Mais 1.135 casos Covid e 11 óbitos em Portugal

Portugal regista esta segunda-feira, 16 de agosto, mais 1.135 casos de Covid-19 e 11 óbitos associados à doença.

De acordo com o relatório da Direção-Geral da Saúde, registaram-se mais 1.187 casos de recuperação nas últimas 24 horas.

Em todo o território nacional, há 768 doentes internados, mais 24 que ontem, 154 em unidades de cuidados intensivos (menos três).

Desde o início da pandemia, morreram 17.573 pessoas com Covid-19, em Portugal, e foram identificados 1.004.470 casos de infeção. Ao todo, há 941.593 doentes recuperados da doença no país.

Campo Maior regista um novo caso Covid e uma alta

Campo Maior regista esta segunda-feira, 16 de agosto, um novo caso de Covid-19, bem como uma recuperação. Há agora, no concelho, quatro casos ativos de infeção.

Desde o início da pandemia, Campo Maior registou 681 casos de Covid-19, dos quais 666 já recuperaram. Vítimas da doença, no concelho, morreram 11 pessoas.

GNR de Portalegre detém homem de 53 anos por cultivo de canábis

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal de Portalegre deteve, na passada sexta-feira, dia 13 de agosto, um homem de 53 anos por cultivo de canábis, no concelho de Portalegre.

No seguimento de uma denúncia por falta de limpeza de terrenos no concelho de Portalegre, os militares da GNR deslocaram-se ao local onde constataram que existiam diversas plantas de canábis num terreno adjacente a uma habitação.

No decorrer das diligências policiais foi identificado e detido o proprietário. No seguimento da ação foi efetuada busca à residência e respetivos anexos, resultando na apreensão do seguinte material: 80 doses de liamba embalada, 12 plantas de canábis sativa, duas embalagens de fertilizante; duas lâmpadas de sódio HPS, um telemóvel, um computador portátil e uma câmara de videovigilância.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Portalegre.

Centro Educativo Alice Nabeiro com diversas atividades este verão

O Centro Educativo Alice Nabeiro está a desenvolver, durante estas férias de verão, e em segurança, diversas atividades lúdicas e pedagógicas para as crianças.

Pensando na inovação tecnológica a que escola foi submetida, ao longo de 2020, devido à pandemia, e como explica o coordenador pedagógico da instituição, Carlos Pepê, “havia muito trabalho a fazer ao nível das competências pedagógicas” e decidiram reforçá-las “na questão da sustentabilidade”. Desta forma, “foram desenhados desafios de oficina, e onde há um projeto para cada uma das oficinas temáticas, e também uma partilha de competências entre os vários técnicos do Centro”.

Ao longo destas semanas, vão sendo desenvolvidas atividades ligadas às artes, biblioteca, ciências, entre outras, que têm um foco comum: “o cumprimento dos objetivos para o desenvolvimento sustentável, saúde pública, alterações climáticas e aquecimento global, em que muitos dos desafios apontam na direção de um pensamento mais sustentável, e uma atitude mais consciente, desde o pré-escolar, o que demonstra uma aposta e qualificação reforço de competências e recursos, para as crianças”, revela Carlos Pepê.

A manhã é dedicada a “aplicações online, através de quadros interativos para que as crianças aprendam a jogar entre elas e ligadas à motricidade, depois as crianças trabalham na plataforma online UBU, onde aprendem o conceito de desenvolvimento sustentável associados à programação, bem como momentos lúdicos”. A tarde, há um bloco dedicado à leitura e reforço escolar e depois os desafios semanais onde estão a trabalhar com blocos de tabuleiros”. Carlos Pepê afirma que “são atividades diversificadas e enriquecedoras do ponto de vista da aprendizagem, assim como do ponto de vista do desenvolvimento de competências de cada criança”.

Centro Educativo Alice Nabeiro que desenvolve, até setembro, várias atividades lúdico-pedagógicas com as crianças da instituição.

Amaro Antunes venceu a 82ª Volta a Portugal em Bicicleta

A luta durou mesmo até ao fim. Cumpriu-se a expectativa e o Grande Final da Volta foi emocionante, com o algarvio a fazer um contrarrelógio entre os melhores, como o momento exigia. Afinal estava a defender a liderança. Amaro da W52-FC Porto partiu em vantagem, 42 segundos separavam-no do uruguaio Mauricio Moreira (Efapel) que, em teoria, poderia ser mais forte no contrarrelógio. Previa-se 20,3 quilómetros de grande emoção. E assim foi!

Rafael Reis deu o mote ao ser o mais rápido, numa exibição que não se concentrava apenas em garantir a quarta vitória de etapa, mas também em dar indicações para o colega Mauricio Moreira. Era a Camisola Amarela Santander o grande objetivo. Moreira estava a voar, bateu Reis no primeiro ponto intermédio, mas pouco antes do segundo, a 11 quilómetros da chegada, caiu à saída de uma curva hipotecando as hipóteses de assaltar o comandante da Volta. Moreira levantou-se, continuou muito rápido e, ainda assim com o tempo perdido, realizou o segundo melhor registo a 12 segundos do vencedor. No fim estava muito combalido, a chorar e com vários vestígios de sangue sobretudo nas pernas, provocados pelos arranhões e escoriações da queda sendo assistido pela equipa médica. Mauricio Moreira de 26 anos havia de subir depois ao pódio para receber, do Regimento de Tropas Paraquedistas, o Prémio Espírito de Sacrifício.

Amaro, não sendo um especialista, acreditou sempre e fez o quarto melhor tempo batendo alguns dos principais favoritos, o que nas contas finais representaram uma diferença de 10 segundos, a vantagem com que venceu a Volta pela segunda vez consecutiva depois de em 2021 ter vencido a Edição Especial da Volta.

“É a concretização do objetivo a que a equipa se propôs. Fizemos algumas três voltas ao circuito. Todos os meus colegas diziam que era possível. Estudámos o contrarrelógio ao pormenor, ao detalhe. Tivemos sempre a confiança. Estes homens merecem. Durante o contrarrelógio houve momentos em que não tinha mais forças, mas pensava que todo o esforço que fizeram por mim tinha de ser recompensado. Esta Volta foi muito dura psicologicamente. Tivemos dias de muita tensão. Toda a gente dizia que não ia ser possível, mas acreditámos”, salientou Amaro Antunes pouco depois de efusivamente ter gritado e festejado a plenos pulmões com os companheiros da W52-FC Porto. Na hora da vitória, não esqueceu o azar que prejudicou o rival. “Quero deixar uma palavra de apreço ao Mauricio (Moreira). Teve um azar. A curva onde ele caiu fi-la umas 10 ou 15 vezes [quando estudou o percurso ponto] para me certificar que podia arriscar naquele ponto.”

O diretor desportivo da equipa, Nuno Ribeiro, destacou o sofrimento que foi a conquista deste ano. “Foi sofrer até ao fim, até ao risco da meta, mas a equipa esteve sempre concentrada. Estão todos de parabéns, fizeram um excelente trabalho. Tudo podia acontecer. Ontem (sábado) tivemos azar na Senhora da Graça, hoje foi o Mauricio. Só depois de terminar é que se pode festejar a vitória”.

Na Efapel, o diretor Rúben Pereira, não conseguiu esconder as emoções e a enorme desilusão apesar das seis vitórias de etapa e ainda o triunfo na classificação por Pontos de Rafael Reis, Camisola Verde Rubis Gás.

Já Alejandro Marque (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel) sorriu e muito. Aos 39 anos regressou ao pódio da Volta. Venceu em 2013, foi terceiro em 2015 e agora repetiu essa posição. Ficou a 1m 23 de Amaro Antunes.

A vitória agridoce

Rafael Reis foi uma das principais figuras desta Volta a Portugal. Quatro etapas ganhas, vestindo no final a Camisola Verde Rubis Gás. Foi mais uma vez o melhor no contrarrelógio, tal como já tinha acontecido no Prólogo, em Lisboa. Porém, o triunfo final deste domingo foi agridoce.
“Hoje o nosso principal objetivo era eu dar o meu máximo e tínhamos marcado quilómetro a quilómetro os tempos que eu ia a fazer para o Mauricio seguir. O nosso objetivo era ganhar a Volta com o Mauricio. Aconteceu que ele caiu. Estamos muito tristes com isso. Tínhamos a certeza que ele ganhava a Volta não fosse este azar”, afirmou Rafael Reis.

Pódio final

Da festa final em plena Avenida da Europa, em Viseu, com a presença de João Paulo Rebelo, secretário de Estado da juventude e do desporto, e além dos festejos azuis e brancos, é de referir também os pódios vitoriosos de Bruno Silva (Antarte-Feirense) agora definitivamente coroado Rei da Montanha com a Camisola Bolinhas Continente. Abner González, campeão de Porto Rico da Movistar, dominou por completo a classificação dos mais jovens desde a 3ª etapa e envergou a Camisola Branca Jogos Santa Casa.

Elvas com mais três casos de Covid-19

O concelho de Elvas regista este domingo, 15 de agosto, três novos casos de Covid-19, pelo que há agora 19 casos ativos.

Desde o início da pandemia, Elvas registou 1626 casos de infeção, dos quais 1578 já recuperaram da doença. Da doença, no concelho, já morreram 29 pessoas.

Bonecos de Estremoz já têm Centro Interpretativo

O Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz foi inaugurado no passado dia 9 de agosto, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

O projeto, lançado pelo Município de Estremoz, surge no seguimento do reconhecimento dos bonecos como Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, de acordo com o presidente da Câmara, Francisco Ramos, com o objetivo de que novos talentos possam surgir, na produção dos mesmos, dando assim continuidade a esta arte popular com mais de três séculos.

Este centro interpretativo, nas palavras do autarca, acaba por ser uma forma de se tentar “catapultar mais artesãos para a prática dessa arte, que é uma arte secular”. Com o espaço, “onde vão haver exposições permanentes sobre o Boneco de Estremoz, quer-se manter viva essa memória e, simultaneamente, procurar que novos talentos que possam acolher essa arte e dar-lhe continuidade”, acrescenta.

Neste centro interpretativo será possível perceber todas as fases de produção do Boneco de Estremoz. “Todas as fases da sua produção estão representadas e havemos de ter, em vários momentos, pessoas a desenvolver, de forma física, esse trabalho, que é precisamente a forma da sua divulgação mais genuína, presenciando como ele se faz”, explica Francisco Ramos.

Mais que a valorização dos Bonecos de Estremoz, a autarquia pretende, com este novo equipamento museológico, valorizar os artesãos que os produzem. “Sem os artesãos, não havia bonecos”, lembra o presidente da Câmara, assegurando que Estremoz passou a ser muito visitado, após o reconhecimento desta arte pela UNESCO enquanto património da Humanidade. “Os artesãos são a peça fundamental em todo este processo”, garante.

Para garantir que os Bonecos de Estremoz continuam a ser produzidos, a Câmara Municipal decidiu já promover algumas ações de formação para motivar aqueles que têm talento para a sua produção.

Neste centro interpretativo, a Câmara de Estremoz investiu cerca de 250 mil euros, financiado a 80 por cento, com o apoio do Turismo de Portugal.

O espaço funciona de terça-feira a domingo, tendo entrada gratuita até final do mês de outubro.

Filme “Bem Bom” para assistir em Campo Maior no dia 21

O filme “Bem Bom” está em exibição, no Centro Cultural de Campo Maior no sábado, dia 21.

“Bem Bom” conta a história da girls band portuguesa “As Doce”, desde a sua formação, em 1979, até ao pico do seu sucesso, em 1982.

A exibição do filme está marcada para as 21.30 horas, do dia 21 deste mês, pelo que os bilhetes já se encontram à venda.

Campo Maior com mais uma recuperação da Covid-19

O concelho de Campo Maior regista este domingo, dia 15, mais uma recuperação da Covid-19, não havendo registo de novos casos de infeção, pelo que tem agora quatro casos ativos.

Desde o início da pandemia, no concelho, foram registados 680 casos positivos de Covid-19, dos quais 665 já recuperaram da doença. Vítimas de Covid-19, em Campo Maior, morreram 11 pessoas.