A Associação de Futebol de Portalegre assinalou este sábado, 31 de outubro, o seu 115.º aniversário, com um programa que incluiu duas iniciativas. Durante a manhã, o Estádio Municipal de Portalegre recebeu a atividade «Jogam Todos no Campo».
As comemorações prosseguiram à noite, com a realização da XI Gala da Associação de Futebol de Portalegre, no Restaurante Martinho, na Quinta da Saúde, em Portalegre.
O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes vai assinalar o Dia de Finados, esta segunda-feira, 2 de novembro, com uma cerimónia de homenagem aos combatentes falecidos, no Talhão do Combatente do cemitério de Elvas.
A iniciativa está marcada para as 11h30 e contará com a deposição de flores junto ao monumento existente naquele espaço, num momento simbólico de evocação e respeito por todos aqueles que serviram Portugal e deram o seu contributo à Pátria.
Segundo o presidente do Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes, sargento-mor José Miguêns, esta cerimónia pretende preservar a memória dos militares que, ao longo de diferentes épocas da história nacional, dedicaram a sua vida ao serviço do país.
Apesar do caráter simples da homenagem, a Liga dos Combatentes destaca a importância da participação das entidades militares e civis, nomeadamente do Município de Elvas e das juntas de freguesia.
A cerimónia constitui, assim, um momento de reconhecimento e gratidão para com os combatentes falecidos, reforçando a importância de manter viva a sua memória e o legado que deixaram às gerações futuras.
O trabalho vencedor da quinta edição do Prémio Literário Hugo Santos, “As Coisas Também Fazem Testamento”, de António Maria Ramos, vai ser apresentado, no próximo sábado, 7 de novembro, na Biblioteca Municipal João Dubraz, em Campo Maior, pelas 11 horas.
Nesta obra de poesia, e sob o pseudónimo Aurélio Vagar, António Maria Ramos convida o leitor a entrar em casa da sua avó Arcanja, em Aguiar, no concelho de Viana do Alentejo, onde passou grande parte da infância (saber mais aqui).
Natural de Évora, e gestor de profissão, liderando largas centenas de pessoas, o autor gosta de dizer que a gestão o ensinou a ler as pessoas, enquanto a escrita lhe deu o poder de lhes reescrever o destino.
O autor, para além de ver agora a sua obra publicada em livro, recebe ainda um prémio monetário no valor de 1.500 euros.
O prémio, instituído pelo Município de Campo Maior em 2022, como homenagem ao escritor campomaiorense Hugo Santos, pretende estimular o gosto pela leitura e pela escrita, valorizar a língua portuguesa e incentivar a criação literária.