Vila Viçosa é um dos 20 municípios do país, e único do Alentejo, que aumentou a isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de três para cinco anos.
Esta medida permite alargar a isenção temporária a quem comprou a primeira casa para habitação própria e permanente ou fez obras de reabilitação.
“Não é só dizermos que os impostos são muitos, que as pessoas estão afogadas em impostos e que, de facto, é necessário ajudar as famílias”, começa por dizer o presidente da Câmara de Vila Viçosa, Inácio Esperança. Assegurando que é com atos e não com palavras que o município ajuda a população do concelho, o autarca revela que a Câmara Municipal já reduziu a taxa de IMI para o mínimo. “Os calipolenses e os habitantes do concelho de Vila Viçosa pagam uma taxa mínima de 0,3%”, revela.
Em relação ao alargamento do período de isenção de IMI, Esperança adianta que, assim que “houve essa hipótese”, o município aderiu à medida “de imediato”.
Com o objetivo de atrair e fixar famílias e empresas em Vila Viçosa, a Câmara Municipal criou ainda um regulamento de benefícios fiscais, que inclui “várias isenções, incluindo mais isenções de IMI e até por mais anos”.


“Crer para Ver”: é esta a exposição, da autoria de Patrícia Magalhães que, até início de outubro, dá outra vida à Casa da Cultura de Elvas, com várias mensagens associadas, ao nível da sustentabilidade, mas também da saúde.






































O Município de Campo Maior dedica a semana de 21 a 29 de setembro aos Maiores, isto é, à franja mais velha da população do concelho que, por esses dias, terá oportunidade de participar num vasto leque de atividades.
Tal como aconteceu no início do ano letivo passado, a Câmara Municipal de Estremoz volta a oferecer os cadernos de atividades de Português, Matemática, Estudo do Meio e Inglês aos alunos do 1.º ciclo.
O Município de Campo Maior tem uma nova identidade gráfica, que se assume como a nova imagem institucional da Câmara Municipal.
Uma nova espécie de planta, a Ferulago brachyloba, foi descoberta pelos investigadores Miguel Porto e por Sara Lobo Dias, nas margens do Rio Xarrama, no distrito de Évora, sendo que só se conhece a sua existência em Portugal e Espanha.
“Semiótica das Cores” é o título da exposição de obras a acrílico e aguarela da designer e artista plástica elvense Elisabete Matias, inaugurada este sábado, 7 de setembro, no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) António Tomás Pires.
“O Perdurável Inventário de Efémeros”, de Yanis Barbacena, pseudónimo do campomaiorense Fernando Fitas, é a obra vencedora da terceira edição do Prémio Literário Hugo Santos, promovido pelo Município de Campo Maior.
Já teve início, em Degolados, a obra da nova casa mortuária, num investimento superior a 400 mil euros.
O programa Porta 65, criado para apoiar o arrendamento jovem, sofreu recentemente algumas alterações, que o tornaram mais abrangente.