Cineclube de Elvas apresenta ao público alguns dos melhores e mais recentes filmes portugueses

Iniciado no ano passado, o projeto do Cineclube de Elvas, do Coletivo Artístico 7350, tem levado ao Auditório São Mateus, aos sábados, alguns dos melhores filmes produzidos em Portugal.

Mas se no ano passado, o Cineclube “Ronca” abria as suas portas apenas um sábado por mês, agora está a promover mais sessões, sendo que, para além da exibição dos filmes, tem procurado trazer a Elvas os realizadores de alguns desses trabalhos de ficção.

O projeto, recorda o diretor artístico do Coletivo Artístico 7350, Luís Eduardo Graça, teve o seu arranque após “o sucesso” da primeira edição da “Ronca” – Mostra de Cinema de Elvas, em março de 2024. “Decidimos manter, este ano, na mesma tendência do cinema português, trazer filmes antigos, mas também atuais, e queremos sempre realçar os artistas alentejanos”, adianta.

Os filmes apresentados pelo Cineclube, garante o responsável, acabam por ser “um complemento totalmente diferente” à própria programação cinematográfica que a NOS apresenta, semanalmente, no Auditório São Mateus. “O nosso cinema é português, é cinema de qualidade, cinema independente, de autor. É também dar oportunidade a esta franja da população do interior de ver o que é que se passa nas grandes cidades”, acrescenta.

Sereno & Fonseca encerra produção, mas mantém Fábrica-Museu da Ameixa de Elvas aberta

A empresa elvense Sereno & Fonseca, que se tem dedicado, ao longo dos últimos anos, à transformação da Ameixa Rainha Cláudia, exclusivamente proveniente de ameixieiras localizadas no perímetro de Elvas, vai encerrar a sua produção.

Explicando os motivos que levam a este encerramento, o empresário José Carlos Fonseca revela, por outro lado, que a Fábrica-Museu da Ameixa de Elvas, localizada na Rua Martim Mendes, no centro histórico da cidade, vai manter-se aberta ao público: “a produção encerrou porque eu já tenha uma idade que não me permite andar a carregar e a descarregar fruta”.

Estando a fábrica localizada numa zona onde os fornecedores não chegam com as suas viaturas de transporte, o empresário lembra que era sempre ele quem ia ao encontro dos produtores, fazendo a carga e descarga da matéria-prima. “Um jovem consegue fazê-lo (as cargas e descargas), agora uma pessoa com mais idade já não”, assegura, dando conta que, por ano, a empresa “trabalhava cerca de seis toneladas” de fruta.

Lembrando que muitos dos turistas que visitam Elvas passam pela Fábrica-Museu, José Carlos Fonseca garante que é importante mantê-la aberta ao público: “temos registo de 30 mil pessoas que entraram aqui no museu e compraram, por isso, o património tem de estar aberto”.

Agora, a empresa prepara-se para fazer a transação do negócio ou estabelecer parcerias com outras entidades. “Temos várias ofertas, há várias entidades que se aproximaram para fazer ou parceira ou transação”, revela o responsável. Embora este seja um negócio que não se debate com a falta de clientes, o problema da localização da fábrica impede a melhoria da produção. “Precisa de mais maquinaria, mas nós estamos num sítio que só funciona mesmo à base da mão de obra. Terá de passar por uma mistura de produção artesanal com industrial, para ter o sucesso que o produto precisa”, acrescenta.

A par da ameixa, e através de um processo de confitagem, a Sereno & Fonseca vinha também a transformar o alperce, o figo e o pêssego.

Localizada na antiga fábrica Frutas Doces, fundada em 1919, a Fábrica-Museu era, aos dias de hoje, a única fábrica de Ameixas de Elvas ainda a laborar de acordo com o processo tradicional e a receita original dos conventos quinhentistas.

Neste espaço museológico, o visitante tem oportunidade de conhecer, não só a história desta especialidade, mas também a importância desta atividade económica no desenvolvimento da cidade de Elvas.

Terapias assistidas por cavalos são a grande aposta da nova Associação Hípica do Monte de São Brás

Acaba de nascer, em Elvas, uma nova associação: a Associação Hípica do Monte de São Brás.

Formada por um grupo de pessoas “dinâmicas e das mais variadas áreas da sociedade”, e tendo o seu quartel-general no Centro Hípico de São Brás, esta nova associação, começa por explicar um dos seus membros e responsável técnico do Centro Hípico, Luís Pereira (na imagem), “nada tem a ver” com a antiga associação dos Amigos do Cavalo de Elvas. “Com essa associação fez-se todo o trabalho que tinha de ser feito. Infelizmente, ficou por ali e nós, agora, entre eu e um grupo de pessoas, iniciámos esta nova aventura e este novo projeto”, adianta.

Dando conta que 90% das atividades da Associação Hípica do Monte de São Brás estarão centradas no Centro Hípico de São Brás, Luís Pereira revela que a intenção é “abranger outras partes da região, para poder levar o nome ‘cavalo’ a toda a gente e não só a alguns”. Por outro lado, este novo grupo de trabalho tem também em mente fazer com que Elvas volte a ser, como foi em tempos, a “Meca do cavalo”.

Nas terapias assistidas por cavalos a associação tem uma das principais apostas. “Para isso, vamos criar formações próprias das terapias e continuar o trabalho que tem sido desenvolvido, até hoje, no Centro Hípico de São Brás, por parte da APPACDM de Elvas e de outras instituições que têm vindo a trabalhar connosco, reforçando o laço com as mesmas, mas abrindo parcerias para novas aventuras”, esclarece.  

A entrevista completa a Luís Pereira para ouvir no podcast abaixo:

Moscovo acolheu estreia da obra musical “Rêverie” de Vasco Pereira

Foi no passado domingo, 26 de janeiro, que a obra musical “Rêverie”, do maestro campomaiorense Vasco Pereira, foi apresentada, pela primeira vez, ao público.

A obra estreou em Moscovo, na Rússia, mais especificamente no Conservatório Estatal Tchaikovsky, pela mão das instrumentistas russas Ekaterina Milkina e Elizaveta Danilina. “Rêverie” é um duo de flauta e piano.

 O momento da atuação das duas artistas para assistir no vídeo abaixo:

Município de Campo Maior e ADRAL promovem sessões de apoio à promoção e desenvolvimento económico

O Município de Campo Maior, em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), põe ao dispor dos empresários do concelho sessões de apoio à promoção e desenvolvimento económico, através de atendimentos mensais.

Nestas sessões, os empresários e empreendedores podem ter apoio no desenvolvimento da sua ideia de negócio, bem como ser encaminhados no sentido de encontrar os apoios financeiros mais adequados para concretizar o seu projeto.

Este atendimento é gratuito e deve ser marcado com antecedência pelo email candidaturas@cm-campo-maior.pt ou através do número de telefone 268 680 309.

A próxima sessão realiza-se no próximo dia 18 de fevereiro. As sessões decorrem no gabinete de atendimento do Balcão Único da Câmara Municipal de Campo Maior.

Torneio Nadador Completo reuniu mais de 150 atletas em Campo Maior

Campo Maior recebeu cerca de 150 atletas de dez clubes, incluindo o Sporting Clube Campomaiorense, no passado sábado, dia 25 de janeiro, no Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova, para mais uma edição do Torneio Nadador Completo.

A cerimónia de entrega de medalhas contou com a participação do presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, dos vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha, de Vanda Portela, em representação da Junta de Freguesia de São João Baptista, e do presidente da Junta de Freguesia de Degolados, João Cirilo.

A prova foi organizada pela Associação de Natação do Interior Centro (ANICENTRO), com o apoio do Município de Campo Maior.

Exposição “Não São Só Flores” abre programação de 2025 do espaço.arte em Campo Maior

A artista plástica Catarina Pinto Leite inaugurou, no passado sábado, 25 de janeiro, a exposição “Não São Só Flores”, no espaço.arte, em Campo Maior, sendo esta a primeira mostra do ano naquele espaço municipal .

Sob o mote “sintomas de um sentir infinito”, a autora tem em exposição cerca de duas dezenas de obras, produzidas com recurso a diversas técnicas, como cera de abelha e óleo sobre papel japonês ou acrílico sobre linho.

Para Helena Mendes Pereira, autora do texto de abertura do catálogo da exposição, os trabalhos de Catarina Pinto Leite possuem “uma evidente sugestão formal” que levam o espectador “para o universo conhecido da natureza, das plantas, (…) e assim uma extraordinária oportunidade de, no silêncio que as obras impõem, pensarmos o mundo”, evidenciou.

Esta exposição, de entrada gratuita, fica patente ao público até dia 20 de abril. Na inauguração estiveram presentes o vice-presidente do Município de Campo Maior, Paulo Pinheiro, as vereadoras São Silveirinha e Fátima Vitorino, Vanda Portela, em representação da Junta de Freguesia de São João Baptista, e Manuel Costa Cabral, curador da exposição.

Trânsito cortado na estrada que liga Campo Maior a Degolados para remoção de camião

A Estrada Nacional 371, entre Campo Maior e Degolados, tem estado cortada ao trânsito, depois de ontem, 21 de janeiro, ao final da tarde, um pesado de mercadorias ter tombado na berma da via.

A estrada está cortada ao trânsito desde esse momento, sendo que os Bombeiros de Campo Maior informam que a circulação deverá ser possível, já a partir das 15 horas, após terminados os trabalhos de remoção da viatura da estrada.

Câmara Municipal de Estremoz recolhe laranjas e faz oferta à população

A Câmara Municipal de Estremoz está a proceder à recolha de laranjas nas ruas de toda a cidade, com o intuito de disponibilizar as mesmas para toda a população.

De forma a evitar o desperdiço alimentar, qualquer pessoa pode beneficiar desta iniciativa dirigindo-se à Esplanada dos Congregados (antiga Praça do Peixe), com um saco, e levar consigo as laranjas que necessitar de forma gratuita.

Com esta iniciativa, é possível conciliar o aproveitamento de frutos biológicos com uma alimentação saudável.

Circulação interrompida devido a colisão na estrada Elvas-Campo Maior com um ferido encarcerado

Um ferido foi o resultado de um acidente, na manhã desta terça-feira, dia 21 de janeiro, junto à Barragem do Perdigão, na Estrada Nacional 373 (Km 18,500), entre Elvas e Campo Maior. O trânsito encontra-se totalmente interrompido.

O acidente resultou da colisão entre um veículo ligeiro de passageiros e um carro de patrulhamento da GNR. O alerta para a ocorrência foi dado às 9h04, sendo que a vítima, uma mulher de 24 anos, ainda se encontra encarcerada dentro do veículo de passageiros.

Para o local foram mobilizados sete operacionais, entre Bombeiros Voluntários de Elvas e GNR, apoiados por três veículos.

Foi avançado pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Portalegre que a vitima de 24 anos, tratando-se de um ferido leve, foi transportada para o Hospital Santa Luzia, em Elvas.