até às mais recentes. “Vamos ter torneios, muitos jogos novos, muitos jogos antigos. Acho que vai ser uma partilha de emoções a todo o nível”, assegura Bruno Azeitona.
Sendo este um festival para toda a família, para além das consolas e dos videojogos, não ficarão de fora os mais tradicionais jogos de tabuleiro: “É um festival para todas as idades, é um festival para toda a gente, porque lá está, os jogos de tabuleiro também puxam muita gente, assim como os torneios de xadrez, e vai ser muito giro”.
Outra das grandes apostas do Portalegre Gaming Fest recai sobre o cosplay, isto é, a prática de vestir e interpretar personagens de jogos, filmes ou séries, que acaba por dar sempre um “ambiente totalmente diferente ao evento”. “Temos aqui algumas inscrições e vamos ter personagens totalmente diferentes, do mundo do anime, dos videojogos e de filmes, em que cada um encara a sua personagem, o seu herói, digamos assim. É muito giro e já no ano passado, quando lançámos o festival e o formulário para quem se quisesse inscrever, nunca pensámos em ter alguém e tivemos cerca de 20 cosplayers”, recorda o presidente da associação.
À semelhança do que aconteceu no ano passado, a entrada no festival volta a ser gratuita. Tanto no dia 9 como no dia 10, o evento vai abrir portas às 10 horas e encerrar às 20 horas.