Força Aérea está a recrutar para o Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar

A Força Aérea tem aberto concurso para admissão ao Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar, para ingresso nos Quadros Permanentes da Força Aérea nas especialidades de Piloto-Aviador, Engenharia Aeronáutica, Engenharia de Aeródromos, Engenharia Eletrotécnica e Administração Aeronáutica.

O Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar destina-se a jovens até aos 21 anos, com o 12º ano ou equivalente e que satisfaçam os requisitos de acesso ao Ensino Superior (tendo realizado os exames nacionais definidos para cada uma das especialidades).

As candidaturas deverão ser efetuadas, obrigatoriamente, até ao dia 9 de agosto, de uma das seguintes formas: online, no site do Centro de Recrutamento da Força Aérea: www.crfa.emfa.pt; ou por correio, com aviso de receção; ou presencialmente, no CRFA, em Lisboa ou no Porto.

Portugal com mais 3.194 casos Covid e sete óbitos

Portugal regista esta sexta-feira, 9 de julho, mais 3.194 casos de Covid-19 e sete óbitos associados à doença, de acordo com a Direção-Geral da Saúde. Nas últimas 24 horas, registaram-se ainda mais 1.727 casos de recuperação.

Em todo o território nacional, há 617 doentes internados (mais 18 que ontem), 141 em unidades de cuidados intensivos (mais cinco).

Desde o início da pandemia, morreram 17.142 pessoas com Covid-19 em território nacional e foram identificados 902.489 casos de infeção. Ao todo há 842.024 doentes recuperados da doença em Portugal.

Cuidados a ter na contratação de um crédito na rubrica da DECO

O digital e as novas tecnologias vieram facilitar a vida dos consumidores e atualmente é possível contratar um crédito à distância, através de uma chamada telefónica ou da internet.

Antes de se vincular, o consumidor “tem direito a ser informado, em tempo útil, através de papel ou outro suporte duradouro, da identificação da instituição de crédito, de quais os serviços a contratar e dos termos do contrato”, começa por explica a jurista na delegação de Évora da DECO, Maria Inês Alvarenga.

Tratando-se de um contrato à distância, “o consumidor beneficia ainda de um período de reflexão, tendo o direito de livre resolução, ou seja, ao arrependimento, até 14 dias após a celebração do contrato”, acrescenta Maria Inês Alvarenga.

O consumidor não precisa de apresentar justificação nem terá qualquer penalização, “exceto se já tiver recebido o empréstimo”. Nesta situação, terá 30 dias para devolver o crédito, incorrendo em juros até ao seu reembolso e eventualmente a pagar o imposto de selo, se já liquidado pela instituição.

Para exercer este direito, o consumidor deve enviar à instituição de crédito carta registada com aviso de receção e guardar comprovativo.

Os cuidados a ter na contratação de um crédito é o tema desta semana da rubrica da DECO.

Campo Maior sem novos casos de Covid-19

De acordo com as Autoridades de Saúde, nas últimas 24 horas, o concelho de Campo Maior não registou novos casos de Covid-19, pelo que mantém um caso ativo.

Campo Maior já registou 656 casos de infeção, sendo que 644 já recuperaram e 11 pessoas perderam a vida.

Elvenses avaliam estado da pandemia para decidir se vão de férias

Segundo estudos realizados, este ano mais de metade dos portugueses não tenciona fazer férias. Já aqueles que afirmam o contrário escolhem Portugal.

Tendo em conta a pandemia, que neste momento, ainda limita a circulação em concelhos de risco elevado ou muito elevado de contágio por Covid-19, há pessoas que avaliam anteriormente a evolução da pandemia, nesses concelhos, para tomar a sua decisão.

É o caso de Mariana Serpa, que aguarda a evolução da situação epidemiológica dos concelhos, para onde pretende fazer férias, sendo esse um motivo para ir ou não. Aos nossos microfones refere ainda que “a escolha é sem dúvida o nosso país”, escolhendo o Norte Centro e Algarve, sendo esta “uma oportunidade para conhecer estas zonas que ainda não conhecia, e zonas também com menos movimento, por um lado a pandemia é má, mas obriga-nos a conhecer outros sítios e o bom que temos no nosso país”.

Paula Caixas encontra-se também na eminência da evolução da pandemia, para decidir se vai ou não de férias, algo que não fez, no ano passado. “Estamos pendentes de ir para a Costa Alentejana, nem pensar ir para o estrangeiro, é melhor jogar pelo seguro”, refere.

Jaime Silva poderá os prós e contras, na tomada de decisão de ir férias. Na eventualidade de não poder ir para outras regiões do país, considera que a nossa região também dispõe de uma vasta oferta para “férias bastante divertidas, em família”. “Pensar ir de férias até estou a pensar, mas temos que ponderar e ver como a situação evolui, não é algo prioritário, pode acontecer, ou não”. Ir de férias é para ficar no país, sendo o Algarve, a sua escolha de eleição, Jaime Silva afirma que “se cada um de nós conseguir dar o nosso contributo para e economia, fará a diferença”.

Já Alice Quintas, por outro lado, este ano não vai de férias, tendo em conta a pandemia, apesar de ter pensado inicialmente ir, mas neste momento a decisão é não sair do concelho para passar férias. Também Letícia Algarvio, não irá de férias, e ficará por Elvas, afirmando que “há que zelar por nós e pelas crianças”.

Reformado e com uma pensão reduzida, Carlos Travanca afirma que não irá de férias, “devido à baixa pensão” de que beneficia. Aos nossos microfones, revela que poderá, se a situação pandémica o permitir, “ir até Lisboa visitar a neta e o filho”.

A evolução da pandemia, no nosso país a condicionar de certa forma, as férias dos elvenses.

“O que resta é arte”: Jaime Carmona considera trabalho dos alunos “impactante”

“O que resta é arte” é o nome da instalação artística elaborada pelos alunos do 2º ciclo do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, com recurso a materiais fora de uso.

Este é um projeto inserido Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, num desafio lançado a dez turmas de 5º e 6º anos do agrupamento, num total de 190 alunos envolvidos.

O diretor do agrupamento de escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, refere que “como o próprio nome indica aquilo que sobra pode ser transformado em arte”, considerando que “este foi um trabalho muito bem conseguido, sendo que o objetivo foi despertar nos jovens uma certa consciência ambiental, para que muitas vezes o que é desperdício, poder aproveitado e ser transformado em arte”. Esta atividade está associada “ao plano de desenvolvimento pessoal, social, comunitário que se insere no plano nacional de plano de sucesso escolar”. Uma forma é a arte, que “é tão diversa e à qual podemos chegar de formas tão distintas, sendo esta uma delas”.

A pandemia, de certa forma, e como revela Jaime Carmona, afetou o desenrolar do projeto, “quando os alunos ficaram no ensino à distância, mas que será alargado ao próximo ano e a outros anos de escolaridade, considerando que umas das nossas vertentes é promover o sucesso através da arte, deixando a mensagem de que os alunos são criativos e atentos, considerando este um exemplo fantástico”.

Para este projeto foram utilizados diversos materiais, como brinquedos estragados, botões ou mesmo tampas, que foram colados e “deram origem aos painéis em tamanho grande”, que Jaime Carmona considera “impactantes”.

Alunos do 2º ciclo do agrupamento de escolas de Campo Maior que, com recurso a materiais já fora de uso, elaboraram dois painéis de tamanho grande, a que deram o nome de “O que resta é arte”.

Certificado Digital ou teste negativo exigido em restaurantes e alojamentos turísticos

Depois da reunião de Conselho de Ministros desta quinta-feira, dia 8 de julho, foi anunciado pela Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anunciou que o Certificado Digital ou teste negativo passa a ser exigido em estabelecimentos turísticos e de alojamento local.

Esta medida aplica-se também, nos concelhos em risco elevado e muito elevado de contágio por Covid-19, no acesso a restaurantes, à sexta-feira a partir das 19 horas e durante todo o fim de semana.

Com esta alteração, os restaurantes deixam de ter a obrigatoriedade de fechar às 15.30 horas, ao fim de semana e nos feriados. A ministra explica que “esta medida representa um reforço da segurança no acesso a estabelecimentos, que é acompanhado da normalização do seu horário em todo o território nacional”.

Município do Alandroal recebeu competências dos castelos de Alandroal e Terena

No dia 29 de junho, em Abrantes, foi realizada uma cerimónia que permitiu ao presidente da Câmara Municipal do Alandroal, João Grilo, assinar os autos de transferência de competências de gestão, valorização e conservação dos Castelos do Alandroal e Terena para a autarquia. O ato, que se insere no processo de transferência de competências para os municípios na área da Cultura, possibilita ao município juntar os castelos do Alandroal e Terena à fortaleza de Juromenha e explorar caminhos de intervenção, com o recurso a fundos comunitários.

O autarca espera assim, que com esta transferência, possa acelerar os processos de recuperação e valorização dos mesmos, mas mostra-se preocupado com questões de segurança difíceis de resolver no curto espaço. João Grilo, admite ainda, que já tem em curso projetos técnicos para ambos.

Deste modo, no interior do castelo do Alandroal decorrerá uma obra de valorização de um imóvel e jardins adquiridos pela autarquia para instalar um núcleo museológico, assim como um projeto de lumitecnia de todo o castelo.

Quanto a Terena, uma equipa liderada pelo arquiteto Manuel Aires Mateus está a desenvolver um estudo de intervenção, que busca refletir sobre as intervenções de valorização dos elementos históricos e arquitetónicos da vila de Terena. Pretende-se ainda criar um museu e com vista ao castelo e melhoria das condições de segurança e da experiência de visitação.

A cerimónia contou com a presença das Ministras da Cultura, Graça Fonseca e da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão.