A Comunidade das Monjas Concepcionistas da Ordem da Imaculada Conceição do Mosteiro de Campo Maior celebrou, na manhã do passado sábado, dia 9 de novembro, a tomada de hábito da postulante Raquel Soriano Dominguez.
A cerimónia, seguida de eucaristia de ação de graças, teve lugar na Igreja do Mosteiro em Campo Maior, sendo presidida pelo Arcebispo Emérito de Évora, D. José Alves.
“A Raquel é uma jovem de 22 anos, natural de Málaga – Espanha e é a número cinco de 14 irmãos. Nasceu no seio das comunidades neocatecumenais, onde cresceu e amadureceu a sua fé e onde foi sentindo o chamamento do Senhor a entregar-se a Ele, concretizado nesta forma de vida, na Ordem da Imaculada Conceição, onde agora inicia o seu tempo de formação mais intenso, no Noviciado”, revela a Arquidiocese de Évora.
O Município de Campo Maior esteve representado nesta cerimónia pelo vice-presidente Paulo Pinheiro. Presentes também estiveram muitos familiares e amigos da jovem que agora inicia a sua vida religiosa.
O Green Cork Escolas consiste num programa que aposta na parceria com a comunidade escolar, social e escutismo na promoção de iniciativas ambientais mais conscientes e responsáveis pela preservação e respeito à natureza.
Visando a promoção da sustentabilidade, o programa Green Cork Escolas, divulga a cortiça (material proveniente da casca do sobreiro, árvore abundante no sul de Portugal) como material totalmente reciclável e reutilizável. A recolha de rolhas de cortiça contribui para o financiamento de iniciativas de reflorestação de árvores autóctones, entre elas o sobreiro (única árvore do mundo com cortiça – e é atualmente, uma espécie típica da região mediterrânica).
Os principais objetivos do projeto, promovido pela Quercus, Missão Continente e Corticeira Amorim, passam pela recolha de rolhas de cortiça usadas; criação e divulgação de material de promoção nas escolas, nas IPSS e junto dos escuteiros e das suas comunidades envolventes, para tornar os jovens mais conscientes do bem-estar ecológico; e contribuir para a plantação de espécies autóctones, através do retorno da recolha de rolhas, que permite o financiamento de iniciativas apoiadas pelo projeto Floresta Comum.
As regras da campanha para as escolas e IPSS estão definidas no regulamento e têm por objetivo definir critérios de participação justa para cada grupo. O regulamento deve ser cuidadosamente lido e devem ser respeitadas todas as indicações nele incluídas.
Este é o tema em destaque, esta semana, no programa “Ambiente em FM”, com José Janela, da Quercus. Para ouvir no podcast abaixo.
Realizou-se no passado sábado, dia 9 de novembro, o primeiro Passeio TT de Campo Maior, organizado pelo Grupo TT “Toca do Lobo”, que contou com cerca de 70 viaturas e mais de 200 participantes.
O presidente do Município, Luís Rosinha, juntou-se ao grupo no Centro Comunitário de Ouguela, onde decorreu o “reforço” da prova, e teve oportunidade de fazer um troço do percurso.
O presidente da Junta de Freguesia da Expectação, Hugo Rodrigo, também participou nesta iniciativa.
Nos dias 11 e 12 de novembro, segunda e terça-feira, respetivamente, a Aquamaior – Águas de Campo Maior, S.A. irá proceder à conclusão da intervenção de desbaratização e desratização na vila de Campo Maior, no seguimento da impossibilidade de ter sido concluída devido a adversidades climáticas.
Para que o resultado da aplicação de rodenticidas e inseticidas, em todas as sarjetas e tampas de esgoto das áreas urbanas seja o mais eficaz possível, solicita-se à população para que tenha o cuidado de tapar, nos logradouros e quintais das suas habitações, todo e qualquer ralo, esgoto ou local por onde baratas e outros animais possam tentar fugir.
Caso surja alguma questão ou problema em consequência desta intervenção, por favor contacte os serviços da Aquamaior, através do número 268 689 309.
Agradecemos toda a compreensão e colaboração, por parte da população e tentaremos realizar os trabalhos no mais curto espaço de tempo, para causar o menor constrangimento possível.
O Clube do Diabético de Elvas celebra, este mês, o seu 29º aniversário, com diversas iniciativas, todas elas de homenagem ao seu antigo responsável técnico e fundador, falecido em outubro do ano passado: o médico Pintão Antunes.
Ao longo de 29 anos o clube pretendeu desenvolver ações de sensibilização do combate à diabetes. No entanto, o percurso desde a sua criação tem sofrido oscilações, mantendo em suspenso as atividades.
Este ano o clube volta a executar iniciativas para ajudar a combater a diabetes.
Para celebrar este aniversário, o clube vai realizar diversas atividades, nos próximos dias 18, 23 e 24. Já no dia 22, será prestada uma homenagem ao Dr. Pintão Antunes, na sala de reuniões da Fundação Mariana Martins.
As inscrições e pagamento para a caminhada e almoço de aniversário são feitas na sede da associação e estão abertas até domingo. Para sócios a caminhada e o almoço de aniversário têm o custo de 17 euros, enquanto para amigos tem o valor de 22 euros.
A entrevista completa aos membros do Clube do Diabético de Elvas, onde realçam a história da associação, a importância de combater a diabetes e as atividades que têm previstas realizar, para ouvir no podcast abaixo:
Com a transformação digital do setor bancário, a relação dos clientes bancários que migram das tradicionais agências para os canais digitais é notória. Hoje em dia, abrir uma simples conta à ordem é um processo realizado em poucos minutos através do smartphone. Em Portugal, o número de clientes digitais continua a crescer, representando quase dois terços do total de clientes dos maiores bancos nacionais.
Nos últimos anos a forma como os consumidores se relacionam com a Banca alterou-se profundamente. O serviço bancário, até há pouco tempo, era prestado aos consumidores numa agência, promovendo relações de grande proximidade entre o consumidor e o gestor da sucursal. Porém, a comodidade, a rapidez e até a simplificação de processos que a banca digital trouxe ao quotidiano do consumidor conquistou a sua preferência.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
Através da Missão Cascas Solidárias, quem, em Estremoz, reciclar cascas de fruta e de legumes, vai estar a contribuir para uma causa solidária.
À quantidade de resíduos orgânicos que a população separar e depositar, nos equipamentos domésticos ou comunitários, será atribuído um valor que, posteriormente, irá ser convertido em apoio monetário.
O projeto, já com algum tempo de existência, lembra a vice-presidente da Câmara de Estremoz, Sónia Caldeira, iniciou-se com um trabalho de sensibilização da população, para que as pessoas tivessem os seus próprios compostores. Desta vez, adianta, a Missão Cascas Solidárias reverte para a aquisição de cadeiras de rodas.
Ao separar e valorizar os biorresíduos, através da compostagem, a população está a contribuir para o bem-estar ambiental, social e económico do concelho. O apelo, por parte do município, para que as pessoas peçam os seus compostores domésticos, revela Sónia Caldeira, tem sido “constante”. A autarca destaca a importância do projeto, “não só pela redução de lixo que é deitado em contentores de lixo doméstico, mas porque pode ser aproveitado por quem tem um quintal em casa e gosta de ter plantas. Desta maneira, consegue utilizar a compostagem (para fazer fertilizante 100% orgânico)”.
Para fazer o depósito de resíduos orgânicos existem duas formas: nas ilhas de compostagem disponíveis no centro de Estremoz, através de um cartão de acesso e de um recipiente gratuito, ambos requisitados na Câmara Municipal. É também possível adquirir um compostor doméstico em qualquer uma das Juntas de Freguesia do concelho ou ligando para o 268 339 200.
Quase 40% do que é colocado no lixo comum são resíduos orgânicos que, se reciclados, deixariam de ser uma despesa e passavam a ser uma fonte de investimento. Quem fizer compostagem vai estar a contribuir para a redução do desperdício alimentar e da quantidade de resíduos enviados para aterro; vai produzir, de forma gratuita, fertilizante orgânico de elevado valor nutricional; contribui para a mitigação das alterações climáticas e para o combate à desertificação dos solos, assim como para a redução dos custos com o transporte e tratamento do lixo indiferenciado. Além disso, em Estremoz, ao fazer compostagem a população poderá ainda apoiar instituições de solidariedade social locais, por meio da iniciativa Missão Cascas Solidárias.
A Escola Secundária de Campo Maior e o Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro receberam, esta terça feira, dia 5 de novembro, o exercício público de sensibilização para o risco sísmico, A Terra Treme.
A iniciativa, promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em colaboração com o Município de Campo Maior e com o Agrupamento de Escolas do Concelho, procurou exercitar os “três gestos que salvam – baixar, proteger e aguardar” – e dar a conhecer a todos os alunos, docentes e não docentes as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo.
O vice-presidente do Município, Paulo Pinheiro, a vereadora São Silveirinha, o Diretor do Agrupamento de Escolas, Jaime Carmona, dois engenheiros, em representação do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, em Portalegre, que fizeram o acompanhamento da evacuação de forma a poderem apresentar sugestões criticas e de melhoria e a Guarda Nacional Republicana, da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, no âmbito do programa Escola Segura do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, estiveram presentes no decorrer do exercício que contribuiu para o incremento de uma sociedade mais segura e resiliente às catástrofes.
Através da promoção e do desenvolvimento do projeto do cluster da aeronáutica e do aeroespacial, Ponte de Sor está, atualmente, “no centro dos pontos de interesse de captação de investimento e de investidores” neste setor da inovação tecnológica.
Dizendo-se “satisfeito” com tudo aquilo que Ponte de Sor já alcançou nesta área, com um crescimento em termos de postos de trabalho, o presidente da Câmara, Hugo Hilário, garante que é preciso “estar atento”, sempre com “sentido de responsabilidade acrescida”, tendo em conta “aquilo que ainda está para vir”.
O autarca não tem dúvidas de que qualquer território de baixa densidade populacional, como é caso de Ponte de Sor, terá sempre como objetivo “a criação de emprego e de mais e melhores postos de trabalho”, através da “atração de empresas e de investimentos”. “Foi isso que fizemos desde a primeira hora, aproveitando também a consolidação de alguns setores mais tradicionais do nosso tecido económico, como a indústria da transformação da cortiça, o agroalimentar e o agroflorestal, e depois promovendo e potenciando um projeto que é diferenciador do ponto de vista da inovação tecnológica e da internacionalização das atividades, que é o cluster da aeronáutica e do aeroespacial que, por si só, do ponto de vista tecnológico a isso obriga”, revela.
Hugo Hilário lembra que, nos próximos anos dois a três anos, serão vários os produtos a serem produzidos em Ponte de Sor, num investimento de cerca de 200 milhões de euros, através das agendas mobilizadas do PRR: é o caso do primeiro avião português, o LUS 222, e maior drone fabricado em Portugal. A entrar em fase de operacionalização, revela ainda o autarca, está um projeto da manutenção de aeronaves de grande porte.
Ponte de Sor encontra-se hoje nos mapas mundiais da indústria aeronáutica, depois de, em 2010, ter atravessado uma séria crise económica, com uma taxa de desemprego de 25%, imposta pelo encerramento de uma fábrica de componentes automóveis.
São várias as obras que a Câmara Municipal de Elvas tem em curso, ou para iniciar em breve, em todas as freguesias rurais do concelho.
A freguesia de Santa Eulália, no decorrer deste mandato, revela o presidente da Câmara, Rondão Almeida, irá “beneficiar de investimentos que andam muito à volta dos três milhões euros”. “Se agora estamos a falar numa pista peatonal, de seguida vamos ter de falar nas obras das calçadas, que começaram em 2021 e que agora vão recomeçar, que é para chegarmos ao final do mandato e termos o coração de Santa Eulália todo em granito e acabar com o alcatrão”, começa por dizer.
“Preocupado” com as listas de espera no lar de Santa Eulália, o autarca revela que “está, neste momento, a ser lançado a concurso a ampliação” daquela estrutura residencial para idosos. Serão criadas “mais 21 camas” e, com isso, “mais dez ou 12 postos de trabalho”. “É mais um milhão de euros que esta obra nos vai custar”, adianta.
Relativamente a São Vicente, Rondão Almeida explica que, e depois de algumas intervenções já concluídas, como a estação elevatória de esgotos, que, até então corriam a céu aberto em direção à Barragem do Caia, e do “recalcetamento de algumas ruas que estavam em mau estado”, segue-se o loteamento e a envolvente da Praça de Touros.
“A obra do loteamento, que era tão prometida e que nunca mais era feita, já está a ser concebida”, assegura o autarca, que revela ainda que a recuperação de toda a envolvente da Praça de Touros de São Vicente irá custar “quase 200 mil euros” à Câmara Municipal.
No que toca à União de Freguesias de Barbacena e Vila Fernando, Rondão Almeida destaca as obras a realizar no Lar da Associação dos Amigos de Vila Fernando, com vista a aumentar a sua capacidade. “Com uma grande lista de espera, temos já o projeto feito para lançar a obra a concurso. Ali iremos gastar cerca de 700 mil euros para criar capacidade para mais 12 ou 13 pessoas e mais cinco ou seis postos de trabalho”, explica.
No caso da Terrugem,o autarca destaca, para além da “requalificação total do parque de festas” já concluída, o loteamento, a nascer na Herdade de Santo António. “Sempre que se faz um loteamento, há gente a querer vir viver para a Terrugem e por isso comprámos a Quinta de Santo António. Não vendemos nenhuma herdade, como fizeram no passado. Nós pretendemos criar mais-valias para o nosso concelho”, garante.
A obra do loteamento na Herdade de Santo António deverá ser lançada em breve, garante o presidente, que explica que, com um investimento entre os 700 e os 800 mil euros, serão criados “87 lotes de terreno”.
No que concerne a Vila Boim, a Câmara Municipal de Elvas tem vindo a apostar “na requalificação da maior parte das ruas”. “Começou logo em 2021 a nossa obra, com cerca de quatro artérias que foram calcetadas a granito e estamos, evidentemente, com o projeto de construir umas piscinas em Vila Boim”, adianta.
No que toca a São Brás e São Lourenço, Rondão Almeida aponta os investimentos municipais para a construção de um Centro de Dia, “prometido há mais de uma década”. “O projeto está feito e mais dia, menos dia, será lançada a obra em construção, para que, para o ano, possamos inaugurar um Centro de Dia, sediado na Aldeia da Cruz”, remata o autarca.