Portalegre com mais um caso covid e duas recuperações

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O concelho de Portalegre regista esta quinta-feira, dia 18, mais um caso de infeção por covid-19 e também mais duas pessoas recuperaram da doença.

Dos 949 casos confirmados, desde o início da pandemia, estão 24 ativos e 878 já foram dados como recuperados.

Vítimas do novo coronavírus, em Portalegre, já morreram 47 pessoas.

Borba com mais quatro casos covid

orbacovid18fevO concelho de Borba regista esta quinta-feira, dia 18, mais quatro casos de infeção por Covid-19, o que eleva para oito o número de casos ativos.

Dos 480 casos confirmados, desde o início da pandemia, 462 já foram dados como recuperados da doença. Vítimas da covid-19, em Borba já morreram dez pessoas.

Com salão encerrado, “não há quem aguente”, diz cabeleireira de Elvas

PatriciaMartinsRestaurantes, bares, espaços culturais, ginásios e o comércio em geral, à exceção dos supermercados e mercearias, foram forçados a encerrar portas, uma vez mais, há mais de um mês, depois de decretado um segundo confinamento no país. Na mesma situação, encontram-se os salões de beleza e os barbeiros.

Patrícia Martins (na foto) é cabeleireira. Tem o seu salão em Elvas. Há mais de um mês com o negócio parado, garante que estes são tempos de incertezas, com as contas a continuarem a ter de ser pagas. Já os apoios e os subsídios, esses, têm sido “muitos poucos e tardios”.

“Tenho o salão por minha conta e tenho as mesmas despesas. O primeiro estado de emergência apanhou-me desprevenida. Agora, nesta segunda vez, já consegui orientar melhor a situação, a nível económica”, garante, ainda assim.

A verdade é que com o salão encerrado, Patrícia continua a ter de fazer uma grande ginástica financeira, através das suas poupanças, para pagar, não só a renda do salão, como todas as outras despesas: “os seguros, que são obrigatórios, a renda, a água, a luz”. “Se não tivesse as minhas poupanças, talvez tivesse de fechar portas”, acrescenta.

Caso este confinamento se prolongue por muito mais tempo, Patrícia garante que não terá outra solução se não encerrar mesmo o estabelecimento, a título definitivo. “Estou convencida que em início de março se possa abrir, mas se forem muitos mais meses, duvido, porque é impensável”, assegura. “A ajuda é pouca e ainda nem nos sabem dizer nada, concretamente, sobre os apoios para as rendas dos estabelecimentos”, diz ainda.

“Os negócios já não estavam a cem por cento. Estávamos a trabalhar com uma quebra de 50 por cento. Voltámos a fechar. Não há quem aguente”, lamenta ainda a cabeleireira.

Patrícia defende ainda que, apesar do contacto direto com o cliente, o risco de contágio, num salão de cabeleireiro, é mínimo, pelo que não compreende este novo encerramento. A prova foi dada quando, depois do primeiro confinamento, os salões voltaram a abrir e a funcionar apenas por marcação. “É tudo higienizado, o contacto é direto, mas nunca frente a frente com o cliente. Acho que poderíamos estar perfeitamente abertos”, comenta.

Quando confrontada com imagens, em televisão nacional, com cabeleireiras a trabalhar, diariamente, Patrícia sente-se injustiçada. “Acaba por ser revoltante, porque uns podem trabalhar e outros não. Uns vão de casa em casa e acabas por ficar parada sem saber o que vais fazer à tua vida. Vês outros a trabalhar e acaba por não ser justo”, remata.

Pelo menos, até dia 1 de março, até durar este segundo confinamento, Patrícia e todas as cabeleireiras e os barbeiros do país, vão continuar sem poder trabalhar.

A verdade é que cabeleireiros e centros de estética têm sido um dos setores económicos mais prejudicados pelas medidas de controlo pandémico, sendo que nos dois confinamentos, estes estabelecimentos nunca tiveram luz verde para laborar.

Nesse sentido, uma petição, assinada por uma empresária do setor de Braga, atingiu, na segunda-feira, as 7.500 assinaturas, o necessário para que o tema seja debatido no Parlamento.

O documento aponta desigualdades e dá como solução três hipóteses: a reabertura dos cabeleireiros e centros de estética por marcação, a permissão de realização serviços domiciliários ou a revisão dos critérios de lay-off.

Campo Maior com mais uma recuperação da covid-19

covidcampomaior18fevO concelho de Campo Maior regista esta quinta-feira, dia 18, mais uma recuperação da covid-19, num total de 613 pessoas que já recuperaram da doença.

Nas últimas 24 horas não se verificaram novos casos de infeção, pelo que há agora nove casos ativos, dos 632 confirmados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Campo maior, já morreram dez pessoas.

Estremoz com mais um óbito, 16 casos covid e 6 altas

estremoz covid18fevO concelho de Estremoz regista esta quinta-feira, dia 18, mais uma vítima mortal por Covid-19, num total de 27 pessoas que já faleceram, devido à doença.

Nas últimas 24 horas, verificaram-se mais 16 casos de infeção e seis recuperações da doença, pelo que há agora 164 casos ativos, dos 1067 registados, desde o início da pandemia, e 876 pessoas já foram dadas como recuperadas.

Surto de Covid-19 no lar de Degolados “praticamente resolvido”

LarDegoladosO surto de Covid-19, que resultou na morte de sete utentes do lar de Nossa Senhora da Graça de Degolados, no concelho de Campo Maior, está praticamente resolvido.

Ao dia de hoje, e segundo o presidente da direção, já nenhum funcionário está infetado, sendo que apenas três dos idosos que se encontram no lar ainda estão positivos, de acordo com a última testagem realizada. Para além dos três idosos que ainda estão infetados, há um quarto, hospitalizado em Elvas.

“Estou convencido que, dentro de pouco, já vamos poder fazer a nossa vida normal, aqui dentro do lar, para que os nossos utentes comecem a poder ver a família, que coitados, estão já estão saturados desta situação”, refere Eliseu Pernão.

Ontem mesmo, no lar, iniciou-se a administração da segunda dose da vacina a todos os utentes e funcionários que nunca testaram positivo à Covid-19.

Deste surto resultaram, para além das sete vítimas mortais, a infeção de mais de 30 pessoas, entre idosos e funcionários.

Ponte de Sor com mais um óbito por covid-19

ponte de sorcovidO concelho de Ponte de Sor registou, nas últimas 24 horas, mais uma vítima mortal por covid-19, num total de 33 pessoas que já morreram devido à doença.

Nas últimas 24 horas, também se registaram mais quatro casos de infeção e também seis pessoas recuperaram da infeção pelo novo coronavírus.

Estão agora ativos 15 casos de infeção, dos 801 registados, desde o início da pandemia, e já recuperaram da doença, 753 pessoas, em Ponte de Sor.

Crato sem novos casos de covid-19

crato covid18fevO concelho do Crato não registou, nas últimas 24 horas, novos casos de infeção por Covid-19.

Dos 293 casos positivos, confirmados, desde o início da pandemia, cinco estão ativos e 295 já foram dados como recuperados.

Há ainda registo de sete óbitos, devido à infeção pelo novo coronavírus.

Monforte com mais uma recuperação da covid-19

monforte covid18fevO concelho de Monforte registou, nas últimas 24 horas, mais uma recuperação da covid-19, num total de 189 pessoas que já recuperaram da doença.

Não se verificaram novos casos de infeção por covid-19, pelo que há apenas um caso ativo, dos 197 confirmados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Monforte, já morreram sete pessoas.

Alandroal sem novos casos de covid-19

covidAlandroal17fevA situação epidemiológica, no concelho de Alandroal mantém-se, depois de, nas últimas 24 horas, não se terem registados nem novos casos de infeção por covid-19, nem recuperações da doença.

Desta forma, dos 297 casos confirmados, desde o início da pandemia, estão ativos 15 casos, e 279 já foram dados como recuperados.

Da doença, em Alandroal, morreram três pessoas.