Estremadura espanhola com mais 12 casos covid e um óbito

MascaraCovidA Estremadura espanhola regista esta segunda-feira, dia 1 de março, mais 12 casos positivos de Covid-19 e um óbito.

Nos hospitais da região, estão, atualmente, internadas 78 pessoas, 20 nos Cuidados Intensivos.

Nas últimas 24 horas, 143 doentes foram dados como recuperados, num total de 67.659 altas.

Desde o início da pandemia, na Estremadura espanhola, já morreram 1.704 pessoas.

Elvas sem novos casos Covid e mais um doente recuperado

CoviElvas1MarcoElvas não regista esta segunda-feira, 1 de março, novos casos positivos de Covid-19. Por outro lado, há hoje registo de mais um doente recuperado no concelho.

Há agora 32 casos ativos em Elvas, num total de 1331 registados, desde o início da pandemia.

Da doença, no concelho, já recuperaram 1271 pessoas e morreram 28.

GNR preocupada com cyberbullying após encerramento de escolas

GNR não sou um alvoVisando contribuir para a prevenção e para o combate à violência em ambiente escolar, a Guarda Nacional Republicana (GNR) lançou a campanha nacional de sensibilização #NãoSouUmAlvo, com o objetivo de sensibilizar para a não violência nas escolas.

O tema do bullying tem sido bastante abordado pela Guarda Nacional Republicana, sendo que “o encerramento das escolas dirige as atenções da força de segurança para o cyberbullying, realizado, sobretudo, através da internet”, como nos referiu o Tenente Coronel Rogério Copeto, 2º Comandante e porta-voz do Comando de Évora da GNR.

“A Guarda Nacional Republicana lançou também a campanha internet mais segura 2021 que visa combater e prevenir o fenómeno do cyberbullying. Quando temos as escolas abertas, temos o bullying presencials mas a verdade é que o cyberbullying não é menos importante. Estamos confinados em casa mas os perigos continuam e o alerta, nesta situação, é mais dirigido a pais e encarregados de educação para alguns sinais que os seus filhos possam demonstrar, como a ansiedade”, sublinhou o tenente-coronel.

O bullying é caraterizado por atos contínuos de violência física, psicológica e/ou emocional, intencionais e repetidos, com a finalidade de infligir dor e angústia

A campanha #NãoSouUmAlvo, da GNR, tem como parceiros cerca de 150 municípios e conta com a exposição e divulgação de imagens nas plataformas digitais, a divulgação de um vídeo alusivo ao tema bem como a afixação da imagem da campanha, sob a forma de outdoors, mobiliário urbano para informação (MUPI’s), folhetos, entre outras.

Portugal regista mais 394 casos Covid e 34 óbitos

CovidMascaraPortugal regista esta segunda-feira, 1 de março, 394 novos casos de Covid-19 e 34 óbitos, de acordo com o último boletim da Direção-Geral da Saúde.

Houve ainda registo de mais 1.258 casos recuperados, num total de 720.235 recuperações desde o início da pandemia.

Neste momento estão internadas 2.167 pessoas com Covid-19, das quais 469 nos cuidados intensivos.

O país regista um total de 16.351 óbitos e 804.956 casos, desde o início da pandemia.

Arronches com mais uma recuperação da covid-19

ARRONCHES COVID1MARCOO concelho de Arronches regista esta segunda-feira, dia 1 de março, mais uma recuperação da covid-19, num total de 160 pessoas que já recuperaram da doença.

Estão agora ativos 21 casos de infeção, doa 186 registados, desde o início da pandemia.

Vítimas do novo coronavírus, em Arronches, já morreram cinco pessoas.

Estremoz regista mais duas vítimas mortais por Covid-19

covidEstremoz1marcoO concelho de Estremoz registou, desde dia 26 de fevereiro, data da última atualização, mais três casos de infeção por covid-19, duas mortes e 28 recuperações.

Há agora 54 casos ativos, dos 1083 registados desde o início da pandemia.

Da doença, em Estremoz, já recuperaram 997 pessoas e morreram 32.

Campo Maior sem novos casos de Covid-19

covidCampoMaior1marcoO concelho de Campo Maior não regista esta segunda-feira, dia 1 de março, novos casos de infeção por Covid-19.

Estão agora seis casos ativos, dos 638 confirmados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Campo Maior, já recuperaram 621 pessoas e morreram 11.

Primeira dose da vacina contra a Covid-19 “já vale proteção enorme”

VacinaCovidCom o avanço do processo de vacinação no país e na região, pretende-se alcançar a tão desejada imunidade de grupo.

Por esta altura, já foram vacinados, entre outros, os profissionais de saúde, os utentes e funcionários dos lares, assim como as forças de segurança e as pessoas com mais de 80 anos, tal como aqueles que, com mais de 50, sofrem de algum tipo de doença.

O objetivo, revela Vera Escoto, diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), é que, quando se começar a desconfinar, haja já uma grande franja da população a quem já tenha sido administrada, pelo menos, a primeira dose da vacina. “A primeira dose já vale uma proteção enorme”, garante.

Ainda assim, a médica lembra que quem é vacinado pode ainda ser infetado e transmitir o vírus, pelo que estas pessoas têm agora uma grande responsabilidade. “Têm de continuar a resguardar-se, porque poderá ter uma infeção, com menor gravidade, e passar a outros. É preciso saber que quem foi vacinado tem uma grande responsabilidade, foi escolhido, mas temos de ser sempre um exemplo de saúde pública”, diz ainda.

Nesse sentido, Vera Escoto assegura que é preciso continuar a usar a máscara, manter o distanciamento social e “entusiasmar os outros”, a cumprir as regras. “Estejam em casa, saiam só para o que é essencial”, pede, acrescentando: “mesmo quando se levantar o confinamento, que continuem com estas regras, para que consigamos vencer este vírus”.

Quanto às três vacinas que estão a ser administradas no país, Vera Escoto explica que as segundas doses da Pfizer e da Moderna devem ser aplicadas ao fim de 21 dias. Já a segunda dose da Astrazeneca “é para ser dada entre a oitava e 12ª semana”. “Quanto mais perto do limite das 12 semanas, melhor o resultado da imunidade”, revela ainda.

GNR assinala Dia da Discriminação Zero esta segunda-feira

gnr descriminaçãoA Guarda Nacional Republicana assinala hoje, dia 1 de março, o Dia Internacional para a Discriminação Zero com o objetivo de consciencializar a população para as diferentes formas de discriminação e desigualdades, sejam elas através do género, idade, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, saúde, religião, nacionalidade, situação económica ou estrato social, como forma de prevenir comportamentos discriminatórios.

A discriminação baseia-se em informações erradas, medo ou ignorância, refletindo-se em diversas situações comuns do dia-a-dia. Como tal, a GNR aproveita este dia para celebrar a diversidade em favor de uma sociedade mais justa, inclusiva e tolerante. Além de sensibilizar a população, a Guarda tem desenvolvido ações de formação ao seu efetivo, para que esteja cada vez mais bem preparado para participar, enquadrar, tratar e acompanhar esta realidade.

Desta forma, a GNR realiza hoje a primeira sessão de uma videoconferência subordinada ao tema “Direitos Humanos, Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância relacionada”, em que o público-alvo é os militares da Guarda, havendo lugar a uma segunda sessão a 8 de março.

Além disso, a Guarda tem integrado nos planos curriculares de todos os cursos de formação inicial e em diversos cursos de formação contínua sobre estas temáticas, tendo realizado recentemente três cursos de Prevenção Criminal Policiamento Comunitário e Direitos Humanos, aos militares das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC), onde estudaram novos fenómenos criminais e aperfeiçoaram formas de intervenção que a sociedade atual exige. No ano passado formou ainda mais de 100 militares no âmbito de uma ação direcionada para a discriminação racial, que contou com a colaboração da CICDR.

No contexto atual de pandemia, e em complemento de todas as ações que vêm sendo desencadeadas por todo o seu dispositivo, a Guarda tem, ainda assim, lançado campanhas nacionais com o objetivo de combater todas as formas de discriminação e proteger os mais vulneráveis, como os idosos (“Censos Sénior”, “65Longe+Perto”, “Natal a GUARDAr os nossos idosos”), as crianças (“Não sou um Alvo”, “Internet Segura”), as pessoas com deficiência (“desMarca a Diferença”) e as vítimas de violência doméstica (“Não sou um Saco”, “campanha para a Eliminação da Violência contra as Mulheres”).

A vontade de viver numa sociedade mais segura e inclusiva, implica alcançar um desenvolvimento sustentável em todo o espectro social assumindo esta matéria uma prioridade para a Guarda Nacional Republicana e para os seus militares.

A GNR relembra que todas as pessoas são iguais perante a lei; que todas as pessoas com respeito, independentemente da sua raça, orientação sexual, género, religião, nacionalidade, deficiência ou estrato social; devem ter conhecimento dos seus direitos, bem como dos seus deveres; e situações de discriminação devem ser denunciadas.

Ponte de Sor com mais um caso positivo de Covid-19

PonteSor28FevPonte de Sor registou ontem, 28 de fevereiro, um novo caso positivo de Covid-19.

No concelho de Ponte de Sor encontram-se agora nove casos ativos, num total de 807 registados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Ponte de Sor, já morreram três pessoas e recuperaram 765.