A Coligação Democrática Unitária – PCP PEV vai concorrer a todos os órgãos autárquicos do concelho de Portalegre, tornando públicos os seus cabeças de lista às diferentes freguesias e uniões de freguesias do concelho de Portalegre.
José Manuel Belacorça, 60 anos, Administrativo de Produção, é candidato à União das Freguesias da Sé e São Lourenço; Francisco Navalha, 35 anos, Abastecedor de Combustíveis, é candidato à Assembleia de Freguesia de Alagoa; Verónica Pereira, 39 anos, enfermeira especialista, concorre à Assembleia de freguesia de Alegrete; Manuel Guedelha, 68 anos, Técnico de Segurança Passiva contra Incêndios, é o candidato à Assembleia de Freguesia de Fortios; José Maria Reizinho, 69 anos, ferroviário, concorre a Reguengo e São Julião e Elisabete Morais, 50 anos, auxiliar hospitalar, à União de freguesias da Ribeira de Nisa e Carreiras.
A certificação no mercado agrícola é o tema em destaque na edição desta semana do programa “Agricert: do Alentejo para o Mundo”.
De acordo com Diana Silva (na imagem), gestora de qualidade da empresa sediada em Elvas, a certificação não é mais que “o garante do cumprimento de alguns critérios que trazem, tanto ao cliente, como a quem produz, alguns benefícios”, como valor acrescido e uma garantia de segurança alimentar. Para o cliente final, qualquer produto certificado, para além de “altamente diferenciado”, é, garantidamente, um produto de excelência.
Neste segundo episódio do programa, Diana Silva dá também a conhecer os diferentes tipos de certificações existentes nesta área do mercado agrícola: as de produtos e as de processos, estas últimas “mais dentro do sistema de gestão”.
Já os esquemas de certificação tanto podem ser privados, como é o caso do Global GAP (que tem como objetivo assegurar a segurança alimentar ao consumidor, a proteção do meio ambiente, a produção sustentável e o bem-estar dos trabalhadores e dos animais), como regulamentares, como a produção biológica e a produção integrada.
O episódio do programa “Agricert: do Alentejo para o Mundo” para ouvir na íntegra no podcast abaixo:
Com vista à aquisição de um Sistema de Compressão Torácico Automático, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas, através de uma proposta apresentada pelo presidente da direção, Amadeu Martins (na imagem), encontra-se a votação, até final de setembro, à edição deste ano do Orçamento Participativo, promovido pela Câmara Municipal de Elvas.
Dando conta das mais-valias deste Compressor Torácico Automático, “essencial à emergência pré-hospitalar”, Amadeu Martins começa por dizer que a corporação encontrou aqui “uma oportunidade” para tentar apetrechar e “melhorar” o leque de equipamentos que os soldados da paz elvenses têm ao seu dispor.
“Na nossa cidade de Elvas, que é uma cidade envelhecida, os bombeiros, com as muitas ocorrências que diariamente têm, principalmente ao nível dos lares do nosso concelho, muitas vezes deparam-se com paragens cardiorrespiratórias. Os elementos que lá vão, se o fizerem manualmente, o que lhes vai causar muito cansaço, podem não conseguir fazer com que a coisa corra bem”, explica. “Este aparelho automático irá substituir esse homem, com mais precisão, muito melhor do que o ser o humano possa fazer, porque é uma cadência mais aperfeiçoada, mais rítmica. Temos em crer que, muitas das vezes, irá salvar vidas”, acrescenta.
Em causa está um investimento de 15.500 euros. Embora seja um “aparelho caro”, o objetivo da Associação Humanitária era, de futuro, conseguir equipar com este Sistema de Compressão Torácico Automático as suas seis ambulâncias de socorro. Dessa forma, garante Amadeu Martins, os operacionais, para além de poderem socorrer a população “com mais eficácia, iriam melhorar o seu desempenho”.
“Altamente eficaz”, este aparelho, diz ainda o presidente dos Bombeiros de Elvas, poderá vir a ser uma mais-valia em caso de possíveis acidentes que possam ocorrer, por exemplo, na autoestrada ou na linha férrea. “Suponhamos que há um indivíduo que tem uma paragem cardiorrespiratória e que é uma ambulância que o vai buscar. Se o acidente se dá a nove ou dez quilómetros do hospital, até lá chegar, o elemento que venha a fazer as compressões só aguenta, eficazmente, dois minutos e tem de ter uma boa preparação física”, explica. Estes aparelhos, por sua vez, “mantêm uma frequência de cem a 120 compressões por minuto e uma profundidade de aproximadamente cinco a seis centímetros”.
Esta é apenas uma das sete propostas a votação (saber mais aqui) na edição deste ano do Orçamento Participativo de Elvas.
A entrevista completa a Amadeu Martins para ouvir no podcast abaixo:
É na próxima segunda-feira, 15 de setembro, que os alunos do Agrupamento de Escolas nº 3 de Elvas iniciam, em pleno, o novo ano letivo, com as aulas já no horário normal.
Ainda assim, e tal como revela a diretora Fátima Pinto, alguns anos de escolaridade dão início à atividade letiva na quinta-feira, dia 11. “Começamos no dia 11, com os nonos anos e outros ciclos do agrupamento – pré-escolar, primeiro ciclo e 5º ano. Depois, no dia 12, todos os outros começam já aulas a sério, com horário normal, à exceção do 11º e 12º, que não vão no dia 12, porque são as praxes de 10º ano. Depois começamos todos no dia 15 já com horário normal”, revela.
Estes dois primeiros dias (quinta e sexta-feira) servirão, sobretudo, para dar as boas-vindas aos alunos que chegam a um novo ciclo de ensino. “Temos dois ciclos de grande importância: o primeiro ciclo, em que os pais têm que se mentalizar que começa uma nova etapa para os filhos, e depois o 10º ano, em que os alunos passam de jovens a adultos e em que, ao fim de três anos, vão voar para outras cidades e outras instituições”, diz Fátima Pinto.
Quanto à habitual falta de professores que, a nível nacional, tem vindo a marcar o arranque dos anos letivos, a diretora garante que o agrupamento que dirige tem “a sorte” de contar com um quadro de docentes “bastante estável”. “Vão ficar alguns professores colocados da RR1 (Reserva de Recrutamento), e também decontratação de escola, mas ainda nos vão fazer faltar mais uns três professores”, esclarece.
O campomaiorense João Fernandes, sob o pseudónimo Fernando de Bulhões, é o vencedor da quarta edição do Prémio Literário Hugo Santos, promovido pela Câmara Municipal de Campo Maior, com a obra “O Relógio de Areia Avesso ao Tempo”.
Para o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que felicita João Fernandes, a vitória deste campomaiorense vem mostrar que também os autores do concelho, com o seu talento para a escrita, podem vencer este tipo de prémios. “Com isto, o João Fernandes vem-nos mostrar aquilo que será um hobby, paralelamente ao seu dia de trabalho. Dar os parabéns publicamente ao João Fernandes pelo trabalho e dizer que era isso que nós pretendíamos quando lançámos este Prémio Literário: despertar consciências”, diz o autarca. “Dizer também aos autores de Campo de Maior, e o João Fernandes é a prova disso, que é possível também eles participarem num Prémio Literário do seu concelho e vencê-lo. Portanto, deixar os parabéns e o orgulho pela entrega deste Prémio Literário Hugo Santos a um campomaiorense”, remata.
O autor será distinguido com a publicação da obra em livro, numa edição do município, e com um prémio monetário no valor de 1.500 euros. Instituído em memória do escritor Hugo Santos, este Prémio Literário tem como principais objetivos fomentar o gosto pela leitura e pela escrita, valorizar a língua portuguesa e incentivar a criação literária, constituindo também uma homenagem à vida e ao legado do autor campomaiorense.
A ACOS – Agricultores do Sul ativou, no dia 20 de agosto, uma campanha de solidariedade para com os agricultores das zonas afetadas pelos grandes incêndios que assolaram o centro e norte do país.
A campanha, que conta com os contributos dos associados da ACOS, consiste maioritariamente na angariação de palha e de feno, produtos que são depois transportados, com o apoio da CAP e de municípios daquelas zonas do país, para organizações agrícolas locais.
A exemplo do que já aconteceu em anos anteriores, a ACOS e os seus associados entraram prontamente em sintonia com os agricultores que viram os seus recursos serem consumidos pelas chamas. Este exemplo de mobilização revela a união e a força do associativismo agrícola.
A ação de sensibilização “Unindo Forças 5G”, com o tema “Gerir os Conflitos pela Positiva”, com Nuno Pinto Martins, da Academia Educar pela Positiva, realiza-se na quinta-feira, dia 11, no Auditório do Agrupamento de Escolas João Maria Carriço de Monforte, no âmbito do Eixo 4, Atividade 19 do projeto IUPI5GMONFORTE.
Esta Ação de Sensibilização é dirigida a todos os encarregados de educação, comunidade educativa, educadores, pais e demais que queiram estar presentes.
O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.
A Extremadura celebra esta segunda-feira, 8 de setembro, o seu Dia da Região, data que coincide com as festividades em honra de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da comunidade autónoma.
Instituída em 1985, a comemoração pretende destacar a identidade cultural, histórica e social da Extremadura, promovendo também o reconhecimento do trabalho e dedicação dos cidadãos e instituições que contribuem para o desenvolvimento da região.
As celebrações incluem a entrega das Medalhas de Extremadura, a mais alta distinção atribuída pela comunidade, que homenageia personalidades, associações e entidades que se destacaram em diferentes áreas. Além disso, em várias localidades realizam-se atividades culturais, religiosas e festivas que reforçam o espírito de pertença e a valorização das tradições.
O Dia da Extremadura assume-se, assim, como um momento de união e de projeção da região dentro e fora das suas fronteiras.
Hoje, 8 de setembro, é dia da Extremadura (Espanha). Como tal, o programa “Ambiente em FM”, com José Janela, da Quercus, é esta semana dedicado à sua impressionante riqueza natural.
Segundo José Janela, a Extremadura apresenta um mosaico de habitats muito diversos — zonas húmidas, florestas e planícies — que favorecem a presença de inúmeras espécies. A área destaca-se como um dos principais destinos para a observação de aves na Europa Ocidental.
Adicionalmente, cerca de um terço do território está legalmente protegido. É aí que vivem espécies ameaçadas como o lince-ibérico, o abutre-preto, a cegonha-preta e a águia-imperial-ibérica, que dependem desses espaços para a sua sobrevivência.
O programa completo desta semana para ouvir no podcast abaixo: