Associação Évora 2027 vai gerir capital Europeia da Cultura

Carlos Pinto de Sá

A Associação Évora 2027, criada com oito entidades, lideradas pela Câmara Municipal de Évora, vai gerir a Capital Europeia da Cultura.

Segundo explica o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá, a criação desta associação era “uma exigência” que já estava “prevista no dossiê de candidatura” de Évora a Capital Europeia da Cultura.

“Esta associação fará, sobretudo, a gestão das ações imateriais da Capital Europeia da Cultura, já que as ações materiais, isto é, aquelas que têm a ver com os investimentos na área física, como é o caso do pavilhão multiusos ou do espaço para a centro de Dança Nacional Contemporânea, esses investimentos serão feitos à parte, com projetos próprios”, revela o presidente. Um desses projetos, “a arrancar em breve”, adianta o autarca, diz respeito ao estádio desportivo, “que resultou de um concurso que a Câmara lançou e que foi ganho pelo Juventude Sport Clube”. A esperança é que a  construção do estádio possa começar já este ano.

Com uma “particular atenção” a ser dada às escolas, para que a comunidade escolar comece a ser mobilizada em torno do evento,  Carlos Pinto de Sá explica ainda que se pretende que a construção dos projetos da Capital Europeia da Cultura seja “aberta”, podendo contar com “a participação de todos”.

A Comissão Executiva Évora2027 é liderada pela Câmara Municipal de Évora e integra ainda a Direção Regional de Cultura do Alentejo, a Universidade de Évora, a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, a Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, Turismo do Alentejo, Fundação Eugénio de Almeida e Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.

Recorde-se que esta será a quarta vez que Portugal acolhe a iniciativa Capital Europeia da Cultura, depois de Lisboa em 1994, o Porto em 2001 e Guimarães em 2012.

“Sal & Brasa” restaurante em Elvas aposta nos grelhados

O Restaurante “Sal e Brasa” a funcionar à poucos meses em Elvas, na Avenida 14 de janeiro, junto ao Hotel Vila Galé, tem segundo o proprietário, Filipe Leão, os pratos confecionados à base de grelhados

Segundo o proprietário Filipe Leão, no estabelecimento aposta ainda no “leitão frito, carne de porco preto grelhada, picanha, bife à casa, bacalhau dourado e assado, sendo que o prato mais solicitado é o leitão frito”.

No que diz respeito a bebidas é dado destaque aos vinhos alentejanos, “o vinho da Casa é o Monte Velho que resulta de uma parceria com a Herdade do Esporão”.

Filipe Leão adianta ainda que as sobremesas são todas caseiras e têm disponíveis: “bolo de bolacha, leite creme, baba de camelo, mousse de chocolate, bolo de bolacha, bolo de chocolate e sericaia com ou sem ameixa”.

O proprietário adianta ainda que já pensa, no verão alargar o espaço com mais uma esplanada. “Pretendemos fazer, na parte exterior, uma outra esplanada para o verão e a ideia é à noite fechar sala de refeições e trabalhar apenas na rua”, garante.

Restaurante “Sal & Brasa” o novo estabelecimento em Elvas, que conta com 27 lugares, no interior e uma esplanada fechada. As reservas podem ser feitas através dos contactos telefónicos 96 770 96 96 ou 268 038 404.

A vida testou a resiliência Paulo Dias que respondeu “aceitar, trabalhar e acreditar”

“Aceitar, trabalhar e Acreditar” são as palavras que movem o campomaiorense Paulo Dias, depois de há sete anos ter sofrido uma grave hemorragia cerebral, que o deixou entre a vida e a morte.

Licenciado em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Saúde de Alcoitão, assumia funções de coordenador da unidade Delta Saúde do Grupo Nabeiro-Delta Cafés. Passando por um longo processo de recuperação e reabilitação, atualmente Paulo Dias, ainda que com algumas sequelas do acidente que sofreu, continua bastante ativo na comunidade: é voluntário na Associação Coração Delta, nas áreas de intervenção precoce e de apoio ao desenvolvimento de crianças e jovens, e também no Agrupamento de Escolas de Campo Maior na unidade de multideficiência.

Em abril lançou o livro “Aceitar, Trabalhar, Acreditar – A Prova de Resiliência de Paulo Dias”, escrito por Cláudia Poeiras. Este livro segundo explica Paulo, assume-se como uma “fonte inspiração para outras pessoas, para que percebam que tudo é possível”.

Este campomaiorense é uma verdadeira prova de superação e resiliência e sente-se muito grato por tudo o que a comunidade fez por si, pelo que este gesto de doação dos livros é um de muitos que tem tido, como forma de agradecimento, até porque Paulo Dias diz mesmo que “a gratidão é a memória do coração”.

Recuperamos a entrevista de Paulo Dias na Rádio Elvas para nos falar sobre a situação pela qual passou, bem como dos projetos que tem para o futuro. A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:

Ginásio Sénior promove caminhada noturna

Foto de arquivo

O Ginásio Sénior da Universidade Sénior de Elvas organiza a oitava edição da caminhada noturna, para toda a população, a ter lugar no dia 26 de julho, sexta-feira, pelas 21h30.

Os participantes devem levar roupa e calçado adequado para o efeito, lanterna e colete refletor.

As inscrições podem ser feitas no Ginásio Sénior ou pelo telefone 268 639 740.

O ponto de encontro e partida da caminhada é na Praça da República.

Esta iniciativa conta com a organização da Câmara Municipal de Elvas.

“Os quatro e meia” encerram o palco desta edição da FAE

Os Quatro e Meia vão ser a banda portuguesa fará o encerramento desta edição da FAE, no dia de hoje, domingo.

Depois de esgotarem salas por todo o país, a banda sobe ao palco em Arronches para dar ao público temas como “Na escola”, “Sentir o sol”, “P´ra frente é que é Lisboa”, “Olá solidão” e muito mais.

ERT procura potenciar Enoturismo e o Turismo Rural no Alentejo e Ribatejo

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo procurou potenciar as oportunidades de turismo na região em conjunto com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Segundo explica o presidente da Entidade Regional de Turismo, pretende-se potencializar a comercialização de vários produtos turísticos, como o Cycling e os Caminhos de Santiago, nas agências de viagens do país, ainda que José Manuel Santos revele que, atualmente, apenas 20 a 25% da operação turística é vendida pelos agentes.

Com o objetivo de encontrar formas de potenciar o turismo na região, a Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo reuniu com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Segundo explica o presidente da Entidade Regional de Turismo, pretende-se “potencializar a comercialização de vários produtos turísticos”, como o Cycling e os Caminhos de Santiago, nas agências de viagens do país, ainda que José Manuel Santos revele que, atualmente, apenas “20 a 25%” da operação turística é vendida pelos agentes. “A operação turística hoje está muito desintermediada, ou seja, é muito vendida diretamente ao consumidor”, revela.

Contudo, e a pensar naqueles que continuam a preferir as agências de viagens, para terem acesso a uma “solução personalizada de programa”. “O que nós queremos é colocar mais produto turístico nos balcões das agências de viagens em Portugal”, como os “centros de Cycling, os percursos de caminhada, os Caminhos de Santiago”.

Com a intenção que venha a ser definido um protocolo de colaboração com a APAVT, José Manuel Santos revela ainda que os produtos turísticos do Alentejo e Ribatejo já estão a ser divulgados junto dos agentes.

O Enoturismo e o Turismo Rural, no decorrer da reunião entre a Entidade Regional de Turismo e a Associação das Agências de Viagens, foram apontados como alguns dos focos de interesse para esta potencial parceria. O objetivo é não só promover essas e outras experiências turísticas, mas sobretudo potenciar a sua comercialização de forma mais eficaz.

“O Industrial” restaurante que apoia “os camionistas”

O restaurante “O Industrial” festejou nove anos aberto ao público em Elvas, é um estabelecimento “mais direcionado para os camionistas, pelo que conta até com duche e casa de banho própria, para que estes profissionais possam fazer a sua higiene pessoal”, como nos refere o proprietário José Reis.

Augusta Coutinho que revela que em termos de refeições o que difere entre “O Industrial” e o “Pára Y Come” (o outro restaurante destes empresários) são os pratos do dia, assegura que, nos dois estabelecimentos, tudo funciona da mesma forma.

Embora ambos os estabelecimentos sejam propriedade de José Reis e Augusta Coutinho, têm diferentes públicos-alvo. “O Industrial”, recorda o empresário, é um estabelecimento “mais direcionado para os camionistas”, pelo que conta até com duche e casa de banho própria, para que estes profissionais possam fazer a sua higiene pessoal. “Em tempos de pandemia ajudei-os bastante, contaram sempre comigo. Cheguei a ir, bastantes vezes, ao Caia levar-lhes comida”, recorda.

“Quando abri ‘O Industrial’ toda a gente me dizia que eram duas casas uma ao pé da outra, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra”, diz ainda José Reis.

Já Augusta Coutinho, que revela que em termos de refeições o que difere entre “O Industrial” e o “Pára Y Come” são os pratos do dia, assegura que, nos dois estabelecimentos, “tudo funciona da mesma forma”.

“O Industrial” situa-se na Rua de Portugal, na Zona Industrial de Elvas, enquanto o “Pára Y Come” está localizado na Boa-Fé.

Mickael Carreira sobe ao palco da FAE em Arronches esta noite

Mickael Carreira será o grande protagonista desta noite de sábado na FAE 2024.

Sendo este um dos artistas mais acarinhados do público português, promete encantar Arronches, desde os seus temas clássicos, como “Porque ainda te amo” e “Bailando”, aos novos lançamentos, como “Se não houvesse amor”.

Festival Raya termina ao som de Ivandro

O Festival Raya chega na noite deste sábado ao fim, em Campo Maior.

Nesta última noite do evento, promovido pela Câmara Municipal, atuam, para além de Ivandro, os XP Covers, Quarto Escuro e DJ V1na.

As portas do recinto, no parque de estacionamento das piscinas municipais da vila, abrem às 21 horas. Os bilhetes têm um custo de seis euros.

Duas escolas, Cine-Teatro e nova fase do Aqueduto para requalificar

O Município de Elvas vai realizar obras, quer no Ciclo da Boa-Fé, quer na Escola Básica de Vila Boim, num investimento total a rondar os quatro milhões de euros (dois milhões em cada estabelecimento de ensino).

Neste momento, de acordo com o presidente Rondão Almeida, os processos encontram-se ainda em “fase de candidatura”, à espera de aprovação, ao abrigo do programa operacional Portugal 2030, para que as “obras possam ser lançadas a concurso”. “São obras extremamente complicadas e vamos precisar de ter muito cuidado, uma vez que se vão realizar com as aulas a funcionar”, revela o autarca.

No que toca à Escola de Vila Boim, trata-se de uma obra para ampliação das atuais instalações, para que possam ter “mais salas de aula e laboratórios, para a população escolar ter todas as condições que são exigidas”. Já no caso da Escola da Boa-Fé está em causa uma requalificação em termos de “eficiências térmicas”.

A par das obras nas escolas, adianta ainda o presidente, também os projetos da segunda fase de requalificação do Aqueduto da Amoreira e da modernização do cineteatro municipal aguardam, nesta altura, a abertura dos avisos do Portugal 2030.